segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

22 de FEVEREIRO de 2010 - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

22 DE FEVEREIRO

SEGUNDA-FEIRA – 1ª SEMANA DA QUARESMA

Mateus 25, 31-46

“Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a  Mim mesmo o fizestes.”

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As palavras de Jesus, às vezes, são difíceis de entender. A atenção ou a indiferença diante daqueles a quem Ele chama os “irmãos mais pequeninos” (os marginais, os últimos, os indefesos) equivalem ao amor ou à recusa face a Ele. Mas porquê?

Custa-nos a perceber. Estamos habituados a ver as relações com Deus e com os outros como duas experiências separadas. Mas para Jesus, a verdade última é o amor. Que quando é real, se torna amor a Deus e ao próximo. Mesmo aquele próximo mais “inútil” e desprezado.

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Jesus, faz crescer o meu coração através do amor aos outros.

Que eu Te possa ver nos irmãos que sirvo.

O teu coração, Jesus, arde de amor por mim e por todos os meus irmãos;

acende em mim esse amor pelos outros.

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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SANTOS DO DIA DE HOJE

22 DE FEVEREIRO DE 2010

 

• A Cátedra do Apóstolo São Pedro
Fevereiro 22   -  Festa

La Cátedra del Apóstol San Pedro

A Cátedra do Apóstolo São Pedro

Festa

Martirológio Romano: Festa da cátedra de são Pedro, apóstolo, a que o Senhor disse: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja. No dia em que os romanos costumavam a recordar a seus defuntos, se celebra a sede daquele apóstolo, cujo sepulcro se conserva no campo Vaticano e foi chamado a presidir na caridade a toda a Igreja.
Hoje se celebra a festividade da Cátedra de São Pedro, uma ocasião solene que remonta ao quarto século e com que se rende homenagem e se celebra o primado e a autoridade de São Pedro. 
A palavra "cátedra" significa assento ou trono e é a raiz da palavra catedral, a igreja onde um bispo tem o trono onde faz pregação. Sinónimo de cátedra é também "sede" (assento ou sitial): a "sede" é o lugar de onde um bispo governa sua diocese. Por exemplo, a Santa Sede é a sede do bispo de Roma, o Papa. 
Faz não muitos anos, antes de rezar o Ângelus neste dia, o Papa João Paulo II recordou que "a festividade litúrgica da Cátedra de São Pedro sublinha o singular ministério que o Senhor confiou ao chefe dos apóstolos, de confirmar e guiar a Igreja na unidade da fé. Nisto consiste o ´ministerium petrinum´, esse serviço peculiar que o bispo de Roma está chamado a render a todo o povo cristão. Missão indispensável, que não se baseia em prerrogativas humanas, mas sim em Cristo mesmo como pedra angular da comunidade eclesial". "Rezemos – disse - para que a Igreja, na variedade de culturas, línguas e tradições, seja unânime em crer e professar as verdades de fé e de moral transmitidas pelos apóstolos". 
A cátedra é em realidade o trono que Carlos o Calvo presenteou o papa João VIII e em que foi coroado imperador no dia de Natal do ano 875. Carlos o Calvo era neto de Carlomagno. Durante muitos anos a cadeira foi utilizada pelo papa e seus sucessores durante as cerimónias litúrgicas, até que foi incorporada ao Altar da Cátedra de Bernini em 1666.
Tradições, lendas e crenças afirmaram durante muitos anos que a Cadeira era dupla e que algumas partes se remontavam aos primeiros dias da era cristã e inclusive que a utilizou São Pedro em pessoa. A Cadeira tem sido objecto de numerosos estudos ao longo dos séculos e a última vez que foi extraída do nicho que ocupa no altar de Bernini foi durante um período de seis anos, entre 1968 e 1974. As análises efectuadas naquela ocasião apontavam a que se tratava de uma só Cadeira cujas partes mais antigas eram do século VI. O que se havia tomado por uma segunda cadeira era em realidade uma coberta que servia tanto para proteger o trono como para levá-lo em procissão.
Todos os anos nesta data, o altar monumental que acolhe a Cátedra de São Pedro permanece iluminado todo o dia com dezenas de velas e se celebram numerosas missas desde a manhã até ao entardecer, concluindo com a missa do Capítulo de São Pedro.
Fuente: VIS - Serviço Informativo Vaticano

Isabel de França, Beata
Fevereiro 22   -  Fundadora

Isabel de Francia, Beata

Isabel de França, Beata

Irmã de Luis VIII

Martirológio Romano: Em Longchamp, subúrbio de París, em França, beata Isabel, virgem, que, sendo irmã do rei são Luis IX, renunciou a matrimónio de realeza e a vantagens mundanas e fundou um mosteiro de Irmãs Menores, com as que serviu a Deus em humildade e pobreza (1270).
Etimologicamente: Isabel = Aquela a quem Deus dá a saúde vem da língua hebraica.
Nasceu no ano 1225 e era filha do rei Luis VIII de França e de sua esposa Blanca de Castela, e era, portanto, irmã do rei São Luis IX.
Isabel se cria na corte paterna sob os cuidados de sua mãe que infundiu nela, como em seu irmão Luis, os mais fervorosos sentimentos religiosos e o horror ao pecado. Já de pequena aprendeu a amar aos pobres e a empregar muito tempo nos actos de piedade e culto divino.
Solicitou sua mão o príncipe Conrado, filho e herdeiro do imperador Federico II. A proposta foi acolhida com satisfação pela rainha viúva Blanca de Castela e por seu próprio irmão Luis, e o papa Inocêncio IV, a quem se havia dado notícia da petição, lhe pareceu boa para solidificar a paz entre os príncipes cristãos e escreve a Isabel dizendo-lhe que contasse com sua bênção. Mas Isabel contesta ao papa que ela fez voto de virgindade e que deseja manter sua consagração a Deus. Inocêncio IV contesta à princesa que não pode menos que a louvar por esta deliberação e que a animava a prosseguir em tão santo propósito.
Isabel prossegue então no meio da corte levando uma vida dedicada à caridade e à piedade e pode ver como seu irmão Luis, levado de um alto idealismo, marcha para as Cruzadas, onde suas armas não conseguem o triunfo esperado mas que inclusive é preso e a grande preço recupera a liberdade. Estando seu irmão ausente, morre sua mãe Blanca.
A partir de então já não se crê necessária na corte e pensa pôr em prática o propósito concebido de fundar um convento de clarissas em que passar o resto de seus dias. Seu irmão lhe dá a oportuna licença e surge assim o convento de Longchamp no ano 1257, que ela coloca sob a invocação da Humildade de Nossa Senhora. Parece claro que, ainda que a Ordem Franciscana apresenta a Isabel como monja da segunda ordem e com esse título se confirmou seu culto, na realidade ela nunca professou nem emitiu os votos religiosos. Viveu numa ala do convento, numa espécie de casa aparte, não nas celas das monjas, e continuou seu costume de generosidade extrema com os pobres. Desta forma além disso evitou que as monjas não pudessem elegê-la como abadessa.
Sua vida foi santa: toda ela dedicada à oração, à penitência e às boas obras, podendo ser vista em êxtases com que o Senhor a favorecia.
Morreu em 22 [para outros, em 23] de Fevereiro do ano 1270, e seu culto foi confirmado pelo papa Leão X no ano 1521 ao permitir ao mosteiro de Longchamp celebrar sua festa, que posteriormente o papa Inocêncio XII, a finais do século XVIII, estendeu a toda a Ordem Franciscana.
¡Felicidades a quem leve este nome!

• Margarita de Cortona, Santa
Fevereiro 22  -  Laica Franciscana

Margarita de Cortona, Santa

Margarita de Cortona, Santa

A mulher escandalosa que chegou a ser de muito bom exemplo.

Martirológio Romano: Em Cortona, da Toscana, santa Margarita, que profundamente comovida pela morte de seu amante, limpou os pecados de sua juventude com uma penitência saudável, pois recebida na Terceira Ordem de São Francisco, se entregou à contemplação de Deus e foi favorecida por especiais carismas (1297).
Etimologicamente: Margarita = Aquela de beleza pouco comum, é de origem latina.
Margarita nació en Italia en 1247. Hija de una familia de agricultores, los primeros años los pasa alegremente junto a su madre que es muy piadosa y que le enseña a ofrecer por la salvación y por la conversión de los pecadores todo lo que hace y lo que reza.
Pero a los 7 años queda huérfana de madre, y entonces su padre se casa con una mujer dominante y agresiva que se dedica a hacerle la vida imposible a la joven Margarita, la cual empieza a volverse triste y desconfiada y a buscar fuera del hogar las alegrías que en su casa no logra hallar.
A los 17 años ya es una joven muy hermosa pero no puede encontrar cariño en su hogar. Es entonces cuando se deja engañar por un terrateniente, un rico agricultor que prometiéndole que se casará con ella, logra obtener que se fuera de su casa y se vaya con él. Ella al principio opone resistencia porque sabe que lo que le ofrece es la deshonra y una vida de pecado, pero los regalos espléndidos y las promesas mentirosas de aquel engañador la logran convencer, y una noche sale huyendo y se va con él.
Viajan aquella noche por un río en una balsa. Chocan y la balsa se hunde. Ella corre gravísimo peligro de ahogarse, pero su prometido logra salvarla nadando ágilmente. La joven considera esto como una llamada de Dios, pero en aquella hora pueden más las promesas del pecado que los avisos de Dios, y sigue con aquel hombre.
Son ocho años de pecado, de lujos, de fiestas y placeres, pero su alma no es feliz. Desea fuertemente volver a los tiempos antiguos cuando aunque no tenía lujos ni fiestas, ni honores, sin embargo tenía el alma limpia de pecado y tranquila su conciencia. Tiene un hijo (que más tarde será franciscano) pero en su alma se libra cada día una violenta batalla entre su deseo de vivir en gracia y amistad con Dios y los deseos pasionales de su naturaleza humana. La gente la ve atravesar plazas y calles, elegantísima, en lujosas cabalgaduras, pero no imaginan que su alma agoniza de angustia.
Para calmar un poco los remordimientos de su conciencia se dedica a repartir limosnas entre los pobres. A una viejita agradecida que le dice: "Gracias señora, Ud. si es buena persona". Le responde: ¡Por favor: no diga eso, que yo sólo soy una miserable pecadora!
A ratos se retira a las soledades del bosque a llorar. Y allí exclama: "Oh Dios: que bueno es poder hablarte, aunque el alma se siente tan débil y pecadora. Te repito las palabras del hijo pródigo: He pecado contra el cielo y contra Ti".
Le ruega a su compañero que contraigan matrimonio porque su alma no puede vivir tranquila en esa vida de ilegitimidad, pero él le responde que prefiere vivir en unión libre todavía por muchos años. Entonces ella ruega a Dios que le proporcione alguna solución. Y no se cansa de pedirle, con lágrimas, penitencias y mucha fe.
Una mañana su compañero se va al campo a visitar sus fincas. Por el camino unos sicarios guerilleros lo atacan, y lo matan a puñaladas, y esconden su cadáver entre unas matas, el hombre no vuelve esa tarde a casa, pero su fiel perro llega al día siguiente dando aullidos muy lastimeros y tira insistentemente de la falda de Margarita como diciéndole: "Por favor, sígame". Ella lo sigue llena de afán y de temor de que algo grave le haya sucedido a su compañero. En el bosque, junto a un gran árbol hay un montón de ramas y hasta allí la lleva el perro fiel. Margarita mueve ramas y encuentra el cadáver de su amante, destrozado con horrorosas heridas y empezando a descomponerse.
Margarita siente en aquel momento como un relámpago la llamada del cielo a volver a vivir en gracia y en amistad con Dios. Estalla en llanto por la tristeza de ver muerto a aquel hombre y por los terribles remordimientos que atormentan su propia conciencia. Pero recuerda que el Padre Celestial tiene siempre abiertos sus brazos bondadosos para recibir a todos los hijos pródigos que quieren volver a su divina amistad, y que Jesucristo nunca rechaza a las Magdalenas que quieran arrepentirse y cambiar de comportamiento, y con todas las energías de su alma se propone darle un vuelco total a su vida. Bien sabe que mientras vivamos en esta tierra nunca es tarde para convertirse y lograr salvarse.
Margarita no es mujer de medias tintas. Cuando se decide por algo lo hace con todas sus fuerzas. Así que lo primero que hace al volver del funeral de su amante es devolverles a los familiares de él todas las fincas que el hombre tenía. Vende luego las joyas y los lujos, y el dinero obtenido lo reparte a los pobres y ella se dispone a seguir viviendo en total pobreza.
Se va con su hijito a casa de su padre, pero la madrastra no permite que sea recibida allí, pues la considera una mujer escandalosa, y no cree en su arrepentimiento. Entonces sentada bajo un árbol se pone a llorar y a pensar. Los enemigos de la salvación le dicen: "Eres hermosa, tienes apenas 25 años, lánzate a la vida, que amadores no te van a faltar". Pero mientras reza siente que el Espíritu Santo le inspira esta idea: ¿Por qué no ir a la ciudad de Cortona donde están los Padres Franciscanos que son tan amigos de los pobres, y pedirles que me ayuden? Y hacia esa ciudad dirige sus pasos.
Al llegar a Cortona, en la entrada de la ciudad se encuentra con dos buenas señoras que se conmueven al verla en tan impresionante estado de pobreza y se ofrecen a ayudarla. La llevan a su casa; se encargan de la educación del niño y ellas mismas van donde los Padres Franciscanos a recomendarla.
Una gran bendición para Margarita fue encontrar entre los Padres Franciscanos dos santos y sabios sacerdotes que le supieron dar una excelente dirección espiritual. Por tres años largos tiene todavía que luchar esta joven contra las terribles tentaciones de su carne, pero estos prudentes directores la ayudan muchísimo animándola cuando está decaída y deprimida y guiándola con prudencia cuando ella se quiere dejar llevar por desmedidos entusiasmos. Deseaba hacer excesivas penitencias, porque decía que co nlas pasiones de su cuerpo nunca podía hacer las paces y que tenía que dominar a la fuerza ese cuerpo que tanto le había hecho ofender a Dios. Pero los Padres Franciscanos la moderaban y le insistían en que para la sociedad puede ser más útil un burro vivo que un cadáver.
Margarita fue al pueblo y a los campos donde había dado malos ejemplos viviendo en concubinato, y fue a vestida de penitencia y pidiendo perdón a los vecinos por todos los escándalos que les había dado con su vida pecaminosa de otros tiempos.
Luego por inspiración de Dios dejó de pensar tanto en sus antiguos pecados, y se dedicó más bien a pensar en el amor que Dios nos ha tenido, y esto la hizo crecer mucho en santidad. Entonces empezó a tener éxtasis (se llaman éxtasis a ciertos estados de contemplación y de meditación profunda cuyo resultado es la suspensión temporal de la actividad normal de los sentidos y cierta unión mística con Dios, acompañada de visiones sobrenaturales).
Sus directores, los dos Padres Franciscanos, fueron escribiendo todos los datos que lograron saber y redactaron la vida de la santa y muchas de sus visiones.
Fue admitida como Terciaria Franciscana, o sea como religiosa seglar, que viviendo en el mundo, se dedica a llevar una vida de mucha oración y de intenso apostolado.
Con la ayuda de otras jóvenes terciarais franciscanas, y pidiendo limosnas y ayudas de todas partes, Margarita funda un hospital en Cortona y allí se dedica con sus compañeras a atender gratuitamente a muchos enfermos.
Nuestro Señor empieza a hablarle en visiones, y así esta santa llega a ser una de las precursoras de la devoción al Sagrado Corazón. Recordemos algunos de los mensajes que Jesús le dio:
"Quiero que tu conversión sea un ejemplo para muchos pecadores, para que se sientan animados también a dejar la vida de pecado que han llevado, y a emprender desde ahora en adelante una vida llena de buenas obras. Deseo que todos los pecadores de todos los siglos recuerden que estoy dispuesto a recibirlos con los brazos abiertos como el padre recibió al hijo pródigo".
Cuando le asaltan las angustias al pensar si Jesucristo le habrá perdonado todas sus maldades, oye la voz de Nuestro Señor que le dice: "Porque he muerto en la cruz por salvarte, por eso te perdono todas tus culpas, sin dejar ninguna que no quede perdonada".
Otro día le dice Nuestro Señor: "Glorifícame, y Yo te glorificaré. Ámame, ámame y Yo te amaré. Dedícate a buscar lo que más te convenga para tu salvación".
En sus últimos años Margarita recibió de Dios el don de obrar milagros. Y se dedica a continuas penitencias. Ayuna; duerme sobre el duro suelo; pasa horas y horas rezando. Atiende con exquisito cuidado a toda clase de enfermos, especialmente a los más repugnantes. Ayuda a las mujeres pobres que van a tener hijos y que no tienen quién las atienda. Y sobre todo soporta con gran paciencia la increíble cantidad de cuentos y calumnias que las gentes malas le inventan contra su buena fama. Hasta los Padres Franciscanos dejan de atenderla porque las malas lenguas dicen que es una mujer indigna. Se retira a pasar sus últimos días en un rancho miserable y abandonado, para hacer penitencia de sus pecados.
Muere el 22 de febrero de 1297, a los 50 años. La mitad de la vida la pasó en pecado y la otra mitad haciendo penitencia y obras buenas. Lo último que dijo al morir fue: "Dios mío: yo te amo". El Papa Benedicto XIII, al declararla santa en 1728, dijo que Margarita es la mujer que más parecido tiene con María Magdalena.
Santa Margarita, la convertida: pídele a Dios, que nosotros también logremos convertirnos.
Nuestro sacrificio más agradable para Dios será el arrepentirnos y convertirnos de nuestros pecados.

María de Jesús, Beata
Fevereiro 22   -  Fundadora

María de Jesús, Beata

María de Jesús, Beata

Fundadora da Congregação
de Irmãs de María Reparadora

Martirológio Romano: Em Florença, da Toscana, beata María de Jesús (Emília) d’Outremont, que, nascida na Bélgica e mãe de quatro filhos, ao ficar viúva, sem descuidar seus deveres maternos fundou e regeu a Sociedade de Irmanas de María Reparadora, confiando no auxilio divino, e superando não poucas enfermidades, quando regressava a sua pátria terminou sua terrena peregrinação, descansando no Senhor (1878). 
A Beata María de Jesús (no século: Emília D´Oultremont D´ Hoogvorst) nasce em Wégimont, Bélgica, em 18 de Outubro de 1818. Dotada de uma rica personalidade, tem encanto e vontade. Seu pai é embaixador de Bélgica ante a Santa Sede, e Emília o acompanha em suas viagens através de Europa. Muito jovem, se sente atraída fortemente por Deus como o absoluto e descobre a pessoa e a espiritualidade de Ignácio de Loyola. 
Nela cresce o desejo da vida religiosa. Mas aos 18 anos, seguindo o costume da época, seus pais lhe falam de matrimónio. Depois de um tempo de vacilação, em 19 de Outubro de 1837, contrai matrimónio com Victor d’Hooghvorst. É um matrimónio concertado que se vai transformar num matrimónio de amor e que será benzido com o nascimento de quatro filhos, dois meninos e duas meninas. 
A vida de Emília se reparte entre sua família, o serviço aos pobres e seus compromissos sociais. Um dia em Roma, no meio de um grande baile, Deus se le revela como o Único. Isto faz brotar nela a resposta: “¡Mestre, Tu só em minha vida!”A partir deste momento, compreendi que entre Ele e eu existia uma união que ninguém poderia romper”. 
A felicidade de Emília e de Victor será de curta duração: Victor contrai uma grave enfermidade e morre prematuramente em 1847.
Aos 29 anos, Emília se encontra viúva e com quatro filhos, entre os 2 e os 9 anos, que ela educa com amor. Mas o desejo de pertencer totalmente a Jesus se apodera mais e mais de seu coração. Nos quatro anos seguintes à morte de seu marido, falecem também seus pais. Neste momento decide pôr a seus filhos num colégio em França e ela com suas filhas faz as gestões necessárias para estabelecer-se em París; em 1854 sai definitivamente de Bélgica, distanciando-se assim de sua família. Mas antes de sua marcha, uma de suas tias a convida a seu castelo de Bauffe. Ali a esperava Deus.


¿Que experiência de Deus há vivido?
El 8 de Diciembre de 1854, en el preciso momento en el que el Dogma de la Inmaculada Concepción se proclama en Roma, Emilia se encuentra en oración en la capilla de Bauffe. Allí vive una fuerte experiencia espiritual que va a iluminar y a transformar su vida para siempre.
Emilia relata esta experiencia como un encuentro con María. Esta le confía el deseo secreto de su corazón maternal. María le llama a amar a Jesús y a los miembros de su Cuerpo, “con la delicadeza del amor que se encuentra en el corazón de una madre” y ser así “María para Jesús”. Es una invitación a colaborar en la misión de redención y de reparación de Cristo.
Emilia responde sin reserva:

“Prometí todo a María”.

Emilia se siente impulsada a una vida de “reparación”, según una corriente espiritual del siglo XIX y en una época muy sensible a las profanaciones de la Eucaristía; valora el peso de la ternura de Dios por el mundo y toma conciencia de la urgencia de responder con el don de su vida.
Para Emilia, reparar es querer estar vuelta a Cristo sin cesar, desear servirle y darle a conocer, aceptar seguirle hasta su pasión, viviendo la solidaridad efectiva con la humanidad que sufre la prueba, ofrecer gestos de comunión y ser artífices de la paz.

“Al lado de María y por medio de su Corazón,
todo en nuestra vida será
para Dios, su gloria y la Reparación".

¿Como serão os começos?
Desde el principio, Emilia, rodeada de jóvenes de distintas nacionalidades y ayudada por varios Jesuitas comienza una experiencia de vida religiosa, fundó la Congregación de las Hermanas de María Reparadora.
La primera comunidad oficial se abre en Estrasburgo el 1 de Mayo de 1857. Emilia toma el nombre de “María de Jesús”. Paralelamente a esta fundación, continúa ocupándose del cuidado y la educación de sus hijos e hijas.
Desde los orígenes, la unidad del grupo se hace en torno a la Eucaristía, vivida en su doble dimensión de adoración y anuncio de la Palabra cuidando un equilibrio entre oración y actividad apostólica.
Murió en olor de santidad el día 22 de febrero del año de 1878 en Florencia, en Italia, a la edad de cincuenta y nueve años.
Su Santidad el pontífice Juan Pablo II aprobó la heroicidad de sus virtudes y la declaró "Venerable" el día 23 de diciembre del año de 1993, finalmente, aprobó el milagro atribuido por su intercesión y la declaró beata el día 12 de octubre del año de 1997.

Outros Santos e Beatos
Fevereiro 22   -  Completando santoral deste dia

São Papías, bispo

 
Em Hierápolis, na Frigia, são Papías, bispo, de quem se diz que havia escutado ao ancião João, que foi companheiro de são Policarpo, e que comentou os discursos do Senhor (s. II)


São Pascásio, bispo

 
Em Vienne, na Gália Lugdunense, são Pascásio, bispo, célebre por sua erudição e a santidade de seus costumes (s. IV).

São Maximiano, bispo

Em Ravena, na província de Flaminia, são Maximiano, bispo, que cumpriu com fidelidade sua função episcopal e lutou contra os hereges da época em favor da unidade da Igreja (556).

Beato DIEGO CARVALHO, presbítero e mártir 


Na cidade de Sendai, no Japão, beato Diego Carvalho, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, depois de suportar injúrias, cárceres e caminhadas realizadas em pleno inverno, com fé intrépida confessou a Cristo, junto com seus companheiros no suplicio de água gelada (1624).

 

http://.es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português (INCOMPLETA) por António Fonseca

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Tragédia na MADEIRA (20-02-2010)

In: Boletim da Agência Ecclesia

 

 

Cáritas: Solidariedade com a Madeira

COMUNICADO

Solidariedade com a Madeira

Inesperadamente, abateu-se sobre a Região Autónoma da Madeira uma enorme tragédia.

A Cáritas Portuguesa, expressando o sentir de todas as Cáritas Diocesanas, disponibiliza a sua solidariedade aos nossos concidadãos madeirenses que será, como noutras ocasiões, muito significativa, com o apoio dos portugueses.

A nossa solidariedade chegará através da Cáritas do Funchal, com a qual estamos em contacto permanente, que já está no terreno, apoiando o realojamento dos desalojados e, em articulação com a Protecção Civil, disponibilizando alimentos e agasalhos. Para sustentar este apoio, a Cáritas Portuguesa disponibilizou já 25.000 Euros à Cáritas funchalense. Outros mais irão ser concedidos com os donativos que nos poderão confiar os portugueses, desde já, através das Paróquias do Continente e dos Açores e, a partir de segunda-feira, em conta bancária que indicaremos. Também, nessa ocasião, já saberemos se será possível e conveniente a entrega de bens em espécie.

Resta, por agora, mantermo-nos em comunhão com os madeirenses, permanecendo em contacto com a Cáritas local.

Apresentamos aos familiares de todos os que pereceram as nossas condolências e, nas pessoas do Bispo Diocesano e do Presidente do Governo Regional, o nosso pesar pelas nefastas consequências de tão forte intempérie, que é envolto de votos de que seja ainda mais forte o ânimo de retomar com redobrado vigor o futuro.

Lisboa, 20 de Fevereiro de 2010

O Presidente da Cáritas Portuguesa

Eugénio Fonseca

Documentos | Agência Ecclesia | 2010-02-20 | 19:54:30 | 1968 Caracteres

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Cáritas envia ajuda financeira para a Madeira

25 mil Euros foram já enviados para a Cáritas do Funchal

A Cáritas Portuguesa enviou 25 mil Euros à congénere do Funchal para ajudar a fazer face às primeiras necessidades causadas pelo temporal que se abateu sobre a Madeira, apoiando nomeadamente “o realojamento dos desalojados e, em articulação com a Protecção Civil, disponibilizando alimentos e agasalhos”.

Em Comunicado, a Cáritas Portuguesa anuncia também a criação de uma conta para onde podem ser enviados os contributos dos portugueses para ajudar os concidadãos madeirenses.

Em contacto permanente com a Cáritas do Funchal, “que já está no terreno”, o Presidente da Cáritas Portuguesa convida as comunidades cristãs do Continente e dos Açores a gestos de solidariedade já nos encontros comunitários deste Domingo.

Pelas indicações que chegarem do Funchal, posteriormente se saberá “se será possível e conveniente a entrega de bens em espécie” para serem enviados para a Madeira, refere o Comunicado.

Apresentando as condolências aos familiares das vítimas, Eugénio Fonseca manifesta “pesar pelas nefastas consequências de tão forte intempérie, que é envolto de votos de que seja ainda mais forte o ânimo de retomar com redobrado vigor o futuro”.

Fotos

Nacional | Agência Ecclesia | 2010-02-21 | 13:00:11 | 1474 Caracteres | Diocese do Funchal

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Bispo do Funchal celebrou missa pelas vítimas do temporal

Instituições da Igreja estão a colaborar no auxílio às populações

Este Domingo, a Missa das 17h00, na Catedral do Funchal, foi presidida pelo Bispo do Funchal, D. António Carrilho, onde são recordadas as vítimas do temporal que se abateu sobre a Ilha da Madeira.

O Bispo do Funchal, em declarações à Renascença, afirmou que as instituições ligadas à Igreja estão a colaborar no auxílio às populações, em estreita colaboração com as instituições públicas. “O apoio da diocese presta-se a dois níveis diferentes: ao nível da relação e actividade pessoal de cada um dos cristãos, conscientes da sua responsabilidade, de ajuda fraterna; e presta-se ao nível das instituições – de modo particular a Caritas com uma visibilidade maior – em cooperação com outras instituições públicas e privadas”, disse.

Numa mensagem divulgada este sábado, D. António Carrilho, manifestou a sua “profunda comunhão e solidariedade” para com todas as vítimas do “trágico temporal” que assola a Madeira.

Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o prelado fala num “cenário de destruição e sofrimento”, na capital madeirense, frisando que “neste momento difícil e de natural angústia, é importante manter a serenidade possível e procurar dar atenção aos alertas e orientações, que vão sendo transmitidas pelas entidades competentes”.

À Madeira chegou uma mensagem de apoio do presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga. Este responsável diz comungar “as horas de dor e de perplexidade experimentadas pelo povo da Madeira”, assegurando “a mais profunda comunhão humana, cristã e eclesial”.

Dos Açores veio também a solidariedade do Bispo de Angra, “em nome pessoal e de toda a Diocese”, para com todo o povo madeirense.

A Cáritas Portuguesa enviou 25 mil Euros à congénere do Funchal para ajudar a fazer face às primeiras necessidades causadas pelo temporal. Em Comunicado, a organização católica anuncia também a criação de uma conta para onde podem ser enviados contributos em favor dos madeirenses.

O primeiro-ministro, José Sócrates, esteve na Madeira, para se inteirar da situação e manter contactos com o governo regional. O presidente da República, Cavaco Silva, expressou as suas “mais sentidas condolências” para com as vítimas do temporal que assolou a Região, sublinhando a solidariedade do Continente.

Nacional | Agência Ecclesia | 2010-02-21 | 22:01:15 | 3004 Caracteres | Diocese do Funchal

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Bispos lamentam destruição e sofrimento na Madeira

Diocese manifesta solidariedade às vítimas e recebe mensagens de apoio dos Açores e da Conferência Episcopal Portuguesa

Mensagem do Bispo do Funchal

Solidariedade para com as vítimas do trágico temporal na Madeira

Como Bispo do Funchal, manifesto a minha profunda comunhão e solidariedade para com todos aqueles que, de algum modo, foram e estão a ser vítimas do trágico temporal que assola a Madeira.

Atraído pelo estrondoso ruído da deslocação das águas e das lamas, estive ao início desta manhã, junto da Ribeira de S. João, observando a força da natureza e a agitação de tantas pessoas, num cenário de destruição e sofrimento.

Neste momento difícil e de natural angústia, é importante manter a serenidade possível e procurar dar atenção aos alertas e orientações, que vão sendo transmitidas pelas entidades competentes. Como é necessário, também, reconhecer, aceitar e agradecer o serviço generoso de quantos, por missão ou em regime de voluntariado, não se poupam aos riscos e sacrifícios do serviço que lhes é pedido, nomeadamente as Forças de Segurança, a Protecção Civil e os Bombeiros.

A Madeira já viveu, em tempos ainda lembrados, situações semelhantes de verdadeira impotência humana e sofrimento. Unidos na mesma fé, os católicos elevaram a Deus as suas preces, por especial intercessão de Nossa Senhora. Como vosso Bispo, neste momento de dor, também eu rezo e convido os católicos a rezar, confiando as preocupações e o sofrimento de todos, nesta hora, à Senhora do Monte, nossa Padroeira, e à Virgem de Fátima, cuja Imagem peregrina entre nós.

Estou muito unido a todos e gostaria que estas minhas palavras vos possam levar algum conforto e esperança! Que Maria-Mãe, Nossa Senhora do Monte, vele por nós!

Funchal, 20 de Fevereiro de 2010

† António Carrilho, Bispo do Funchal

Mensagem do Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

Caríssimo D. António,

A vida é uma encruzilhada de surpresas e de imprevistos. Nem sempre a harmonia da natureza com o concreto das populações acontece. Tudo pode parecer um grande enigma. São horas para encontrar um lenitivo na solidariedade.

Comungo, como Arcebispo de Braga e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, as horas de dor e de perplexidade experimentadas pelo povo da Madeira e quero assegura a mais profunda comunhão humana, cristã e eclesial.

Recordo os que partiram, em tão dramáticas situações, com a certeza das nossas orações; estou presente com quantos vivenciam dum modo mais próximo a dor provocada pela morte de entes queridos ou pela destruição de bens materiais; manifesto a disponibilidade para alguma ajuda possível na hora de recuperar dos malefícios provocados por tão grande calamidade.

Rezo, dum modo particular, para que a comunidade cristã saiba estar presente, em gestos de autentica proximidade, de modo que a experiência de comunhão eclesial testemunhe um verdadeiro amor junto daqueles que sofrem.

A minha comunhão fraterna

+Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e presidente da CEP

Mensagem do Bispo de Angra

Excelentíssimo e Reverendíssimo Bispo do Funchal.

Perante os fatídicos momentos que se vive no Arquipélago da Madeira, o Bispo de Angra, em nome pessoal e de toda a Diocese, vem por este meio manifestar a sua solidariedade para com Vossa Excelência Reverendíssima, assim como, para com todo o povo madeirense.

Creia-nos unidos e presentes na oração.

Madalena do Pico, 20 de Fevereiro de 2010

+ António, Bispo de Angra

Documentos | Agência Ecclesia | 2010-02-20 | 19:27:24 | 4282 Caracteres

 

http://ecclesia.pt

Recolha e transcrição de notícias publicadas no boletim da Agência Ecclesia, por António Fonseca

21 DE FEVEREIRO - REZAR NA QUARESMA e SANTOS DO DIA

21 DE FEVEREIRO

1º DOMINGO DA QUARESMA

Lucas 4, 1-13

“Foi levado pelo Espírito ao deserto…”

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O deserto é o lugar da liberdade e da tentação. Da fidelidade a Deus e da dúvida. Do amor e dos egoísmos. Do caminho e da queda.

Jesus foi até lá para clarificar a sua identidade, para Se confrontar com os diferentes projectos de vida. E saiu de lá fortalecido. Vencedor sobre todas as tentações fáceis que Lhe propunham, ser menos. Quaresma é o tempo de tu ires para o deserto. Não vais sozinho. Lá está Jesus, do teu lado. A fortalecer a tua decisão.

»»»»»»»»»

Espírito Santo de Deus,

força de Jesus e minha força:

ampara-me no meu caminho,

sacia as minhas sedes.

Converte-me ao teu amor.

Leva-me ao encontro de Jesus

que é caminho suave, verdade

luminosa e vida abundante.

 

 

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

NOTA:  Ver nota em 17-Fevereiro-2010

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

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Os Santos de hoje

Domingo 21 de Fevereiro de 2010

Pedro Damiani, Santo
Bispo, Cardeal e Doutor da Igreja

Cardeal e Doutor da Igreja

Martirológio Romano: Memória de são Pedro Damiani, cardeal bispo de Ostia e doutor da Igreja. Havendo entrado no ermo de Fonte Avellana, promoveu denodadamente a vida religiosa e nos tempos difíceis da reforma da Igreja trabalhou para que os monges se dedicassem à santidade da contemplação, os clérigos à integridade de vida e para que o povo mantivesse a comunhão com a Sede Apostólica. Faleceu no dia vinte e dois de Fevereiro em Favencia, da Romagna (1072).
Nasceu em Ravena e foi uma dessas figuras severas que, como São João Baptista, surgem nas épocas de relaxamento para afastar aos homens do erro e trazer-lhes de novo ao estreito caminho da virtude.
Devido à prematura morte de seus pais, o santo foi criado por seu irmão, convertendo-se num excelente discípulo, e mais tarde num profundo servidor de Cristo.
Pedro decidiu abandonar o mundo exterior e abraçar a vida religiosa noutra região, entrando no convento de Fonte Avellana, comunidade de ermitãos que gozava de grande reputação.

Pedro Damiani, Santo

Pedro Damiani, Santo


Ali se dedicou à oração, leitura espiritual e estudos sagrados, vivendo com grande austeridade.
Pese a sua negativa, Pedro assumiu a direcção da abadia em 1043 governando com grande prudência e piedade.
Fundou outras cinco comunidades de ermitãos, onde fomentou entre os monges o espírito de retiro, caridade e humildade e além disso esteve ao serviço da Igreja, sendo nomeado Cardeal e Bispo de Ostia em 1057.
São Pedro escreveu vários documentos que ajudaram a manter a observância da moral e da disciplina, particularmente no  que se refere aos deveres dos clérigos e monges.
Apesar de sua severidade, o santo sabia tratar os pecadores com bondade e indulgência, quando a caridade e a prudência o pediam. Morreu em 21 de Fevereiro de 1072. Imediatamente a gente começou a considerá-lo como um grande santo e a conseguir favores de Deus por sua intercessão.
O Papa o canonizou e o declarou Doutor da Igreja pelos eloquentes sermões que compôs e pelos livros tão sábios que escreveu.
São Pedro Damiani: consegue-nos de Deus a graça de que nossos sacerdotes e bispos sejam verdadeiramente santos e saibam cumprir fielmente seu celibato.

Noël (Natal) Pinot, Beato
Mártir

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Em Anjou, em França, beato Natal Pinot, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, sendo pároco, enquanto se preparava para celebrar missa foi detido e, revestido com os ornamentos litúrgicos a modo de burla, levado ao patíbulo como ao altar do sacrifício (1794).
O último de 16 filhos, que havia nascido no lar de piedosos pais em Angers (França Ocidental) em 19 de Dezembro de 1747, em vésperas do Natal, recebeu no baptismo um nome que devia recordar o Natal: "Noël" (Em latim seria "Natalis" e em italiano "Natale").
Este menino trazia não só alegria natalícia a sua numerosa família, mas também à Igreja em honra de um novo mártir da Santíssima Eucaristia.
Com os oratorianos em Angers recebeu o rapaz uma boa educação; em Dezembro de 1770 a ordenação sacerdotal fez dele um devoto e bondoso sacerdote diocesano que desenvolveu em seu lugar um precioso trabalho.
Os primeiros 10 anos trabalhou como capelão em Bousse (Sarthe) e em Corze. Em Junho de 1781 regressou à cidade bispal de no Hospital dos incuráveis em Angers. Em 6 de Fevereiro de 1788 recebeu o título de "Magister Artium".
Pouco depois foi nomeado pároco de Saint - Aubin em Lauroux - Béconnais, uma paróquia relativamente grande, que contava com 3,000 almas. Aqui obrou como bom pastor, mas somente durante dois anos, pois ele entrou cedo na tormenta da Revolução Francesa que apenas estalou. Em 12 de Julho de 1791 se acordou em París a Constituição civil. O padre Pinot se negou, com outros valentes sacerdotes, a prestar juramento a esta constituição anticlerical. Em seu sermão de 27 de Fevereiro de 1791 a criticou fortemente e de imediato foi denunciado às autoridades. Em 5 de Março foi preso e levado a Angers, onde sete dias depois recebeu a proibição de exercer sua profissão de sacerdote. 
Sob estas circunstâncias não lhe restava outra possibilidade que esconder-se. Primeiro no Hospital dos incuráveis em Angers. Depois de a encontrar lá, levou durante dois anos a vida de um sacerdote perseguido, livre como pássaro e fugindo de um lugar a outro. Ainda que sempre preparado para fugir, seguia oferecendo clandestinamente a Santa Missa e administrando os sacramentos.
Quando os católicos de Vendée se levantaram durante curto tempo com êxito contra o regime de terror, pôde o padre Pinot regressar a sua paróquia; mas só por curto tempo pôde gozar de sua liberdade, posto que o levantamento dos católicos foi derrubado desde París. O padre teve que esconder-se novamente, e não só isto: se ofereceu uma soma de dinheiro a quem o entregasse - vivo ou morto - aos tiranos da revolução. 
Na noite de 9 de Fevereiro de 1794 o padre Pinot se preparava numa longínqua fazenda nomeada Milanderie para celebrar a Santa Missa. Já estavam feitos todos os preparativos e o padre ia pôr a alva quando irrompeu a guarda e se dispôs a fazer uma revista exaustiva do lugar. O padre Pinot se escondeu o mais rápido possível numa caixa, posta todavia sua alva; ali foi descoberto e levado preso.
Sua vocação sacerdotal, junto com o facto de haver celebrado a Santa Missa, era suficiente para ditar sobre o padre Pinot a pena de morte e executá-lo no mesmo dia.
O candidato à morte foi ironicamente perguntado se queria morrer com a alva posta, proposta que aceitou com entusiasmo porque assim pôde viver ainda a mais bela satisfação: até ao último momento ser sacerdote. 
O suplício seria como a celebração de sua última Missa, sua oferenda final.
Assim subiu o padre Pinot ao patíbulo, vestido com alva e casula. Momentos antes de sua decapitação teve que tirar-se a casula, mas os fieis a puseram mais tarde o ornamento depois da consumação do sacrifício.
Em 21 de Outubro de 1926, o Papa Pío XI beatificou a este valente sacerdote dizendo: "Noel Pinot atestou, levando até ai momento de sua execução a casula, demonstrando que a tarefa primordial, mais importante e mais sagrada do sacerdote é a celebração da Santa Eucaristia segundo o encargo do Senhor: "Fazei isto em memória de mim"".

Eleonora ou Leonor de Inglaterra
Rainha e religiosa

Etimologicamente: Leonor = Eleonor = Eleonor = Aquela que é audaz, é de origem gálica.
Nascida no ano 1222, morta em Amesbury, em vinte e cinco de Junho do ano mil duzentos noventa e um.
Esta jovem veio ao mundo em França. Seus pais eram Berengário IV, conde de Provença e de Beatriz de Sabóia. 
A mãe era uma fervorosa cristã e muito dada às letras.
Em 1236 contraiu matrimónio em Canterbury com o rei Enrique III de Inglaterra. Com ela se marcharam muitos familiares e conhecidos em busca de uma maior fortuna.
Muitos chegaram a ocupar postos importantes na administração pública. Sem embargo, o favoritismo de Eleonora suscitou em seguida as invejas e uma impopularidade grande contra a rainha. 
A coisa se fez tão tensa que tiveram que encerrá-la na torre de Londres. A má sorte não só caía sobre suas costas, mas também seu marido foi feito prisioneiro durante a de Lewes. O sopro de Deus atravessou sua alma.
Por isso se foi a uma abadia beneditina e se fez religiosa em 1276.
Sua santidade cresceu a passos agigantados. Sua fama de santidade é enorme, ainda que nunca haja sido canonizada oficialmente. Todo o mundo, sem embargo, lhe tributa o culto que merece. Morreu santamente em 1291.

Eustáquio (Eustácio) de Antioquia, Santo
Bispo

Bispo

Martirológio Romano: Comemoração de santo Eustácio, bispo de Antioquia, que, célebre por sua doutrina, foi desterrado a Trajanópolis, em Trácia, em tempo do imperador ariano Constâncio, por causa de sua fé católica, e ali descansou no Senhor (c. 338).
Santo Eustáquio nasceu em Side, em Panfilia. Segundo afirma Santo Atanásio, confessou ante os perseguidores a fé de Cristo.
Era um homem sábio, eloquente e virtuoso. Eleito bispo de Beroea, na Síria, atraiu sobre si os olhares da Igreja. Mais tarde, foi trasladado para a  sede de Antioquia, que só cedia em dignidade as de Roma e Alexandria e era a terceira do mundo. Pouco depois de ocupá-la, assistiu ao Concílio de Nicea, onde foi acolhido com grandes honras e se distinguiu por sua oposição ao arianismo. 
No meio de seus trabalhos pelos outros, não olvidou que a verdadeira caridade começa por si mesmo e trabalhou antes de tudo por sua própria santificação. 
Mas não por cuidar de seu jardim guardava para ele toda a água da graça, mas que a deixava correr também pelos hortos de seus próximos a fim de que levasse a fecundidade para outros. 
Nas dioceses que estava encarregado de governar, distribuiu homens capazes de instruir e sustentar aos fieis.
O santo se alarmou ao inteirar-se de que Eusébio, o bispo de Cesareia, favorecia a nova heresia (se tratava de Eusébio conhecido como "o pai da história eclesiástica"). 
A desconfiança que mostrou Santo Eustáquio pela doutrina desse e outros bispos, assim como sua acusação no sentido de que haviam alterado o Credo de Nicea, provocaram contra ele as iras dos arianos, quem conseguiram depô-lo no ano 330.
Antes de sair de Antioquia o pastor congregou a sua grei e a exortou a manter-se fiel à verdadeira doutrina. A exortação foi tão eficaz que se formou um grupo de "eustacianos" para preservar a pureza da fé e negar o reconhecimento a todos os bispos que enviassem os arianos. Desgraçadamente, esta lealdade degenerou mais tarde em sectarismo contra os prelados ortodoxos.
Santo Eustáquio foi desterrado com alguns sacerdotes e diáconos a Trajanópolis de Trácia. Não sabemos com exactidão o sitio nem a data de sua morte. A maioria de seus copiosos escritos se perdeu.
Entre as obras suas que se conservam, a principal é uma discussão contra Orígenes, em que critica os poderes da pitonisa de Endor (1 Re. 28:7-23). Sozomeno recomenda as obras de Santo Eustáquio por seu estilo e conteúdo. Mas nada mostra melhor a virtude do santo que a paciência com que sobrelevou as acusações caluniosas que se lhe fizeram em coisas de importância e, depois, a deposição e o desterro.
Santo Eustáquio foi maior na desgraça do que havia sido quando suas virtudes brilhavam pacificamente no governo de sua sede.
Seu nome aparece no Canon das missas síria e maronita.

María Enriqueta (Henriqueta) (Ana Catalina) Dominici, Beata
Religiosa

María Enriqueta (Ana Catalina) Dominici, Beata

María Enriqueta (Ana Catalina) Dominici, Beata

Religiosa

Martirológio Romano: Em Turim, de Piemonte, beata María Enriqueta (Ana Catalina) Dominici, das irmãs de Santa Ana e da Providência, que governou sabiamente e engrandeceu seu Instituto durante trinta anos até sua morte (1894).
A Beata María Enriqueta Dominici nasceu no dia dez de Outubro de 1829 em Borgo Salsasio, Camagnola (Turim, Itália) ingressou na Congregação de Religiosas Irmãs de Santa Ana, já feitos seus votos perpétuos, morreu em odor de santidade no dia 21 de Fevereiro do ano de 1838 na cidade de Turim, em Itália.
Seu processo de beatificação foi iniciado no dia 4 de Abril de 1943, a Congregação para as Causas dos Santos, sua Santidade o Papa Paulo VI aprovou a heroicidade de suas virtudes e a declarou digna de veneração -"Venerável"- no dia 1 de Fevereiro do ano de 1975, finalmente, aprovou o milagre atribuído por sua intercessão e a declarou beata em 7 de Maio de 1978.
Se se obtém um favor ou graça especial atribuída pela intercessão da Beata Irmã María Enriqueta Dominici, por favor fazer comunicar a sua Causa de beatificação: Suore di Sant´Anna, Via degli Aldobrandeschi, 100, 00163 Roma, Itália.
Para tomar em conta: O fundador da Congregação das Religiosas Irmãs de Santa Ana foi Carlos Tancredo Falleti de Barolo, esposo de Júlia Victorina Colbert Falleti de Barolo, ambos fundadores da Congregação das Irmãs Religiosas de Santa Ana.

Roberto Southwell, Santo
Mártir Jesuíta

Presbítero e Mártir

Martirológio Romano: Também em Londres, são Roberto Southwell, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que durante vários anos exerceu seu ministério na cidade e seus arredores e compôs escritos espirituais. Detido por ser sacerdote, por ordem da própria rainha foi duramente torturado, terminando seu martírio al ser pendurado em Tyburn (1595).
Foi o mais novo de oito filhos. Educado em Douai. Viajou a París onde esteve sob a tutela de jesuíta Thomas Darbyshire. Em 1580 se uniu à Companhia de Jesus depois de dois anos de estudos no Noviciado de Tournee. Se trasladou a Roma, onde pese a sua juventude foi Prefeito de estudos no Colégio Inglês de Roma dos jesuítas. Se ordenou de sacerdote em 1584. Foi enviado a Inglaterra em 1586 como missionário junto a Henry Garnett pese a estar em vigência o decreto da Rainha Isabel que proibia aos sacerdotes católicos permanecer mais de 40 dias em Inglaterra sob pena de morte. Fez trabalho missionário clandestino, foi capelão da Condessa de Arundel. Foi delatado em 1595 e acusado de traição, foi executado em 20 de Fevereiro de 1595 em Tyburn.
Sua obra literária está publicada. Em 1872 se publicou a colecção completa de "Poemas" por Reprint Services Corp e em 1970 na colecção "The Fuller Worthies Library" por AMS Press.
Beatificado em 1929 e canonizado por Paulo VI em 25 de Outubro de 1970 junto com os Quarenta Mártires de Inglaterra e Gales.

Outros Santos e Beatos
Completando santoral deste dia

 

São Germán, abade


No mosteiro de Granfeld,na região dos helvécios, são Germán, abade, que ao tratar de defender com pacíficas palavras aos vizinhos do mosteiro do assalto de um grupo de salteadores, foi desnudado e atravessado com lanças, junto com o monge Randoaldo (c. 667).

Beato Tomás Portmort, presbítero e mártir


Em Londres, em Inglaterra, beato Tomás Portmort, presbítero e mártir, que em tempo da rainha Isabel I foi encarcerado por ser sacerdote e depois pendurado perto da catedral de São Paulo, consumando assim seu martírio (1592).

http://es.catholic.net/santoral

Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português por António Fonseca

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...