quinta-feira, 22 de março de 2018

Nº 3 4 2 0 - SÉRIE DE 2018 - (081) - SANTOS DE CADA DIA - 22 DE MARÇO DE 2018 - 11º ANO

Caros amigos:


Com a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo
Ámen.






 Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso



B O M   A N O   DE   2 0 1 8 






Foto actual do autor
26-Agosto-2016




Nº  3 4 2 0
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Série - 2018 - (nº 0 8 1)
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22 de MARÇO de 2018
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SANTOS DE CADA DIA
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11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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DEOGRÁCIAS, Santo
     



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

 Quando Genserico, rei dos vândalos, tendo caído sobre a África, se apoderou de Cartago, no ano de 439, expulsou e desterrou os bispos católicos e os nobres do país, depois de os ter despojado dos seus haveres. Por espaço de catorze anos, ficou a Igreja de Cartago sem pastor, até que a pedido do imperador Valentiniano III, no tempo do qual teve lugar esta invasão, Genserico permitiu que se lhe desse por bispo um exemplar sacerdote, chamado DEOGRÁCIAS que foi sagrado no ano de 453. Era este sacerdote de vida admirável e de grande prudência e sabedoria. 
Dois anos depois da sua elevação à cátedra episcopal, permitiu o Senhor que Genserico invadisse Roma, a pedido de Eudóxia, viúva de Valentiniano, e saqueasse aquela cidade, levando muitos prisioneiro. Chegados a África os prisioneiros, foram barbaramente separados os filhos dos pais e as mulheres dos maridos. Este acto encheu de horror a todos, especialmente ao santo bispo, que logo vendeu todos os seus vasos de outro e de prata dedicados ao serviço do altar, para com o seu produto redimir os cativos
Como as habitações de Cartago não bastassem para alojar tanta gente, destinou para isso as duas grandes igrejas de São FAUSTO e São VERO, onde os proveu de tudo o necessário. 
Tendo adoecido muitos daqueles infelizes, o santo prelado ia visitá-los incessantemente,. levava-lhes médicos e remédios, que lhes subministrava por sua próprias mãos, e isto tanto de noite como de dia.
Longe de o louvarem por tanta caridade, os arianos tinham-lhe tal ódio que se valeram de todos os meios tendentes ao impedir que DEOGRÁCIAS favorecesse os católicos, chegando o seu furor ao extremo de atentarem contara a sua vida. Deus, porém, livrou o seu fiel servo das emboscadas dos hereges, chamando-o ao céu no ano de 457, ao fim dum breve mas glorioso pontificado de três anos e alguns meses.



LEA, LEIA ou LIA, Santa

     



Comemoração de Santa LIA ou LEIA, viúva romana, cujas virtudes e partida deste jundo para Deus receberam os louvores de São JERONIMO. (383)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Sem dúvida, como MARCELA, MELÂNIA e outras, fez parte do círculo de nobres romanas a quem São JERÓNIMO, quando estava em Roma, dava lições da Sagrada Escritura. Enviuvando, LEIA retirou-se para um mosteiro romano de que vei a ser superiora. Morreu ao mesmo tempo que certo cônsul, que, segundo parece, levou vida bastante livre; tanto que São JERÓNIMO o lança, sem mais, no inferno. Da sua gruta de Belém onde vivia, assim escreve em resumo a MARCELA, que permanecia em Roma:
«Quem renderá à bem-aventurada LEIA os louvores que merece? Renunciou a pintar o rosto e a adornar a cabeça com pérolas brilhantes. Trocando os ricos atavios  por vestido de saco, deixou de dar ordens aos outros para obedecer a todos; viveu num canto com alguns móveis; passava as noites em oração; ensinava as companheiras mais com o exemplo do que com admoestações ou discursos; esperou a chegada ao Céu para ser recompensada pelas virtudes que praticou na terra.
É lá que ela goza, daqui en diante, felicidade perfeita . Do seio de ABRAÃO, onde está com LÁZARO, olha para o nosso cônsul, outrora coberto de púrpura e agora revestido de ignomínia, pedindo em vão uma gota de água para matar a sede. Embora ele tivesse subido ao Capitólio entre os aplausos da população e a sua morte enlutasse toda a cidade, é em vão que sua mulher proclama imprudentemente que ele foi para o Céu e lá ocupa um grande palácio. A realidade é que foi precipitado nas trevas exteriores, ao passo que LEIA, que queria passar na terra por insensata, foi recebida, na casa do Pai , ao festim do Cordeiro. 
Por isso vos peço, com as lágrimas nos olhos, que não procureis nos favores do mundo e que renuncieis a tudo o que é da carne. Em vão se procuraria seguir ao mesmo  tempo o mundo e Jesus. Vivamos na renúncia de nós mesmos, porque o nosso corpo em breve se converterá em pó e o resto não durará também muito».
À falta doutras informações sobre Santa LEIA, falecida por 383, temos de nos contentar com esta passagem de São JERÓNIMO.



ZACARIAS, Santo


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Filho de pai grego, residente na Calábria, foi eleito Papa em 741 e morreu em 752.
Ao contrário do seu predecessor GREGÓRIO III, relativamente a Liutprando, rei dos Lombardos, julgou ser melhor partido inaugurar com ele relações amistosas. Concluiu assim um acordo bastante vantajoso, recuperando quatro fortalezas e vários patrimónios; estipulou também com ele uma trégua de trinta anos. Mas não conseguiu impedir os Lombardos de tirarem aos Bizantinos do Exarcado de Ravena. ZACARIAS soube tornar favorável à Igreja romana o imperador Constantino V e recebeu mesmo territórios como dádiva. Em 747 aprovou a mudança de regime em França, com a proclamação de Pepino o Breve. Foi bom administrador das terras da Igreja, as quais progrediram  no seu tempo. restaurou o palácio de Latrão e embelezou, no sopé do Palatino, a Igreja de Santa Maria Antiga, onde se conserva ainda o seu retrato, pintado quando ele ainda vivia.


EPAFRODITO, Santo



Comemoração de Santo EPAFRODITO a quem o apóstolo São PAULO chama irmão, colaborador e companheiro de combate. 



PAULO, Santo

Perto de Narbone, Gália hoje França, junto da Via Domícia, o sepultamento de São PAULO bispo. (séc. III)

CALÍNICO e BASILISSA, Santos



Na Galácia, hoje Turquia os santos CALÍNICO e BASILISSA mártires. (data incerta)

BASÍLIO, Santo




Em Ancara, Turquia, São BASÍLIO presbitero e mártir que, durante todo o mandato do imperador Constâncio, resistiu fortemente aos arianos, e em seguida, no tempo do imperador Juliano tendo orado a Deus para que nenhum cristão se afastasse da fé, foi preso e entregue ao procônsul da província e, depois de muitos tormentos, consumou o sue martírio. (362)



BENVINDO SCOTIVOLI, Santo


Em Ósimo, no Piceno hoje nas Marcas, Itália, São BENVINDO SCOTIVOLI bispo que eleito pelo papa Urbano IV para este sede, conciliou a paz entre os cidadãos e, conforme o espírito dos Frades Menores, quis morrer sobre a terra nua. (1282)

NICOLAU OWEN, Santo


Em Londres, Inglaterra, São NICOLAU OWEN religioso da Companhia de Jesus e mártir que, durante muitos anos construiu refúgios para esconder os sacerdotes e, por isso, no reinado de Jaime I depois de ser encarcerado e duríssimamente torturado e finalmente lançado no cavalete foi gloriosamente ao encontro de Cristo Senhor. (1606)


FRANCISCO CHARTIER, Santo



Em Angers, na França, o Beato FRANCISCO CHARTIER presbitero e mártir que, durante a Revolução Francesa morreu decapitado em ódio ao sacerdócio. (1794)


MARIANO GÓRECKI e 
BRONISLAU KOMOROWSKI, Beato

   

No campo de concentração de Stutthof, perto de Gdansk, Polónia, os beatos MARIANO GÓRECKI e BRONISLAU KOMOROWSKI presbíteros e mártires que, durante a ocupação militar da sua pátria por sequazes de uma doutrina hostil à religião, foram fuzilados em ódio à f´+e cristã. (1940)


CLEMENTE AUGUSTO GRAF VON GALEN, Beato


Em Munster, na Alemanha, o Beato CLEMENTE AUGUSTO GRAF VON GALEN bispo que reflectiu entre o clero e o povo a imagem evangélica do bom Pastor; lutou abertamente contra os erros do nacional-socialismo e contra a violação dos direitos do homem e da Igreja e pela sua coragem foi chamado o "leão de Munster". (1947)


...e AINDA  ...


ANTÓNIO KOCK, Beato


Antonio Le Cocq (o Le Coq) nacque ad Avigliana nel 1390 da nobile famiglia. Ancora oggi, nell’antica e importante cittadina della bassa Val di Susa, si ha memoria della sua casa che sorge nei pressi della chiesa del Gesù. Dovette essere un giovane assai incline alla preghiera se nel farsi religioso decise, a venti anni, di essere certosino. A sette miglia da Susa vi era la certosa di Montebenedetto, ma volle entrare nella Grande Chartreuse di Grenoble, la più antica. Si distinse per il rispetto della Regola, venne ordinato sacerdote e professò solennemente. Come i confratelli, accompagnò la solitudine del corpo all’unione totale con Dio. Il suo esempio però cominciò ad essere additato e il suo nome divenne noto anche fuori della certosa. Nonostante la giovane età aveva frequenti visite da parte di gente semplice e di nobili. Trascorsi sei anni, per non disturbare la quiete del monastero, il Capitolo Generale decise che sarebbe tornato in Italia, tra le montagne di Chiusa Pesio, nei pressi di Mondovì. Nel decreto era nominato come “nuovo professo” secondo la norma prevista quando si cambiava certosa. Le sue giornate tornarono ad essere scandite dalle orazioni, dalle austerità e dallo studio. Amava dipingere immagini di Cristo, della Madonna e di santi e per lui era come pregare, come fu per il beato Angelico. L’umiltà di Antonio aumentava come cresceva la stima di quanti lo conoscevano. Nel celebrare la S. Messa si commuoveva e alle volte andava in estasi. Il monaco portinaio testimoniò che amava recarsi su una vicina altura, detto il bricco della Madonnina, dove si immergeva in una profonda contemplazione e più volte lo vide pregare sollevato da terra, con le mani stese a forma di croce e il capo circondato da raggi splendenti. Anche in cella lo videro rapito, con il corpo sollevato da terra. Aveva il dono di leggere nei cuori e di prevedere il futuro ed era un riferimento anche per gli altri monaci. Quando fra Raimondo Franco della Briga fu destinato con un incarico di responsabilità alla certosa di S. Pietro di Genova fu il beato che lo convinse ad accettare. Nel Capitolo Generale del 1447 i superiori della Lombardia decisero che non avrebbe lasciato Chiusa Pesio per dedicarsi solo allo studio. Era ormai nota a tutti la sua santità. 
Il beato Le Cocq era cercato per dottrina e santità dai duchi di Savoia e dal Re di Francia. A Jolanda di Francia, figlia di Carlo VII e sposa del B. Amedeo IX di Savoia, dedicò un trattato sul libro di Giobbe. Contro la duchessa, futura reggente, si scatenerà l’odio dei cognati. Jolanda aveva per il Beato una grande stima e gli chiese di ospitare il fratello Luigi. L’erede voleva anzitempo il trono e il padre giunse persino ad ordinarne l’arresto. Una situazione assai complessa costrinse il delfino, con poca scorta, a rifugiarsi prima presso il duca di Borgogna e poi in varie province. A Pesio i monaci pensarono che fosse un semplice gentiluomo, ma rivelatore e fortunato fu il suo incontro con Antonio. Trascorsero insieme alcune ore, il certosino gli diede molti consigli dicendogli che non era corretto ambire alla corona prima del tempo. Gli predisse la riconciliazione con il padre e l’ascesa al trono, come avvenne nel 1461. Luigi XI passò alla storia per aver riunito sotto il dominio della corona la maggior parte del territorio francese, proseguendo l'opera paterna di unità e stabilità dopo la terribile la Guerra dei Cent’anni. Il monarca lo tenne sempre in grande considerazione e lo avrebbe voluto presso di sé, se la morte non fosse sopraggiunta (chiamò poi s. Francesco da Paola). Si conservavano nella certosa alcune lettere autografe del re che bruciarono nel 1515 in un furioso incendio. Dalla Francia giunsero anche alcune sacre suppellettili e fondi per l’abbellimento della chiesa. Molti furono i vantaggi che nei decenni a venire furono concessi alla certosa. 
Antonio fu un fecondo scrittore anche se le sue opere non vennero mai stampate. Oltre al commento sul libro di Giobbe che dedicò a Jolanda, scrisse il “Liber consolationis” in cui raccolse alcuni pensieri tratti da s. Bonaventura e da s. Bernardo e un libro di profezie dalla storia singolare. Carlo VIII Re di Francia, mentre nel 1494 andava alla conquista del regno di Napoli, si fermò ad Asti un mese perché colpito dal vaiolo. Memore della devozione del padre Luigi XI verso Antonio, sapendo che nella certosa si conservava un libro di profezie, spedì un suo cavaliere con lettera al priore, chiedendo del libro. Non c’era il tempo di copiarlo e fu mandato l’originale. Probabilmente andò perso durante la battaglia di Fornovo o non fu più restituito perché il contenuto non era da divulgare. Antonio compose anche uno studio sulla certosa, anch’esso poi andato perso.
Dopo quarantotto anni di vita religiosa, il dotto certosino serenamente spirò il 22 marzo 1458 e come era abitudine dei monaci fu sepolto senza alcun monumento. Presso il suo sepolcro ci furono molte grazie e si raccoglievano piante e fiori da cui si ricavavano unguenti contro la febbre. Molti venivano al monastero e si dice che per non turbare la quiete il priore gli ordinò di non fare più miracoli. Grazie alla fama del beato, furono molti i lasciti per grazie ricevute giunte in particolare da Mondovì. Il suo corpo fu poi trasferito sotto la grande croce comune. Nell’Ordine gli è stato dato il titolo di beato, non confermato perché i certosini per umiltà non lo chiesero a Roma. Sia a Pesio che nella casa natia ad Avigliana fu affrescato il suo ritratto. I certosini da Montebenedetto nel 1498 di trasferirono a Banda nei pressi di Villar Focchiardo, poi andarono ad Avigliana e infine, fino alla soppressione napoleonica, a Collegno. L’importane agiografo piemontese Giacinto Gallizia gli ha dedicato un libro insieme al b. Cherubino Testa nel 1724.


ANTÓNIO RUBINO, Beato

Antonio Rubino nacque a Strambino nel Canavese ed entrò a Torino nella Compagnia diGesù. Proseguì gli studi ad Arona e a Milano.Nel 1612 fu inviato in missione in India, a Goa, centro commerciale, amministrativomilitare dell’Impero coloniale portoghese delle Indie Orientali. Qui resse il collegiogesuitico, insegnò teologia, si dedicò alla predicazione al popolo e si fece amare da tutti.Nel 1639 ricevette l’ordine di portarsi alla colonia portoghese di Macao e di qui inGiappone, di cui venne nominato visitatore


VIRGEM DOLOROSA DE CASTELPETROSO


La Beata Vergine, che certamente accompagna la Chiesa e la cristianità nei secoli, sin da quando l’umanità le fu affidata da Gesù Cristo sulla Croce, indicando lei come madre degli uomini, è apparsa tante volte, in posti, tempi e modalità diverse, sempre a sollecitare la speranza e la fede nel suo Divino Figlio. 
Le Apparizioni più conosciute e riconosciute tali dalla Chiesa, sono: quella di Caravaggio nel 1432, alla contadina Giovannetta de’ Vacchi; quella di Guadalupe in Messico all’indio s. Juan Diego nel 1548; quella del 1830 a Parigi, alla suora Figlia della Carità, s. Caterina Labouré; quella di La Salette in Francia nel settembre 1846, ai due pastorelli Maximin Giraud e Mélanie Calvat; quella di Lourdes nel 1858 all’umile santa Bernadetta Soubirous; quella di Fatima nel 1917 ai tre pastorelli Lucia dos Santos, Giacinta e Francesco Marto. 
A queste bisogna aggiungere l’apparizione della Madonna del 22 marzo 1888, ripetutasi anche il 1° aprile in una zona impervia del Comune di Castelpetroso (Isernia) nel Molise 
Anche questa volta, come in tutte le altre apparizioni, la Vergine si rivela a delle persone umili, che in questo caso furono due contadine del paese suddetto, Bibiana Cicchino e Serafina Valentino. 
Raccontiamo in breve l’evento; le due contadine Bibiana di 35 anni e Serafina di 34, nubili, il 22 marzo 1888 si trovano sul fianco del Monte Patalecchia, nella piccola e sperduta frazione ‘Cesa tra Santi’, del piccolo e pittoresco paese di Castelpetroso, arroccato su un colle roccioso ad 872 m. sul livello del mare, fra i bacini dei fiumi Biferno e Volturno; sono alla ricerca di un agnellino, disperso mentre loro erano occupate a zappare un pezzo di terra, quando Bibiana viene attirata da uno sfolgorio che proviene da una grotta, avvicinatosi vede da una fenditura, con stupore una visione celeste; la Vergine semi inginocchiata, con le mani allargate e gli occhi rivolti al cielo, sta in atteggiamento d’implorazione e di offerta, ai suoi piedi giace Gesù morto, steso e coperto di sangue e piaghe. 
Serafina invece non vede nulla, ma dieci giorni dopo, il 1° aprile festa di Pasqua, ritornate sul luogo, l’apparizione si ripete e questa volta anche Serafina può vederla. La Vergine non parla né lascia messaggi. 
La notizia dell’apparizione si diffonde subito in Castelpetroso e man mano in tutti i paesi e regioni vicine, provocando l’affluire di folle di pellegrini commossi, diretti alla grotta di ‘Cesa tra Santi’. 
Non bisogna dimenticare che pochi decenni prima, la Madonna era apparsa a La Salette a due pastorelli e a Lourdes, suscitando nel mondo cattolico dell’Ottocento, una grande emozione e tanto fervore e risveglio spirituale, che dura tuttora. 
Ora avveniva anche nel povero e montuoso Molise e già pochi giorni dopo a ‘Cesa tra Santi’, in un solo giorno, arrivarono circa 4.000 pellegrini, più del doppio degli abitanti di Castelpetroso. La Chiesa non poteva non essere coinvolta e informato dei fatti, il vescovo di Bojano, nella cui diocesi ricadeva Castelpetroso, mise subito sotto il controllo ecclesiastico il luogo delle apparizioni, e nello stesso tempo indisse una prima istruttoria, onde effettuare indagini sulle presunte apparizioni. 
Qualche mese dopo, lo stesso papa Leone XIII, lo incaricò di effettuare una ricognizione alla grotta delle Apparizioni, per conto della Santa Sede e così il 26 settembre 1888 il vescovo mons. Francesco Palmieri, si recò alla grotta e raccoltasi in preghiera, anch’egli ebbe la grazia di vedere la Vergine nella posa descritta dalle due contadine. 
La sua successiva relazione, esclude fenomeni d’isterismo o di illusione, ed accetta le Apparizioni come fenomeni di un disegno divino. La stampa dell’epoca, diede ampio risalto ai fenomeni di Castelpetroso, prima fra tutti la rivista mariana: “Il Servo di Maria” di Bologna, che continuò anche in seguito ad interessarsi sulle novità che si registravano nel Molise. 
Anzi il direttore della rivista, Carlo Acquaderni, (fratello di Giovanni Acquaderni, fondatore nel 1867 dell’Azione Cattolica maschile) nel novembre del 1888 si recò alla rupe benedetta, insieme al figlio Augusto, irrimediabilmente condannato a morire per la tubercolosi ossea, allora incurabile; con la fede del padre disperato, aveva la speranza di una guarigione miracolosa e il suo desiderio, avvalorato da una fede sincera, salda, vera, venne esaudito e Augusto guarì miracolosamente, dopo che ambedue videro dalla solita crepa della roccia, la stessa visione all’interno della grotta e dopo aver bevuto l’acqua sgorgata da una piccola polla, nei pressi della rupe, dopo le prime Apparizioni. 
Da quel giorno Carlo Acquaderni diventò l’alfiere ed il promotore, in sintonia con il vescovo Palmieri, di fare erigere una cappella o un oratorio sul luogo sacro. Negli anni successivi, altre persone influenti o semplici fedeli, poterono vedere la stessa Apparizione, dalla fenditura sovrastante la grotta, sempre avvolta all’interno da una luce sfolgorante. 
Il papa informato dal vescovo, approvò l’idea e il direttore attraverso la sua rivista, cominciò un’opera d’informazione, sensibilizzazione, raccolta di fondi, per la costruzione di un Santuario e già nel febbraio 1890 l’ing. Francesco Gualandi di Bologna, avuto l’incarico, consegnò il progetto ed i disegni del nuovo Tempio. 
Data l’asperità del luogo, non facilmente accessibile, si decise di costruire il Santuario un po’ più giù, verso la base del monte; la prima pietra fu posta il 28 settembre 1890, dal vescovo Francesco Palmieri, alla presenza di circa 30.000 fedeli, in un’atmosfera d’intensa fede e di gioia. 
Sul luogo delle Apparizioni, invece nel 1948 fu eretta una cappella in pietra, che sostituì l’originaria costruzione in legno. 
Il Santuario dell’Addolorata fu costruito con le offerte dei fedeli, il grande impegno architettonico dell’opera, la povertà della zona e della diocesi, fece sì che per la costruzione si alternarono tempi di intenso e veloce lavoro e altri di interruzione e crisi economica. 
Ma la Provvidenza ha messo il Suo intervento e sia pur impiegando più di 80 anni, il Santuario si poté considerare finito e quindi consacrato il 21 settembre 1975. Intanto il 6 dicembre 1973, papa Paolo VI con un suo decreto, aveva proclamata la Vergine Addolorata di Castelpetroso, celeste Patrona del Molise. 
Il Santuario che si staglia sul fianco del monte Patalecchia, a 8oo mt. sul livello del mare, è magnifico nella struttura e nel suo apparire isolato tutto in pietra bianca locale, specie per chi proviene dalla Statale che da Isernia conduce a Campobasso e oltre. 
La pianta del Tempio, simboleggia un cuore (parte centrale) trafitto dalle sette spade dei dolori di Maria, rappresentate dalle sette cappelle poste a raggiera; lo stile è neogotico e tutto, esterno ed interno, invita al raccoglimento; nella Cappella maggiore vi è il trono dell’Addolorata con Gesù morto, nell’atteggiamento visto nelle Apparizioni, che è quello del dolore corredentivo di Maria, la sofferenza che le lacera il cuore e la sua offerta di madre sublime ed eroica. 
La cupola, le guglie, i campanili, gli archi, i mosaici, le vetrate, l’organo, i marmi pregiati e poi la statua in bronzo riproducente l’Apparizione, la grande Croce monumentale di sette metri, la recente scultorea “Via Matris”, è tutto un inno artistico in omaggio alla Vergine, che pur tacendo, con la sua posizione di offerta al Padre del suo Figlio, ha detto più che se avesse parlato. 
Del resto queste sue Apparizioni silenziose di Castelpetroso, possono essere associate al fenomeno prodigioso delle lacrime versate dalla statuetta di Siracusa nel 1953; un modo diverso di dimostrare il dolore di Maria, per i peccati del mondo e quindi della necessità della Redenzione, tramite il sacrificio salvifico di Gesù e del suo Cuore di madre. 
Bisogna dire che le raffigurazioni dell’Addolorata nell’arte e nella devozione popolare, sono state sempre in abito scuro rappresentante il lutto, il sorreggere in grembo Gesù morto, per simboleggiare il dolore straziante materno, il cuore trafitto dalla spada, profetizzato da Simeone al Tempio ebraico; ma qui a Castelpetroso, Maria è apparsa in atteggiamento regale di maternità sacerdotale, semi inginocchiata senza stringere il Figlio morto, ma con le braccia aperte e lo sguardo rivolto in alto, ella offre Gesù al Padre, quale vittima di espiazione per i peccati umani. 
Il 19 marzo 1995 papa Giovanni Paolo II, ha visitato il Santuario e reso omaggio alla Vergine Addolorata, della quale è tanto devoto; la realizzazione della prima cappella, fu offerta negli anni Cinquanta, dai fedeli della diocesi di Cracovia. La sua presenza ha dato una conferma certa, dopo più di un secolo, alla meravigliosa Apparizione e al suo silenzioso messaggio. 
Dal febbraio 1993, il Santuario è affidato alle cure pastorali, liturgiche e della stampa di un periodico, a due giovani Comunità religiose, scaturite dal secolare albero francescano: i Francescani e le Francescane dell’Immacolata, fondate da padre Stefano Manelli negli anni Ottanta; mentre le opere assistenziali per i pellegrini, e l’orfanotrofio, sorte attorno al Santuario, sono affidate alle ‘Piccole Discepole’ di Marino (Roma).

OCTAVIANO DE CARTAGENA e companheiros, Santo


Nel 484 Unnerico, re dei Vandali, scatenò una furiosa persecuzione contro i cattolici, rei di non aderire alle teorie ariane. Secondo la narrazione di Vittore di Vita le vittime furono numerosissime specie nel clero cartaginese: chi subí durissimo martirio, chi fu esiliato. Tuttavia questo scrittore africano, contemporaneo dei fatti, pur elencando nomi di vescovi, sacerdoti e diaconi martirizzati o esiliati, non fa alcun cenno ad Ottaviano. Il nome di questo martire invece, appare in Gregorio di Tours con una notizia assai sommaria e generica: nella persecuzione scatenata da Unnerico, oltre ai vescovi Eugenio di Cartagine e Vindemiale, vennero martirizzati nella stessa Cartagine Ottaviano, arcidiacono, e molte migliaia di uomini e donne (484).
E' difficile stabilire la veridicità di questa informazione pur tenendo presente che molti esiliati dall'Africa trovarono ospitalità in territorio franco. Negli antichi martirologi medievali questo nome non appare. Il Molano (ed altri dopo di lui), nelle aggiunte al Martirologio d'Usuardo, lo inserí al 22 marzo, data in cui fu accolto nel Martirologio Romano



HUGOLINO ZEFIRINI, Beato


Nacque a Cortona verso il 1320. Ancora adolescente, a causa di discordie cittadine, fu costretto ad andare in esilio a Mantova dove, nel 1336, entrò tra gli agostiniani del convento di S. Agnese. Tornato in patria nel 1354, il b. Ugolino si consacra a Dio nel “giovane” Ordine agostiniano, voluto da papa Alessandro IV come unione di gruppi di eremiti in vita cenobitica nella spiritualità di Sant’Agostino. Ne riceve quindi una formazione specifica intesa nella santità di vita, nell’amore per lo studio, in modo particolare della Sacra Scrittura, nell’impegno nell’evangelizzazione e della formazione spirituale e culturale, nella ricerca di solitudine, ascesi, preghiera e penitenza. Dopo un impegno singolare nell’apostolato, il b, Ugolino trascorse gli ultimi anni della sua vita nella solitudine di un eremo. 
Morì verso il 1367

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Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto




Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




 Porto  - Praça da Liberdade e Estação de São Bento, etc. ...


Blogue: 

 SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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miscelania 003


Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

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MARTIROLÓGIO ROMANO
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 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
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 Porto  - Vista da Ribeira de Gaia


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ANTÓNIO FONSECA

quarta-feira, 21 de março de 2018

Nº 3 4 1 9 - SÉRIE DE 2018 - (080) - SANTOS DE CADA DIA - 21 DE MARÇO DE 2018 - 11º ANO

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26-Agosto-2016




Nº  3 4 1 9
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Série - 2018 - (nº 0 8 0)
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21 de MARÇO de 2018
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SANTOS DE CADA DIA
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11º   A N O



 miscelania 008



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MORTE DE SÃO BENTO
     
Em Montecassino, Itália, o dia natal de São BENTO abade cuja memória é celebrada no dia 11 de Julho

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Uns quarenta dias depois de São BENTO prestar os últimos serviços a Santa ESCOLÁSTICA, anunciou a alguns discípulos o dia da sua morte próxima. Só lhe faltavam seis dias de vida, mas nada levava a pressagiar um fim próximo. Mandou então abrir o coval, querendo sem dúvida dar a entender que, para dissipar o horror da morte, o melhor remédio é tê-la sempre presente. Intenção sua era também ver de novo o corpo da irmã e morrer com a certeza de que os seus ossos repousariam para sempre junto aos dela. Logo a seguir, atacou-o uma febre violenta; no sexto dia da doença, fez com que os discípulos o levassem para o oratório de São JOÃO BAPTISTA, e lá recebeu, como viático de partida, o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Depois, sustentado pelos braços dos discípulos, com as mãos levantadas ao céu, de pé exalou o seu último suspiro, sussurrando ainda uma oração.
No próprio dia da morte, dois monges, um dos quais no mosteiro e outro muito longe, tiveram a mesma visão, segundo lo que ele previa. Contemplaram uma escada elevar-se do ponto em que BENTO tinha entregue a sua alma até ao céu; estava coberta com ricos panejamentos e iluminada por uma multidão de estrelas. No cimo encontrava-se um home de aspecto venerável, irradiando luz divina; e disse-lhes: «É o caminho pelo qual BENTO, o muito amado pelo Senhor, subiu ao céu». Os que estavam ausentes tiveram então notícia, pelo sinal que lhes tinham predito, da morte do Santo, ao mesmo tempo que os irmãos que dela tinham sido testemunhas. Os discípulos presentes depositaram o corpo do seu venerável Pai ao lado do da Irmã ESCOLÁSTICA, no sepulcro que mandara preparar debaixo do altar de São JOÃO BAPTISTA, no lugar precisamente do altar de Apolo que ele tinha derrubado (21 de Março de 543, segundo a opinião mais comum).




NICOLAU DE FLUE, Santo




Na região montanhosa de Ranft, perto de Sachseln, na Suiça, São NICOLAU DE FLUE que, chamado por inspiração celeste a uma condição de vida mais perfeita, se separou da esposa e dos dez filhos e foi viver num monte como anacoreta. Famosos pela duríssima penitência e isolamento do mundo, apenas uma vez saiu da solidão, quando, perante a ameaça de guerra civil, com uma breve exortação conciliou os adversários. (1487)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

 NICOLAU DE FLUE - observou PIO XII em 1947, ao celebrar a sua canonização - é o santo dos católicos suíços, "não só porque salvou a Confederação num momento de crise profunda, mas também porque traçou para o seu país as linhas dominantes duma política cristã". A Suiça germânica do tempo de NICOLAU DE FLUE, a dos séculos XIV e XV, está toda impregnada de correntes ascéticas e místicas, "favoráveis à manifestação duma vida de ascese e visões".
Nasceu o Santo em 1417, no ano em que ao grande cisma do Ocidente punha fim ao Concílio de Constança, elegendo MARTINHO V. A ideia dos grandes místicos, que tomam parte nas complicadas actividades da vida política, não surpreende depois dos grandes exemplos de São BERNARDO, Santa CATARINA DE SENA, Santa BRÍGIDA e Santa JOANA D'ARC, São NICOLAU DE FLUE, representa a suprema encarnação do génio da Suiça, por ser o salvador e pacificador da pátria, o fundador da Confederação e o primeiro patriota confederado. 
É curioso observar que já no século XVI, tanto católicos como protestantes se ocupam do Santo, naturalmente por motivos diferentes. ZUÍNGLIO, para repetir aos suíços que fujam de alianças estrangeiras, e os católicos a fim de lhe promoverem a canonização oficial. Mas esta só veio a chegar a bom porto uns 400 anos mais tarde: na demora intervieram também, motivos políticos.
O que mais surpreende na vida de NICOLAU é que se possam unir assim numa mesma pessoa o ordinário e admiravelmente perfeito, com o extraordinário e evidentemente divino. E o mais extraordinário dele não é fantasia: encontra-se perfeitamente garantido por testemunhos fidedignos.
Nos primeiros anos, foi «jovem casto, bom,. virtuoso, piedoso e sincero». Trabalhou na agricultura. Foi notado que tendia para a solidão e a oração, e não faltou quem descobrisse, embora os escondesse, os seus quatro jejuns por semana. Pelos 30 anos casou-se com Doroteia Wyss, de 16. Foram 20 anos de união matrimonial e 10 filhos. Um frequentou a universidade e o primogénito chegou a ser presidente da Confederação helvética. Das vigílias por ele consagradas à oração falaram a mulher e uma filha.
Com três anos de casado, tem de intervir na libertação de Nuremberga: o seu nome figura entre os de 699 suíços que tomaram parte na expedição. E toma parte em mais duas acções guerreiras. É certo que o grande amigo da paz não podia tomar parte na guerra senão por ordem dos superiores. Mas, na hora de combater pela pátria, também não podia permitir, por falta de coragem, que triunfasse a insolência do inimigo.
Aos 50 anos retira-se para a vida eremítica. À excepção da heroica esposa, todos começam por desaprová-lo, mesmo os dois filhos mais velhos, mas estes não tardaram em mudar de parecer: um ano depois foram ajudar a construir para o pai a capela de que este necessitava. Foi num monte, perto de Ranft, onde estava a sua propriedade, que ele passou os últimos 20 anos, inteiramente entregue à contemplação, sem nunca voltar a casa; e foi lá também que morreu, rodeado pela mulher e pelos filhos. Notemos que o amor conjugal não pereceu entretanto nesta separação, apenas se transformou, um pouco antecipadamente, nesse amor que há-de manter-se no céu; o mesmo, mais belo, porém.
Nesse eremitério resolveu-se a aparente contradição que existe entre o infinito e o finito, entre o pouco que nós somos e a imensidade do amor divino; nessa cela com duas janelas pequeninas, uma a dar para a capela, outra para a natureza esplêndida da região de Unterwald. A essa capelinha verá NICOLAU acorrerem peregrinações.
Um dia, o bispo de Constança submeteu à prova a obediência do penitente, ordenando-lhe que interrompesse o jejum; não se fez esperar que seguisse o preceito. O carácter milagroso deste jejum foi já reconhecido no tempo de ALEXANDRE VII (1655-1667), antes de BENTO XIV mandar estudar o problema dos jejuns prolongados, exactamente a propósito deste de Nicolau . O seu único alimento durantes esses anos foi a Sagrada Eucaristia. "Se durante 20 anos - diz PIO XII - ele se alimentou unicamente do pão dos anjos, este carisma foi o complemento e a paga duma longa vida de domínio de si mesmo e de mortificação por amor de Cristo". Tal jejum foi o esplendor externo duma santidade interna, misteriosa e secreta.
Retirar-se do mundo não marcou todavia, para São NICOLAU, o fim duna obra histórico-politica. Foi antes um principio de mais pronunciada fase. NICOLAU foi juiz e conselheiro do seu cantão. Foi deputado na Dieta federal de 1462 e recusou o cargo de chefe de Estado. O seu influxo nos assuntos federais mostra-se já evidente no tratado de paz perpétua com a Áustria, em 1473. Todavia, a sua obra pacificadora importante começa a partir de 1478.Evitando a guerra civil, fez renascer a unidade da Suiça, o que lhe valeu o título de "pai da pátria". E em 1481, quando Unterwald estava decidido a separar-se de Lucerna e de Zurique, o que poria fim à existência da Confederação, um emissário da Assembleia, que se dispunha a homologar a guerra, correu a trazer a notícia ao ermitão de Ranft. NICOLAU passou a noite a redigir um projecto de constituição que, no dia seguinte, foi aprovado por unanimidade pela mesma Assembleia, o que restabeleceu para sempre a unidade e a paz.
É certo que a história da Idade Média está cheia de intervenções dos santos, dos solitários, dos recolectos, que em horas trágicas chegaram a salvar as suas cidades. Recordemos, por exemplo, São FRANCISCO DE ASSIS e São BERNARDINO DE SENA. Mas o que distingue São NICOLAU DE FLUE, comparando-o com os outros, é que realizou, dalguma maneira, obra política tecnicamente, fazendo prevalecer, na prática e na teoria, a ideia duma pátria comum, indivisa e capaz de ultrapassar as preocupações e os interesses cantonais.
Mas não podemos deixar de reconhecer outra vez: a grandeza de NICOLAU consistem ter afirmado abertamente a primazia da vida interior - ele que teve uma vida pública tão fecunda e transcendente -, em se ter deixado possuir pouco a pouco pelos valores eternos. Porque só estes são capazes de equilibrar os temporais.
Não vamos referir as suas visões, mesmo as da Santíssima Trindade. Os decretos de  Beatificação e de Canonização tomam em conta unicamente om essencial, isto é, a santidade, as virtudes em grau heroico, dos servos de Deus: não a realidade dos factos fora do comum.
Mas NICOLAU passou o Jordão, digamos. Passou para o outro lado das coisas. Depois foi-lhe possível deixá-las tornar a si. E vieram não para o estorvar, mas para ser elevadas. Depois que resolveu prescindir delas, foram elas mesmas que entenderam não poder passar sem ele. Porque NICOLAU foi, mais que tudo, titã ou gigante da oração.
Faleceu a 21 de Março de 1487.
«NICOLAU DE FLUE - diz PIO XII - encarna, com plenitude admirável, a união da liberdade terrestre com a liberdade celestial».



MÁRTIRES DA ALEXANDRIA, Santos


Comemoração dos Santos MÁRTIRES DE ALEXANDRIA que, no tempo do imperador Constâncio e do prefeito Filágrio, dentro das igrejas invadidas por arianos e pagãos, forma mortos na Sexta-feira da Paixão do Senhor. (339)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Sendo restabelecido Santo ATANÁSIO na sé de Alexandria pelo ano de 337, foi levantada uma perseguição pelo partido ariano no tempo do imperador Constâncio (339).
Ia sobretudo contra o bispo, cujo regresso causara grande alegria entre os católicos, em todas as igrejas da região. Na Sexta-feira santa, os arianos e os pagãos, armados com paus e espadas, invadiram a Igreja. «As virgens santas, escreveu ATANÁSIO foram então despojadas dos vestidos e tratadas da maneira mais indigna:foram espezinhados monges e sacerdotes e leigos; outros cristãos foram vergastados, além de virgens serem encarceradas.. O intruso Gregório da Capadócia atreveu-se a penetrar ele mesmo na igreja, levou o prefeito a prender imediatamente 34 virgens ou senhoras cristãs, ao mesmo tempo que homens livres: flagelaram-nos publicamente e carregaram-nos de ferro».
Santo ATANÁSIO que mal pôde escapar a esta cena tumultuosa, descreveu-a numa carta encíclica, na Segunda Apologia e na Vida de Santo Antão. Essas desordens realizaram-se de 18 a 22 de Março.- A Igreja comemorou essas vítimas no antigo Martirológio, mencionando-as a 21 de março

Benedita Cambiagio Frassinello, Beata



Em Ronco Scrívia, na Ligúria, Itália,  Santa BENEDITA CAMBIAGIO FRASSINELLO que de acordo com o esposo renunciou à vida conjugal e fundou p Instituto das Irmãs Beneditinas das Providência, para a formação das jovens pobres e abandonadas. (1858)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Nasceu a Serva de Deus a 7 de Setembro de 1842 em VItória , Espanha. No dia seguinte recebeu no baptismo o nome de MARIA JOSÉ.
Veio ao mundo em Langasco - Itália a 2 de Outubro de 1791, última de 7 filhos de uma família verdadeiramente cristã. Aos 13 anos emigrou com os pais e irmãos para Pavia, onde já se encontrava uma colónia de genoveses.
Por volta dos 20 anos, desejando ser religiosa, afastou-se de casa e escondeu-se num lugar retirado para se entregar à oração e penitência. Todavia, no dia 7 de fevereiro de 1816 contraiu matrimónio com João Baptista Frassinello operário de Ronco Scrívia, que tinha também ele emigrado para Pavia.
O marido, admirado com a grandeza de alma e o ardor da vida espiritual da esposa, esforçou-se por imitá-la, de tal forma que depois dois anos depois do matrimónio, com a aprovação do dIrector espiritual, fizeram voto de castidade. Ambos descobriram a que Deus os chamada à vida consagrada. Havia, no entanto, um impedimento. Tinham em sua casa uma irmã de BENEDITA atacada de cancro intestinal, que eles tratavam com incansável caridade e amor. Quando ela faleceu, a 9 de Julho de 1825JOÃO BAPTISTA ingressou como irmão leigo na Ordem dos Clérigos Regulares de Somaschi, e a esposa  nas URSULINAS de Capriolo (Bréscia). Permaneceu lá pouco tempo, porque uma doença a obrigou a voltar para Pavia.
Confortada com uma visão de São JERÓNIMO EMILIANO (1486-1537) que a curou da enfermidade, e encorajada pelo Bispo, em meio de enormes dificuldades e extrema pobreza, que a obrigou a pedir esmola de porta em porta, deu inicio à obra de assistência às meninas pobres e abandonadas e às raparigas da rua.
O cavalheiro Domenico Pozzi (1829) impressionado com a obra de BENEDITA CAMBIAGIO foi em seu auxilio, proporcionando-lhe uma casa convenientemente equipada para escola, a primeira deste género em Pavia. No espaço de pouco tempo, a casa, aprovada pelo Bispo e pela autoridade civil, quadruplicou o número das asiladas, que em 1831 ultrapassavam a centena.
Para levar por diante obra de tamanha envergadura , ela foi formando um grupo de jovens que a auxiliavam: depois,, com algumas delas, fundou o Instituto das Irmãs Beneditinas da Divina Providência.
Não lhe faltaram perseguições, que a obrigaram inclusive a retirar-se de pavia e estabelecer-se em Ronco Scrívia, onde passou os últimos 20 anos de vida. Lá faleceu santamente, a 21 de Março de 1858. Foi beatificada no domingo, 10 de maio de 1987.-
AAS 77 (985) 1183-9; L'OSS. ROM. 17.5.1987; DIP 2, 1-3



LUPICINO, Santo



Em Lauconne, na Gália Lionense, hoje França, o dia natal de São LUPICINO abade que com o seu irmão São ROMÃO seguiu a observância da vida monástica nos montes Jura. (480)

ENDEU, Santo



Na Irlanda, Santo ENDEU abade que fundou na Ilha de Aran um cenóbio tão célebre que, pela sua fama, era chamada ilha dos Santos. (542)

TIAGO CONFESSOR, Santo


Em Constantinopla, hoje Istambul, Turquia, a paixão de São TIAGO CONFESSOR que lutou arduamente pelo culto das sagradas imagens e terminou a sua vida com um  glorioso martírio. (824)

JOÃO, Santo



Em Valence no território de Vienne, França, São JOÃO bispo anteriormente abade de Bonnevaux que sofreu muitas adversidades pela defesa da justiça e ajudou com exímia caridade os camponeses, os pobres e os mercadores arruinados pelas dívidas. (1145)




TOMÁS PILCHARD e GUILHERME PIKE, Beato



Em Dorchester, na Inglaterra, o Beato TOMÁS PILCHARD presbitero e mártir, homem culto e afável, que no reinado de Isabel I foi condenado ao suplício da forca em ódio ao sacerdócio. Com ele comemora-se também GUILHERME PIKE mártir, um carpinteiro, que no mesmo lugar e em dia desconhecido, por ordem da mesma rainha, foi crudelissimamente dissecado por se ter reconciliado com a Igreja Romana. (1591)


MATEUS FLATHERS, Beato


Em York, Inglaterra, o Beato MATEUS FLATHERS presbitero e mártir, que tendo sido aluno do Colégio dos Ingleses de Douai no reinado de Jaime I foi dilacerado vivo pela sua fidelidade a Cristo. (1608)


AGOSTINHO ZHAO RONG, Santo


Em Sichuan, China, a comemoração de Santo AGOSTINHO ZHAO RONG presbítero e mártir que durante a perseguição foi preso e morto pelo nome de Cristo num dia incerto de primavera. (1815)



MIGUEL GOMÉZ LOZA, Beato


Em Atotonilco, perto de Guadalajara, Jalisco, México, o Beato MIGUEL GOMÉZ LOZA pai de família e mártir. (1928)


...e AINDA  ...


BERILO DE CATÂNIA, Santo


Secondo la tradizione della Chiesa di Catania, Berillo, originario di Antiochia, sarebbe stato ordinato vescovo da san Pietro apostolo. Inviato in Sicilia divenne il primo vescovo della città di Sant'Agata



COMENDADORES DE SEVILHA E DE CÓRDOVA, Beatos


Questi due Beati mercedari, uno commendatore di Siviglia, l’altro commendatore di Cordova, diedero esempio di vita giusta confessando la fede cristiana. Predicarono il vangelo di Cristo in Marocco e liberarono 215 schiavi dalla dura prigionia dei saraceni. Anche se si ignorano i loro nomi, tuttavia essi sono scritti nel libro della vita. L’Ordine li festeggia il 21 marzo.


ELIAS, Santo



Sant’Elia è ritenuto dalla tradizione locale novarese il successore di San Giulio nell’opera di evangelizzazione delle terre cusiane. Secondo la Vita di San Giulio egli avrebbe dato sepoltura al giovane senatore Audenzio, che i famigliari vollero deposto presso la tomba del santo, e si dedicò alla cura della chiesa edificata da Giulio stesso. In seguito, Elia fu ritenuto il secondo vescovo di Sion vissuto agli inizi del secolo V che, per ignoti motivi, lasciata la sua sede episcopale, si sarebbe recato a soggiornare come sacerdote o eremita presso l’isola di Orta. Non è possibile stabilire su quali basi è stata proposta una simile identificazione, non presente nelle più antiche recensioni del racconto della vita di Giulio e per ora non suffragata da alcuna testimonianza storica attendibile. Elia è raffigurato nell’arte locale con abiti marroni, quasi monacali, simili a quelli con cui è ritratto San Giulio, come nell’affresco del XV secolo, visibile sulla parete sinistra della basilica dell’isola, che ricorda l’incontro tra i due santi. Unico riferimento alla sua presunta esperienza episcopale è la mitria, recata da un angelo, accanto al busto reliquiario settecentesco posto in una nicchia del coro. I presunti resti del santo, rinvenuti nel 1697 in una sepoltura individuata sul pavimento della chiesa, vennero successivamente collocati all’interno dell’altare marmoreo della cripta, accanto a quelli degli altri santi dell’isola, ove tutt’ora riposano. Il giorno per il ricordo di Elia era diversamente assegnato dagli antichi calendari al 21 marzo o al 13 aprile



FILEMÓN e DONINO DE ROMA, Santos

Nativi, secondo i menologi greci, di Roma, ai tempi delle persecuzioni si diedero a percorrere l'Italia predicando il Vangelo e battezzando gli infedeli che, alla loro infiammata parola, si convertivano in gran numero. Tutto ciò, come era naturale, suscitò l'ira dei culti degli idoli, i quali li presero, li legarono e li consegnarono al preside della provincia. Questi tentò dapprima di indurli a negare Cristo con promesse di onori e doni, indi, non essendosi quelli piegati, li fece distendere nudi in terra e battere ferocemente da quattro littori. Vennero, quindi, chiusi in carcere, poi di nuovo sottoposti a duri tormenti, e infine decapitati un 21 marzo, data alla quale sono ricordati nei sinassari greci e nel Martirologio Romano.
Queste notizie sono, come avvertono i Bollandisti nel Commento al Martirologio Romano, il compendio di una più antica passio perduta. Si trattava, in ogni modo, di un documento apocrifo, di nessun valore storico. Infatti, le notizie nebulose e generiche e i due personaggi, non hanno alcuna connessione reale con Roma, per cui è lecito dubitare della loro stessa esistenza


JUSTINIANO DE VERCELLI, Santo


Il rito eusebiano commemorava s. Giustiniano il 21 marzo e lo invocava nelle proprie litanie. Nella serie iconografica dei primi quaranta vescovi di Vercelli, che era dipinta nell'antica basilica cattedrale, ora scomparsa, egli figurava come quarto successore del protovescovo s. Eusebio, ma il nome si leggeva sincopato in Iustianus, come nell'epistola sinòdale del 451, con la quale i vescovi della provincia milanese aderivano alla dottrina cattolica contro l'eresia di Eutiche, in cui tra le firme dei suffraganei, al terz'ultimo posto, è quella di Iustianus, vescovo di Vercelli. Il nome vero era peraltro Iustinianus, come si legge nella sua iscrizione sepolcralè, composta di dieci esametri celebranti con enfasi la santità di vita, la fedeltà alla giustizia e la gloria celeste del mistico antistite, padre della Chiesa vercellese e partecipe della schiera apostolica, che resse la diocesi sedici anni, sei mesi e alcuni giorni. 
Durante il suo episcopato, nel 448, passò per Vercelli s. Germano, vescovo di Auxerre, diretto a Ravenna dove poco dopo mori. Trasportata in patria, la salma sostò brevemente in città, e fu detto che al suo ingresso nella cattedrale vercellese, che doveva essere consacrata in seguito a grandi lavori di restauro, le fiaccole e i ceri miracolosamente si accesero per indicare che ii santo, sebbene defunto compiva il rito della consacrazione. 
Una tradizione locale, non priva di fondamento, sebbene qualche storico moderno non l'accetti, identifica il nostro Giustiniano con l'omonimo vescovo di Tours, del quale si legge una breve notizia nella Historia Francorum di s. Gregorio vescovo della stessa città. 
Considerando che Giustiniano resse la diocesi vercellese sedici anni, sei mesi e alcuni giorni, come dice l'epitafio, collocando la sua morte non oltre il marzo del 452, l'inizio dell'episcopato cade verso la seconda meta del 435. 
L'anno del decesso di Giustiniano non può essere posticipato perché altrimenti egli non sarebbe sfuggito al massacro delle orde unniche di Attila, che nella primavera del 452 invasero Milano, Pavia e altre città vicine compresa Vercelli, e dovunque saccheggiarono, depredarono e trucidarono gli infelici abitanti. L'epitafio non accenna a morte violenta, ma afferma che il santo vescovo "ovans penetravit limina coeli", cioè varcò festoso la soglia del cielo. 
A confermare la tradizione vercellese possono contribuire in certo modo due versi dello stesso epitafio, dei quali uno dice: "Hunc veneranda suscepit ecclesia patrem", cioè la veneranda Chiesa vercellese ricevette, accolse, accettò per sé questo padre; la quale espressione sembra indicare una elezione non regolare, altrimenti l'autore degli esametri si sarebbe dovuto esprimere non con il verbo suscepit, ma con elegit, indicante la consúeta procedura di elezione del vescovo. L'altro verso dice: "Apostolicae numeratus in ordine turbae", che sembra si debba rettamente interpretare nel senso che Giustiniano fece vita monastica, allora detta vita apostolica. Egli inoltre, quasi a conferma di questa interpretazione, è celebrato nell'epitafio come mistico antistite, dedito dunque alla vita contemplativa, quale si professa appunto in monastero. 
Qualcuno non riconosce il valore di questa interpretazione e ritiene che il verso indichi in Giustiniano semplicemente il vescovo, " membro della turba apostolica " in quanto i vescovi sono i successori degli apostoli. In questo caso bisogna dire che l'epitafio ripete troppe volte lo stesso concetto, già espresso con i termini di mistico antistite e di padre della Chiesa vercellese. La nostra interpretazione rende inoltre comprensibile la preferenza dimostrata dalla comunità verso il vescovo pellegrino, perché essa vide in Giustiniano il pastore che occorreva, dovendo il presule vercellese, secondo quanto scrisse s. Ambrogio, reggere il monastero e governare la diocesi; oltre all'ufficio pastorale comune a tutti i vescovi, egli doveva dirigere il.cenobio ecclesiastico fondato da s. Eusebio. In esso i chierici si esercitavano nella disciplina ascetica, attendevano agli studi, si preparavano al ministero, vivevano in comunità e osservavano una disciplina simile a quella dei monasteri. Per queste ragioni e concomitanze non sembra doversi facilmente respingere la tradizione che identifica il nostro Giustiniano con l'alunno di s. Martino di Tours, ed anzi si comprende come egli stesso preferisse trattenersi nella sede di Vercelli, che cosí bene rispondeva alle inclinazioni del suo spirito, piuttosto che insistere a Roma per la convalida di una elezione avvenuta in un ambiente inquieto e a danno del legittimo pastore calunniato.



LÚCIA DE VERONA, Beata




Nell’antichissima Fraternità del Terz’Ordine dei Servi di Maria in Verona si iscrive molto giovane una ragazza nata nella stessa città circa l’anno 1514, il suo nome è Lucia. Dimostra seppure giovanissima una grande carità e una coerente fede; rivestita dell’abito di Terziaria vive nella sua casa come se vivesse in monastero, consacrando a Dio nel mondo la sua verginità. Profondamente devota della Passione di Gesù e della Vergine Compassionevole, ha avuto sempre grande attenzione verso quelli che soffrono.
Si fa forte nel suo cuore la parola di Gesù: "… ero infermo e mi avete visitato". Nessun ammalato resta estraneo alla sua carità, sempre disponibile a visitare, consolare, curare, ogni giorno si reca all’ospedale della Misericordia, dove passava molte ore tra quegli ammalati, preferendo i più gravi e riluttanti. 
Nel pulire le piaghe, nel lenire il dolore, nell’abbracciare i morenti ella si sente fortemente unita allo Sposo Crocifisso, così da farsi come Maria Desolata continuamente presente accanto alle croci del suo tempo. 
Compagna fedele della sua opera è anche sua sorella Barbara, anch’ella Terziaria Servita, ed insieme diventano per tutta Verona un punto di riferimento per gli ammalati, specialmente lei che dimostra un eroismo instancabile. 
Maggiormente questo si dimostra nel grave contagio della peste che si abbatte su Verona . Ella non è mai stanca di portarsi dappertutto per aiutare ed incoraggiare, e tutta Verona vede questa umile donna rivestita dell’abito di Serva di Maria farsi largo tra i tanti appestati e, a costo della sua vita, portare dappertutto la carità e la carezza consolatrice di Dio. 
Dice il Vangelo: "…chi perde la sua vita a causa mia la ritroverà", con questa parola nel cuore ella si fa madre di tutti quegli appestati emarginati e abbandonati dal mondo. Fedele discepola di Cristo con amore abbraccia la sua croce e come l’agnello innocente anche lei si fa compagna della stessa malattia dei suoi fratelli. Colpita dalla peste l’accoglie come una corona regale e quando sente ormai vicina la morte recita devotamente le Litanie della Vergine Santa e così va incontro al Divino Sposo, accompagnata dalla Vergine Maria, sua Signora e Regina. Muore nell’anno 1574 e da subito i suoi devoti hanno fatto esperienza della sua potente intercessione nelle malattie contagiose.





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Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




 Porto  - Praça da Liberdade e Estação de São Bento, etc. ...


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http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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 Porto  - Vista da Ribeira de Gaia


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ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...