terça-feira, 12 de março de 2013

Assuntos de Fé (E NÃO SÓ…) - 12 de Março de 2013

 

A Fé Explicada


Jesus não teve irmão carnal

Posted: 03 Mar 2013 08:58 AM PST

Filed under: "Irmãos" de Jesus Tagged: "Irmãos" de Jesus

Estudo sobre os “Irmãos de Jesus”

Posted: 03 Mar 2013 08:53 AM PST

Em grego, no qual o evangelho segundo Marcos foi escrito, a palavra “irmão” é escrita como “adelphói”, do grego “adelphós”, significando membro seguidor de uma clã. Mesmo hoje, a palavra “irmão” é empregada com um significado mais extenso, incluindo amigos, aliados, discípulos e compatriotas. Não era diferente na época de Cristo. Esse sentido também é [...]

A IMPORTÂNCIA DA APOLOGÉTICA

Posted: 03 Mar 2013 08:26 AM PST

Etimologicamente, a palavra apologética (do grego apologèticos, apologia) significa justificação, defesa. Apologética é, pois, a justificação e defesa da fé católica. A apologética não só apresenta os títulos que tornam a Igreja Católica credora da nossa adesão, mas também enfrenta os adversários, respondendo aos seus ataques. E como os ataques variam com as épocas segue-se [...]

Tipos de Católicos

Posted: 03 Mar 2013 08:05 AM PST

Dizem que no Brasil – mas não é só no Brasil, não! – muitos católicos adotam um cristianismo original. Em vez de: católico-apostólico-romano, passa a ser: caótico-apostático-romântico … E bote isso tanto no masculino como no feminino! Comecemos pelo “católico-caótico”. A palavra “católico” é um adjetivo da língua grega que, no masculino, feminino e gênero [...]

TEOLOGIA PAULINA X TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

Posted: 03 Mar 2013 07:31 AM PST

Ao analisar o texto de Atos 17:22-31 fiz alguns contrastes apontando o público alvo da mensagem Paulina e a base de sua teologia, traçando um paralelo com a chamada “Teologia da Prosperidade”. Vamos ver no que vai dar: TEOLOGIA DA MENSAGEM PAULINA Público alvo: Filósofos Estóicos (Esclarecidos), Epicureus (Gentios). (V.18). TEOLOGIA DA MENSAGEM DA [...]

ADORAÇÃO, IDOLATRIA OU VENERAÇÃO?

Posted: 03 Mar 2013 06:55 AM PST

” NÃO FARÁS PARA TI ESCULTURA ALGUMA DO QUE ESTÁ EM CIMA NOS CÉUS, OU ABAIXO SOBRE A TERRA, OU NAS ÁGUAS, DEBAIXO DA TERRA ” (Exo 20,4). ACUSAÇÃO CONTRA OS CATÓLICOS: Os católicos praticam idolatria, fazendo e adorando imagens, o que Deus proíbe na Bíblia. Eis o verdadeiro sentido desta proibição bíblica, no seu [...]

PROTESTANTE NÃO LÊ A BÍBLIA E QUANDO LÊ NÃO ENTENDE

Posted: 03 Mar 2013 05:49 AM PST

PROTESTANTES EVANGÉLICOS PIRANDO APÓS LEITURA DA BÍBLIA Dizem os protestantes que religião não serve para nada: Ísaias 42, 1: “Eis meu servo que eu amparo, meu eleito ao qual dou toda a minha afeição, faço repousar sobre ele meu espírito, para que às nações a verdadeira religião.” 2. Ele não grita, nunca eleva a [...]

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Ciência confirma a Igreja


O que diz a ciência sobre a Torre de Babel? Existiu? Sobrou algo? Onde? Por que ruiu?

Posted: 03 Mar 2013 05:21 PM PST

Torre de Babel, representação artística

O episódio da Torre de Babel e dispersão da humanidade é um dos assuntos mais presentes na memória dos povos.
Prefigurou também momentos caóticos que se repetiriam em muitos lugares em épocas históricas posteriores, inclusive nos dias de hoje. Além de ser uma imagem da imensa confusão que vai prevalecer no fim do mundo.
Entretanto, sabe-se pouco sobre essa torre.
Como era ela: retangular, circular, elíptica? Quanto media de altura? Foi uma mera torre ou um templo?
Onde ficava? Existem ainda vestígios? Quem a concebeu?
Foi Deus quem puniu? Por que puniu? Deus derrubou a Torre? Se não foi Deus, quem foi?
Por que ela ficou como o símbolo da maldição? Para onde foram seus construtores?
Os homens que fizeram as pirâmides do Egito, dos maias ou outras semelhantes têm algo a ver com os arquitetos da Torre de Babel?

Significado e época

A Torre de Babel paradigmática, de que nos fala o Gênesis e da qual procede a diversidade das línguas humanas, está envolvida em densas nuvens de interrogações.
Sua construção constituiu sem dúvida um dos momentos mais pecaminosos da história da humanidade, deixando um rastro de desgraças que sofremos até hoje.


“Babel” significa “confusão”.

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Estima-se que sua construção se deu por volta do ano 2.420 a.C., quer dizer, aproximadamente 130 anos após o Dilúvio.
Portanto, bem antes do início da Grande Pirâmide do Egito (por volta de 2.170 a.C.), do nascimento de Abraão (1.976 a.C.) e da fundação do reino de Babilônia (por volta de 1.894 a.C.).
Usamos a escala do tempo que aponta a criação de Adão no ano aproximado de 4.000 a.C.
A Torre de Babel é, pois, o mais antigo monumento de grande importância do qual se tem noticia.

O Gênesis

A Bíblia Sagrada é o documento mais digno de Fé e a fonte histórica mais séria e pormenorizada.
A Torre foi construída por descendentes próximos de Noé, num tempo em que o reduzido número da humanidade de então vivia reunido e falava uma mesma língua, provavelmente a mesma de Adão e Noé.

Segundo a tradição, Nemrod, bisneto do patriarca Noé, foi o “rei” que comandou a construção da Torre:

Nemrod dirigiu a construcao da Torre de Babel,
pintura de Frans Francken II, Museo del Prado, Madri

“Nemrod foi o primeiro homem poderoso da terra (Gênesis 10,8), e “Ele estabeleceu o seu reino primeiramente em Babilônia, Arac, Acad e em Calane, na terra de Senaar”. (Gênesis, 10,10).


Supõe-se habitualmente que a Torre de Babel foi erguida no sul da Mesopotâmia. Ou seja, no atual Iraque, não longe da cidade de Babilônia, fundada muito depois; ou no máximo no sul do Irã.
Há outras teorias sobre o local, apoiadas em diversos raciocínios, porém também carentes de fundamentos arqueológicos ou materiais.
Lemos no Gênesis:

1. Toda a terra tinha uma só língua, e servia-se das mesmas palavras.
2. Alguns homens, partindo para o oriente, encontraram na terra de Senaar uma planície onde se estabeleceram.

“Façamos uma torre cujo cimo atinja os céus”,
quadro de Hendrick III van Cleve (1525-1589).

3. E disseram uns aos outros: “Vamos, façamos tijolos e cozamo-los no fogo.” Serviram-se de tijolos em vez de pedras, e de betume em lugar de argamassa.
4. Depois disseram: “Vamos, façamos para nós uma cidade e uma torre cujo cimo atinja os céus. Tornemos assim célebre o nosso nome, para que não sejamos dispersos pela face de toda a terra.”
5. Mas o senhor desceu para ver a cidade e a torre que construíram os filhos dos homens.
6. “Eis que são um só povo, disse ele, e falam uma só língua: se começam assim, nada futuramente os impedirá de executarem todos os seus empreendimentos.
7. Vamos: desçamos para lhes confundir a linguagem, de sorte que já não se compreendam um ao outro.”
8. Foi dali que o Senhor os dispersou daquele lugar pela face de toda a terra, e cessaram a construção da cidade.
9. Por isso deram-lhe o nome de Babel, porque ali o Senhor confundiu a linguagem de todos os habitantes da terra, e dali os dispersou sobre a face de toda a terra. (Gênesis, 11, 1-9)


Foi por causa do orgulho dos homens que empreenderam a construção da famosa Torre que Deus lhes confundiu a linguagem, fazendo com que não se entendessem pelos diferentes idiomas que falavam.
Incapazes de se porem de acordo, os homens se dispersaram em todas as direções.

Outros testemunhos

Estela de Nabucodonosor II, The Schøyen Collection

Fora da Bíblia, o testemunho mais explícito encontra-se gravado numa placa babilônica de pedra escura conservada hoje na famosa The Schøyen Collection, (MS 2063) com sede em Oslo e Londres.
Nessa placa o rei de Babilônia Nabucodonosor II mandou escrever, no ano 570 a.C.:

“Um antigo rei construiu o Templo das Sete Luzes da Terra, mas ele não completou a sua cabeça. Desde um tempo remoto, as pessoas tinham-no abandonado, sem poderem expressar as suas palavras. Desde aquele tempo terremotos e relâmpagos tinham dispersado o seu barro secado pelo sol; os tijolos da cobertura tinham-se rachado, e a terra do interior tinha sido dispersada em montes”.


Desta maneira, o próprio rei Nabucodonosor nos fornece, no ano 570 a.C., uma ideia do que tinha restado da Torre de Babel.
Também nos informa que ele próprio ordenou recolher os últimos elementos aproveitáveis para construir uma nova Torre, não sobrando nada da torre originária.
A nova Torre de Babel foi provavelmente o zigurat (torre-templo) conhecido como Marduk ou Etemenanki, na cidade de Babilônia. Para o imenso trabalho que significou, Nabucodonosor escravizou os judeus e levou-os para Babilônia.
A nova Torre de Babel representada na referida placa em pedra, tinha sete (ou oito) andares e 91 metros de altura. O historiador grego Heródoto a descreveu no ano 440 a. C.:

“A parede exterior da Babilônia é a principal defesa da cidade. Há, contudo, uma segunda parede interior. (...)
“O centro de cada divisão da cidade era ocupado por uma fortaleza. Numa ficava o palácio dos reis, (...) na outra estava o sagrado recinto de Belus, um cercado quadrado de 201 m de cada lado, com portões de latão sólido, que também lá estavam no meu tempo.

Maqueta do zigurat de Etemenanki, de Nabucodonosor II

“No meio do recinto estava uma torre de alvenaria sólida, de 201 m de comprimento e de largura, sobre a qual estava erguida uma segunda torre, e nessa uma terceira, e assim até oito.
“A ascensão até o topo está do lado de fora, por um caminho que rodeia todas as torres.
“Quando se está a meio do caminho, há um lugar para descansar e assentos, onde as pessoas podem sentar-se por algum tempo no seu caminho até o topo.
“Na torre do topo há um templo espaçoso, e dentro do templo está um sofá de tamanho invulgar, ricamente adornado, com uma mesa dourada ao seu lado. Não há estátua de espécie alguma nesse sítio”.


Esta segunda Torre de Babel acabou ruindo. O rei Alexandre Magno (356 a.C.—323 a.C.), conquistador vindo da Macedônia, mandou recolher os restos para reconstruí-la, desfazendo o que tinha sobrado.
Mais foi surpreendido pela morte na própria Babilônia. Nada foi concluído e o material foi dispersado.
Desta maneira, da Torre de Babel originária não sobraram nem os restos dos restos.
A segunda Torre de Babel feita por Nabucodonosor é por vezes confundida com a primeira. Registramos aqui estes dados históricos para efeitos de esclarecimento. Não voltaremos a falar dela, concentrando-nos apenas na primeira Torre.
Sobre ela, o historiador hebreu Flávio Josefo (37 ou 38 d.C. – 100 d.C.), em seu livro “Antiguidades Judaicas” (1.4.3) fornece a seguinte narração:

“Foi Nemrod quem os excitou a praticar semelhante afronta na presença de Deus. Ele foi o neto de Ham, filho de Noé, homem corajoso e de grande força de mando. Nemrod persuadiu-os a não atribuir sua obra a Deus, como se fossem felizes só pela somente por si próprios, e acreditarem que só seu esforço lhe daria a felicidade.
Ele foi transformando seu governo numa tirania, procurando afastar os homens do temor de Deus, e mantê-los numa constante dependência de seu poder...
Então a multidão estava sempre prestes a obedecer as ordens de Nemrod e julgar amostra de covardia se submeter a Deus.

O desentendimento tomou conta dos homens.
Quadro de Lodewyk Toeput (1550-1605)

Eles construíram uma torre, não poupando nenhum esforço e em nada sendo negligentes no trabalho.
E por causa das muitíssimas mãos empregadas, a torre subiu muito rapidamente, mais rápido do que se podia esperar.
Sua espessura era tão grande e estava tão solidamente construída, que, por causa disso, sua grande altura parecia, de qualquer ponto de vista, ser menor do que realmente era.
Foi feita de tijolos cozidos, cimentado com uma argamassa feita de betume que não permitia filtrações de água.
Quando Deus viu que agiam com tanta maldade Ele decidiu não exterminá-los totalmente, posto que não tinham progredido em sabedoria após a destruição dos pecadores que os precederam [no Dilúvio]; mas Ele gerou um tumulto entre eles fazendo que falassem línguas diferentes, e tornando-os incapazes de se entenderem um com o outro.
O local onde construíram a torre hoje é chamado Babilônia por causa da confusão das línguas, sendo que antes se compreendiam facilmente.
Pela palavra Babel, os hebreus entendem confusão...”


Tanto pelo que ensina a Bíblia quanto pelo que explica o historiador Flávio Josefo, vemos que a causa da punição foi o orgulho contido num sonho completamente laico de grandeza humana.
Movidos por ele os homens da Torre de Babel tencionaram erigir uma obra “cujo cimo atinja os céus” para assim tornarem “célebre o nosso nome” (Gen, 11, 4)
continua no próximo post

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Post  -  11-3-13  -  23h45

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ANTÓNIO FONSECA

Nº 1587-1 - (71-13) - SANTOS DE CADA DIA - 12 de Março de 2013 - 5º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1587

12 de MARÇO de 2013

Bom

ANO D E 2 0 1 3


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Quaresma

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Nº 1587-1 - (71-13)


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I-Am-Posters

E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1587-1 – (71-13)


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LUÍS ORIONE, Beato

Fundador (1872-1940)

Nasceu em 1872, em Pontecurone (Alessândria, Itália), e faleceu em São Remo (também Itália), a 12 de Março de 1940. No dia 26 de Outubro de 1980, Sua Santidade João Paulo II beatificou-o na Praça de São Pedro e a ele se referiu com as seguintes palavras, na homilia então pronunciada:

«Dom Luís Orione aparece-nos como maravilhosa e genial expressão de caridade cristã… Foi, total e alegremente, sacerdote de Cristo, percorrendo a Itália e a América Latina, consagrando a própria vida àqueles que mais sofrem por causa da má sorte, da miséria e da maldade humana. Basta recordar a sua ativa presença entre as vítimas dos tremores de terra de Messina e de Márcia. Pobre entre os pobres, levado pelo amor de Cristo e dos irmãos mais necessitados, fundou a obrazinha da Divina Providência, as Irmãzinhas Missionárias da Caridade e, em seguida, as Sacramentinas Cegas e os Eremitas de Santo Alberto.

Abriu igualmente outras casas na Polónia (1923), nos Estados Unidos (1934) e na Inglaterra (1936), animado de autêntico espírito ecuménico. Depois, querendo concretizar de maneira visível o seu amor por Maria, erigiu em Cortona o grandioso santuário de Nossa Senhora da Guarda. Não posso deixar de sentir-me comovido pensando que Dom Orione teve sempre predileção pela Polónia e que sofreu enormemente quando em Novembro de 1939 a minha querida pátria foi invadida e retalhada. Sei que a bandeira polaca, branca e vermelha, que nesses dias trágicos ele transportou triunfalmente em cortejo para o santuário de Nossa Senhora, está ainda hoje dependurada numa parede do seu pobre quartinho de Cortona; foi ele mesmo que assim quis! E quando da sua última saudação, na tarde de 8 de Março de 1940, antes de se dirigir para São Remo, onde iria morrer, disse: – Gosto tanto dos Polacos, … e vós gostai sempre muito desses irmãos.

Muitas vezes a Divina Providência o socorreu prodigiosamente, como ele conta neste caso:

Certa ocasião vi-me obrigado a pagar uma letra bancária no valor de 25 mil liras, dívida que tinha contraído para pagar a factura do padeiro. Um dia chamou-me o Diretor do banco, nosso bom amigo, e disse-me que precisava urgentemente do dinheiro. Era um fim de semana e na segunda-feira tinha de ficar liquidada a soma.

Passei o domingo a rezar ao Senhor. Sentindo que não me ia escutar, dirigi-me a Nossa Senhora. Continuei a rezar e pareceu-me que também Ela se fazia surda.

Ocorreu-me então esta ideia. A minha mãe tinha-me dado os seus brincos, os que levou no dia do seu casamento. Toda a vida viveu tão pobre que a única coisa que me pôde deixar foram uns lençóis de linho e os brincos. Lembrei-me de os pendurar nas orelhas da imagem de Nossa Senhora da Divina Providência, que tínhamos na nossa capela de Tortosa. Assim, ver-se-ia obrigada a escutar-me.

Continuei a rezar com grande fé toda a tarde de Domingo e até durante a noite. Mas Nossa Senhora punha à prova a minha paciência. Tornou-se tão surdapensei eu – que nem sequer notou que lhe furei as orelhas. Sim, nem Jesus nem Nossa Senhora respondiam á minha angústia. Que mais poderia fazer? Tive a inspiração de me dirigir às Almas do Purgatório. Recordai sempre isto: Quando o Senhor não vos escutar imediatamente, recorrei à Santíssima Virgem. Se também, Ela não fizer caso, invocai a intercessão das benditas Almas do Purgatório e a graça cairá das mãos de Nossa Senhora. Todas as graças são-nos concedidas por Ela.

Chegou a segunda-feira e ainda continuava eu a rezar. Experimentei então a persuasão de que a minha oração seria escutada. Os empregados do Banco não tardariam a chegar…

Fui à capela e encomendei-me a Nosso Senhor, à Virgem Maria, e praticamente a todos os Santos do Céu de que me lembrei. Voltei para o meu quarto. Nesse momento Zanocchi, nosso porteiro, bateu à porta e disse-me:

- Chegou uma senhora que deseja com insistência encontrar-se consigo, o mais depressa possível. Vem vestida de luto, mas não me indicou o nome. Disse simplesmente que é uma benfeitora da casa.

Saí logo e encontrei-me com ela à porta do meu gabinete. Sem mais desculpas, disse-me:

- Dom  Orione, posso entrar no seu quarto?

- Entrar no meu quarto?…

- Sim, preciso de estar sozinha um momento. Tenho que tirar as meias. Escondidas nela trago 25 mil liras para lhe entregar. Vendi o restaurante da Pomba e está aqui o produto da venda. É para si.

Sem me dar tempo a refazer da impressão, acrescentou: – Tomei bilhete para Turim, porque pensava levar este dinheiro a Dom Bosco. Já no comboio pus-me a rezar o terço ofereço-o pelas benditas Almas do Purgatório, pedindo-lhes que me ajudassem e defendessem de qualquer perigo e especialmente para que não me roubassem o dinheiro. Enquanto me demorava nestas considerações, o comboio chegou a Pontecurone. Pareceu-me ouvir uma voz interior que me dizia: Porque ir a Turim? Podias descer em Tortosa e deixar dinheiro ao pobre Dom Orione. Ao aproximarmo-nos de Tortosa, a voz tornou-se mais insistente e parecia que uma mão invisível me forçava a descer da carruagem. Pensei para comigo que se Vossa Reverência, que anda por todo o mundo, não estivesse em casa, eu continuaria viagem para Turim.

A boa senhora passou para um quarto e ao cabo de dois minutos saiu com as 25 mil liras em notas de mil que foi contando, uma a uma.

Quando apalpei tão de perto a graça que Deus me acabava de conceder, por meio das benditas Almas do Purgatório, notei que um nó me apertava a garganta e comecei a soluçar. A senhora, pensando que me acontecia qualquer coisa de grave, disse-me com muita amabilidade: – Que tem, Dom Orione? Não se encontra bem? Dá-me licença para lhe preparar uma xícara de chá de tília?

Pouco a pouco, senti-me com forças para lhe explicar com  todos os pormenores o que tinha acontecido, e exclamei:

- Agora está bem claro que a senhora é a mão da Divina Providência.

Ainda estávamos a falar quando Zanocchi se aproximou para anunciar a chegada dum empregado do Banco.

- Espere um  momento – disse-lhe. Vamos primeiro rezar uma “Salve Rainha” pelas benditas Almas do Purgatório. Ajoelhámo-nos e rezámos juntos a “Salve Rainha” e um “De Profundis” pelas Almas. Ao terminar a oração, disse a Zanocchi:

- Já lhe pode dizer que venha. A senhora continuou connosco, enquanto efetuávamos o pagamento. Faltavam uns juros pela demora em devolver o pagamento. Também a senhora os quis pagar para que tudo ficasse plenamente liquidado!”

Uma vez disse Dom Orione numa prática sobre a confissão: “Ainda que um homem tenha deitado veneno na tigela da própria mãe, se se arrepender, é completamente perdoado”. Um homem mal encarado detém-no no caminho, diz que Dom Orione o conhece como ninguém, pede-lhe que o oiça de confissão,.. e o perdão fica completíssimo».

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

JOSEFINA (ou FINA), Santa

Penitente (1353)

Josefina, cuja vida foi escrita por um autor quase contemporâneo, nasceu na aldeia de São Geminiano, na Toscana, Itália, na primeira metade do século treze. No momento em que parecia mais vigorosa e robusta, Josefina, que era muito bela, foi atingida quase subitamente opor uma doença grave. Uma espécie de contração dos nervos obrigou-a a ficar imóvel sobre o leito, Somente a cabeça não foi atingida pelo mal. Deus conservou-lhe a lucidez a fim de que se pudesse unir a Ele na oração e no sacrifício.

Permanecia de dia e de noite deitada sobre o lado, sempre na mesma posição, formando-se com o tempo uma grande chaga onde se desenvolveram os vermes. Algumas vezes, quando estava só, além das moscas e dos mosquitos, vinham os ratos mordê-la, sem que pudesse fazer o mais leve movimento para os afastar. Todo este conjunto de horroroso martírio curou cinco anos sem que Josefina proferisse uma palavra de queixa. Colada ao pobre leito por suas chagas, era uma limagem viva de Cristo pregado na cruz.

A sua pobreza tornou-se extrema. Tudo sofria com grande resignação. Durante a doença, foi provada por uma grande desgraça. Um dia sua mãe, ao entrar em casa, mal tinha transporto o limiar da porta, caiu pesadamente, como se  alguém a tivesse atirado ao chão. Josefina, que estava no andar superior, ouviu o ruído e chamou sua amiga Boaventura: Minha irmã, desce depressa para ver o que aconteceu à minha mãe”. Boaventura desceu e encontrou a pobre mulher sem movimento e sem vida. “Pobre Josefina!”, exclamou chorando, “que há-de ser de ti?” Tua mãe está morta, estendida por terra!” A estas palavras, a doente levantou os olhos ao céu para oferecer a Deus este terrível sacrifício.

Entretanto, aproximou-se o fim do exílio de Josefina. Tinha grande devoção a São Gregório papa, que lhe apareceu um  dia e lhe disse: «Minha filha, prepara-te, no dia da minha festa (então a 12 de março) virás ter connosco. O Esposo celeste espera.te na glória”.

A partir deste dia, o seu corpo foi enfraquecendo cada vez mais e a cabeça foi atacada de vivas dores. Ao aproximar-se a festa de São Gregório, preparou-se a doente como um a noiva se prepara para o dia das núpcias: confissão geral, Eucaristia e Unção dos enfermos, entretendo-se depois somente com Deus numa oração contínua. Foi encontrada morta na manhã de 12 de março de 1353, com os lábios num sorriso e o corpo a desaparecer debaixo dum manto dessas violetas a que, ainda hoje, na região Toscana, chamam finas em memória da santa.

Quando se levantou o corpo das tábuas que lhe tinham servido de leito, ficaram pegados à madeira, meio apodrecida, grandes pedaços de carne. Mas, ó maravilha! Exalava-se um perfume celeste de todas as úlceras.

Deste modo, diz o historiador, glorificava Deus a virgindade da sua heroica serva.

Depois das orações do costume, o clero queria dar-lhe sepultura, mas a gente opôs-se, ficando o corpo exposto durante três dias na capela-mor da igreja.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

INOCÊNCIO I, Santo

Papa (417)

Inocêncio, nascido em Albano, perto de Roma, sucedeu ao papa Santo Anastásio I, em 402. Mostrou-se ardoroso defensor das prerrogativas romanas, assegurou ao bispo de Tessalónica a preeminência sobre os outros bispos da Ilíria oriental, continuou a obra de São Cirício na organização da disciplina eclesiástica (celibato eclesiástico, administração dos sacramentos e jurisdição dos sínodos provinciais), e procurou, embora em vão, estabelecer a paz entre o fraco imperador Honório e Alarico, rei dos Godos, e interveio em favor de São João Crisóstomo, exilado. Mas os seus esforços não puderam embargar Alarico de pôs a saque Roma em 410. Confirmou as atas de dois concílios realizados na África contra os pelagianos, e deu muitas provas de sabedoria e de ciência nas sua respostas às consultas dos bispos.

ÂNGELA SALAWA, Beata, Santo

Virgem (1881-1922)

Ângela nasceu em Siepraw (Polónia), de pais muito pobres mas cristãos exemplares a 9 de Setembro de 1881. Aos 16 anos foi para Cracóvia como empregada domestica. Inscreveu-se na associação de santa Zita. Fiel às moções do Espírito Santo e aos conselhos dos diretores espirituais, progrediu rapidamente nos caminhos da santidade.

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”



  • Tero1 - Cpia
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
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  • António Fonseca
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    Nº 1587-7 - REZAR NA QUARESMA - 4ª SEMANA - 3º FEIRA -12 de Março de 2013

    1587-7

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    12 de MARÇO de 2013

    4ª SEMANA DA QUARESMA

    (3ª Feira)

    João 5, 1-3a.5-16

    Queres ser curado?

    ****************

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    Jesus pergunta ao paralítico se quer ser curado.

    Pode parecer uma pergunta idiota…

    Quem é que, estando doente, não quer ficar são?

    Muitas vezes, nós.

    Habituámos-nos a ter o coração paralítico e temos medo à mudança.

    Preferimos arrastar a vida na mediocridade de sempre a encontrar este Jesus que nos põe de pé e convida à renovação.

     

    »»»»»»»»»»

    Vem, Senhor Jesus ao meu encontro!

    Preciso de ouvir a Tua voz

    que me oferece cura, vida nova, perdão.

    Vem abraçar-me com o teu amor.

    Vem soltar-me do pecado

    que me paralisa.

     

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    NOTA:

    Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

    A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

    Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

    Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

    à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

    Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

    • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
    • Uma frase bíblica em destaque;
    • Uma imagem para te ajudar a pensar;
    • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
    • Uma proposta de oração.

    Não tenhas medo desta aventura da fé

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    Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

    Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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    António Fonseca

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