quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Nº 1155-1ª Página - (5-2012) - 5 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

 

NOTA DE AUTOR:

A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias” pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de São João Neumann

email: aarfonseca0491@hotmail.com

Nº 1155 – 1ª Página - 2012

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Feliz Ano e

Feliz Véspera de Reis de 2012

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  SÃO JOÃO NEPOMUCENO NEUMANN

Confessor (1811-1860)

Juan Nepomuceno Neumann, Santo

Juan Nepomuceno Neumann, Santo

Sacerdote Redentorista, Bispo e fundador das Irmãs Terceiras Franciscanas

Juan Nepomuceno Neumann nasceu em 1811 em Prachatitz, então parte do Império Austro-e faleceu em 1860. Foi redentorista. Exercitou o zelo e esgotou cedo as forças trabalhando pelos seus compatriotas de língua alemã imigrados para os Estados Unidos. Natural de Prochatiz (Boémia), morreu como Bispo de Filadélfia (Pensilvânia), depois de construir a Sé, oitenta igrejas e umas cem escolas: tudo isto em oito anos. www.es.catholic.net/santoral

Nasceu em 1811 e faleceu em 1860. Foi redentorista. Exercitou o zelo e esgotou cedo as forças trabalhando pelos seus compatriotas de línguas alemã imigrados para os Estados Unidos. Natural de Prochatiz (Boémia), morreu como Bispo de Filadélfia (Pensilvânia), depois de construir a Sé, oitenta igrejas e umas cem escolas; tudo isto em oito anos. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

COMPLEMENTO

João nasceu em 1811, o seu pai era alemão e a sua mãe checa, proprietária de uma pequena fábrica de meias. Ele era um jovem brilhante e falava várias línguas. Devido ao seu interesse em seguir uma carreira religiosa, estudou para o sacerdócio na Universidade Charles Ferdinand. No entanto, a Boémia tinha sacerdotes em excesso. Por este motivo João, que sabia falar inglês, viajou para a América para ser ordenado. Mais tarde, o Bispo de Nova Iorque mandou João para uma região remota do estado de Nova Iorque. Ele trabalhou principalmente com os imigrantes, ensinando nas tabernas e celebrando a Missa em casas privadas. João também construiu escolas e, muitas vezes , ele mesmo dava aulas às crianças. Quatro anos depois, exausto e só, ingressou nos redentoristas, um grupo dedicado aos pobres e abandonados. João foi viver para Pittsburgh e, durante oito anos, serviu como pastor, missionário e pároco tanto ali como em Baltimore. devido ao seu trabalho extraordinário e dedicação, o papa nomeou-o Bispo de Filadélfia, quando ele tinha apenas 41 anos.

FUNDADOR DA EDUCAÇÃO CATÓLICA – A sua primeira preocupação foi aquela de criar escolas paroquiais para as crianças, nas quais ele colocou freiras e irmãos de diversos ordens como corpo docente. Depois de ter fundado as escolas, ele construiu igrejas. Em poucos anos, João construiu 100 igrejas e 80 escolas, fundando o primeiro sistema escolar diocesano unificado. Entretanto, o santo ainda conseguiu escrever e publicar um catecismo que foi utilizado nos Estados Unidos durante décadas. Também arranjou tempo para visitar as regiões remotas e abandonadas da sua diocese. Aos 49 anos, João morreu por causa de uma apoplexia enquanto efetuava as suas incumbências. Foi canonizado em 1977.

NO SEU RASTO  -  João Neumann pensava que todas as pessoas deviam ter uma educação académica. Ao construir tantas escolas paroquiais, ele também se assegurava que o ensino de Deus fizesse parte do programa der estudos. Hoje em dia, as crianças por todo o país necessitam de apoio e encorajamento. Em seguida mencionamos algumas atividades através das quais você poderá ajudar as crianças e os jovens do nosso país:

* Oferece às crianças de famílias com baixo rendimento um plano de estudos técnico profissionais, um programa para os tempos livres e aulas sobre a segurança.

* Ajude os jovens em situações de risco dando-lhes apoio para resolver os seus problemas e conselhos para entrar no mercado de trabalho. Quer você more numa zona urbana ou numa zona rural, existem sempre crianças que precisam e da sua ajuda. Contacte a sua igreja para oferecer os seus serviços.

ORAÇÃO

Querido Jesus, ajuda-me a difundir a Tua Fragrância por onde quer que eu vá. Penetra e apodera-Te de todo o meu ser, tão completamente, que toda a minha vida possa ser só um reflexo de Ti. Brilha através de mim e permanece em, mim, de modo que todas as almas que entram em contacto comigo sintam a Tua presença na minha alma; deixa que eles olhem e que não me vejam a mim – mas só a Jesus.

No tempo de vida de São João Neumann, ocorreu o seguinte: Guerra Civil Americana (1861-1865); Um terramoto mata 41 000 pessoas em Quito, Equador (1797); Shata governa a nação Zulus na África do Sul (1816-1828; e Richard Wagner termina O anel dos Nibelungos (1874).

36360 > San Giovanni Nepomuceno Neumann Vescovo 5 gennaio MR

Ascolta da RadioVaticana:
Ascolta da RadioMaria:

Carlos de San Andrés (Juan Andrés Houben), Santo
Passionista

Carlos de San Andrés (Juan Andrés Houben), Santo

Carlos de San Andrés (Juan Andrés Houben), Santo

Martirológio Romano: Em Dublin, na Irlanda, São Carlos de San Andrés (Juan Andrés Houben), presbítero da Congregação da Paixão, admirável ministro do sacramento da penitência. O Samaritano de Irlanda - Os autênticos santos são imitadores de Cristo e o beato Carlos Houben foi um destes. Assim nos diz Pierluigi di Eugénio: “Passou bendizendo, sarando e perdoando. Sempre disposto e amável. Pobre entre os pobres, fez de sua vida um dom para os que sofrem. Todo de Deus, todo do próximo. Os necessitados da alma e do corpo não o deixavam repousar nem um momento. Profundamente dedicado á família e à pátria trabalhou por muitíssimos anos longe de uma e de outra, encontrando nos que sofrem aos próprios irmãos e na terra de Irlanda sua própria pátria”. Juan Andrés nasce em Munstergeleene na Holanda em 11 de Dezembro de 1829, quarto de dez filhos numa família endinheirada. Cresce em inteligência, idade e graça. O irmão José dirá dele: “Conhecia só dois caminhos, o da Igreja e o da escola”. Enquanto no ânimo do jovem nasce o desejo de ser sacerdote. Conhece os Passionistas, com pouco tempo em Holanda levados pelo P. Domingo Barberi e aos 24 anos, em 5 de Novembro de 1845, entra no noviciado em Ere, Bélgica e veste o hábito com o nome de Carlos. Durante o noviciado é irrepreensível. Este é o testemunho de um de seus companheiros: “Sentia-me muito edificado diante de sua grande santidade. Era exemplar, cheio de fé e de piedade, pontual, observante das regras, simples, amável e de carácter doce. Sua piedade e sua natural alegria lhe ganhavam o afecto de todos”. Em 21 de Dezembro de 1850 é ordenado sacerdote. Em 1852 é enviado a Inglaterra onde estavam os Passionistas desde há 10 anos. Carlos não regressará mais a Holanda nem voltará a ver aos seus. Sua mãe havia morrido 8 anos atrás e o pai há perto de dois. Passará mais de quarenta anos de sua vida nas ilhas britânicas. Estabelece-se primeiro em Aston em Inglaterra; onde se prodigaliza a favor dos imigrantes irlandeses que levam a cabo o duro trabalho das minas. Esta experiência será útil na sua próxima permanência em Irlanda. Doa-se completamente a eles, se interessa de seus problemas, de sua saúde. Conforta, ajuda, cura, enquanto continua trabalhando a favor da congregação e da Igreja. Em 1857 transfira-no para Irlanda, em Dublin / Mount Argus, onde os Passionistas chegaram havia pouco tempo. Construirá o convento e a igreja. O P. Carlos se revela providencial. O povo Irlandês que o tinha visto a seu lado com tanta solicitude, mostra-se generoso. Se constrói o convento e uma bela igreja dedicada a são Paulo da Cruz. O P. Carlos, sem o saber, prepara seu próprio santuário. Carlos não será nunca um grande pregador, sobretudo pela dificuldade da língua mas passa horas e horas no confessionário, assiste os moribundos, bendiz os enfermos com a relíquia de são Paulo da Cruz. Acompanhando a bênção com estremecedoras orações compostas por ele próprio. Tem a fama de taumaturgo. Cada dia cerca de trezentas pessoas, provenientes de todas as partes de Irlanda, de Inglaterra, de Escócia e até de América, acodem a ele, atraídos da fama de sua santidade. Encontravam um coração compassivo, disponível e terno. Médicos e enfermeiros de Dublin, frente a casos desesperados, aconselhavam chamar ao P. Carlos e Carlos acudia às casas e aos hospitais, levando quase sempre o dom de uma cura inesperada e sempre um pouco de serenidade. Com amor preparava os moribundos ao grande passo, ajoelhado em oração, junto de seus leitos. Para fazê-lo descansar um pouco, os superiores várias vezes o mudam de convento, mas depois fazem-no regressar a Dublin. Na comunidade era exemplar, cheio de fé e de piedade, simples e afável, de uma amabilidade angelical. Não obstante as ocupações passa longo tempo em adoração diante do tabernáculo. Muitas vezes é encontrado em êxtase, especialmente durante a missa. Às vezes o acólito se vê obrigado a sacudi-lo para que prossiga a celebração. Nos últimos anos de sua vida sofre muito por uma gangrena numa perna e outros males. Suporta a enfermidade com paciência continuando a desenvolver seu apostolado. Cada dia continua a subir e a descer uma escadaria de 59 degraus, e centos de vezes, para receber as pessoas que vêm até ele. Morre serenamente em 5 de Janeiro de 1893. Por cinco dias, antes de ser sepultado, recebe honras fúnebres devida a um rei, com gente proveniente de toda Irlanda. João Paulo II o declara beato em 16 de Outubro de 1988, fazendo oficial a santidade do padre Carlos, que já em vida todos chamavam o santo de Mount Argus. Bento XVI o declarou santo em 3 de Junho de 2007.

91576 > San Carlo di S. Andrea Houben Passionista 5 gennaio MR

Deogratias, Santo
Bispo

Deogratias, Santo

Deogratias, Santo

Martirológio Romano: Em Cartago, cidade do norte de África (hoje Túnis), são Deogratias (Diosgracias), bispo, que redimiu muitos cativos capturados pelos vândalos, oferecendo-lhes asilo em duas grandes basílicas dotadas de camas e leitos (457/458).. Com o rei dos vândalos Genserico, filho ilegítimo de Godegiselo à frente, os bárbaros passam Hispânia e chegam até África. São arianos e frequentemente qualificados como gente cruel, dura, inclemente e devastadora. Cartago foi invadida no ano 439 e ali é o lugar geográfico onde tem lugar o nosso relato de hoje. Os novos donos fazem segundo o costume uma limpeza geral entre a gente mais influente no povo; aos nobres não os matam, desterram-nos; os bispos são considerados igualmente como um poder digno de ter em conta na hora de assentar os territórios conquistados e os colocam para além das fronteiras por um pouco; os bens materiais de uns e outros são caçados e passam para outras mãos, porque para algo são as guerras. Já o bispo Quodvultdeus foi metido com outros num navio à deriva e colocados algures no meio do alto mar para morrer sem remédio. Deste modo, estiveram os fieis de Cartago sem pastor por catorze anos. A rogos do imperador Valentiniano III permitiu Genserico que fosse mandado àqueles cristãos romanos um bispo; se chamava Deogracias e recebeu a consagração no ano 453. Um homem probo, limpo, sábio e santo. Roma era um fruto sumamente apetecido para os bárbaros. Genserico lhe pôs sítio com o seu exército e a toma no ano 455. Cada rincão da Cidade Santa mostra nos catorze dias de saque as consequências da invasão bárbara; se veem incêndios e há destruição por toda a parte. Os tesouros mudam de mão porque são o despojo e uma parte da população é levada cativa a África. Os prisioneiros se distribuem entre os vândalos e os mauritanos naturais do pais produzindo-se em cada caso um drama pessoal: as famílias ficam destruídas, os pais são separados de seus filhos e as esposas estão sem seus maridos. O bispo Deogracias realiza um trabalho humanitário de primeira ordem que é obra de misericórdia nesta conjuntura de emergência. Vende os vasos sagrados de ouro e prata que estão ao serviço do altar para resgatar os cativos pagando seu preço; habilita os templos de são Fausto e são Severo para que sirvam de hospital, asilo e residência onde se possa prestar um socorro imediato aos enfermos e aos mais débeis; ele próprio não se dispensa de atender pessoalmente aos que estão perto com o peso da cruz às suas costas dando-lhes o apoio e consolo que necessitam. Reza e faz; é o que manda a caridade. Em Cartago se apalpa o evidente. Todos veem em Deogracias a um adiantado dos direitos humanos que ainda não se haviam inventado. O fez tão bem ao sussurro da caridade que os invejosos ainda quiseram tirá-lo do meio sem que o bom Deus lhes desse essa oportunidade porque se o levou antes, justamente no ano 456.

36320 > San Deogratias Vescovo 5 gennaio MR


Eduardo III O Confessor, Santo
Rei de Inglaterra

Eduardo III el Confesor, Santo

Eduardo III o Confessor, Santo

Martirológio Romano: Em Londres, Inglaterra, Santo Eduardo, o Confessor, sobrenome, que, como rei da Inglaterra, foi muito amado por sua caridade excelente, e trabalhou incansavelmente para manter a paz em seus estados em comunhão com a Sé de Roma (1066). Eduardo, neto de Santo Eduardo chamado o Mártir, nasceu em 1004 em Islip, perto de Oxford. Seu pai era o rei Etelredo II, chamado o Desaconselhado. Sendo ainda menino, teve que empreender o caminho do desterro e viveu de 1014 a 1041 em Normandia com uns familiares de sua mãe. Se diz que fez o voto de ir em peregrinação a Roma se a Divina Providência o levasse de novo á sua pátria. Quando isto sucedeu, Eduardo queria cumprir fielmente o voto, mas o Papa o dispensou. O dinheiro que ia a gastar na viagem o deu os pobres e outra parte do mesmo o dedicou à restauração do mosteiro a oeste de Londres (West minster, hoje Westminster). Apesar dos fracassos políticos de seu governo, Eduardo rei de Inglaterra do 1043 a 1066, deixou uma vivíssima recordação em seu povo. As razões desta veneração, que continuou com os séculos, há que buscá-las não só em algumas medidas sábias administrativas, como a abolição de um pesado imposto militar que agoniava a toda a nação, mas sobretudo em seu temperamento suave e generoso (jamais um desacato ou uma palavra de reprovação ou um gesto de ira nem sequer com os súbditos mais humildes) e em sua vida privada. Um ano depois de sua coroação se havia casado com a cultíssima Edith Godwin, filha de seu mais terrível adversário barão Godwin de Wessex. Havia sido uma hábil jogada política de seu sogro, pois tinha a esperança de que Eduardo, a quem já chamavam “o Confessor”, lhe confiaria a administração do governo para se dedicar com mais liberdade a suas orações e à meditação. O plano, demasiado subtil, só teve êxito em parte, porque em 1051 o barão foi desterrado e a rainha foi encerrada num convento. Mas só foi um parêntesis, porque o acordo entre Eduardo e a rainha era muito profundo, até ao ponto que, segundo os biógrafos, os dois haviam feito de comum acordo voto de virgindade. A solene inauguração do famoso coro do Mosteiro de Westminster, que ele mesmo havia financiado, teve lugar em 28 de Dezembro de 1065. Mas o rei já estava gravemente enfermo. Morreu em 5 de Janeiro de 1066 e foi enterrado na Igreja da abadia recentemente restaurada. Pronto houve muitas peregrinações à sua tumba. No reconhecimento de 1102 encontraram seu corpo incorrupto e em 17 de Fevereiro de 1161 o Papa Alexandre III o incluiu na lista dos santos. O dia de sua festa coincide com a data em que Santo Tomás Becket trasladou solenemente suas relíquias ao coro da mesma Igreja. Hoje, à distância de quase dez séculos, ainda Inglaterra chama a sua Coroa "de Santo Eduardo". Não a teve fácil ¿verdade? Recordo agora esse maravilhoso refrão castelhano que diz: "Todos os dias são bons para louvar a Deus".  Se queres aprofundar mais a vida de Eduardo III consulta EWTN

74150 > Sant' Edoardo III il Confessore Re d'Inghilterra 5 gennaio MR

Genoveva Morales, Santa
Fundadora

Genoveva Torres Morales, Santa

Genoveva Torres Morales, Santa

Fundadora da Congregação das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus e dos Santos Anjos

Nascida em Almenara (Castellón) a finais do século XIX, no seio de uma família humilde, com oito anos perde a seus pais e a quatro de seus cinco irmãos. Aos 13 anos sofre a amputação da perna esquerda à altura da coxa, numa operação sem anestesia. A ponto de morrer, Genoveva sobreviverá para se converter numa mulher forte, valente, animosa, capaz de sofrer sem queixa, amorosa, humilde, simples… Com quinze anos ingressa na “casa de Misericórdia” de Valência, onde as Carmelitas da Caridade cuidaram dela. Dez anos de sua vida passará com estas religiosas, tempo durante o que aprofundará sua formação espiritual e sua relação com Deus, até ao ponto de solicitar seu ingresso na Congregação. Ante a negativa, motivada por sua impossibilidade física, Genoveva irá descobrindo o caminho que Deus lhe tem reservado: a fundação de uma congregação que atenda, com amor, a mulheres solitárias, aflitas, dando sentido a sua vida e estimulando sua prática religiosa. Em 1911 se inaugura em Valência a primeira residência da Associação que receberá o nome de Sociedade Angélica do Sagrado Coração, sendo o definitivo Irmãs do Sagrado Coração de Jesus e dos Santos Anjos. Será Saragoça onde instalam a Casa Geral e o Noviciado, em uma hospedaria junto aos pés da Virgem do Pilar e inaugurada em 1941. Apesar do seu coxear, a Madre Genoveva viajará pelas principais cidades espanholas fundando residências, em Madrid, Barcelona, Bilbau, Santander, Pamplona… resolvendo problemas, atendendo a suas filhas… Mulher doente durante toda sua vida, faleceu em Saragoça em 1956. ¿Quais foram as virtudes da Madre Genoveva? Menina simpática, alegre, trabalhadora. Generosa e desprendida, reparte sua pouca comida com os pobres. Aceita cumprir a vontade de Deus, para lhe agradar. Tem grande capacidade de sofrimento, é grata, de bom carácter, humor e piedade. Os jesuítas, ao longo de sua vida, a ajudaram a aprofundar em sua vida espiritual e a abrir-se à vontade de Deus. Anima a suas filhas a amar muito a Deus para acertar no trato com as senhoras que vivem nas residências da Congregação. O objectivo é que se sintam como em sua própria casa. Madre Genoveva se caracterizará por esse amor, atendendo às residentes mais necessitadas. Sua incapacidade física nunca será impedimento para novas fundações ou para visitar a suas filhas. E, como companhia em suas viagens, uma caixa de sapatos em que guarda uma imagem da Virgem Maria. Sua enfermidade, companheira contínua, nunca arranca uma queixa nela. “¿Quem sou eu? Mais nada que ninguém”:

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Genoveva Torres Morales, Santa

Esta frase da Madre foi uma realidade em sua própria vida, chegando a dormir no chão, ou recusando as homenagens pessoais. Sua grande preocupação são suas filhas, a quem animará e acompanhará sobretudo durante as épocas difíceis e instáveis da República e a Guerra Civil. Os últimos anos de sua vida mantém comunicação com todas suas filhas desde a Casa Geral, em Saragoça, onde morre. Seu grande amor à Eucaristia a levou a solicitar a Vela noturna ao Santíssimo, para as mulheres. E seu amor à Virgem a fez consagrar a Congregação religiosa por ela fundada a Maria, na festividade de Nossa Senhora da Esperança. Foi canonizada por João Paulo II em 4 de Maio de 2003 em Madrid, Espanha.

91490 > Santa Genoveva Torres Morales Fondatrice 5 gennaio MR

Marcelina Darowska, Beata
Fundadora

Marcelina Darowska, Beata

Marcelina Darowska, Beata

Maria Marcelina da Imaculada Conceição

Fundadora. Nasceu em Szulaki, Ucrânia, no seio de uma família latifundiária. Desde pequena destacou-se por sua piedade e contínua oração, virtudes pelas quais decidiu dedicar-se à vida religiosa; sem embargo, no leito de morte de seu pai prometeu que contrairia matrimónio para preservar a linhagem; casou-se com Karol Darowski, com quem procriou dois filhos. Enviuvou depois de três anos de matrimónio, e morreram seus filhos, pelo que pôde ingressar num convento. Viajou para Roma, onde conheceu o padre Hieronim Kajsiewicz (que se converteu em seu diretor espiritual) e, por meio dele, a Josephine Karska, que já tinha a ideia de fundar uma congregação dedicada à formação integral da mulher; este foi o início da Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição da Bendita Virgem Maria. Ao morrer soror Josephine, Marcelina assumiu o cargo de superiora. Mudou para o seu país natal a sede da congregação, e em Jazlowiec, Ucrânia — onde radicaria o resto de sua vida —, fundou a primeira escola para meninas, a qual converteu num importante centro cultural e espiritual. Seu carisma se baseava no renascimento e na consolidação da família sobre as bases do amor, o respeito e a oração, e em fincar sólidas bases morais na sociedade. As escolas que fundou anexas aos mosteiros eram gratuitas. Nos cinquenta anos que foi abadessa fundou sete conventos, com igual número de escolas. Deixou a herança de oração, amor ao próximo, e formação académica e religiosa. A beatificou Sua Santidade João Paulo II em 6 de Outubro de 1996.

92201 > Beata Marcellina Darowska (Maria Marcellina dell’Immacolata Concezione) Fondatrice 5 gennaio MR

BEATA MARIA REPETTO

Religiosa (1807-1890)

María Repetto, Beata

Maria Repetto, Beata

Nasceu em 1 de Novembro de 1807 em Voltaggio, Itália. Filha de um notário, era a mais velha de onze filhos. Sua família era muito religiosa, a ponto de três de suas irmãs se terem feito monjas, e um de seus irmãos foi sacerdote. Uniu-se às Irmãs de Nossa Senhora do Refúgio no Monte Calvário em Génova em 7 de Maio de 1829, fazendo seus votos finais em 1831. Durante muitos anos foi costureira e bordadeira. Quando sua vista começou a falhar tomou o cargo de porteira. Consciente da dignidade do trabalho, e já que necessitava habilidades diplomáticas em sua posição, Soror Maria desenvolveu uma devoção profunda a São José e constantemente lhe pede proteção e guia em suas orações. Repartia pequenas medalhas e imagens de São José, conseguia sarar pondo a imagem em cima da área afectada enquanto orava. Ela não tinha nenhumas posses, pelo que lhe era muito fácil querer aos pobres. Trabalhou desinteressadamente atendendo enfermos durante as epidemias de cólera de 1835 e 1854. Os favores conseguidos por Maria causaram alguns problemas dentro de sua comunidade. Era tal o número de pessoas que se apresentavam cada dia que isto foi visto como uma ruptura da vida religiosa por algumas de suas irmãs, e durante algum tempo Soror Maria foi relegada de sua posição. Ela acreditou que era porque havia pecado de alguma maneira, e passou a maior parte desse tempo em oração. Sem embargo, suas superioras reavaliaram sua decisão, e devolveram a Maria o seu lugar na portaria. Toda a sua vida Maria manteve uma constante comunicação consciente com Jesus ou o Padre enquanto cumpria com seus deveres, até ao final de sua vida ela começou a ouvir respostas e teve visões de sua próxima morada na casa de Deus. Morreu em 6 de Janeiro de 1890 em Génova, Itália. Foi beatificada por João Paulo II em 4 de Outubro de 1981.

90896 > Beata Maria Repetto 5 gennaio MR

BEATO PEDRO BONILLI

Fundador (1841-1935)

Pedro Bonilli, Beato

Pedro Bonilli, Beato

Sacerdote Terceiro Franciscano (1841‑1935).
Fundador das Irmãs da Sagrada Família.

Beatificado por João Paulo II em 24 de Abril de 1988. Este generoso imitador de Cristo Bom Pastor nasceu em São Lorenzo de Trevi (Perusa) em 15 de Março de 1841 e morreu em Espoleto em 5 de Janeiro de 1935. De família de pequenos proprietários, o primeiro de quatro irmãos. De um ambiente familiar favorável, uma mãe piedosíssima, e logo o influxo iluminado e santo de um sacerdote que no colégio Lucarini de Trevi, lhe serviu de guia espiritual: Dom Ludovico Pieri, chamado também o “Dom Bosco” de Trevi. Em 1857 sentiu brotar impetuosa a vocação sacerdotal e dom Pieri foi seu anjo guardião. Ordenado presbítero em Terni, estando vacante a diocese de Espoleto, em 19 de Dezembro de 1863, de imediato foi enviado como pároco a Cannaiola, uma região pobre, onde esteve 35 anos exercendo uma pastoral renovadora, valente, incisiva, altamente frutuosa, que culminou em 1887 com a fundação da Congregação das irmãs da Sagrada Família. A condição religiosa e moral de Cannaiola era singularmente pobre e baixa, marcada pela blasfémia, a libertinagem, o jogo, a embriaguez. Ele se empenhou em alimentar a seu povo com um intenso trabalho de catequese e de instrução religiosa, servindo-se também, como precursor, dos meios de comunicação social de então, (“A imprensa é a arma deste tempo”, dizia) e comprometendo aos laicos em suas iniciativas. Na família viu o fundamento do renascimento da sociedade e da vida eclesial. “Ser família, dar família, construir família”, foi seu programa. Em 1898 deixou a Cannaiola ao ser nomeado Canónico da Catedral de Espoleto e Reitor do Seminário, colocando ao serviço dos futuros sacerdotes sua riqueza espiritual e a vasta experiência adquirida nos largos anos de ministério pastoral. Em sua espiritualidade se destaca sua grande contribuição à difusão do culto à Sagrada Família, da qual imitou com verdadeiro espírito franciscano a humildade e a pobreza. Em 5 de Janeiro de 1935 terminou serenamente em Espoleto sua longa vida (95 anos), consagrada ao serviço da formação do clero e a ajuda aos pobres. “Servo bom e fiel, entra no gozo de teu Senhor!”.

90712 > Beato Pietro Bonilli 5 gennaio MR

Rogério de Todi, Beato

Presbítero Franciscano

Rogerio de Todi, Beato

Rogério de Todi, Beato

Martirológio Romano: Na cidade de Todi, na Umbria (Itália), beato Rogério, presbítero da Ordem dos Irmãos Menores, discípulo de são Francisco e fervente imitador seu (1237). Data de beatificação: Bento XIV em 24 de abril de 1751 aprovou a invocação como beato. A primeira Clarissa honrada com culto público não foi Santa Clara, mas sim a Beata Felipa Mareri, morta em 1236, quando santa Clara ainda vivia em São Damião de Assis. Ao nome e à vida da Beata Felipa está ligada a vida e a figura do Beato Rogélio, também da Umbria, de Todi, que conheceu pessoalmente a São Francisco e foi um de seus primeiríssimos seguidores junto com Bernardo de Quintaval, Gil, León, Silvestre. São Francisco podia dizer: verdadeiro irmão menor é o que tem a fé de Frei Bernardo, a simplicidade e a pureza de Fr. Leão, a benignidade de Fr. Angel, a presença agradável de Fr. Maseo, a paciência de Fr. Junípero, a solicitude de Fr. Lúcido e a caridade de Fr. Rogélio. Por seu equilíbrio, unido ao mais fervente zelo missionário, foi enviado por São Francisco a Espanha para fundar ali a Ordem Franciscana. Erigiu conventos, acolheu religiosos que soube formar no espírito seráfico e os organizou como Província religiosa. Quando cumpriu seu oficio de organizador, regressou a Itália. São Francisco confiou-lhe então a direção espiritual do mosteiro das Clarissas fundado pela beata Felipa Mareri, depois que esta mulher de vida excepcional e quase desconcertante descansou de um eremitério rural sua vocação de penitente e de guia de outras mulheres penitentes. Con los sabios consejos del franciscano Rogelio, la comunidad de Felipa Mareri, que al principio había tenido carácter un poco irregular, o mejor, no bien definido, se enmarcó ejemplarmente en la Regla de la Segunda Orden, la misma que San Francisco había dictado para Santa Clara y sus damas y que ya producía copiosos frutos espirituales. Felipa Mareri se ligó con afectuosa devoción al franciscano de Todi, bajo cuya dirección la comunidad por ella querida, progresaba tan claramente en la perfección. Cuando la Beata de Rieti estuvo cercana a la muerte, pidió ser confortada por el Beato de Todi. En el elogio fúnebre él la invocó como se invoca a los santos. Rogelio sobrevivió poco a su hija espiritual. Volvió a Todi, donde su vida dio nuevos fulgores de santidad. Meditaba a menudo en el nacimiento de Jesús, que muchas veces se le apareció en forma de niño y tuvo el gozo de apretarlo amorosamente en sus brazos. Una mujer paralítica volvió a caminar después de haber recibido su bendición. Otra mujer afectada de locura, que se descontrolaba con gritos y acciones descompuestas, al contacto de su mano curó perfectamente. El 5 de enero de 1237 fue llamado por Dios al premio eterno el siervo fiel y bueno. Gregorio IX, que lo conoció personalmente, aprobó su culto locla, y Benedicto XIV el 24 de abril de 1751 aprobó la invocación como beato.

39450 > Beato Ruggero di Todi 5 gennaio MR

SÃO SIMEÃO ESTILISTA

Confessor (392-459)

A Vida de S. Simeão Estilista está cheia de factos tão extraordinários e maravilhosos, que deve ser considerada mais como prodígio para admirar, de que como modelo para imitar. Quis o Senhor mostrar nessa vida o que é capaz de fazer uma alma generosa, quando a anima o seu espírito; e ao mesmo tempo quis confundir o nosso grande desejo de comodidades com uma penitência tão grande e tão autorizada por milagres. S. Simeão, chamado Estilista por ter passado a maior parte da sua vida sobre uma alta coluna (stilos, em grego), nasceu em Sisã, confins da Cicília e da Síria, pelo ano de 392. Passou os primeiros anos a guardar ovelhas. Achando-se na igreja, quanto tinha apenas treze anos, ouviu ler aquelas palavras do Evangelho: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados; bem-aventurados os puros do coração, porque verão a Deus (Mt 5,5). Perguntando a um santo velho o que elas significavam, este instrui-o sobre a felicidade daqueles que se entregam a uma vida retirada e penitente, tendo sem cessar diante dos olhos a Jesus Cristo crucificado. O menino Simeão imediatamente se retirou opara um deserto próximo, onde passou sete dias inteiros sem comer nem beber, chorando e orando. Depois, foi lançar-se aos pés do abade dum mosteiro vizinho, o qual, movido pelas lágrimas, o recebeu entre os monges. A todos excedeu em jejuns, vigílias e todo o género de austeridades, passando semanas inteiras na mais rigorosa abstinência. Cingiu a cintura com uma corda, a qual apertou tão fortemente, que se lhe introduzia nas carnes ao fim de dez dias. Não se pôde arrancar a corda sem grandes e terríveis dores; e a chaga levou dois meses a cicatrizar-se. Logo que se restabeleceu, o abade despediu-o, com receio de que este modo de proceder tão singular prejudicasse a uniformidade na disciplina monástica. Retirou-se Simeão para outro deserto não muito distante. passado pouco tempo, o abade ordenou a alguns monges que fossem procurar o Servo de Deus a fim de que voltasse para o mosteiro. Encontraram-no em oração e foi com dificuldade que os acompanhou, pois temia que no mosteiro não lhe permitissem passar uma vida tão austera e penitente como desejava. Três anos esteve o santo nessa casa; não podendo, porém, sofrer as atenções com que o tratavam, obteve finalmente licença para se retirar a outra solidão mais oculta. Aqui esteve três anos como que sepultado em uma choça arruinada, exposto a todos os rigores do tempo. Desejoso de imitar mais perfeitamente o jejum do Salvador do mundo, passou uma quaresma inteira sem comer coisa alguma. Chegado o dia de Páscoa, veio um sacerdote vê-lo, e achando-o quase a expirar, administrou-lhe a sagrada Comunhão. Este divino alimento restituiu-lhe logo todas as forças. Cheio então de confiança no Senhor, que operara esta maravilha, resolveu passar, dali em diante, todas as quaresmas com a mesma prodigiosa abstinência. Assombrosas como eram estas austeridades, o santo considerava-as muito leves, sempre que opunha os olhos em Jesus crucificado. retirando-se para o cimo duma alta montanha, traçou um pequeno círculo, que murou com pedras, e lá permaneceu muito tempo, sem tecto e sem abrigo, exposto a todas as inclemências das estações. E para tirar a si toda a liberdade de transpor aqueles estreitos limites, prendeu aos pés uma cadeia de ferro. Esta singularidade foi desaprovada por Melécio, virtuoso Bispo de Antioquia. Foi o bastante para que Simeão imediatamente a cortasse, por reconhecer que a verdadeira virtude não se prendia ao próprio sentir. Inutilmente procurava o santo fugir para os montes mais inacessíveis, a fim de viver ignorado. A sua fama espalhou-se tanto, que bem depressa foi cercado por inumerável multidão, atraída pelo odor das virtudes e pelo eco dos milagres. O desejo de fugir da multidão, que lhe interrompia as orações, foi o principal motivo que o levou à estranha resolução de se isolar sobre uma coluna, sendo esta cada vez mais alta. A primeira teve a altura duns 2 metros e meio, a segunda uns 8 e meio, a terceira 14 e meio, e a quarta e última quase 28 metros. Assim conseguiu cada vez maior isolamento. O plano superior desta colunas media só um metro e meio de diâmetro e era circundado por uma espécie de apoio ou parapeito, que cegava à cintura do santo. Não tinha espaço para se deitar, nem, podia tomar qualquer posição que não fosse incómoda; passava a maior parte do dia e da noite de joelhos, ou em pé, ou recostado sobre o parapeito da coluna. Tão extraordinário parecia a todos este género de vida, que se moveram contra o Santo muitas perseguições, Uns falavam com desprezo daquela austeridade singular, outros olhavam-na com indignação, tratando o Santo de impostor; muitos acusavam-no de vaidade e soberba. Até os próprios solitários do Egito, tendo-o pro homem que pretendia fazer-se estimar e deixar fama de si com aquele novo género de vida,estiveram a ponto de o separarem da sua comunidade. Antes, porém, de tal extremo,. pareceu-lhes conveniente experimentá-lo. Com este intuito mandaram um solitário que fosse intimá-lo, por ordem dos superiores, a que imediatamente descesse da coluna e viesse para junto dos outros. Logo que o enviado significou ao santo a ordem dos superiores, ele começou a descer, sem replicar nem dar o mínimo indício de repugnância. Tão pronta obediência desvaneceu inteiramente as dúvidas, e todos ficaram convictos da eminente virtude de Simeão. Ali, como sobre um altar, sacrificava-se a Deus com orações e austeridades sem número; dali pregava duas ou três vezes por dia a penitência e o desprezo do mundo à multidão numerosíssima que se apinhava em redor da coluna para o ouvir. Persas, Etíopes e muitos outros povos idólatras vinham em bandos pedir-lhe o baptismo depois de o terem visto ou de o terem ouvido falar; e os imperadores cristãos valiam-se da sua intercessão diante de Deus nas necessidades públicas do Estado e da Igreja. Todas estas honras não alteraram em nada a sua humildade. É certo que Deus cuidou sempre de o manter nela por meio de grandes provas, permitindo que Simeão fosse quase continuamente exercitado com violentas tentações. Assegura Teodoreto que a divina Eucaristia, que ele recebia de oito em oito dias, era quase o seu único alimento. No meio duma vida tão extraordinariamente dura, que se podia chamar um martírio continuado ou um milagre de penitência, causava admiração que fosse inalteravelmente afável com a doçura característica da verdadeira piedade. Enfim, sentiu este grande santo que se aproximava o termo da sua peregrinação terrena. Entregou a alma ao Criador pelo ano 460, já com idade avançada. Os despojos mortais de S. Simeão foram conduzidos para Constantinopla. E levantou-se nesta cidade uma igreja magnifica em sua honra. Terminamos citando um autor moderno: “Confessamos que uma vida de tanta austeridade não só está acima do que é ordinário, mas se toma difícil de explicar sem uma intervenção de Deus Nosso Senhor. Passara a era dos mártires, e agora os anacoretas ofereciam nova forma de ser mártir, isto é, testemunha de Jesus… Forma modos de viver que hoje nos parecem extravagantes, porque não se ajustam ao nosso modo de pensar; mas foram de grande exemplaridade naqueles tempos. Deus suscitou a santidade por inúmeros caminhos, segundo as necessidades de cada época”. Antes tinha dito o autor quem as as austeridades do santo se encontram bem provadas historicamente. Do livro Santos de cada dia , de www.jesuitas.pt

Sinclética, Santa

Virgem,

Sinclética, Santa

Sinclética, Santa

Martirológio Romano: Em Alexandria de Egito, santa Sinclética, virgem, de quem se conta que levou vida eremítica (s. IV). Santa Sinclética nasceu em Alexandria de Egito, de uma rica família de Macedónia. Sua grande fortuna e beleza atraíram-lhe numerosos pretendentes, mas Sinclética havia consagrado seu coração ao Esposo celestial e para se livrar daqueles recorria à fuga. Sem embargo considerava a seu próprio corpo como a seu pior inimigo e se dedicou a domá-lo com jejuns e outras asperezas. Seu maior sofrimento era ver-se obrigada a comer mais frequentemente do que desejava. Seus pais a constituíram herdeira de toda sua fortuna, pois seus dois irmãos haviam morrido e sua única irmã era cega e estava confiada a sua custódia. Havendo distribuído sua fortuna entre os pobres. Sinclética retirou-se com sua irmã a uma câmara sepulcral abandonada, que formava parte das posses de seus parentes. Aí cortou os cabelos, em presença de um sacerdote, para mostrar seu absoluto despego do mundo, e renovou sua consagração a Deus. A partir desse instante, a oração e as boas obras constituíram sua principal ocupação; mas seu total retiro, que a ocultou aos olhos do mundo, deixou-nos também sem noticias. Numerosas mujeres acudían a ella en busca de consejo. Si su humildad le hacía difícil instruir a otros, su caridad la impulsaba a hacerlo. Sus palabras tenían un acento tan profundo de humildad y de convencimiento, que impresionaban profundamente a sus oyentes. «¡Oh —exclamaba Sinclética—, cuan felices seríamos si trabajáramos por ganar el cielo y servir a Dios, como los mundanos trabajan por acumular riquezas y bienes perecederos! En tierra arrostran a los bandidos y salteadores; en el mar se exponen a los vientos y a las olas y sufren naufragios y calamidades; todo lo intentan y a todo se atreven; en cambio nosotros, que servimos a un Señor tan grande y esperamos un premio inefable, tenemos miedo de la menor contradicción». Frecuentemente predicaba la humildad: «Un tesoro sólo está seguro cuando está escondido; descubrirlo equivale a exponerlo a la codicia del primero que venga y a perderlo; igualmente, la virtud sólo está segura cuando permanece secreta, y quien la ostenta la verá disiparse como el humo». Con estos y otros discursos exhortaba nuestra santa a la caridad, a la vigilancia y a todas las virtudes. A los ochenta años de edad, Sinclética contrajo una intensa fiebre que le atacó los pulmones, al mismo tiempo que una violenta gangrena le consumía los labios y las mandíbulas. Llevó su enfermedad con increíble paciencia y resignación, a pesar de que en los últimos tres meses el dolor no le dejaba reposo. Aunque la gangrena la había privado del uso de la palabra, su paciencia era un sermón más eficaz que cualquier predicación. Tres días antes de su muerte, Sinclética tuvo una visión en la que le fue revelada la hora en que su alma abandonaría el cuerpo. Al llegar el momento previsto, aureolada de una luz celestial y consolada con divinas visiones, Sinclética entregó su alma a Dios, a los ochenta y cuatro años de edad.

36310 > Santa Sincletica Monaca in Egitto 5 gennaio MR

SÃO TELÉSFORO

Papa, mártir (136)

Telésforo, Santo

Telésforo, Santo

VIII Papa

Grego de origem, Telésforo ocupa o oitavo lugar da lista dos pontífices romanos. Pelo ano de 126, sucedeu a S. Sisto I, ocupou a Sé de Roma durante dez anos e presenciou as devastações na Igreja devidas à perseguição de Adriano. Eusébio e Santo Ireneu concordam em dizer que morreu mártir. Quanto às disposições que lhe atribui o Líber Pontificalis, como a celebração da missa da meia-noite no Natal, carecem de fundamento sólido; é que, na verdade, os testemunhos sobre a festa do Natal não são anteriores ao século IV; o rito das três missas, nesse dia, na Igreja romana, só mais tarde aparece. Havia, no tempo de Telésforo, divergência no Oriente sobre a celebração da Páscoa; Ireneu observa, a este propósito, que Telésforo manteve as melhores relações com a Ásia Menor. Os carmelitas pretenderam fazer de Telésforo um membro da ordem deles; é bem difícil ver sobre que base histórica se apoia semelhante pretensão. ¡Felicidades a quem leve este nome! “Há triunfado quem uniu o útil o agradável” (Horácio). Comentários ao P. Felipe Santos: fsantossdb@hotmail.com

91165 > Sant' Amata (Amma Talida) della Tebaide Vergine 5 gennaio


36300 > Sant' Amelia Vergine e martire 5 gennaio


92155 > Sant' Astolfo Monaco e vescovo 5 gennaio



36340 > San Convoione Abate di Redon 5 gennaio MR

 
93926 > Beato Dionisio Ammalio Mercedario 5 gennaio


Ascolta da RadioMaria:


36330 > Santa Emiliana Vergine 5 gennaio MR

 

Ascolta da RadioRai:
Ascolta da RadioMaria:


36370 > Beati Francesco Peltier, Giacomo Ledoyen e Pietro Tessier Sacerdoti e martiri 5 gennaio MR

 

36350 > San Gerlaco di Valkenburg Eremita 5 gennaio MR

 

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

  • quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

    Nº 1154-1ª Página - (4-2012) - 4 de JANEIRO DE 2012 - SANTOS DE CADA DIA - 4º ANO

    NOTA DE AUTOR:

    A integração dos textos editados MMI IMP S.r.l./IMP BV – impressa na União Europeia (Ver blogue nº 1153 – 3/1/12) que se refiram a alguns dos Santos hoje incluídos, continuara a ser efetuada diariamente desde que eu possua as respectiva pagelas na Coleção de Histórias de Santos que nos inspiraram, intitulada “Pessoas Comuns – Vidas Extraordinárias”  pelo que peço as minhas desculpas. AF. – HOJE, POR EXEMPLO serão incluídos como complemento na vida de Santa Elisabeth Ann Senton

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

    Nº 1154 – 1ª Página - 2012

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    Feliz Ano de 2012

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    SANTA ISABEL ANA SETON

    Fundadora (1774-1821)

    Isabel Ana Bayley, Santa

    Isabel Ana Bayley, Santa

    Nasceu em Nova Iorque, em 1774, e faleceu em Baltimore (Marilândia), a 4 de Dezembro de 1821. Foi a primeira mulher nascida nos Estados Unidos a ser canonizada (em 1975). Filha dum médico e educada na Igreja episcopaliana, Isabel Ana Beyley casou-se aos vinte anos com Guilherme Seton, comerciante. teve cinco filhos, enviuvou aos vinte e nove anos e converteu-se no ano seguinte (18904). Em 1812 fundou a Congregação das Irmãs da caridade de S. José, que em 1975 contava mais de 8 000 membros, agrupados em seis institutos e trabalhando em três continentes. Cumprir em tudo a vontade divina, quer dizer confiadamente, mesmo sem o compreender, o itinerário, que nos traça a dia a dia, um Deus de amor – eis o c aminho em quer Isabel Ana encontrou a paz na alma e esse humor alegre que, apesar de grandes sofrimentos, não a abandonou nunca. Eis a história da sua conversão: Partira para Itália com os filhos e o marido. Mas este faleceu na viagem, sendo ela e os filhos recebidos carinhosamente pela família italiana. A senhora protestante, ao experimentar tanta caridade, persuadiu-se que devia ser a verdadeira religião que levava os seus membros a serem tão bons. Ao regressar à América converteu-se, sendo por isso expulsa da família e despojada de todos os seus bens. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

    Nasce Isabel Ana em Nova York em 28 de Agosto de 1774. Cresce no seio da igreja episcopaliana. Contrai matrimónio com William Seton na idade de vinte anos e chega a ter cinco filhos. Em 27 de Dezembro de 1803 enviúva. Anos mais tarde, em 14 de Março de 1805 abraça o catolicismo, o qual supõe para ela múltiplas provas, tanto interiores como exteriores, vindas dos parentes y amigos. Todas as supera com fé, amor e valentia. Se aplica assiduamente a la vida espiritual. Educa com solicitude a seus filhos e, desejosa de se entregar à atividade caritativa e educadora. Em 1809 na diocese de Baltimore funda o Instituto de Irmãs da Caridade de São José, renovando a gesta de São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac. O dito Instituto tem por finalidade a formação de raparigas. É a primeira Congregação religiosa feminina no Norte da América. Depois de sua morte as Irmãs se unem à Companhia das Filhas da Caridade de Paris, tal como foi seu desejo desde os começos. Também funda a primeira escola paroquial católica nos Estados Unidos. Morre piedosamente em Emmitsburg, Maryland, em 4 de Janeiro de 1821. Sua beatificação tem lugar em 17 de Março de 1963, sob o pontificado de João XXIII. Em 14 de Setembro de 1975 é canonizada pelo papa Paulo VI.
    Dois grandes temas marcaram sua vida espiritual: a fidelidade à Igreja e à eternidade da glória. É a primeira santa dos Estados Unidos de América. Sua festa se celebra no calendário da igreja em 4 de Janeiro.
    www.es.catholic.net/santoral

    COMPLEMENTO 

    Elisabeth Ann Seton, a primeira santa americana, nasceu na cidade de Nova Iorque em 1774, onde recebeu o nome de Elisabeth Ann Bayley. Criada como protestante, ela casou com William M. Seton, herdeiro de uma família rica quando tinha 19 anos. Elisabeth usou a sua fortuna para ajudar as viúvas pobres e as crianças, e era frequentemente chamada “Irmã Protestante da Caridade”. Quando o seu marido contraiu tuberculose, eles embarcaram para Itália. No entanto, após uma longa quarentena a bordo do navio, o seu marido faleceu. Mesmo então, ela continuou a acreditar que as tragédias que se lhe apresentavam um dia lhe serviriam para algo de bom. Depois da morte do marido, Elisabeth foi acolhida pelos amigos dele e foi introduzida no Catolicismo. Quando regressou a Nova Iorque, ela uniu-se à Igreja Católica, o que enfureceu a sua família.

    A NOVA CHAMADA  –   Elisabeth mudou-se para Maryland onde entrou num convento e foi nomeada Madre Superiora da ordem das Filhas da Caridade de São José recentemente criada – a primeira ordem religiosa americana. Movida pelo seu grande sentimento de compaixão, ela criou a escola de São José, uma instituição gratuita para meninas indigentes. Tendo recebido uma excelente educação durante a juventude, Elisabeth estava preparada para habilitar as Irmãs ao ensino e até escreveu ela mesmo muitos dos livros de texto.

    Deixando um legado brilhante  –  Durante o resto da sua vida, Madre Seton, como era chamada, e as Irmãs trabalharam incansavelmente para criar orfanatos e hospitais para os pobres, doentes e desamparados. Através do seu amor por Cristo, elas levaram educação aos pobres e criaram os alicerces para o sistema de escolas paroquiais nos Estados Unidos.

    NO SEU RASTO

    Para responder às necessidades de educação dos pobres, Elisabeth fundou uma escola que oferecia uma educação académica e aprendizagem espiritual. Como Elisabeth, existem muitos educadores que se ocupam de crianças que estão “atrasadas” e lhes dão a preciosa dádiva da educação:

    * Marva Collins, uma professora de Chicago, fundou uma escola preparatória para as crianças pobres que tinham sido classificadas como “não-educáveis” e ajudou-as a alcançar a excelência académica.

    * Anne Sulivan, uma professora tenaz que levou a linguagem e a aprendizagem ao escuro e silencioso mundo de Helen Keller.

    Mesmo sem uma preparação para o ensino formal, cada um de nós pode ajudar na educação de indivíduos com problemas. Considere a ideia de oferecer-se  como voluntário para ajudar numa classe de ensino especial, ou como tutor num programa de instrução para adultos. Todos nós temos dons que Deus nos deu que podemos partilhar com os outros.

    ORAÇÃO

    Meu Deus, Tu abençoaste Elisabeth Ann Seton com os dons da graça como esposa e mãe, educadora e fundadora, para que ela pudesse dedicar a sua vida ao serviço do Teu povo, Através do seu exemplo e orações possamos nós aprender a exprimir o nosso amor por Tu amando-nos uns aos outros. Pedimos-Te isto através de nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho que vive e reina contigo e o Espírito Santo, um só Deus, pelos séculos dos séculos. Ámen.

    Durante o tempo de vida de Santa Elisabeth Ann Seton (1774 a 1821), ocorreram: a Revolução dos Estados Unidos (1775-1783); Viveu Wolfgang Amadeos Mozart (1756-1791); Decorreu o Apogeu da revolução Industrial na Europa e na América do Norte (1750-1850) e desenvolveu-se o Declínio do Império Otomano (1750-1850).

    30750 > Sant' Elisabetta Anna Bayley Seton Vedova 4 gennaio MR

    ANGELA DE FOLIGNO, BEATA

    Viúva (1309)

    Ángela de Foligno, Beata

    Ângela de Foligno, Beata

    Nascida em Foligno e filha de família abastada, Ângela casou-se muito nova, teve vários filhos e viveu no pecado, chegando mesmo a cometer sacrilégios. Acabando por se converter, fez-se terceira franciscana e passou o resto da vida em reclusão, interrompida apenas por algumas peregrinações a Assis. No seu “Livro da experiência dos verdadeiros fiéis”, conta as graças extraordinárias com que Deus a cumulou. Ouviu Jesus dizer-lhe: “Não foi para rir que te amei; não foi a fingir que Me fiz teu servo; não foi de longe que toquei em ti”. E estabeleceu o contraste de si mesma, já convertida, com Jesus:Pois bem eu faço todo o contrário. O meu amor não passou de gracejo, mentira, afectação. Não quis nunca aproximar-Me de Vós a sério para tomar parte nos trabalhos que sofrestes por mim e quisestes sofrer; nunca Vos servi de verdade e na perfeição, mas na negligência e na ambiguidade”.Ângela é uma das grandes místicas católicas. Há quem a trate por Santa. Morreu em Foligno em 12309, quase sexagenária. Do Livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

    Toca-lhe viver uma época em que Frederico II. estava em guerra com o papado, o qual tinha poder temporal. Sua cidade, Foligno, favorecia o imperador e era anti-clerical.  Muito provavelmente este espírito se respirava no lar de Ângela que dirá depois que em sua mãe encontrava grande obstáculo para a conversão. Era também tempo de cruzadas. Mas já começa a vislumbrar-se o Renascimento com suas boas e más características. O homem sente ser centro de tudo e se afasta de Deus. Ela conheceu esta tirania muito de perto. Foi pecadora no princípio mas terminou sua vida santa. Nasce muito acomodada e se apega às riquezas não só de menina mas também já como mulher casada e com vários filhos. Mas tarde o confessará muito arrependida.  Sem embargo, no ano 1285, Foligno está sob o Papa. Ângela está nos seus trinta e por fim, os pecados de sua juventude começam a produzir-lhe dor no coração. É então que perde a sua mãe, seu marido e a seus filhos. Busca então a Deus, mas ao princípio sem se afastar de todo do pecado. Faz comunhões sacrílegas já que não está disposta ainda a confessar sinceramente seus pecados. Mas entra em luta interior. Vive perto de Assis e o exemplo de Francisco a desafia. Um dia em que se encontrava atormentada por remorsos de consciência, pediu a são Francisco que a tirasse daquelas torturas. Pouco depois entrou na igreja de São Feliciano enquanto pregava um franciscano. Se sentiu tão comovida que, ao descer o pregador, se prostrou ante seu confessionário, e, com grande compunção, fez confissão geral de toda sua vida, ficando muito consolada. Era o ano 1285. Do frade, chamado Arnaldo, pouco se conhece mas sabemos que passou a ser seu confessor, seu diretor e seu confidente espiritual. Graças a suas cartas conhecemos a beata Ângela. Se trata do "Memorial de frei Arnaldo", tesouro de teologia espiritual que nos leva até ao ano 1296, em que se consumam suas admiráveis ascensões até à contemplação do mistério da Santíssima Trindade. Tem muitas visões místicas as quais ela confessa que não se podem explicar adequadamente com nossos conceitos humanos. Ela ensina que todos os cristãos devem intentar subir a costa da montanha espiritual; todos estão chamados a exercitar-se na vida ascética, mediante a posse das virtudes cristãs e a prática da perfeição.  Há que entrar na ascética e na mística sendo as duas metades, inicial e terminal respectivamente, de uma mesma vida espiritual. «E que ninguém se desculpe com que não tem nem pode achar a divina graça, pois Deus, que é liberalíssimo, com mão igualmente pródiga a dá a todos quantos a buscam e desejam». Escreveu sobre o laborioso processo de sua conversão, desde que começou a sentir a gravidade de seus pecados e o medo de condenar-se até o momento em que ao ouvir falar de Deus se sentia presa de tal estremecimento de amor, que ainda quando alguém suspendesse sobre sua cabeça uma espada, não podia evitar os movimentos. Além da Autobiografia tomada por frei Arnaldo, se atribuem à beata umas exortações, algumas epístolas e um testamento espiritual. Espiritualidade da Cruz - A espiritualidade de Ângela oferece modalidades novas, dentro do franciscano; pois enquanto o Cristo-centrismo da escola franciscana, em geral, se orienta para a Encarnação, para a beata Ângela tudo gira em torno da cruz. A paixão e morte de Cristo é a demonstração maior de amor que o Filho de Deus pôde dar aos homens. Cristo desde a cruz é o Livro da Vida, como o chama ela, no qual deve ler todo aquele que queira encontrar a Deus.  Sobre a cruz escreve «Nesta contemplação da cruz ardia no tal fogo de amor e de compaixão que, estando junto à cruz, tomei o propósito de despojar-me de todas as coisas, e me consagrei inteiramente a Cristo.» A estrita pobreza de espírito era o sinal em que ela descobre os verdadeiros discípulos de Cristo. Muitos se professam de palavra seguidores de Cristo; mas na realidade e de facto abominam de Cristo e de sua pobreza. O Coração de Jesus - Junto à cruz, a beata Ângela aprendeu a ser a grande confidente do Sagrado Coração de Jesus, séculos antes que santa Margarida Maria recebesse as divinas mensagens. «Um dia em que eu contemplava um crucifixo, fui de repente penetrada de um amor tão ardente com o Sagrado Coração de Jesus, que o sentia em todos meus membros. Produziu em mim esse sentimento delicioso o ver que o Salvador abraçava minha alma com seus dois braços descravados da cruz. Pareceu-me também na doçura indizível daquele abraço divino que minha alma entrava no Coração de Jesus.» Outras vezes aparecia-lhe o Sagrado Coração para convidá-la a que acercasse os lábios a nas suas costas e bebesse do sangue que delas manava. Abrasada neste amor, experimentava desejos de padecer martírio por Cristo. A Eucaristia Ela compreendeu que o amor por Cristo crucificado se perpetua na Santa Missa. Era pois devotadíssima à Eucaristia. Teve muitas visões no momento da consagração, ou durante a adoração da sagrada Hóstia. Sete considerações dedica à ponderação dos benefícios que neste sacramento se encerram. O cristão deve acercar-se com frequência a este sacramento, seguro de que, se medita no grande amor que nele se contém, sentirá imediatamente transformada sua alma nesse mesmo divino amor. Exorta a que nós façamos, como preparação, as seguintes considerações: ¿A quem se aproxima? ¿Quem é o que se aproxima? ¿Em que condições e porque motivos se aproxima? Morre nas últimas horas de 4 de Janeiro de 1309, rodeada de seus filhos espirituais. Seu corpo foi sepultado na igreja do convento franciscano de Foligno e cedo desde ali se manifestaram muitos milagres. O papa Clemente XI aprovou o culto em 30 de Abril de 1707. . www.es.catholic.net/santoral 

    30700 > Beata Angela da Foligno Terziaria francescana 4 gennaio MR

    Ascolta da RadioVaticana:

    • Cristina de Santa Croce (Oringa Menabuoi), Beata
    Janeiro 4 Agostinha

    Cristina de Santa Croce (Oringa Menabuoi), Beata

    Cristina de Santa Croce (Oringa Menabuoi), Beata

    Oringa Menabuoi, de humilde família, nasceu em Santa Croce sull’Arno (Pistoya, Itália) entre 1237 e 1240. Amante da pureza já desde a infância, tratou de conservar mente e coração sempre limpos, e dar-se à prática de pequenas obras de misericórdia. A oração mantinha a pastorinha distante do mundo, sobretudo quando sozinha no campo, enquanto cuidava do gado, sentia em volta de si “o hálito de Deus”. Órfã de mãe ainda criança, foi incompreendida e maltratada por seus irmãos, que, chegada à idade de matrimónio, queriam obrigá-la a casar-se. Para terminar com esta situação não viu outro remédio que o de abandonar a casa paterna e mudar-se para a vizinha cidade de Lucca, onde durante sete anos procurou o necessário para viver trabalhando como empregada doméstica. Ali, recolhida frequentemente em oração na obscura solidão do desvão em que habitava, cada dia mais enamorada de Cristo, transcorreram os melhores momentos de sua juventude. Em torno a 1265, de regresso de uma peregrinação ao santuário de São Miguel Arcanjo no monte Gargano, ficou em Roma ao serviço de uma nobre e piedosa viúva de nome Margarita, que muito cedo ficou prendada de suas virtudes e valia espiritual. Foi precisamente neste período quando, pelos exemplos de caridade dados em todo momento, começou a ser conhecida com o sobrenome de Cristiana.Encontrando-se em Assis, onde havia chegado com Margarita para venerar a tumba do “Poverello”, “o Senhor lhe mostrou em visão uma casa edificada num lugar e uma determinada forma que depois ela elegeu para construir o mosteiro de Santa Croce”. Volta à sua terra de origem, disposta a pôr em prática o ideal de vida religiosa que havia amadurecido em seu coração, superando obstáculos de todo o tipo, em 1279 obteve do ayuntamiento uma casa “que se lhe concedia para que vivesse ela e quem se lhe juntasse para o serviço do Senhor”. Deu assim início ao mosteiro de Santa Maria e de São Miguel Arcanjo, primeiro como reclusório de tipo franciscano, e em segundo momento sob a regra de Santo Agostinho, e em 1296 obteve o definitivo reconhecimento canónico. O ano precedente o Capítulo geral Agostiniano celebrado em Siena já lhe havia feito partícipe de todos os bens espirituais da Ordem “Em consideração ao afecto que as religiosas mostravam para com ela”. Favorecida com dons extraordinários e carismas, como o discernimento de espíritos, e insigne por sua humildade, pureza de vida e caridade com todos, devota da Imaculada Conceição de Maria, em 1310, depois de três anos de indizíveis sofrimentos, Cristiana adormeceu sorridente nos braços do Senhor. Foi sepultada na pequena igreja do mosteiro que ela conseguiu converter em prestigioso centro de espiritualidade. Seu culto foi confirmado por Pio VI em 15 de Junho de 1776.

    36230 > Beata Cristiana da Santa Croce (Oringa Menabuoi) 4 gennaio MR

    • Dafrosa de Roma, Santa
    Viúva e Mártir

    Dafrosa de Roma, Santa

    Dafrosa de Roma, Santa

    Mulher forte, cristã de corpo inteiro. Esposa e madre de família que tem bem gravado em sua alma o princípio e fim de seu estado e sua função: ganhar o céu para ela e para os seus. Sim, é como se a vida consistisse num desbaratar no âmbito do Amor. Primeiro a seu marido e a seus filhos, logo ao próximo restante e ao mundo, todo no amplo âmbito de Deus que dá sentido aos amores, sãos e nobres, mas com minúscula. E como o amor leva a dar-se em busca do bem de quem se ama, aí a vemos deixando sua casa em Sevilha e emigrando à cabeça do Império com toda sua família na procura de um em estar melhor. Porque era espanhola e sevilhana, dos de sempre, ainda antes de que se chamassem andaluzes ou existisse a Giralda e antes de que fossem seus sinais o touro, o albero, os palitos, o farol e o "hei que calor!" Seu marido Flaviano, morre mártir em Roma. Por estar casada com um cristão irredutível ela é condenada ao desterro. À sua volta o prefeito Aproniano a encarcera porque segue aferrada a seu princípio de não sacrificar e quase doente de fome. O prefeito prepara as coisas para a re-casar com um tal Fausto com a esperança de que a obrigue a mudar; mas resulta o caçador casado, porque Dafrosa o instruiu na fé cristã, é batizado pelo presbítero Juan e acaba morrendo mártir. Como seu corpo foi exposto os cães, pela noite o recolhe Dafrosa e lhe dá sepultura cristã. Isto a levou definitivamente ao martírio, em 4 de Janeiro de 362, quando era já único imperador Juliano. Encantador relato que realça a inteireza e a atuação, desde a feminilidade, desta mulher cristã cabal ¿verdade? Se conhecem os factos - possivelmente engrandecidos nos séculos e na distância - pelo historiador hagiógrafo hispânico António Quintana que por sua vez os retoma de Pedro Julián.

    Dafrosa de Roma, Santa

    Dafrosa de Roma, Santa

    Quando se narra a vida e morte de Dafrosa se fala de toda uma família mártir - também se afirma que suas filhas Demétria e Bibiana morreram mártires em Roma, em 362- cuja fonte impulsionadora é a mãe, firme, forte e muito capaz. É curioso ver na história o papel dos aduladores de quem manda. Não foi precisamente o tempo de Juliano um dos que se caracterizaram por violenta perseguição. O Apóstata só esteve preocupado pela restauração no Império do paganismo como religião oficial, ao tempo que melhorava a administração e impulsionava a economia. Juliano não quis mártires, só pagãos. Mas, fosse por adulação, ou por ódio à fé, dizem que o prefeito Aproniano levou esta família à morte porque eram seguidores cabais do judeu Cristo, o Senhor.

    91037 > Santa Dafrosa di Roma Sposa e martire 4 gennaio

     

    • Faraildis (Farailda) de Gante, Santa
    Janeiro 4 Viúva

    Faraildis (Farailda) de Gante, Santa

    Faraildis (Farailda) de Gante, Santa

    Há muitos detalhes extremamente confusos e improváveis nos relatos que hão chegado até nós da vida desta santa belga, e é difícil determinar até que ponto a lenda se baseia em factos históricos. O rasgo principal parece ser que, embora tenha consagrado secretamente sua virgindade a Deus, seus pais a casaram, sem lhe pedir seu consentimento, com um rico pretendente. Decidida a guardar seu voto, negou-se a viver maritalmente com ele, o que incitou seu esposo a tratá-la com brutalidade. Mas Deus velava por ela e a protegeu, até à morte de seu marido. Apenas conhecemos outros dados de sua vida, fora dos milagres e das numerosas mudanças de seu corpo de um lado para o outro. Sem embargo, está fora de dúvida que adquiriu grande fama em Flandres e que seu culto oferece abundante material aos especialistas de folclore. Na Flandres é conhecida geralmente sob os nomes de Varelde ou Verilde. As imagens representam-na frequentemente com um ganso, com um gato, ou levando umas peças de pão. O ganso se refere provavelmente ao nome da cidade em que repousam os restos da santa, já que Gante, em flamengo, significa ganso. As peças de pão fazem alusão ao milagre acontecido junto a seu túmulo: segundo conta a lenda, uma mulher que havia recusado compartilhar seu pão com um mendigo, dizendo-lhe que não tinha, viu seus pães converter-se em pedras. Também se conta que Santa Ferailda fez brotar uma fonte em Bruay, perto de Valenciennes, para acalmar a sede dos que colhiam seu campo. O povo afirma que a água dessa fonte é muito eficaz contra as enfermidades das crianças, e as mães encomendam a saúde de seus filhos a nossa santa.

    36280 > Santa Farailde di Gand Vedova 4 gennaio MR

    • Manuel González García, Beato
    Janeiro 4 Bispo e Fundador

    Manuel González García, Beato

    Manuel González García, Beato

    FUNDADOR DAS MISSIONÁRIAS EUCARÍSTICAS DE NAZARÉ

    Manuel González Garcia, bispo de Málaga e de Palência, foi uma figura significativa e relevante da Igreja espanhola durante a primeira metade do século XX. O quarto de cinco irmãos, nasceu em Sevilha em 25 de Fevereiro de 1877, no seio de uma família humilde e profundamente religiosa. Seu pai, Martín González Lara, era carpinteiro, enquanto que sua mãe Antónia se ocupava do lar. Neste ambiente Manuel cresceu serenamente e com ilusões, que nem sempre pôde ver realizadas. Sem embargo, houve uma que alcançou, e que deixaria rasto em seu coração: formar parte dos famosos «seises» da catedral de Sevilha, grupo de crianças de coro que bailavam nas solenidades de Corpus Christi e da Imaculada. Já então seu amor à Eucaristia e a Maria Santíssima se consolidaram. A vivência cristã de sua família e o bom exemplo de sacerdotes o levaram a descobrir sua vocação. Sem prévio aviso a seus pais, se apresentou ao exame de ingresso no seminário. Eles acolheram esta surpresa do filho com aceitação dos caminhos de Deus. Manuel, consciente da situação económica em sua casa, pagou a estadia de seus anos de formação trabalhando como fâmulo. Finalmente chegou o esperado 21 de Setembro de 1901, data em que recebeu a ordenação sacerdotal de mãos do beato cardeal Marcelo Spínola. Em 1902 foi enviado a dar uma missão em Palomares do Rio, povo onde Deus lhe marcou com a graça que determinaria sua vida sacerdotal. Ele próprio nos descreve esta experiência. Depois de escutar as desalentadoras perspectivas que para a missão lhe apresentou o sacristão, nos diz: «Fui direito ao Sacrário... e ¡que Sacrário, Deus meu! ¡Que esforços tiveram que fazer ali minha fé e meu valor para não sair correndo para minha casa! Mas, não fugi. Ali de joelhos... minha fé via a um Jesus tão calado, tão paciente, tão bom, que me fitava... que me dizia muito e me pedia mais, um olhar em que se refletia todo o triste do Evangelho... O olhar de Jesus Cristo nesses Sacrários é um olhar que se crava na alma e não se esquece nunca. Veio a ser para mim como ponto de partida para ver, entender e sentir todo o meu ministério sacerdotal». Esta graça irá amadurecendo em seu coração. Em 1905 é destinado a Huelva. Encontrou-se com uma situação de notável indiferença religiosa, mas seu amor e engenho abriram caminhos para reavivar pacientemente a vida cristã. Sendo pároco da paróquia de São Pedro e arcipreste de Huelva, Preocupou-se também da situação das famílias necessitadas e das crianças, para os quais fundou escolas. Por então publicou o primeiro de seus numerosos livros: O que pode um cura hoje, que se converteu em ponto de referência para os sacerdotes. Em 4 de março de 1910, ante um grupo de fieis colaboradoras em sua atividade apostólica, derramou o grande anseio de seu coração. Assim nos narra: «Permiti-me que, eu que invoco muitas vezes a solicitude de vossa caridade em favor das crianças pobres e de todos os pobres abandonados, invoque hoje vossa atenção e vossa cooperação em favor do mais abandonado de todos os pobres: o Santíssimo Sacramento. Vos peço uma esmola de carinho para Jesus Cristo Sacramentado... vos peço pelo amor de Maria Imaculada e pelo amor desse Coração tão mal correspondido, que os façais as Marias desses Sacrários abandonados». Assim, com a simplicidade do Evangelho, nasceu a «Obra para os Sacrários-Calvários». Obra para dar uma resposta de amor reparador ao amor de Cristo na Eucaristia, a exemplo de Maria Imaculada, o apóstolo são João e as Marias que permaneceram fieis junto a Jesus no Calvário. A grande família da União Eucarística Reparadora, que se iniciou com o ramo de laicos denominada Marias dos Sacrários e Discípulos de São João, se estendeu rapidamente e dom Manuel abriu caminho, sucessivamente à Reparação Infantil Eucarística no mesmo ano; os sacerdotes Missionários Eucarísticos em 1918; a congregação religiosa de Missionárias Eucarísticas de Nazaré em 1921, em colaboração com sua irmã Maria Antónia; a instituição de Missionárias Auxiliares Nazarenas em 1932; e a Juventude Eucarística Reparadora em 1939.A rápida propagação da Obra em outras dioceses de Espanha e América, através da revista «El Granito de Arena», que havia fundado anos atrás, o impulsionou a solicitar a aprovação do Papa. Dom Manuel chegou a Roma em finais de 1912, e em 28 de Novembro foi recebido em audiência por Sua Santidade Pio X, a quem foi apresentado como «o apóstolo da Eucaristia». S. Pio X se interessou por toda sua atividade apostólica e bendisse a Obra. Sua entrega generosa e a vivência autêntica do sacerdócio são, sem dúvida, o motivo da confiança que o Papa Bento XV deposita nele, nomeando-o bispo auxiliar de Málaga; recebe a ordenação episcopal em 16 de Janeiro de 1916. Em 1920 foi nomeado bispo residencial dessa sede, acontecimento que decidiu celebrar dando um banquete ás crianças pobres, em vez das autoridades; estas, junto com os sacerdotes e seminaristas, serviram a comida às três mil crianças. Como pastor da diocese malaguenha, iniciou sua missão tomando contacto com a grei que lhe havia sido encomendada para conhecer suas necessidades. Em Huelva, igualmente potenciou as escolas e catequeses paroquiais, praticou a pregação de rua conversando com todo o que se encontrava de caminho... e descobriu que a necessidade mais urgente era a de sacerdotes. Este problema devia enfrentar-se desde a situação do seminário, a qual era lamentável. Com uma confiança sem limites na mão providente do Coração de Jesus, empreendeu a construção de um novo seminário que reunisse as condições necessárias para formar sacerdotes sãos humana, espiritual, pastoral e intelectualmente. Sonha e projeta «um seminário substancialmente eucarístico. Em que a Eucaristia fosse: na ordem pedagógica, o mais eficaz estímulo; no científico, o primeiro mestre e a primeira assinatura; no disciplinar o mais vigilante inspetor; no ascético o modelo mais vivo; no económico a grande providência; e no arquitectónico a pedra angular». A seus sacerdotes, e igual que aos membros das diversas fundações que realizou, lhes proporá como caminho de santidade «chegar a ser hóstia em união da Hóstia consagrada», que significa «dar e dar-se a Deus e em favor do próximo de modo mais absoluto e irrevogável». Manuel González não escamoteia esforços para melhorar a situação humana e espiritual de sua diocese. Sua ingente atividade faz que não passe desapercebido, e com a chegada da República a Espanha sua situação se faz delicada. Em 11 de maio de 1931 o ataque é direto, incendeiam-lhe o palácio episcopal e há-de mudar-se a Gibraltar para não pôr em perigo a vida de quem o acolhe. Desde 1932 dirige sua diocese desde Madrid, e em 5 de agosto de 1935 o Papa Pio XI o nomeia bispo de Palência, onde entregou os últimos anos de seu ministério episcopal. Também há que destacar, durante todos os anos de sua atividade pastoral, a fecundidade de sua pluma. Com estilo ágil, cheio de graça andaluza e de unção, transmitiu o amor à Eucaristia, introduziu na oração, formou catequistas, guiou aos sacerdotes. Entre seus livros, destacamos: O abandono dos Sacrários acompanhados, Oremos no Sacrário como se orava no Evangelho, Artes para ser apóstolo, A graça na educação, Arte e liturgia, etc. Escritos que por sua grande difusão se hão recopiado na recente edição de suas Obras Completas. Os últimos anos sua saúde piorou notavelmente, prova que vive de modo heroico, sem perder o sorriso de seu rosto sempre amável e acolhedor, e a aceitação dos desígnios do Pai. Em 4 de Janeiro de 1940 entregou sua alma ao Senhor e foi enterrado na catedral de Palência, onde podemos ler o epitáfio que ele mesmo escreveu: «Peço ser enterrado junto a um Sacrário, para que meus ossos, depois de morto, como minha língua e minha pluma em vida, estejam sempre dizendo aos que passem: ¡Aí está Jesus! ¡Aí está! ¡Não o deixeis abandonado!». Sua Santidade João Paulo II declarou suas virtudes heroicas em 6 de Abril de 1998, e aprovou o milagre atribuído a sua intercessão em 20 de Dezembro de 1999.  Reproduzido com autorização de Vatican.va

    Vivências de alguém que o conheceu

    José Manuel González García, Beato

    José Manuel González García, Beato

    MINHAS RECORDAÇÕES DE DOM MANUEL - Era eu muito jovem quando conheci a Dom Manuel. Vos conto: Dos 36 meninos que havíamos ingressado no seminário no curso 1932-33, regressamos ao seminário 2, ao terminar a guerra civil de Espanha. A biblioteca do seminário se havia salvado por ter sido mudada para o Colégio do Patriarca, que foi totalmente respeitado. Me encarregaram da organização daquele enorme volume de livros. E ali me encontrei com uma pilha de revistas de EL GRANITO DE ARENA. Me encantou. Devorava cada número. A facilidade e encanto com que escrevia Dom Manuel, o ARCIPRESTE DE HUELVA, me apanhou. E subscrevi essa revista mensal. E fui seguindo suas andanças. O QUE PODE UM CURA HOJE Seu livro O QUE PODE UM CURA HOJE, resultou um ponto de referência para os sacerdotes da primeira metade do século XX. Já sacerdote, o li de cabo a rabo e muitas de minhas acuações primeiríssimas vinham inspiradas no dito livro. Aquele conselho de que a igreja paroquial abrisse suas portas antes que as outras casas da paróquia, o cumpria com a consequente madrugada e o assombro dos fregueses. FIGURA SERENA Dom Manuel nasceu em Sevilha em 1877, numa família humilde e profundamente religiosa. Seu pai, Martín González Lara, era carpinteiro, sua mãe, Antónia, se ocupava do lar. Neste ambiente Manuel cresceu serenamente. Deixou rasto em seu coração haver formado parte dos famosos «seises» da catedral de Sevilha, que bailavam e cantavam nas solenidades de Corpus Christi e da Imaculada. Como seise consolidou seu amor à Eucaristia e à Virgem. NO SEMINÁRIO -Sem avisar a seus pais apresentou-se ao exame de ingresso no seminário. Seus bons pais acolheram a surpresa considerando como manifestação dos caminhos de Deus e aceitando-os como tais. Custeou seus estudos trabalhando como fâmulo. Em 21 de Setembro de 1901, lhe conferiu o sagrado presbiterado o hoje beato cardeal Marcelo Spínola. - PALOMARES DEL RIO, SEU PRIMEIRO DESTINO - Em 1902 foi enviado a dar uma missão em Palomares del Rio. Ele próprio nos descreve esta experiência. Escutou as desalentadoras perspectivas que lhe apresentou o sacristão, e disse: «Fui direito ao Sacrário... e ¡que Sacrário, Deus meu! ¡Que esforços tiveram que fazer ali minha fé e meu valor para não sair correndo para minha casa! Mas, não fugi. Ali de joelhos... minha fé via a um Jesus tão calado, tão paciente, tão bom, que me olhava... que me dizia muito e me pedia mais, um olhar em que se refletia tudo o triste do Evangelho... O olhar de Jesus Cristo nesses Sacrários é um olhar que se crava na alma e não se esquece nunca. Veio a ser para mim como ponto de partida para ver, entender e sentir todo meu ministério sacerdotal». Esta graça irá amadurecendo em seu coração.  A OBEDIÊNCIA, MOTOR DA COLHEITA - O arcebispo de Sevilha, Marcelo Spínola e Mestre, havia vivido em seus anos jovens em Huelva, exercendo de advogado, e seguia, como arcebispo, com grande preocupariam, sua vida eclesial, que oferecia, em seus pastores e em seus fieis, um panorama pouco esperançado. E tomou uma decisão arriscada. D. Manuel González, recém ordenado, havia já dado mostras de extraordinários dotes intelectuais e apostólicos, mas todavia não havia cumprido 28 anos. O sacerdote, que considerava como fundamental a virtude da obediência, nos relata a entrevista: «Chamado uma manhã - conta - por meu santo Arcebispo, Pastor ao Bom Pastor e, a foi de tal, de uma delicadeza suma em todos seus procedimentos, me disse sorridente: -¿Quer Vd. ir a Huelva? - Eu vou voando a onde me mande meu prelado. - Não; eu não o mando ir a Huelva; aquilo está tão mal, e, o que é pior, tão dividido entre os poucos bons... Estou tão farto de provar procedimentos para o melhorar sem o obter, que me hei recordado de Vd. como última tentativa; no fim e ao cabo Vd. é jovem e, se se estreia em Huelva, como o temo, o mesmo que o leva o pode trazer. Mas, repito, isto não é um mandato mas sim um desejo. - Senhor, os desejos de meu prelado são para mim ordens, ¿quando quer que vá? - Não, não; agora se vai Vd. a sua casa e, durante três dias e com completa reserva desta conversa, amadureça este desejo meu diante de seu Sacrário e volte depões com sua decisão. - Espero, com a graça de Deus, que dentro de três dias virei aqui para dizer a V. Excelência. o mesmo que agora lhe digo. Me despedi e ¡que três dias passei! ¡Sem apenas dormir nem comer e com esforços sobre-humanos para conservar a boa cara e o bom humor! ¡Havia ouvido falar em todos os anos de meus estudos tão mal da situação religiosa em Huelva...! Chegado o terceiro dia, me apresentei de novo ao senhor Arcebispo. - Sr., aqui me tem para lhe repetir o que disse no outro dia; ¿Quando quer que eu vá para Huelva? - Mas, ¿assim? ¿tão decidido? - Sim, senhor; completamente decidido. Agora, que, como a meu Prelado devo falar como a Jesus de meu Sacrário, devo dizer-lhe que vou para Huelva tão decidido em minha vontade como contrariado em meu gosto. - Me explico e não me estranhe; espero que esse desprezo de seu gosto, para abraçar a vontade do Prelado o ajudará muito em sua missão em Huelva. Sai que é Vd. muito jovem para um Arciprestado tão importante e para o mal que está aquele; eu tenho vivido ali e o conheço, mas ¡não importa! Vá, prove e se não lhe for bem, vem embora. As portas deste palácio sempre estarão abertas para Vd.; e em mim sempre tem um Padre a quem pode contar tudo, que o receberá com os braços abertos ». ARCIPRESTE DE HUELVA - «Em 1 de Março de 1905, fui nomeado Cura Ecónomo de são Pedro de Huelva; tomei posse no dia 9. Em 16 de Junho fui nomeado arcipreste». Foi nomeado Cura ecónomo ou regente porque o Cura próprio, D. Manuel García Viejo, vivia ainda, ainda que já mito ancião e achacado. Ao dar conta o Arcebispo a uns católicos onubenses da nomeação que acabava de fazer, lhes disse: «Envio a Vds. uma ajudinha». - SEU PROGRAMA - O decisivo para ele, ao chegar a Huelva não era fazer-se presente na sociedade onubense de qualquer maneira, mas fazer-se presente com a força salvadora de Jesus, que brota da Eucaristia. ¿Por onde começar? Se propôs fazer da Eucaristia celebrada e adorada, o cume e a fonte de toda sua atividade. Assim se antecipou ao Concílio Vaticano II: «A sagrada liturgia não esgota toda a atividade da Igreja, pois para que os homens possam chegar à liturgia é necessário que antes sejam chamados à fé e à conversão... Não obstante, a liturgia é o cume ao qual tende a atividade da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de onde mana toda sua força. Pois os trabalhos apostólicos ordenam-se a que, uma vez feitos filhos de Deus pela fé e o baptismo, todos se reúnam, louvem a Deus no meio da Igreja, participem no sacrifício e comam a ceia do Senhor. FAMÍLIAS E ESCOLAS - Se preocupou também da situação das famílias necessitadas e das crianças, para os quais fundou escolas. Tanto a biologia como a experiência nos demonstram a existência de gémeos biológicos o que podemos comprovar na vida, na sociedade familiar e na relação de cada dia. Também a história nos demonstra a existência de pessoas gémeas não biológicas, umas vezes de carácter e trajetória, já sejam estadistas, como Kennedy e Lincoln; educadores, como D. Manuel González García, Arcipreste de Huelva e Bispo de Málaga e D. Manuel Siurot, a quem dom Manuel chamava seu alter ego e que colaborou na educação criando e dirigindo escolas, tanto em Huelva como em Málaga. MARIAS DOS SACRÁRIOS ABANDONADOS - Em 4 de Março de 1910, ante um grupo de colaboradoras, derramou o grande anseio de seu coração. Assim nos narra: «Permiti-me que, eu que invoco muitas vezes a solicitude de vossa caridade em favor das crianças pobres e de todos os pobres abandonados, invoque hoje vossa atenção e vossa cooperação em favor do mais abandonado de todos os pobres: o Santíssimo Sacramento. Vos peço uma esmola de carinho para Jesus Cristo Sacramentado... vos peço pelo amor de Maria Imaculada e pelo amor desse Coração tão mal correspondido, que vos façais as Marias desses Sacrários abandonados». Assim nasceu a «Obra para os Sacrários-Calvários». Obra para dar uma resposta de amor reparador ao amor de Cristo na Eucaristia, a exemplo de Maria Imaculada, o apóstolo são João e as Marias, fieis no Calvário. A União Eucarística Reparadora, iniciada com as Marias dos Sacrários e Discípulos de são João, se estendeu rapidamente e abriu caminho à Reparação Infantil Eucarística no mesmo ano; MISSIONÁRIOS EUCARÍSTICOS - Funda os sacerdotes Missionários Eucarísticos em 1918; a congregação religiosa de Missionárias Eucarísticas de Nazaré em 1921, em colaboração com sua irmã Maria Antónia, a instituição de Missionárias Auxiliares Nazarenas em 1932, e a Juventude Eucarística Reparadora em 1939. RÁPIDA PROPAGAÇÃO - A rápida propagação da Obra em outras dioceses de Espanha e América, através da revista «El Granito de Arena», o impulsionou a solicitar a aprovação do Papa. Dom Manuel chegou a Roma em 1912, e em 28 de Novembro foi recebido pelo Papa São Pío X, a quem foi apresentado como «o apóstolo da Eucaristia». São Pio X se interessou por toda sua atividade apostólica e abençoou a Obra. BISPO AUXILIAR DE MÁLAGA - O Papa Bento XV O nomeia bispo auxiliar de Málaga e recebe a crianças pobres, em vez de às autoridades; que, junto com os sacerdotes e seminaristas, serviram a comida a três mil crianças. COMO EM HUELVA .Como pastor da diocese malaguenha, iniciou sua missão tomando contacto com sua grei para conhecer suas necessidades. Como em Huelva, potenciou as escolas e catequeses paroquiais, praticou a pregação pelas ruas conversando com todo o que se encontrava de caminho... e descobriu que a necessidade mais urgente era a de sacerdotes. Este problema devia enfrentar-se desde a situação do seminário, a qual era lamentável.  UM NOVO SEMINÁRIO - Com uma confiança sem limites na mão providente do Coração de Jesus, empreendeu a construção de um novo seminário que reunisse as condições necessárias para formar sacerdotes sãos humanos, espiritual, pastoral e intelectualmente. Sonha e projeta «um seminário substancialmente eucarístico. Em que a Eucaristia fosse: em ordem pedagógica, o mais eficaz estímulo; no científico, o primeiro mestre e a primeira assinatura; no disciplinar o mais vigilante inspetor; no ascético o modelo mais vivo; no económico a grande providência; e no arquitectónico a pedra angular». SACERDOTE HÓSTIA - A seus sacerdotes, e aos membros das diversas fundações que realizou, lhes proporá como caminho de santidade «chegar a ser hóstia em união da Hóstia consagrada», que significa «dar e dar-se a Deus e em favor do próximo de modo mais absoluto e irrevogável». Manuel González não escamoteia esforços para melhorar a situação humana e espiritual de sua diocese. Sua ingente atividade faz que não passe desapercebido, e com a chegada da República a Espanha sua situação se faz delicada. CHAMAS NO PALÁCIO EPISCOPAL - Em 11 de Maio de 1931 o ataque é direto, incendeiam-lhe o palácio episcopal e tem de mudar para Gibraltar para não pôr em perigo a vida de quem o acolhe. Ao sair de seu palácio incendiado, lhe perguntaram os milicianos, a onde quer que o levem e ele respondeu. ¿Vocês creem que me dedico pelas noites a dormir fora de minha casa? E quando já encontra refúgio disse às monjitas que com ele haviam sumido as hóstias consagradas do sacrário: “Irmãs, já tendes vós coisas que contar para quando forem velhas” No discurso de entrada se emocionou muito e disse: “Necessitava chorar de alegria depois de haver chorado tantos anos de amargura”. “Me dói o coração de tanto amar”. A FECUNDIDADE DE SUA PLUMA Com estilo ágil, cheio de graça andaluza e de unção, transmitiu o amor à Eucaristia, introduziu na oração, formou catequistas, guiou a os sacerdotes. Entre seus livros, destacamos: "O abandono dos Sacrários acompanhados", "Oremos no Sacrário como se orava no Evangelho", "Artes para ser apóstolo", "A graça na educação", "Arte e liturgia", etc. Escritos que por sua grande difusão se hão recompilado na edição de suas Obras Completas. ENFERMO - Os últimos anos sua saúde piora notavelmente, prova que vive de modo heroico, sem perder o sorriso de seu rosto sempre amável e acolhedor, e a aceitação dos desígnios do Pai. Ao sair de Palência para Madrid, desde a cama junto do sacrário de sua capela, disse ao Senhor: "Se queres que volte, bendito sejas, se não queres que volte, bendito sejas". Na clínica pede que o situem perto da janela para ver a luz: "Irmã, disse à religiosa enfermeira, sou andaluz". Em 4 de Janeiro de 1940 entregou sua alma ao Senhor. Foi enterrado na catedral de Palência, onde podemos ler o epitáfio que ele mesmo escreveu: «Peço ser enterrado junto a um Sacrário, para que meus ossos, depois de morto, como minha língua e minha pluma em vida, estejam sempre dizendo aos que passem: ¡Aí está Jesus! ¡Aí está! ¡Não o deixeis abandonado!». Tive a honra de poder orar nessa capela da Catedral de Palência ante sua lápida aos pés do sacrário. João Paulo II declarou suas virtudes heroicas em 6 de Abril de 1998, e aprovou o milagre atribuído a sua intercessão em 20 de Dezembro de 1999. Manuel González García, bispo de Málaga e de Palência, foi uma figura significativa e relevante da Igreja espanhola durante a primeira metade do século XX. PALAVRAS DE JOÃO PAULO II NA BEATIFICAÇÃO - “Essa foi a grande paixão do novo beato Manuel González García, bispo de Málaga e depois de Palência. A experiência vivida em Palomares del Rio ante um sacrário abandonado o marcou para toda sua vida, dedicando-se desde então a propagar a devoção à Eucaristia, e proclamando a frase que depois quis que fosse seu epitáfio: “¡Aí está Jesus! ¡Aí está! ¡Não o deixeis abandonado!". Fundador das Missionárias Eucarísticas de Nazaré, o beato Manuel González é um modelo de fé eucarística, cujo exemplo segue falando à Igreja de hoje”.

    JESUS MARTI BALLESTER  www.jmarti.ciberia.es  jmarti@ciberia.es  Pedro Sérgio António Donoso Brant  www.caminando-con-jesus.org  p.s.donoso@vtr.net

    91453 > Beato Manuel Gonzalez Garcia Vescovo e fondatore 4 gennaio MR

     

    Rigoberto de Reims, Santo

    Rigoberto de Reims, Santo

    Rigoberto de Reims, Santo

    Martirologio Romano: En la ciudad de Reims, en Neustria (hoy Francia), san Rigoberto, obispo, que habiendo sido expulsado de su sede por Carlos Martel, en contra de lo dispuesto por los cánones, llevó una vida humilde (743). Etimológicamente: Rigoberto = Aquel que es atractivo por su poder Fecha de canonización: Información no disponible, la antigüedad de los documentos y de las técnicas usadas para archivarlos, la acción del clima, y en muchas ocasiones del mismo ser humano, han impedido que tengamos esta concreta información el día de hoy. Si sabemos que fue canonizado antes de la creación de la Congregación para la causa de los Santos, y que su culto fue aprobado por el Obispo de Roma, el Papa. San Rigoberto fue un monje benedictino, y más tarde abad del monasterio de San Pedro de Orbais. En el año 698 sucedió a san Rieul como obispo de Reims. Los padres de san Rigoberto se llamaban Constantino y Francine. Desde muy joven se dio a la disciplina y oración. Fue un gran amante de la castidad, que alcanzó con trabajos, oraciones, y la asidua meditación de la Palabra de Dios. Muy joven fue elegido abad del monasterio benedictino de San Pedro de Orbais. Por su humildad, sabiduría, justicia y prudencia fue elegido arzobispo de Reims en el 698. En sus sermones hablaba insistentemente de la importancia de la penitencia y las buenas obras. Escribió varias obras por las que muchos se convirtieron y, alentados por sus ejemplos, se congregaban junto a él para alcanzar la santidad, como un maestro. Durante su obispado, san Rigoberto facilitó los materiales para que se pudiera construir la catedral de Reims, una de las mejores de la época, muchas de cuyas piedras provenían de la muralla de la antigua ciudad. Asimismo restableció la vida canónica entre sus sacerdotes (antiguamente se llamaba canónico a la iglesia o la casa donde residían los canónigos reglares), facilitándoles viandas y acomodamiento, así como un fondo común para la diócesis. San Rigoberto vivió los tiempos difíciles del paso de la dinastía merovingia a la carolingia, de Dagoberto II y Childerico III a Carlos Martel, el padre de Pipino el Breve, tiempo en el que San Rigoberto se ciñió estrictamente a su labor espiritual, trabajando con su clero y su pueblo por la fidelidad al Evangelio y al Papa de Roma, el griego San Zacarías y sus predecesores. Bautizó al mayordomo de palacio del reino de Austrasia Carlos Martel, pero hacia 717, parece ser que San Rigoberto ofendió a Carlos Martel porque no se alió con él contra Raganfredo, mayordomo de Neustria. Debido a ello, Carlos Martel le desterró a Gascuña y entregó su archidiócesis a su favorito, el sacerdote militar Milón (o Milo) de Trèves, que disfrutaba ya de las rentas de la sede de Tréves. Carlos Martel le rehabilitó más tarde, pero Rigoberto no quiso volver a su puesto para evitar el escándalo entre los fieles, por lo que Martel le regaló una residencia en Gernicourt (en la diócesis de Soissons, en el departamento de Aisne), donde Rigoberto se retiró y murió por causas naturales en 743 (o c. 750). Su cuerpo se encuentra enterrado en la iglesia San Thierry (en Reims). En 864, el arzobispo Hincmar de Reims trasladó sus restos a la iglesia en donde actualmente se le venera. Su primera “vitae” ensanzando sus virtudes fue escrita en el año 890 por un canónigo de Reims.

    91519 > San Rigoberto di Reims Vescovo 4 gennaio MR

    36220 > Sant' Abruncolo Vescovo 4 gennaio MR

     


    93924 > Beata Chiara de Ugarte Vergine mercedaria 4 gennaio

     



    36210 > Santi Ermete e Caio Martiri 4 gennaio MR

     

    36260 > San Ferreolo di Uzès Vescovo 4 gennaio MR


    36240 > San Gregorio di Langres Vescovo 4 gennaio MR

     
    94089 > San Libenzio di Brema Vescovo 4 gennaio


    93925 > Beato Luigi de Halles Mercedario 4 gennaio



    36270 > San Rigomero Vescovo 4 gennaio MR

    36290 > Beato Tommaso Plumtree Sacerdote e martire 4 gennaio MR

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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com

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  • Por enquanto, vou mantendo esta parte final, que retirarei ou modificarei, quando o entender.

    WWW.JESUITAS.PT.

    WWW.ES.CATHOLIC.NET/SANTORAL

    WWW. SANTIEBEATI.IT

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, de vez em quando, segundo a sua importância há uma exceção da 1ª biografia, (ou biografias do Livro Santos de Cada Dia – já traduzidas – por natureza) que mais sobressaem, – quando se trate de um dia especial, dedicado a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, Anjos ou algum Santo, em particular – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO.

    As minhas desculpas e obrigado.

    Responsabilidade exclusiva de ANTÓNIO FONSECA

    email: aarfonseca0491@hotmail.com

  • Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

    Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

       Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...