sexta-feira, 16 de março de 2018

Nº 3414 - SÉRIE DE 2018 - (075) - SANTOS DE CADA DIA - 16 DE MARÇO DE 2018 - 11º ANO

Caros amigos:


Com a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo
Ámen.






 Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso



B O M   A N O   DE   2 0 1 8 






Foto actual do autor
26-Agosto-2016




Nº  3 4 1 4
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Série - 2018 - (nº 0 7 5)
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16 de MARÇO de 2018
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SANTOS DE CADA DIA
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11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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Eusébia, Santa

      

Na região de Artois, na Nêustria, França, Santa EUSÉBIA abadessa de Hamay-sur-la-Scarpe que, depois da morte do pai, se consagrou com sua santa mãe RICTRUDES à vida monástica e, ainda adolescente, foi eleita abadessa para suceder à avó Santa GERTRUDES. (680)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Filha de Santo ADALBERTO e de Santa RICTRUDES, EUSÉBIA teve como madrinha a rainha NATILDE que lhe deu as terras de Verny, perto de Soissons, França. Aos oito anos perdeu o pai e no ano seguinte acompanhou a mãe RICTRUDES para a sua fundação de Marchiennes. GERTRUDES, sua avó, que governava a abadia de Hamage, quis ter EUSÉBIA junto de si; esta contava apenas doze anos, quando foi eleita para suceder à avó. RICTRUDES que tinham elevado a abadessa em Marchiennes, achava que a filha era demasiado jovem para governar uma abadia; e deu-lhe ordem de que viesse formar-se sob a sua própria direcção. Mas como EUSÉBIA não queria, foi precisa uma ordem régia do soberano Clóvis II para a obrigar a vir. Veio realmente para Marchiennes, mas com toda a sua comunidade; para lá trouxe mesmo o corpo de Santa GERTRUDES e as outras relíquias da sua Igreja.
Apesar de tudo, EUSÉBIA conservava grande atractivo pela sua casa de Hamage: ia lá às escondidas durante a noite e lá rezava om ofício divino com a sua assistente. Mas RICTRUDES deu conta e dirigiu à filha repreensões severas. EUSÉBIA ficou ressentida no coração, tanto que RICTRUDES, depois de ouvir os pareceres de bispos e abades, permitiu a EUSÉBIA regressar a Hamage com sua comunidade. A jovem abadessa, depois de receber a benção da mãe, voltou de facto à sua antiga residência, restabeleceu nela a ordem e a observância religiosa, como se praticavam quando a sua avó governava. Conquistou o respeito e o afecto das companheiras, pela doçura do governo, a afabilidade das maneiras e a regularidade perfeita do seu comportamento: viam-na reservar para si os ofícios mais humildes e mais custosos; tais exemplos incutiram coragem nas mais tíbias.
Embora jovem, teve o pressentimento do seu fim próximo. Avisou as irmãs e estas sentiram profundo desgosto: mas ela própria, inteiramente submetida à vontade de Deus, esperou, cheia de clama e confiança, pela hora última, dirigiu piedosas recomendações às suas religiosas e morreu a 16 de Março de 680 (autores há que atribuem esta morte à data de 660aos vinte e três anos; mas outros, a dez anos mais cedo).


Heriberto de Colónia, Santo




Em Colónia, Alemanha, Santo HERIBERTO bispo que, sendo chanceler do imperador Otão III, foi eleito contra a sua vontade para a sede episcopal, onde iluminou infatigavelmente o clero e o povo com o exemplo das suas virtudes, às quais exortava também com a sua pregação. (1021)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


 Como chanceler do imperador Otão III, HERIBERTO gozava de confiança ilimitada do soberano. Quando, em 998, vagou a sé episcopal de Colónia, os votos dos eleitores convergiram no nome de HERIBERTO. Com a aprovação do imperador , foi elevado à dignidade de Bispo de Colónia e nesta qualidade revelou uma santidade nada comum. Cultivou principalmente a humildade, a caridade e a penitência. O sucessor de Otão, ao principio pouco afecto ao Prelado, tratou-o com dureza. vendo, porém, que HERIBERTO era um Bispo segundo o coração de Deus, acabou por o admirar.
Grande dedicação votava o Bispo aos pobres e doentes. Certa vez faltou a chuva por muitos meses e houve grande calamidade. HERIBERTO ordenou um jejum de três dias e ao terceiro dia fe-se uma grande procissão de penitência. Não veio a chuva, a que HERIBERTO deu a seguinte explicação: «Ao vosso Bispo cabe a culpa, São os seus pecados que impedem a Deus de usar misericórdia». Mas, na mesma hora, escureceu-se o céu de espessas nuvens e veio chuva abundantíssima.
HERIBERTO morreu no ano de 1021, numa das viagens de visita pastoral.






Abraão (Solitário), Santo



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


A dar crédito às Actas de ABRAÃO, a existência deste santo eremita foi muito acidentada. Nascido junto de Edessa, na Mesopotâmia, de família abastada, prometeram-no em casamento, ainda novíssimo, a uma jovem muito rica. E, a seguir, obrigaram-no a casar-se com ela. As bodas duraram sete dias mas, à última hora, ABRAÃO fugiu e foi esconder-se numa grande cabana, cujas entradas tapou, deixando apenas um postigo por onde lhe passavam a comida. Verificando que não podiam contar com ele, os parentes da esposa deixaram-no levar em paz a vida de oração e penitência para que era chamado.
Dez anos depois, o bispo de Edessa tirou-o do retiro à força e, depois de o ordenar sacerdote, mandou-o evangelizar numa aldeia pagã chamada Beth-Kiduna, onde até então nenhum missionário conseguira fazer conversões. ABRAÃO construiu lá uma igreja e destruiu todos os ídolos encontrados. Este zelo acarretou-lhe toda a espécie de maus tratos; suportou-os com paciência e, à força de perseverança e bons exemplos, acabou por converter e baptizar todos os habitantes de Beth-Kiduna. prolongou ainda a sua estadia entre eles durante um ano, a fim de os fortificar na fé: e, a seguir, depois de pedir a Deus lhes mandasse outro pastor melhor do que ele, deixou-os sem se despedir e voltou para o seu retiro.
Entaipou outra vez a cela, que esperava não deixar de novo. As circunstâncias obrigaram-no , porém, a sair outra vez, a fim de acudir a uma sobrinha chamada Maria, que levou vida de pecado numa cidade a dois dias de jornada. Disfarçado em soldado, conseguiu cear com  ela, lançou-lhe em rosto a vergonha da sua vida e teve o gosto de a persuadir eficazmente a voltar ao bom caminho. MARIA retirou-se para um deserto onde expiou as suas faltas e elevou-se até à santidade.
ABRAÃO sobreviveu à conversão da sobrinha. Julga-se que morreu septuagenário, em meados do século IV. Toda a cidade de Edessa tomou parte no funeral, e consideram-se felizes os que puderam obter um bocado do seu cilício.





HILÁRIO e TACIANO, Santos



Em Aquileia, na Venécia, hoje no Friúli, Itália, os santos HILÁRIO e TICIANO mártires. (data incerta)



PAPAS, Santo

Em Selêucia, na Pérsia, hoje no Iraque, São PAPAS oriundo da LIcaónia que, pela fé em Cristo depois de muitos tormentos consumou a sua vida terrena com o martírio. (séc. IV)

JULIÃO, Santo



Em Anazarbo, na Cilícia, hoje Turquia, São JULIÃO mártir que sob o governo do prefeito Marciano depois de longamente torturado, foi encerrado num saco com serpentes e lançado ao mar. (séc. IV)


JOÃO SORDI ou CACCIAFRONTE, Beato



Em Vicenza, na Venécia, hoje no Véneto, Itália, o Beato JOÃO SÓRDI ou CACCIAFRONTE bispo e mártir que, sendo abade foi condenado ao exílio por causa da sua fidelidade ao papa: eleito depois bispo de Mântua e transferido finalmente para a sede episcopal de Vicenza, morreu pela liberdade da Igreja, trespassado à espada por um sicário. (1181)

JOÃO AMIAS e ROBERTO DALBY, Santos

    

Em York, Inglaterra, os beatos JOÃO AMIAS e ROBERTO DALBY presbíteros e mártires, que no reinado de Isabel I condenados à morte por causa do sacerdócio se dirigiram com alegria para o suplício da forca. (1589)


JOÃO DE BREBÉUF, Santo


Em Na região dos Hurões no Canadá a paixão de São JOÃO BREBÉUF presbitero da Companhia de jesus e mártir, que, enviado de França para as missões entre os Hurões depois de muitos trabalhos missionários e tribulações, foi crudelissimamente torturado pelos pagãos do lugar e morreu heroicamente por Cristo. A sua memória celebra-se no dia 11 de Outubro juntamente com  a dos seus companheiros. (1649)


...e AINDA  ...

AGAPITO DE RAVENA, Santo

Decimo dei vescovi ravennati, il Martirologio Romano ne celebra la memoria il 16 marzo. Visse tra la fine del III sec. e la prima metà del IV, ed è senza fondamento la notizia della sua partecipazione al concilio di Roma del 340, indetto dal papa Giulio I. La breve e generica biografia del Liber Pontificalis di Agnello ravennate non fa che rifarsi a motivi suggeriti dall'etimologia del nome, ma ne ignora il giorno obituale. Fino al sec. X rimase sepolto nell'area cimiteriale adiacente alla Basilica Probi di Classe; nel 963 l'arcivescovo Pietro IV ne riesumò le reliqui e le trasferì nell'Anastasi urbana. Ma il suo culto comincia ad affermarsi solo verso il sec. XI, quando viene estesa a tutti i primi dodici vescovi ravennati la leggenda dell'elezione miracolosa attraverso la discesa di una colomba sul capo del candidato, leggenda originariamente propria solo per s. Severo Fu l'arcivescovo Filippo Fòntana (1250-1270) che soprattutto diffuse e curò il culto dei cosiddetti «Vescovi Colombini».


ALLO ou ALONE de Bobbio, Santo


Unico santo con questo nome, Allo fa parte del numeroso stuolo di 26 santi, sepolti nella chiesa inferiore della Basilica abbaziale di Bobbio, accanto al sarcofago che contiene le reliquie del grande santo irlandese Colombano (Leinster, 540 ca. - Bobbio, 615), fondatore dell’abbazia benedettina.
Le reliquie poste come “virgulti verdeggianti intorno alla pianta madre”, furono sistemate in un’urna lignea chiusa da cristalli, dal vescovo di Bobbio Mondani e dall’abate Antonio da Pavia nel 1482-83, dopo averle tolte dal luogo umido e sotterraneo dove giacevano da otto secoli. 
Nel 1910 fu effettuata la ricognizione canonica dal vescovo Marelli, che le collocò nel nuovo altare marmoreo, donato dai pellegrini irlandesi a Bobbio, guidati dal cardinale primate M. Logue. 
I 26 santi, fra cui il monaco Allo, furono militanti sotto la regola di san Colombano e vissero o erano provenienti dalla celebre Abbazia di Bobbio (un tempo facente parte della Liguria, oggi in provincia di Piacenza), fondata nel 614 e che fu faro di cultura nel Medioevo; da quella fiorentissima comunità monastica, provenne papa Silvestro II, l’abate Gerberto.
I santi sono così suddivisi: 4 abati, Colombano, Attala, Bertulfo, Bobuleno; 19 monaci, Agibodo, Teodebaldo, Walcario, Allo, Teoperto, Rattaldo, Cumberto, Suniberto, Andrea, Leone, Giovanni, Pietro, Bladulfo, Maroneo, Bandacario, Leopardo, Tumprando, Cumiano e Romano; 3 vergini, Petronilla, Suniverga e Rotrada.
A parte i più noti, come il fondatore e gli abati, di Allo e degli altri monaci si sa poco, ma delle loro virtù, fa fede il culto ininterrotto conservato dai monaci, che ne celebrarono la festa prima il 31 agosto poi il 16 marzo, fino alla soppressione napoleonica dell’abbazia nel 1795.
Nel ‘Proprio’ della diocesi di Bobbio, la celebrazione è rimasta comunque al 16 marzo.




BENEDITA DE ASSIS, Beata


Entrata fra le Clarisse di Assisi nel 1214, successe a s. Chiara nel governo del monastero di S. Damiano, rimanendo in quell'ufficio fino al 1260. Quasi sicuramente è la stessa che troviamo badessa nel 1227 a Siena e dal 1240 al 1248 a Vallegloria presso Spello.
Fu presente al processo di canonizzazione di s. Chiara nel novembre del 1253, in cui però non depose, forse per essere stata molto tempo assente da Assisi. A lei frate Leone e frate Angelo, dopo la morte di Chiara, affidarono il breviario usato da s. Francesco. Assisté all'inizio della costruzione della basilica di S. Chiara (1257), al trasferimento delle Clarisse da S. Damiano ai locali annessi alla vecchia chiesa di S. Giorgio e forse anche al trasferimento del corpo di s. Chiara dalla chiesa: di S. Giorgio alla nuova basilica, se si accetta, con i Bollandisti, come data della morte il 19 ottobre anziché il 16 marzo 1260. Il Martirologio Francescano afferma che la sua vita splendette per singolare prudenza e per grande fama di virtù e miracoli. Fu sepolta nella chiesa di S. Giorgio. Nel 1602 il vescovo di Assisi, Crescenzi, fece riporre le sue reliquie con quelle della beata Amata e di s. Agnese nella cappella dedicata a quest'ultima nella basilica di S. Chiara. In essa si venera, sopra l'altare maggiore, una grande croce sagomata, con ai lati dipinte s. Chiara e la beata Benedetta, e con la seguente leggenda in caratteri gotici: "Domina Benedicta post Sanctam Claram prima Abbatissa me fecit fieri" ('Donna Benedetta, prima badessa dopo santa Chiara, mi fece dipingere').




DAMIÃO DE TERRACINA, Santo

La storia dei due Santi Valentino e Damiano è narrata negli "Atti della Vita e del Martirio di S. Valentino Vescovo e S. Damiano Diacono". Dagli Atti si apprende che il Santo nacque a Terracina durante l'impero di Costantino il Grande. I genitori, di nobili origini, impressero nei figli un'impronta cristiana che maggiormente si manifestò in Valentino, tanto che il Vescovo della città, pensò di ordinarlo sacerdote in giovane età. Valentino si dedicò anima e corpo alla Chiesa e morto il Vescovo fu eletto all’episcopato della sua città. Iniziò subito a mostrare le sue virtù di castità, umiltà e carità; sovvenendo si bisogni dei poveri, dei malati aiutando tutti coloro che si rivolgevano a lui. Alla morte di Costantino iniziarono le persecuzioni dei Cristiani e dopo essere stato arrestato e liberato, il Vescovo Valentino iniziò il suo pellegrinaggio che lo portò, come guidato dalla volontà di Dio, alla città a cui avrebbe successivamente dato il nome. Qui Egli convertì e battezzò la popolazione del posto ed edificò nuove chiese e ordinò nuovi sacerdoti. Ma nelle città vicine vi erano molti sacerdoti pagani che vedendo tali opere, indussero la maggior parte della popolazione contro San Valentino e il suo discepolo San Damiano, fino al punto da farli catturare, trasportare in un bosco vicino e farli decapitare. Qui furono sepolti dai fedeli cristiani e rimasero senza culto fino al periodo dei Normanni quando, tra il 1075 e il 1078, il re Trogisio dopo aver rinvenuto le spoglie dei Martiri, le fece portare nell'Oratorio situato in Castel di Pietra (antico nome di San Valentino) dove iniziarono a mostrarsi innumerevoli prodigi. Fu molto probabilmente proprio in questo periodo che Castel di Pietra cambiò nome per diventare San Valentino. Oggi i loro corpi riposano nella parrocchiale dei Ss. Valentino e Damiano situata sull'alto della gradinata e progettata dall'architetto Luigi Vanvitelli.

Il capitolo terzo degli "Atti" che riguarda appunto S. Damiano: "Assunta la cura del gregge di Gesù Cristo, il Vescovo Valentino, incominciò a mostrar chiaramente il progresso ch'egli faceva d'una in altra virtù: sovveniva ai bisogni delle vedove; stendeva la mano agli orfani; provvedeva alle necessità dè poverelli: e tutto ciò che aver poteva loro volentieri il distribuiva. Eravi intanto in Terracina una certa vedova per nome Procla con un figliuolo unico chiamato Damiano, che mancando di ogni alimento per se e pel figliuolo, si accostò un giorno ai piedi del buon Pastor Valentino, pregandolo che soccorresse alla sua miseria, e le desse tanto da poter con la prole sua campar la vita. Commosso il pietosissimo Padre alle preci della povera donna, prese fra le sue braccia l'infante di lei, e strettoselo al seno e baciatolo, se lo adottò per figlio alla presenza di tutti i circostanti e donò alla donna cinquanta monete d'oro, perché provvedesse con quelle ai suoi futuri bisogni e così la rimandò tutta giuliva alla propria casa e ritenne con sé il fanciullo. Il Santo Prelato l'incominciò a nutrire con diligenza grandissima e ad istruir premurosamente nel servizio di Dio. Lo imbevve della Dottrina della Chiesa secondo il costume e il rito de' Santi Padri, e quando quello toccò l'età adulta, il promosse al grado di Diacono; e Damiano restò sempre perseverante nella dottrina del maestro."

ERIBERTO DE NAMUR, Beato


Nel sec. XVII il suo corpo riposava in un oratorio dedicato alla Vergine presso Bois-Villiers, nel contado di Namur (Belgio), retto da un sacerdote dell'Ordine Cistercense. Il gesuita Egidio du Monin, desideroso di avere qualche notizia sul beato, si recò sul posto, dove interrogò il religioso ed esaminò documenti che noi chiameremmo d'archivio. Da una tabula manoscritta, appesa a una parete della chiesetta, apprese così che Eriberto era stato ai suoi tempi celebre per l'austerità della vita e la santità dei costumi e che "in ea solitudine vitam eremiticam duxit, ibidemque beato fine quievit". L'indagatore non riuscì a sapere niente altro poiché "res gestae temporum diuturnitate vel hominum incuria perierunt".
Nei martirologi Eriberto è ricordato il 16 marzo, giorno in cui cade la festa del suo omonimo vescovo di Colonia, con cui a torto è stato spesso. confuso. Egli non ha Ufficio proprio, né commemorazione liturgica. Nella cattedrale di S. Albano di Namur si venerano alcune reliquie di un s. Eriberto, ma è impossibile stabilire di quale dei due si tratti. In forza di indizi, che qui non è il caso di enumerare, alcuni studiosi asseriscono non improbabili coniectura che Eriberto vivesse all'inizio del sec. XIII.


FERDINANDO DE VALDES, Beato



Vescovo di Lugo (Spagna), il Beato Ferdinando Valdes, fu anche predicatore del Re di Castiglia. Onorò l’Ordine della Mercede poiché visse santamente testimoniando la fede cristiana con fede e sacrificio. Morì nel monastero di Santa Caterina in Toledo e qui fu sepolto, il suo corpo dopo tre secoli fu trovato integro.
L’Ordine lo festeggia il 16 marzo



SERPIONE, Santo


San Serapione fu Arcivescovo di Novgorod ortodosso russo. E' festeggiato al 16 marzo.

TORELO  DE POPPI, Beato


Secondo l’antica “Vita” anonima, il beato Torello nacque a Poppi (in Toscana) nel 1202 da genitori pii e devoti che lo educarono nel timor di Dio. 
In gioventù Torello passò anni nell’inquietitudine. Verso i vent’anni però, quasi improvvisamente, egli decise di cambiar vita. Per questo motivo si recò dall’abate di S. Fedele, monastero vallombrosano situato nella cittadina di Poppi, per confessarsi e per esternagli la sua volontà di ritirarsi come eremita ad Avellaneto, ad un miglio da Poppi. 
Ad Avellaneto, per circa sessant’anni, Torello condusse una austera vita di contemplazione. Molti miracoli in quel periodo si attribuirono a Torello, celebri sono quelli che riguardano i lupi.
Quando Torello si sentì prossimo alla morte, egli tornò dall’abate di San Fedele per aiuto spirituale e per esternargli il desiderio di essere sepolto nella chiesa del monastero. 
Ritornato nel suo eremo, in compagnia del suo discepolo Pietro, il 16 marzo 1282, Torello, ormai ottantenne, morì. 
La sua morte fu annunciata agli abitanti di Poppi e del Casentino con il suono delle campane.
Dopo la morte, però, ecco i monaci vallombrosani e vari gruppi di fedeli contendersi il corpo di Torello per la sepoltura: ciascuno voleva seppellirlo nella propria chiesa. La spuntarono i vallombrosani, che così poterono seppellire il beato Torello nella loro chiesa di Poppi.
Verso la fine del XV secolo, una nuova controversia dovette sorgere sul beato estinto. Quella volta, il beato Torello fu oggetto di contesa tra i vallombrosani e i francescani. Ognuno di questi due ordini sosteneva che Torello era appartenuto al proprio ordine. 
La pretesa dei vallombrosani si basava sui rapporti, indiscussi, tra Torello e l’abate di S. Fedele; quella dei francescani si basava solo sul fatto che Torello in vita aveva portato un (solo) abito simile al loro e aveva condotto un genere di vita simile ai (primi) francescani.
Sembra, però, che Torello non fosse appartenuto a nessuno di questi due istituti religiosi, sebbene, come già detto, fu vicino ai vallombrosiani della città di Poppi. 
Il culto al beato Torello è stato confermato da papa Benedetto XIV. Il Martirologio francescano ricorda il beato il 16 marzo. Nello stesso giorno il beato è festeggiato nelle diocesi di Forlì e di Arezzo, nonché nella congregazione Vallombrosana.
Tra le fonti per la biografia del beato vanno ricordate la “Vita” anonima, edita negli Acta Sanctorum di Parigi del 1865, l’epitome di Gerolamo da Raggiuolo e una Vita, scritta in volgare nel XIV secolo, attribuita al discepolo Pietro. In alcuni testi, Torello viene indicato col titolo di santo così come da molti è stato venerato.





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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto




Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




 Porto  - Praça da Liberdade e Estação de São Bento, etc. ...


Blogue: 

 SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

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MARTIROLÓGIO ROMANO
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 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
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 Porto  - Vista da Ribeira de Gaia


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ANTÓNIO FONSECA

quinta-feira, 15 de março de 2018

DOM MANUEL LINDA - Novo Bispo do Porto - 15 de Março de 2018

D. Manuel Linda é o novo bispo do Porto

15 mar, 2018 - 11:00 • Filipe d'Avillez
D. Manuel Linda começou por ser bispo auxiliar de Braga, mas em 2013 assumiu o cargo de bispo das Forças Armadas. Agora foi chamado a preencher o vazio deixado pela morte inesperada de D. António Francisco dos Santos, no Porto.
O bispo das Forças Armadas, D. Manuel Linda, foi nomeado esta quinta-feira bispo do Porto pelo Papa Francisco, preenchendo assim um vazio que existia desde a morte inesperada de António Francisco dos Santos, em setembro de 2017.
O novo bispo do Porto tem 61 anos, completando 62 em abril.
Nascido em São Pedro de Paus, concelho de Resende, a 15 de abril de 1956, Manuel da Silva Rodrigues Linda frequentou o seminário em Lamego e foi ordenado padre a 10 de junho de 1981.
Enquanto sacerdote, desempenhou vários missões como pároco e também cargos administrativos, tendo sido reitor do seminário de Vila Real e promotor de Justiça e Defensor do Vínculo no Tribunal Eclesiástico da mesma diocese.
D. Manuel Linda tem licenciaturas em Humanidades, pela Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa, e em Teologia, pela Faculdade de Teologia do Porto da mesma universidade. Prosseguiu estudos em Roma e em Espanha, tendo obtido o doutoramento na Universidad Pontificia Comillas, em Madrid.
Bento XVI nomeou-o bispo auxiliar de Braga em 2009 e, em 2013, sucedeu a D. Januário Torgal Ferreira como bispo das Forças Armadas e de Segurança.
Atualmente, D. Manuel Linda é o presidente da Comissão Episcopal das Missões e Nova Evangelização.


Transcrição da notícia editada pela Rádio Renascença



ANTÓNIO FONSECA

Nº 3413 - SÉRIE DE 2018 - (074) - SANTOS DE CADA DIA - 15 DE MARÇO DE 2018 - 11º ANO

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B O M   A N O   DE   2 0 1 8 






Foto actual do autor
26-Agosto-2016




Nº  3 4 1 3
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Série - 2018 - (nº 0 7 4)
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15 de MARÇO de 2018
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SANTOS DE CADA DIA
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11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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RAIMUNDO DE CALATRAVA, Santo

      

Em Quedlinburg, na Saxónia, Alemanha, Santa MATILDE esposa fidelíssima do rei Henrique, a qual, insigne pela sua humildade e paciência, se dedicou generosamente à assistência aos pobres e à fundação de hospitais e mosteiros. (968)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

 Filha do conde de Thierry, grande da Saxónia, foi educada pela avó que se fizera religiosa e veio a ser abadessa. Desde os anos juvenis sobressaiu na piedade, na caridade com os pobres e doentes e no desprezo das vaidades.
Veio a casar-se com Henrique, o Passarinheiro, rei da Germânia (919-936). Viveram 20 anos juntos e amando-se internamente. Ele compreendia e ajudava a caridade da mulher para com os pobres. Tanto se recordava ela desse amor que, vivendo os últimos 5 anos como religiosa no mosteiro de Northaunsen, na Turíngia, quis morrer onde fora sepultado o marido 32 anos antes.
Na verdade, com a  morte deste tinham começado as suas grandes tribulações. sentia um fraquinho, talvez não de todo infundado, pelo segundo filho, Henrique como o pai, a quem desejava sucedesse. Não lho levou a bem o primogénito, Otão. Este é que tomou a coroa real e com o tempo veio a ser imperador da Alemanha e ainda rei da Itália, tornando-se o primeiro soberano (962-973) do sacro-Império romano-germânico. Henrique teve de contentar-se com o ducado da Baviera.
Os dois irmãos, o protegido e o desprotegido, vieram porém a entender-se quanto à mãe; o resultado foi despojá-la do dote que possuía. Além disso, aprisionaram-na num convento de Vestefália. Ela recebeu porém notáveis graças nesse retiro. A príncipes e bispos, que diante dela a lastimavam, contentava-se com responder serenamente: "Eles são para mim instrumentos da vontade divina. Deus seja bendito e os abençoe".
De novo se entenderam os dois príncipes: em restituir a liberdade e os bens à mãe. Esta veio a construir hospitais, igrejas e mosteiros, em particular o de Polden, onde viveram cerca de 3 000 (!) monges e o de Northausen, já mencionado.
esposa dum frei, mãe dum imperador e dum duque, e avó (por sua filha) Hedviges) de HUGO CAPETO, primeiro rei de França, quis morrer deitada num tecido áspero, usado como penitência, chamado cilício, e tendo a cabeça coberta de cinza, simbolo do desprezo de todas as vaidades. Expirou a 14 de Março de 968.


Clemente Maria Hofbauer, Santo




Em Viena, Áustria, São CLEMENTE MARIA HOFBAUER presbitero da Congregação do Santíssimo redentor que trabalhou admiravelmente na propagação da fé em terras longínquas e na reforma da disciplina eclesiástica e, pelos seus dons excepcionais  de talento e virtudes, persuadiu muitas pessoas insignes nas ciências e nas artes a aderirem à Igreja. 1820)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


 Filho duma família pobre da Morávia, na Checoslováquia, fopi sucessivamente aprendiz de padeiro, encarregado do refeitório no convento premnionstratense de Bruck, eremita perto de Mulfrauen, outra vez padeiro e outra vez eremita. Depois de completar os estudos na Universidade de Viena, partiu para Roma em 1784, fesz-se redentiorista com 33 anos e foi ordenado sacerdote em 1786. Tornou-se quaee imediatamente célebre. Em Varsóvia,. Pol´+onia, onde passoun uns 20 anos, organizou na Igreja  da sua congregação uma espécie de missão perpétua; como era lá que se ouviam os melhores oradiores (ele era um desses) e a melhor m+usica, vinha gente de toda a parte; foram njumerosas as conversoes.



Luísa de Marillac, Santa

      

Em Paris, França, Santa LUÍSA DE MARILLAC viúva que orientou com o seu exemplo o Instituto das Filhas da Caridade na assistência aos indigentes, dando realização perfeita à obra delineada por São VICENTE DE PAULO. (1660)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

No dia de Pentecostes de 1623, na Missa solene, a Senhora LE GRAS, em solteira LUÍSA DE MARILLAC, ouviu uma voz interior a certificá-la de que depressa encontraria um bom director. Encontrou, de facto, no ano seguinte, São VICENTE DE PAULO que triunfou onde todos os outros, incluindo São FRANCISCO DE SALES, tinham errado; com efeito, São VICENTE DE PAULO conseguiu libertá-la de todos os escrúpulos, obsessões, dúvidas sobre a fé e outras ideias fixas que a tornavam infeliz.
Filha de Luís de Marillac, senhor de Ferrières, casara dez anos antes com António Le Gras, que era tido como fadado para uma brilhante carreira, mas, de facto, arrastava uma doença de que morreria, doze anos depois do casamento. LUÍSA cuidou dele com a maior atenção, ao mesmo tempo que educava o filho único dos dois. Ela tinha 34 anos quando enviuvou.
Desde esse tempo reuniu-a VICENTE DE PAULO aos seus trabalhadores. Quem curara essa alma, descobriu nela riquezas imensas. Utilizou-as no serviço dos que eram seus preferidos e vieram a tornar-se também os dela; os enjeitados, os anormais, os desequilibrados, os velhos e os doentes abandonados. Colaboraram os dois durante 35 anos. Juntos fundaram a congregação das Irmãs da Caridade (1633) que deviam ter, dizia VICENTE "por mosteiro uma casa de doentes, por clausura a obediência, por grade o temor de Deus, por claustro as ruas da cidade ou as salas dos hospitais". LUÍSA que lhes escrevera as regras, dirigiu as Irmãs até ao fim. Faleceu a 15 de março de 1660 com sessenta e nove anos.







LUCRÉCIA, Santa





Em Córdova, Andaluzia, Espanha, Santa LUCRÉCIA ou LEOCRÍCIA virgem e mártir,. descendente de família m,oura, que aderiu secretamente à fé de Cristo e, tendo sido presa com Santo EULÓGIO quatro dias depois do martírio deste santo foi degolada e emigrou para a glória eterna. (859)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O,. de Braga:

Nasceu em Córdova, de pais maometanos, mas um parente educou-a na religião católica. LUCRÉCIA, chegando à juventude, manifestou aos pais a sua qualidade de cristã. Depois de estes se valerem de meios suaves, recorreram à perseguição. LUCRÉCIA, porém, a fim de subtrair-se a novos perigos, refugiou-se junto do Bispo EULÓGIO. Acolhedor e acolhida foram ambos presos, vieram a ser justiçados em 859 e as relíquias dos dois veneram-se na cidade de Oviedo, nas Astúrias.


PLÁCIDO RICCARDI, O. S. B., Beato

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O,. de Braga:

A v ida deste Servo de Deus pode resumir-se em poucas palavras. Foi um homem que se santificou, cumprindo fielmente a Regra de São Bento. De facto, o jovem TOMÁS RICCARDI que viera ao mundo em Trevi - Itália a 24 de Junho de 1844, ingressou nos beneditinos a 12 de Novembro de 1866, contando 22 anos de idade. Tomou estas decisão depois dos estudos de filosofia no colégio Angélico dos Padres Dominicanos em Roma. Numa peregrinação que fez ao santuário de Nossa Senhora do Loreto, sentiu o primeiro chamamento à vida consagrada. A fim de se certificar ser essa a vontade divina, submeteu-se aos exercícios espirituais segundo o método inaciano. neles optou pela Ordem, dos Beneditinos por ser mais conforme à sua inclinação para a soledade.
Como era costume, ao ingressar na vida religiosa, trocou o nome de Baptismo pelo de PLÁCIDO. Significava esse gesto o novo género de vida que o candidato abraçava. Terminado o noviciado, fez os votos simples e, a 10 de Março de 1871, a profissão solene. No sábado, dia 25 desse mês, recebeu a ordem sacerdotal.
Nos treze anos que ficou no convento de São Paulo, entregou-se à oração contínua e à mortificação voluntária . De 1884 a 1894 foi Vigário Abacial de São paulo e confessor ordinário das religiosas beneditinas do mosteiro de Ameria, na Úmbria.
Mais pelo seu exemplo que por grandes exortações, conseguiu que as religiosas se afervorassem n o serviço do Senhor. De lá foi chamado para desempenhar as funções de Mestre de Noviços no convento de São Paulo em Roma. Depois esteve 17 anos à frente da antigamente famosa basilica de Nossa Senhora de Farfa, cujo culto tinha deca´+ido de tal forma que o muionumento deterioradop se encontrava quase deserto. Logrou com o seu zelo e o espírito de sacfrificio restaurar o btemplo e a piedade daquekle povo rurícola, ensinando o catecism,o *às crianças e consagrando horas sem conta ao confessionário.
Diariamenet fazia a ViaSacra e medtitava nos sofrimentos da Virgem Maria. Isto levava-o a uma vida de contínuos jejuns e maceraç~ºoes do próprio corpo e à prática de toidas as virtudes sobtretuido as da humilcade, caridade e paciência.
A 12 de Novembro de 1912 sofreu um ataque de paralisia que o prendeu à canma como a uma cruz. DFurante os três anios que assim  permaneceu nmunca deixou a oraç~ºao. reconfortado com os santos scaramentos, faleceu santamente a 15 de Março de 1915., com quase 71 anos de idade. Foi beatificado pro PIO XII no dia 5 de Dezembro de 1954.
AAS 27 (1935) 382-45; 36 (1944) 292-5.



Tiago Gusmão (ou Cusmano), Beato




Em Palermo, na Sicília, Itália, o Beato TIAGO GUSMÃO ou CUSMANO presbitero que fundou o Instituto Missionário dos Servos e das Servas dos Pobres e foi eminente pela sua extraordinária caridade para com os indigentes e os enfermos. (1888)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Nasceu em Palermo, Itália a 15 de março de 1834, no seio de uma família de notáveis recursos materiais e sobretudo espirituais. Aos três anos, perdeu a mãe, e em 1858 viu partir o pai para a eternidade. Depois de estudar no Colégio dos Jesuítas, na sua terra natal, conseguiu o doutoramento em medicina, que lhe serviu mais para praticar a caridade do que fonte de receita. Com efeito, não só atendia gratuitamente a todos os pobres que o procuravam, mas ainda os ajudava a adquirir os remédios.
O seu amor aos pobres nascia da fé profunda de que eles representavam a Cristo. Comparava os pobres às espécies sacramentais que ocultam a Cristo na Eucaristia. Com este espírito de caridade evangélica, não é de admirar que o Dr. CUSMANO se sentisse chamado ao sacerdócio, para mais plenamente atender aos necessitados.De facto, recebeu a ordenação sacerdotal a 22 de Dezembro de 1860. A seguir dedicou-se por completo a ensinar o catecismo às crianças, pregar a palavra de Deus, atender os doentes, sobretudo aos moribundos. Transformou a sua residência num domicilio dos pobres. 
Sentindo-se impossibilitado de atender opor si a todos os necessitados, procurou quem o auxiliasse, como expõe JOÃO PAULO II na homilia da beatificação a 30 de Outubro de 1983. 
"O Beato GIÁCOMO CUSMANO, médico e sacerdote, para curar as chagas da pobreza e da miséria que afligiam grande parte da população por causa de frequentes carestias e epidemias, mas também da desigualdade social, escolheu o caminho da caridade: amor de Deus que se traduzia no amor efectivo para com os irmãos e no dom de si aos mais necessitados e sofredores, por meio de um serviço levado até ao sacrifício heroico.
Depois de ter aberto uma primeira "Casa dos Pobres" iniciou uma obra mais vasta de promoção social, instituindo a "Associação para a distribuição de comida ao Pobre", que foi como grão de mostarda do qual surgiria uma planta tão viçosa. Ao fazer-se pobre com os pobres, não se envergonhou de mendigar pelas ruas de Palermo, solicitando a caridade de todos e recolhendo víveres que depois distribuía aos inúmeros pobres que o circundavam.
A sua obra, como todas as obras de Deus encontrou dificuldades que puseram à prova a sua vontade, mas com a sua imensa confiança em Deus e com a sua invicta fortaleza de alma superou todos os obstáculos, dando origem ao Instituto das Irmãs servas dos Pobres e à Congregação dos Missionários Servos dos Pobres (...)
Este magnifico Servo dos Pobres desgastou-se nos exercícios de uma caridade que ia crescendo cada vez mais até tocar vértices heroicos. Com o início de uma nova epidemia de cólera em Palermo, Como nenhum outro, ele esforçou-se por estar, em, todos os momentos, junto dos seus pobres. "Senhor, repetia ele, atingi o pastor e poupai o rebanho" Por causa desta epidemia a sua saúde debilitou-se gravemente e, com apenas 54 anos, consumava o seu holocausto, entregando com todo o amor a sua alma àquele Deus, cujo nome é Amor".
AAS 77 (1985) 112-4; L'OSS. ROM. 6.11.1983



MENIGNO, Santo


Em Pário, no Helesponto,. hoje Turquia, São MENIGNO pisoeiro que segundo a tradição sofreu o martírio no tempo do imperador Décio. (250)



ZACARIAS, Santo

Em Roma, São ZACARIAS papa, que susteve a veemência da invasão dos Lombardos indicou aos Francos o justo governo dotou de igrejas os povos da Germânia e assegurou a união com a Igreja Oriental governando a Igreja de Deus com grande sabedoria e prudência. (752)


SISEBUTO, Santo


Perto de Burgos, Castela, Espanha, São SISEBUTO abade de São Pedro de Cardeña. (1086)


GUILHERME HART,  Beato



Em York, Inglaterra, o Beato GUILHERME HART presbitero e mártir que, ordenado no Colégio Inglês de Roma, regressou à pátria e, no reinado de Isabel I, por ter persuadido algumas pessoas a abraçar a fé católica, foi enforcado e estripado. (1583)



PIO CONDE CONDE, Beato


Em Madrid, Espanha, o Beato PIO CONDE CONDE presbitero da Sociedade Salesiana e mártir. (1936)


JOÃO ADALBERTO BALICKI, Beato



Em Przemysl, Polónia, o Beato JOÃO ADALBERTO BALICKI presbitero que exerceu diversas actividades apostólicas em favor de todo o povo de Deus, empenhando-se particularmente no anúncio do Evangelho e na assistência às jovens errantes. (1948)


ARTÉMIDES ZÁTTI, Beato


Em Viedma na Argentina, o beato ARTÉMIDES ZÁTTI religioso da Sociedade de São Francisco de Sales que, animado pelo seu grande zelo missionário partiu para as inóspitas terras da Patagónia e passou toda a sua vida no hospital desta cidade acudindo com incansável magnanimidade, paciência e humildade às necessidades dos indigentes. (1951)

...E AINDA ....

EUSÉBIO II, Santo


Di lui non parlano né il volume stampato nel 1581, a cura del Capitolo Eusebiano che conteneva le litanie antiche e gli Uffici propri della Cattedrale di Vercelli, né il Calendario Eusebiano, edito nel 1676 dal canonico M. A. Cusano; probabilmente s. Eusebio II ebbe culto nei secoli antichi.
Di sicuro, si ha soltanto che sotto il suo ritratto, facente parte dell’antica serie dei primi 40 vescovi dipinta nella cattedrale poi incendiata da Arduino da Ivrea (955-1015), si leggeva il nome con l’appellativo di S. Eusebius II.
Adesso inquadriamo il periodo storico della sua esistenza; a s. Emiliano, che resse la diocesi di Vercelli alla fine del secolo V († 501), successe un vescovo di cui non si conosce il nome e poi subito dopo venne Eusebio II, che in effetti fu il dodicesimo vescovo della serie episcopale, alcuni storici locali indicano il suo episcopato dal 515 al 534, ma senza documentarlo.
Gli agiografi Bollandisti, che posero la sua memoria al 15 marzo, stabilirono la data verso il 520, e si espressero con lodi generiche, dicendo che, sull’esempio del protovescovo diocesano s. Eusebio I di Vercelli († 1° agosto 371) suo omonimo, adempì i doveri pastorali con somma diligenza e carità.
E in questi termini si espresse anche il vescovo Ferrero, nell’opera sui vescovi vercellesi, da lui edita in seconda edizione nel 1609.

LUDOVICO DE LA PENA, Beato


Mercedario nel convento di Sant’Eulalia in Siviglia, il Beato Ludovico de la Pena, operò molti miracoli nella sua vita fra i quali restituì la vista ad un cieco, l’udito ad un sordo e resuscitò un morto. Nell’ora della morte fu allietato dall’apparizione della Beatissima Vergine la quale lo chiamò alle delizie del paradiso.
L’Ordine lo festeggia il 15 marzo


MONALDO DE ANCONA, FRANCISCO DE PETRÍOLO e ANTÓNIO CANTONI DE MILÃO, Beatos


Del martirio di questi francescani abbiamo una relazione abbastanza ampia e contemporanea di Carlino Grimaldi, guardiano di Trebisonda. Inviati come missionari nell'Armenia, non solo ebbero a cuore la condizione dei cattolici ivi dimoranti, ma si prodigarono soprattutto, per convertire alla fede cristiana i musulmani del luogo.
Nella città di Arzenga (che i geografi scrivono in modi diversi: Arzingam, Artzinga, Artzinganis o Ertzinga), situata in Armenia presso l'Eufrate, da identificarsi probabilmente con l'odierna Ersindjan, essi erano soliti parlare alla folla, radunata alla presenza del cadí, il venerdí di ogni settimana, giorno festivo per i musulmani, testimoniando la divinità di Cristo e confutando gli errori di Maometto. Quando il cadí si accorgeva che qualcuno degli ascoltatori era scosso dalle parole dei missionari, metteva fine alla discussione e li licenziava. Ma essi tornavano a parlare dinanzi a lui il venerdí successivo con nuove argomentazioni e con rinnovato zelo, tanto che costui fu costretto ad indire una pubblica disputa tra i religiosi ed i piú sapienti tra.i musulmani: fu tanta la forza delle argomentazíóni, tanto l'ardore della fede, che gli infedeli non seppero cosa ribattere e accesi d'ira volevano immediatamente ucciderli. Il cadí, in quella occasione, si oppose, e convocato il consiglio degli anziani e dei fachiri, si consultò con loro: «Che essi muoiano - fu la risposta - perché insultano il nostro profeta e la sua legge; ogni giorno si fanno piú audaci».
Il venerdí della terza settimana di Quaresima, 15 marzo 1314 (alcuni autori sostengono che l'anno sia il 1286), mentre gli ardenti predicatori annunziavano le verità evangeliche, furono arrestati e condotti nella pubblica piazza della città. Un saraceno che, mosso a compassione, aveva cercato di difenderli, fu ucciso all'istante. Giunti nella piazza, confessarono ancora davanti al tribunale la loro fede in Cristo. I musulmani allora si scagliarono contro di loro con le spade, ferendoli gravemente; amputarono loro gli arti, mentre essi nei tormenti raccomandavano le loro anime a Dio. Furono alfine decapitati. Mentre i corpi erano abbandonati sulla piazza, gli arti e le teste furono appesi alle porte e alle mura della città sotto la sorveglianza dei soldati; quindi i corpi furono gettati in aperta campagna, perché fossero divorati dalle belve.
Un sacerdote armeno, con l'aiuto di alcuni cristiani e a sue spese, riuscí a raccogliere i resti delle vittime e a dar loro un'onorata sepoltura. Sulla loro tomba un cieco riacquistò la vista. La domenica del Buon Pastore, il 28 aprile dello stesso anno, si fece la traslazione delle reliquie. La venerazione degli Armeni verso questi servi di Dio era tanta che il patriarca li canonizzò iscrivendoli nel catalogo dei santi armeni e imponendo il digiuno nella vigilia del martirio.


PIETRO PASCALE, Beato


Primo commendatore del monastero di San Martino a Perpignano in Francia, il Beato Pietro Pasquale ricevette l’abito mercedario dalle stesse mani del Santo Fondatore Pietro Nolasco. Fu esempio di vita rigorosa nella fede e famoso per i miracoli morì in santità.
L’Ordine lo festeggia il 15 marzo

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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

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MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




 Porto  - Praça da Liberdade e Estação de São Bento, etc. ...


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 SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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miscelania 003


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ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...