sábado, 2 de novembro de 2013

Mensagem Temporária Utilizada para Detecção do Tema (72ecaeb3-dd70-4ae2-bc12-00a90f16ff17 - 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)

É uma mensagem temporária que não foi eliminada. Elimine-a manualmente. (33e9959e-1527-45ad-8e72-ff53ec0f119b - 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)

Nº 1801-4 - IN MEMORIAM DO Pde MÁRIO SALGUEIRINHO - 2 de Novembro de 2013

 
Nº 1801-4
(Post para publicação em 2 de Novembro de 2013 – 10,30 h).
(Pde Mário Salgueirinho Barbosa)
O Padre Mário Salgueirinho foi para todos nós um ser humano exemplar, uma pessoa marcante e ficam definitivamente as nossas vidas mais pobres sem o seu carácter, bondade e sabedoria.
Que descanse em paz com as honras do Senhor.
18\06\1927 - 29\10\2011

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Do livro “Caminhos da Felicidade”

 

PAI DOS EXCLUÍDOS

 

Nota-se aí pela imprensa uma onda de hostilidade contra o clero e contra a igreja, noticiando e analisando factos sem critérios de justiça e até de humanidade.

De vez em quando, surge um padre de vida voltada para o social, a imprensa lá vai dedicando algumas linhas.

Esteve há pouco no Porto um padre espanhol, dominicano, que exerce a sua evangelização singular e difícil na cidade de Paris. Chama-se Pedro Meca.

Vale a pena perpassar os olhos pelo itinerário deste padre.

Abandonado pelos pais em criança, foi acolhido por um casal de idosos. Para poderem sobreviver, teve de mendigar com uma senhora pelas ruas.

Foi esta experiência dolorosa que o fez conhecer o sofrimento físico e moral dos que vivem na rua.

Mas Deus mais uma vez escreveu direito por linhas tortas. Esta criança crescei, ingressou num seminário e fez-se sacerdote.

A maior parte da sua vida de 60 anos foi dedicada aos sem abrigo. É por isso que lhe chamam justamente o “pai dos excluídos”.

Fundou em Paris – cidade da luz e onde a miséria das trevas pulula abundantemente – fundou um espaço a que chama La Moquette, onde recebe todas as noites, drogados, desempregados, alcoólicos, mendigos, que normalmente dormem nos arcos das pontes, nos portais, nas sucatas ou nos bancos dos jardins. Gente de todas as idades, que, segundo este sacerdote, precisa mais de uma palavra amiga e de convívio do que de um tecto.

Diz Pedro Meca: «Aprendi muito desta gente que vive na rua, que é portadora duma riqueza escondida. Falando com alguns, constata-se que têm conhecimentos de literatura, de música e da vida, conhecimentos  que nunca tiveram oportunidade de revelar».

O padre Meca tem mais seis «companheiros da noite», que com ele se dedicam à missão de «educadores da rua», com o objectivo de transmitir um pouco de felicidade a quem não tem nenhuma.

Bem-aventurados aqueles que fazem quanto podem para fazer felizes os outros…

 

 
Porto, Dezembro de 1998
Mário Salgueirinho
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Do livro “Dar é receber”
KYRIE – UM BELO POEMA

 

Por vezes encontramos em escritores de quem menos esperávamos mensagens de interpretação e de apelo a uma vivência evangélica através de expressões de solidariedade.

Surgiu-me este poema do poeta já falecido Ary dos Santos, intitulado Kyrie.

Faz-nos bem reflectir nestes tempos de tentação forte para o egoísmo.

Diz assim:

 

Em nome dos que choram, dos que sofrem

Dos que acendem na noite o facho da revolta.

 

Em nome dos que sonham com palavras

De amor e de paz que nunca foram ditas.

Em nome dos que rezam em silêncio,

falam em silêncio,

e estendem em silêncio as mãos aflitas.

 

Em nome dos que pedem em segredo

A esmola que os humilha e destrói,

E devoram as lágrimas e o medo

Quando a fome lhes dói.

 

Em nome dos que dormem ao relento

O sono da miséria, terrível e profunda.

Em nome dos teus filhos que esqueceste.

Filho de Deus que nunca mais nasceste,

Volta outra vez ao mundo!

 

Filho de Deus que nunca mais nasceste…

 

É tal a desigualdade, a injustiça, a violência, o homicídio, o sofrimento, a morte, que o poeta julga imperioso que Jesus volte a nascer.

Filho de Deus, volta outra vez ao mundo! Nasce e percorre o mundo – este planeta lamacento de miséria, e proclama os caminhos da Verdade, da Justiça e de Amor Fraterno.

Kyrie eleison! Senhor, tende piedade de nós!

 

Porto, Dezembro/2003
Mário Salgueirinho
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
A publicar em:
2-Novembro-2013 - 10,45 horas
António Fonseca

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Vitória da Europa contra Reconhecimento do “Direito ao Aborto” - 31 de Outubro de 2013


Caros Amigos:

Ao ler hoje a VOZ PORTUCALENSE, deparei com a notícia que abaixo transcrevo, que me deu muita alegria, e que é a seguinte:
Na rubrica SEMANA A SEMANA que o referido Jornal Diocesano publica e subintitulada “IMPEROU E GANHOU A EUROPA DOS DIREITOS HUMANOS”, escreve-se:

A Federação Portuguesa pela Vida elogia Parlamento Europeu por ter rejeitado a votação de resolução sobre “direitos sexuais e reprodutivos”. O Parlamento Europeu, na semana passada, rejeitou uma proposta apresentada pela eurodeputada EDITE ESTRELA, do Partido Socialista, cujo objectivo era o “reconhecimento de um suposto «Direito ao aborto».
Em comunicado a Federação Portuguesa pelo Direito à Vida afirma:
“É com alegria e regozijo que a Federação Portuguesa pela Vida vê a decisão tomada, considerando-a auspiciosa para o sucesso da Iniciativa Europeia “One of Us” que visa defender a Vida Humana e as Liberdades Fundamentais e inalienáveis de todos os cidadãos europeus”.
Alguns canais de televisão deram conta da indignação da eurodeputada portuguesa que se manifestou contra o que que considerou uma aliança entre a direita e estrema direita que impediu a votação da sua proposta.
Segundo a Federação Portuguesa pelo Direito à Vida, a “proposta radical da deputada portuguesa pretendia ainda a restrição do direito à objecção de consciência” pelos profissionais de saúde, o acesso “à reprodução artificial por mulheres solteiras e lésbicas” e uma educação sexual das crianças “livre de tabus”, que desse uma imagem “positiva” dos homossexuais e transexuais”.
Recorde-se, que na votação, o Parlamento Europeu devolveu à Comissão de Igualdade dos Direitos da Mulher a resolução da eurodeputada socialista, na qual se propunha a prestação de “serviços de aborto de ‘alta qualidade’ por todos os sistemas nacionais de saúde dos Estados membros, bem como o financiamento público das organizações que prestam tais serviços”.
A Federação Portuguesa pela Vida entende que “imperou e ganhou a Europa dos Direitos Humanos” porque se esta proposta tivesse sido aprovada seria “mais uma violência sobre as mulheres e uma afronta às liberdades individuais tuteladas nos direitos civilizados”.
Refere ainda que o relatório da eurodeputada portuguesa sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres incluiu uma opinião contrária, na qual se afirma que “a proposta de resolução viola o Tratado da União Europeia e não deve ser usado para introduzir o direito ao aborto”.
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Confesso que fiquei surpreendido e agradado, pela notícia que acabo de transcrever (pois talvez por não ler jornais ultimamente – a não ser a Voz Portucalense) desconhecia a petição apresentada pela “ilustre representante” do Partido Socialista, Edite Estrela. Mas, de facto, isso só veio confirmar a ideia que eu já tinha sobre ela (e pelo seu Partido) que me escuso de referir aqui, por desnecessário… (e também porque sou católico e não guardo nenhum ódio a quem quer que seja, por pensarem e agirem precisamente ao contrário de mim) e não me admira que tenha ficado “indignada” com a decisão do Parlamento Europeu sobre este tema.
Adiante!!!.
Os melhores cumprimentos a todos.
Com a graça de Deus Todo-Poderoso que criou os Céus e a Terra e todas as coisas visíveis e invisíveis. (…)  Ámen!

ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

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