quinta-feira, 29 de março de 2018

QUINTA-FEIRA SANTA - 29 DE MARÇO DE 2018

Quinta-feira Santa



Jueves Santo
Jueves Santo
Significado da celebração













Na Quinta-feira Santa celebra-se:
  • A Última Ceia,
  • O Lava-pés,
  • A institição da Eucaristia e do Sacerdócio
  • A oração de Jesus no Jardim das Oliveiras de Getsemaní.
  • Na manhã deste dia, em todas as catedrais de cada diocese, o Bispo reúne os sacerdotes em torno do altar e, numa Missa solene, consagram-se os Santos Óleos que se usam nos Sacramentos do Baptismo, Confirmação, Ordem Sacerdotal e Unção dos Enfermos.
    Na Missa vespertina, antes do ofertório, o sacerdote celebrante toma uma toalha e uma bandeja com água e lava os pés de doze varões, recordando o mesmo gesto de Jesus com seus apóstoles na Última Ceia. a) Leituras bíblicas:
    Livro do Éxodo 12, 1-8. 11-14; Primeira carta do apóstolo S. Paulo aos Corintios 11, 23-26; Evangelho segundo S. João 13, 1-15. b) A Eucaristía
    Este é o dia em que se instituiu a Eucaristía, o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo sob as espécies de pão e vinho. Cristo teve a Última Ceia com seus apóstolos e pelo grande amor que nos tem, ficou connosco na Eucaristía, para nos guiar no caminho da salvação. Todos estamos convidados a celebrar a cena instituida por Jesus. Esta noite santa, Cristo nos deixa seu Corpo e seu Sangue. Revivamos este grande dom e comprometámo-nos a servir a nossos irmãos. c) O lava-pés Jesus nesta passagem do Evangelhoo nos ensina a servir com humildade e de coração aos demais. Este é o melhor caminho para seguir a Jesus e para demonstrar-lhe nossa fé n'Ele. Recordar que esta não é a única vez que Jesus nos fala acerca de serviço. Devemos procurar esta virtude para nossa vida de todos os dias. Viver como servidores uns dos outros.

    d) A noite no Jardim das Oliveiras












    Reflexionemos com Jesus no que sentia nestes momentos: seu medo, a angústia ante a morte, a tristeza por ser traído, sua solidão, seu compromisso por cumprir a vontade de Deus, sua obediencia a Deus Pai e sua confiança n'Ele. As virtudes que nos ensina Jesus este dia, entre outras, são a obediência, a generosidade e a humildade.
    Os monumentos e a visita das sete igrejas
    É costume, depois da Missa vespertina, fazer um momento para ressaltar a Eucaristia e expô-la de uma maneira solene para a adoração dos fieis. A Igreja pede para dedicar um momento de adoração e de agradecimento a Jesus, um acompanhar a Jesus na oração do jardim. É por esta razão que as Igrejas preparam seus momentos. Este é um dia solene.Na visita das sete igrejas ou sete templos, é costume levar a cabo uma breve oração na qual se dão graças ao Senhor por todo o seu amor ao ficar connosco. Isto se faz em sete templos diferentes e simboliza o ir e vir de Jesus na noite da traição. É o que refere quando dizem “trazer-te de Herodes a Pilatos”
    A ceia de páscoa no tempo de Jesus Há milhares de anos, os judeus vivíam na terra de Canaán, mas sobreveio uma grande carestia e tiveram que mudar-se a viver no Egipto, onde o faraó lhes deu umas terras férteis onde puderam viver, graças à influência de um judeu chamado José, conhecido como o sonhador. Depois de mutos anos, os israelitas se multiplicaram muitissimo no Egipto e o faraó tuvo medo de que se rebelassem contra seu reino. Ordenou matar a todos os meninos varões israelitas, afogando-os no río Nilo. Moisés logrou sobreviver a essa matança, pois sua mãe o pôs numa canastra no río e foi recolhido pela filha do faraó.
    O faraó converteu em escravos os israelitas, encomendando-lhes os trabalhos mais pesados. Deus elegeu a Moisés para que liberartasse o seu povo da escravidão. Como o faraó não acedia a libertá-los, Deus mandou cair dez pragas sobre o Egipto.
    A última dessas pragas foi a morte de todos os primogénitos do reino.
    Para que a praga não caisse sobre os israelitas, Deus ordenou a Moisés que cada um deles marcasse a porta de sua casa com o sangue de um cordeiro e lhe deu instrucções específicas para ele: Na ceia, cada familia devia comer-se inteiro um cordeiro assado sem romper-lhe os ossos. Não deviam deixar nada porque ao dia seguinte já não estariam aí. Para acompanhar o cordeiro deviam come-lo com pão ázimo e ervas amargas. As ervas amargas ajudariam a que tivessem menos sede, já que teriam que caminhar muito no deserto. O pão ao não ter levadura não se faria duro e o podiam levar para comer no caminho. Lhes mandou comer de pé e vestidos de viagem, com todas as suas coisas prontas, já que tinham que estar preparados para sair quando os avisassem.No dia seguinte, o primogénito do faraó e de cada um dos egipcios amanheceu morto. Isto fez com que o faraó acedesse a deixar os israelitas em liberdade e estes sairam a toda a pressa do Egipto. O faraó prontamente se arrependeu de haver deixado irem-se e enviou a todo seu exército para trazê-los de novo. Deus ajudou o seu povo abrindo as águas do mar Vermelho para que passassem e as fechou no momento em que o exército do faraó tentava passar.
    Desde esse dia os judeus começaram a celebrar a páscoa na primeira lua cheia de primavera, que foi quando Deus os ajudou a libertar-se da escravidão no Egipto.
    Páscoa quer dizer “passagem”, ou seja, passagem da escravatura para a liberdade. A passagem de Deus por suas vidas. Os judeus celebram a páscoa com uma ceia muito parecida à que tiveram seus antepassados na última noite que passaram no Egipto.
    A festa da páscoa se chamava “Pesaj” e se celebrava em recordação da libertação do povo judeu da escravatura do Egipto. Isto o faziam ao chegar a primavera, de 15 a 21 do mês hebreu de Nisán, na lua cheia. Os elementos que se utilizavam na ceia eram os seguintes:
  • O Cordeiro: Ao sair do Egipto, os judeus sacrificaram um cordeiro e com o seu sangue marcaram aos umbrais das suas portas.
  • Karpas: É uma erva que se banha em água salgada e que recorda as misérias dos judeus no Egipto.
  • Naror: É uma erva amarga que simboliza os sofrimentos dos hebreus durante a escravidão no Egipto. Comiam naror para recordar que os egipcios amargaram a vida de seus antepassados convertendo-os em escravos.
  • Jarose: É uma mistura de maçã, noz, mel, vinho e canela que simboliza a mistura de argila que usaram os hebreus no Egipto para as construcções do faraó.
  • Matzá: É um pão sem levedura que simboliza o pão que sacaram os hebreus do Egipto que não pôde fermentar por falta de tempo.
  • Água salgada: Simboliza o caminho pelo Mar Vermelho
  • Quatro copos de vinho: Simbolizam quatro expressões Bíblicas da libertação de Israel.
  • Sete velas: Alumiam dando luz. Esta simboliza a vinda do Messias, luz do mundo.

  • A ceia constava de oito partes:

    1. Acesas as luzes da festa: O que presidia à celebração acendia as velas, todos permaneciam de pé e faziam uma oração. 2. A bênção da fiesta (Kiddush): Se sentavam todos à mesa. Diante de quem presidia à ceia, havia uma grande taça ou vasilha de vinho. Frente aos demais membros da família havia um prato pequeno de água salgada e um prato com matzás, rábano ou alguma outra erva amarga, jaroses e alguma erva verde.
    Se servia a primeira taça de vinho, a taça de acção de graças, e de davam a todos os membros da familia. Todos bebiam a primeira taça de vinho. Depois o servente apresentava uma vasilha, jarra e servilheta ao que presidía à celebração, para que se lavasse suas mãos enquanto dizia a oração. Se comia a erva verde, o servente levava um prato com três matzás grandes, cada uma envolta numa servilheta. O que presidía à cerimónia desenvolvia a peça superior e a levantava no prato.

    3. A história da saida do Egipto (Hagadah). Serviam-se a segunda taça de vino, a taça de Hagadah. Alguém da familia lia a saida de Egipto do livro do Éxodo, capítulo 12. O servente trazia o cordeiro pascal que devia ser macho e sem mancha e se assava num assador em forma de cruz e não se lhe podia partir nenhum osso. Colocava-se diante de quem presidía à celebração, e perguntava pelo significado da festa de Pesaj. Eles respondíam que era o cordeiro pascal que nossos pais sacrificaram ao Senhor em memória da noite en que Yahvé passou de largo pelas casas de nossos pais no Egipto. Logo tomava a peça superior do pão ázimo e o sustinha ao alto. Logo levantava a erva amarga.

    4.Oração de acção de graças pela saida de Egipto: O que presidía à cerimónia levantava sua taça e fazia uma oração de graças. Colocava a taça de vinho no seu lugar. Todos se punham de pé e recitavam o salmo 113.

    5. A solene bênção da comida: Todos se sentavam e se benzia o pão ázimo e as ervas amargas. Tomava primeiro o pão e o benzia. Depois cortava a matzá superior em pequenas porções e distribuía um pedaço a cada um dos presentes. Eles o sustinham em suas mãos e diziam uma oração. Cada pessoa punha uma porção de erva amarga e algo de jaroses entre dois pedaços de matzá e diziam juntos uma pequena oração.

    6. A ceia pascal: Se levava a cabo a ceia. 7. Bebida da terceira taça de vinho: a taça da bênção.- Quando se terminavam a ceia, o que presidia tomava a metade grande da matzá no meio do prato, a partia e a distribuía a todos ali reunidos. Todos sustinham a porção de matzá em suas mãos enquanto quem presidia dizia uma oração e logo o comiam. Se lhes servia a terceira taça de vinho, “a taça da bênção”. Todos se punham de pé e tomavam a taça da bênção.

    8. Bênção final: Enchiam-se as taças pela quarta vez. Esta quarta taça era a “Taça de Melquisedec”. Todos levantavam suas taças e diziam uma oração de louvor a Deus. Se as tomavam e quem presidia à cerimónia concluía a celebração com a antiga bênção do Livro dos Números (6, 24-26).

    Día da Caridade:
    No México, os bispos, estabeleceram que Quinta feira Santa seja o dia da caridade. O objectivo disto não é levar a cabo uma colecta para os pobres, mas sim o impulso de seguir o exemplo de Jesus que compartilhou todo o seu ser.

    Sugestões para viver esta festa:
  • Dedicar um tempo à adoração à Eucaristía
  • Fazer a visita das sete casas.
  • http://es-catholic.net


    Tradução à letra por 

    António Fonseca

    quarta-feira, 28 de março de 2018

    Nº 3 4 2 6 - SÉRIE DE 2018 - (087) - SANTOS DE CADA DIA - 28 DE MARÇO DE 2018 - 11º. ANO

    Caros amigos:


    Com a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo
    Ámen.






     Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso



    B O M   A N O   DE   2 0 1 8 






    Foto actual do autor
    26-Agosto-2016




    Nº  3 4 2 6



    Série - 2018 - (nº 0 8 7)


    28 de MARÇO de 2018


    SANTOS DE CADA DIA

    11º   A N O



     miscelania 008



    LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
    NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
    E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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    Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
    deverão Comemorar e Lembrar 
    os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

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    SISTO III, Santo
         


    Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

     São SISTO, terceiro papa deste nome, era romano e nasceu nos fins do século IV. O zelo com que combateu as heresias do seu tempo, quando era ainda presbitero, e a honra de ser elevado ao sacerdócio num tempo em que somente se ascendia a esta dignidade pelos méritos duma notória virtude, tudo isso faz ver qual foi a regularidade da sua juventude. 
    Conhecendo os pelagianos, negadores do pecado original, quanta honra imprimiria ao seu partido o simples nome do presbitero SISTO, se se chegasse a divulgar que ele seguia os seus erros, ousaram gabar-se de o terem como protector e chefe. Soube-o o santo, e logo se apressou a desenganar o público.
    SISTO não somente anatematizou, à face de todo o povo, o pelagianismo, condenado no Concilio de Éfeso (431), senão que refutou solidamente em suas epístolas os pretendidos dogmas desses hereges, e forçou-os a renunciar aos seus erros. Acompanhou a célebre epístola do Papa São ZÓZIMO, sobre a condenação de Pelágio, doutra epístola a AURÉLIO bispo de Cartago , e doutra ainda a Santo AGOSTINHO, que lhe escreveu duas sobre o mesmo assunto, felicitando-o pelo zelo que demonstrava.
    «Não posso exprimir-vos - diz o santo doutor na primeira - o prazer que me causou a vossa carta. Não me contentei com ler a que enviastes ao santo bispo AURÉLIO; fiz extrair muitas cópias dela para a tornar pública, a fim de todos verem quais são os vossos piedosos sentimentos acerca dos perniciosos dogmas que tendem a aniquilar a graça divina que Deus concede aos pequenos e aos grandes. Li, com a maior satisfação ainda, o excelente livro que compusestes em defesa da graça de Jesus Cristo; e faço o possível para que todos o leiamPois pode haver leitura mais agradável do que uma defesa tão pura da graça de Deus, contra os seus inimigos, e isto da própria boca daquele a quem, esses inimigos proclamavam seu protector e corifeu?
    Na segunda carta, Santo Agostinho, felicita-o por ter sido o primeiro a condenar publicamente os erros de Pelágio, posto que não fosse ainda senão simples sacerdote.
    Morto o Papa São CELESTINO I, foi nomeado o nosso santo seu sucessor a 26 de Abril do ano 432. Desde o início do pontificado dedicou todos os desvelos a extirpar as perniciosas heresias, que, embora recém-nascidas, faziam gemer toda a Igreja.
    O único heresiarca até então existente, Nestório, tinha sido condenado em Roma por São CELESTINO, no ano de 430, e em 431 em Éfeso, pelo concílio geral, que, depondo-o da sua cadeira episcopal, o desterrou para um mosteiro de Antioquia. São SISTO, como bom pastor, movido de compaixão por esta ovelha desgarrada, procurou sará-la e reduzi-la ao aprisco da fé; porém, tão inutilmente, que o infeliz heresiarca e seus parciais tiveram a incrível coragem de publicar que o santo pontífice lhes não era contrário.
    Em breve foi o público desenganado desta calúnia. O nosso santo escreveu a São CIRILO e a JOÃO DE ANTIOQUIA, depois que este abandonou o partido de Nestório, cartas de congratulação, exortando-os a trabalhar na conversão dos hereges e a receber caridosamente os que de boa fé voltassem ao grémio da Igreja; mas que se mostrassem inexoráveis com os que perseverassem nos seus erros.
    Foi sem dúvida em resultado destas cartas do santo pontífice que o desgraçado Nestório, cada vez mais obstinado na sua impiedade, foi tirado do mosteiro e enviado ao exílio, onde morreu sem dar indício algum de arrependimento.
    São SISTO foi vítima das maiores calúnias. Basso, pessoa de qualidade mas quase sem religião, acusou o santo pontífice dum delito enorme. Era tão atroz a acusação e, tornando-se pública, produziu tão ruidoso escândalo, que o imperador Valentiniano julgou necessário que se convocasse um concilio onde fosse juridicamente declarada a inocência do santo pontífice e reparada a sua reputação.
    Reuniu-se um concílio não ecuménico, formado por 56 bispos, examinou-se a causa, tornou-se patente a inocência de SISTO; e, convencido de calúnia, o acusador foi canonicamente excomungado. Uns meses depois morreu Basso com mostras de grande arrependimento; o caritativo SISTO assistiu-lhe com grande amor na sua última enfermidade, absolveu-o da excomunhão e administrou-lhe o Sagrado Viático.
    É difícil exprimir o ardor e o zelo com que este santo papa se devotou a extinguir, à nascença, todas as perniciosas inovações que surgiam cada dia, ressuscitando ele na Igreja a primitiva piedade e renovando o vigor da disciplina eclesiástica. A Igreja de Ravena deve-lhe a glória de haver tido por bispo São PEDRO CRISÓLOGO.
    JULIÃO DE EDANA, famoso pelagiano, desejando com paixão ambiciosa recuperar a sua cadeira episcopal, de que tinha sido justissimamente deposto, procurou reentrar na comunhão da Igreja, fingindo-se convertido e valendo-se de todos os artifícios para disso persuadir a São SISTO; mas o santo pontífice, descobrindo através daquelas aparentes exterioridades a malignidade do herege embusteiro, soube manter-se inflexível.
    A solicitude pastoral com que atendia às necessidades de todas as igrejas e os desvelos imensos a que se entregava  para prover a tudo, não o impediram de enriquecer com magnificência e liberdade as igrejas de Roma.
    A grande devoção que professava à Santíssima Virgem , moveu-o a reparar a antiga basílica de Libério, consagrada à augusta Mãe de Deus, que depois se chamou Santa Maria Maior. Enriqueceu-a com um altar de prata maciça, com o belo mosaico do arco triunfal, etc. .
    Deu à igreja de São PEDRO um ornamento de prata do peso de quatrocentas libras. Na de São Lourenço erigiu colunas de pórfiro e prata, adornando-a com uma primorosa balaustrada e com uma estátua do santo, de grande preço. Há poucas igrejas antigas em Roma, onde se não conservem monumentos de piedosa magnificência deste grande pontífice.
    Por último, depois de ter governado com sabedoria consumada a Santa Sé durante uns oito anos, tão odiado dos hereges como amado e venerado dos fiéis, morreu em Roma no ano de 440.
    O santo corpo foi enterrado na catacumba de São Lourenço. deixou muitas cartas e composições poéticas. Sucedeu-lhe no pontificado São LEÃO MAGNO que tinha sido seu discípulo.




    Venturino de Bergamo, Beato





    Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


    Nasceu em Bérgamo - Lombardia - Itália, em 1304, e morreu em Esmirna (Turquia) a 28 de Março de 1346. A carreira deste eloquente dominicano decorreu na época em que os Papas viviam em Avinhão (1309-1377). Desde que ele se pôs a pregar, toda a Itália o quis ouvir. Em Bérgamo, bastou-lhe um sermão para transformar o maior bandido da região num paroquiano edificante. Afirmara do púlpito, segundo o acusaram, que um Papa que sai de Roma, deixa de ser Papa, e que BENTO XII (1342) tinha por conseguinte de voltar quanto antes para a Cidade Eterna? O que é certo é que BENTO XII não tardou em exilar VENTURINO para um desconhecido convento de França, destituído de qualquer jurisdição. Mas CLEMENTE VI (1342-1352) pôs fim ao exílio; e VENTURINO veio pregar em Avinhão, mostrando teologicamente que os Papas, estejam onde estiverem, são sempre Papas. Encarregado de reunir uma cruzada contra os Turcos, morreu em Esmirna com os franceses que tinha levado consigo para os combater.






    CASTOR, Santo

    Em Tarso, Cilícia, hoje Turquia São CASTOR mártir. (data incerta)



    PRISCO, MALCO e ALEXANDRE, Santos



    Comemoração dos santos mártires PRISCO, MALCO e ALEXANDRE que, durante a perseguição de Valeriano habitavam numa pequena quinta dos arredores de Cesareia da Palestina; sabendo que nessa cidade se ofereciam celestes coroas de martírio, inflamados pelo ardor divino da fé, apresentaram-se espontâneamente ao juiz e, tendo-o censurado pela crueldade com que derramava o sangue dos fiéis , foram por ele imediatamente lançados às feras para serem devorados, em ódio ao nome de Cristo. (260)



    CIRILO, Santo

    Em Heliopólis, na Fenícia, hoje no Líbano, São CIRILO diácono e mártir que foi cruelmente assassinado no tempo do imperador Juliano Apóstata. (362)

    PROTÉRIO, Santo



    Em Alexandria, no Egipto, São PROTÉRIO bispo que, após um tumultuoso motim popular, na Quinta-feira Santa da Ceia do senhor, foi ferozmente assassinado pelos monofisitas, sequazes do seu predecessor Dióscoro. (454)

    GONTRÃO ou GUNTRANO, Santo




    Em Chalon-sur-Saône na Borgonha, França, o sepultamento de São GONTRÃO ou GUNTRANO rei dos Francos que distribuiu os tesouros da sua riqueza em favor das igrejas e dos pobres. (593)

    HILARIÃO, Santo


    Junto ao monte Olimpo, na Bitínia, hoje Turquia, Santo HILARIÃO hegúmeno do mosteiro de Pelecete, que defendeu vigorosamente o culto das sagradas imagens. (séc. VIII)

    ESTÊVÃO HARDING, Santo


    Em Cister, Borgonha, França, Santo ESTÊVÃO HARDING abade que veio de Molesme com outros monges para este célebre cenóbio, instituiu os irmãos conversos, recebeu o egrégio BERNARDO com 30 companheiros e fundou doze mosteiros, que associou com o vínculo da Carta da Caridade, para que não houvesse entre os monges discórdia alguma, mas vivessem na harmonia da mesma caridade, da mesma regra e de costumes semelhantes. (1134)



    CONO. Santo


    Em Naso, na Sicília, Itália, São CONO monge sob a observância dos Padres orientais que, ao regressar da peregrinação aos Lugares Santos, sabendo que seus pais tinham falecido, distribuiu pelos pobres toda a fortuna familiar e abraçou a vida eremítica. (1236)




    ANTÓNIO PATRÍZZI, Beato


    Em Monticiano perto de Sena, na Etrúria, Itália o Beato ANTÓNIO PATRÍZZI presbitero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho ilustre pelo seu exímio amor aos irmãos e ao próximo. (1311)




    JOANA MARIA DE MAILLÉ, Beata

    Em Tours, França, a Beata JOANA MARIA DE MAILLÉ que, depois da morte do esposo na guerra, reduzida à miséria e expulsa de sua casa pelos parentes e abandonada por todos, viveu reclusa numa cela junto ao convento dos Menores, mendigando o pão, mas totalmente confiada em Deus. (14141)



    CRISTÓVÃO WHARTON, Beato

    Em York, Inglaterra, o beato CRISTÓVÃO WHARTON presbitero e mártir que no reinado de Isabel I foi condenado ao suplício da forca em ódio ao sacerdócio. (1600)


    RENATA MARIA FEILLATREAU, Beata

    Em Angers, França, a Beata RENATA MARIA FEILLATREAU mártir, mulher casada que, durante a Revolução Francesa foi decapitada por permanecer fiel à Igreja Católica. (1794)


    JOSÉ SEBASTIÃO PELCZAR, Santo



    Em Przemysl, na Polónia, São JOSÉ SEBASTIÃO PELCZAR bispo fundador da Congregação das Escravas do Sagrado Coração de Jesus e mestre insigne da vida espiritual. (1924)


    ... E AINDA  ...


    MADONA DELL'ARCO


    Fra i tanti Santuari che costellano il territorio italiano, dedicati alla Madonna e fra i tanti titoli che le sono stati attribuiti nei secoli, ve n’è uno che la venera sotto il titolo di Madonna dell’Arco. 
    Il Santuario omonimo e il culto popolare tributatole fa parte dei tre maggiori poli della devozione mariana in Campania: Madonna del Rosario di Pompei, Madonna di Montevergine e Madonna dell’Arco. 
    L’inizio del culto è legato ad un episodio avvenuto verso la metà del XV secolo; era un lunedì di Pasqua, il giorno della cosiddetta ‘Pasquetta’, cioè la famosa gita fuori porta di una volta e nei pressi di Pomigliano d’Arco, alcuni giovani stavano giocando in un campetto a “palla a maglio”, oggi diremmo a bocce; ai margini del campetto sorgeva un’edicola sulla quale era dipinta una immagine della Madonna con il Bambino Gesù, ma più propriamente era dipinta sotto un arco di acquedotto; da questi archi vengono i nomi di Madonna dell’Arco e Pomigliano d’Arco. 
    Nello svolgersi del gioco, la palla finiva contro un vecchio tiglio, i cui rami ricoprivano in parte il muro affrescato, il giocatore che aveva sbagliato il colpo, in pratica perse la gara; al colmo dell’ira il giovane riprese la palla e bestemmiando la scagliava violentemente contro l’immagine sacra, colpendola sulla guancia che prese a sanguinare. 
    La notizia del miracolo si diffuse nella zona, arrivando fino al conte di Sarno, un nobile del luogo, con il compito di ‘giustiziere’; dietro il furore del popolo, il conte imbastì un processo contro il giovane bestemmiatore, condannandolo all’impiccagione. 
    La sentenza fu subito eseguita e il giovane venne impiccato al tiglio vicino all’edicola, che però due ore dopo ancora con il corpo penzolante, rinsecchì sotto lo sguardo della folla sbigottita. 
    Questo episodio miracoloso suscitò il culto alla Madonna dell’Arco, che si sparse subito in tutta l’Italia Meridionale; folle di fedeli accorsero verso il luogo del prodigio, per cui fu necessario costruire con le offerte dei fedeli, una cappella per proteggere la sacra immagine dalle intemperie. 
    Un secolo dopo il 2 aprile 1589, avvenne un secondo episodio prodigioso, era anche questa volta un lunedì dopo Pasqua, ormai consacrato alla festa della Madonna dell’Arco e una donna certa Aurelia Del Prete, che dalla vicina S. Anastasia, oggi Comune a cui appartiene la zona di Madonna dell’Arco, si stava recando alla cappella per ringraziare la Madonna, sciogliendo così un voto fatto dal marito, guarito da una grave malattia agli occhi. 
    Mentre avanzava lentamente nella folla dei fedeli, le scappò di mano un porcellino che aveva acquistato alla fiera, nel cercare di prenderlo, sfuggente fra le gambe della gente, ebbe una reazione inconsulta, giunta davanti alla chiesetta, gettò a terra l’ex voto del marito, lo calpestò maledicendo la sacra immagine, chi l’aveva dipinta e chi la venerava. 
    La folla inorridì, il marito cercò invano di fermarla, minacciandole la caduta dei piedi, con i quali aveva profanato il voto alla Madonna; le sue parole furono profetiche, la sventurata cominciò ad avere dolori atroci ai piedi che si gonfiavano e annerivano a vista d’occhio. 
    Nella notte tra il 20 e 21 aprile 1590, notte di venerdì santo, ‘senza più dolore e senza una goccia di sangue’ si staccò di netto un piede e durante il giorno anche l’altro. I piedi furono esposti in una gabbietta di ferro e ancora oggi sono visibili nel Santuario, perché la grande risonanza dell’avvenimento, fece affluire una grande folla di pellegrini, devoti, curiosi, che volevano vederli; con loro arrivarono le offerte, si rese necessario costruire una grande chiesa, di cui fu nominato rettore s. Giovanni Leonardi da parte del papa Clemente VIII. 
    Il 1° maggio 1593 fu posta la prima pietra dell’attuale Santuario e già dall’anno seguente subentrarono a gestirlo e lo sono tuttora, i padri Domenicani. Il tempio sorse tutto intorno alla cappellina della Madonna, la quale fu anch’essa restaurata ed abbellita con marmi, nel 1621; l’immagine dopo questi lavori, fu in parte coperta da un marmo, per cui per tutto questo tempo e rimasta visibile solo la parte superiore dell’affresco, il mezzo busto della Madonna e del Bambino; recentissimi lavori hanno riportato alla luce e alla venerazione dei fedeli l’intera immagine. 
    Vari prodigi si sono ripetuti intorno alla sacra effige, che riprese a sanguinare nel 1638 per diversi giorni, nel 1675 la si vide circondata da stelle, fenomeno osservato anche dal papa Benedetto XIII.
    Il Santuario raccoglie nelle sue sale e sulle pareti, migliaia di ex voto d’argento, ma soprattutto migliaia di tavolette votive dipinte, rappresentanti i miracoli ricevuti dagli offerenti, che costituiscono oltre la testimonianza della devozione, una interessantissima carrellata storica e di costume dei secoli trascorsi. 
    Il culto della Madonna dell’Arco è sostenuto da antica devozione popolare, propagata da Associazioni laicali, sparse in tutta la zona campana, ma soprattutto napoletana, i suoi componenti si chiamano ‘battenti’ o ‘fujenti’ cioè coloro che fuggono, corrono; le Compagnie di questi devoti sono dette ‘paranze’ e hanno un’organizzazione con sedi, presidenti, tesorieri, portabandiera e soci. 
    Hanno bandiere, labari, vestono di bianco, uomini, donne e bambini, con una fascia rossa e blu a tracolla, che li caratterizza. Organizzano pellegrinaggi, di solito il lunedì dell’Angelo, che partendo dai vari luoghi dove hanno sede, portano dei simulacri a spalla abbastanza grandi da impiegare trenta, quaranta uomini e sempre tutti a piedi e a volta di corsa, percorrono molti km per convergere al Santuario, molti sono a piedi nudi; lungo la strada si raccolgono offerte per il Santuario, cosa che fanno già da un paio di mesi prima, girando a gruppi con bandiere, banda musicale e vestiti devozionali per i rioni, quartieri e strade di città e paesi. 
    Ma se il Santuario con l’annesso grandioso convento dei Domenicani è il centro del culto, in molte strade ed angoli di Napoli e dei paesi campani, sono sorte cappelline, edicole, chiese dedicate alla Madonna dell’Arco, che ognuno si fa carico di custodire, accudire e abbellire, così da continuare la devozione tutto l’anno e vicino alla propria casa.

    Renata Maria Feillatreau, Beata




    Renée-Marie Feillatreau (épouse Dumont), laica coniugata della diocese di Angers, morì nel tragico contesto della Rivoluzione Francese. E’ stata beatificata da Papa Giovanni Paolo II il 19 febbraio 1984.
    Martirologio Romano: Ad Angers in Francia, beata Renata Maria Feillatreau, martire, che, sposata, durante la rivoluzione francese, morì ghigliottinata per la sua fedeltà alla Chiesa cattolica

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    Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

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    MARTIROLÓGIO ROMANO
    Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

    e através dos sites:


     Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
    e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

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    Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
    Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




     Porto  - Praça da Liberdade e Estação de São Bento, etc. ...


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     SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
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    ANTÓNIO FONSECA

    terça-feira, 27 de março de 2018

    DOM ANTÓNIO DOS SANTOS - antigo Bispo da Guarda faleceu com 85 anos - 17 de Março de 2018

    O bispo emérito da Guarda, António dos Santos, morreu na segunda-feira, aos 85 anos, no hospital daquela cidade, anunciou hoje fonte da diocese.

    Morreu António dos Santos, antigo bispo da Guarda. Tinha 85 anos
    Notícias ao Minuto
    HÁ 39 MINS POR LUSA
    PAÍS ÓBITO
    Em comunicado publicado na sua página da internet, a diocese da Guarda refere que o antigo bispo faleceu pelas 19:30 de segunda-feira, no Hospital Sousa Martins, onde estava internado.
    António dos Santos nasceu a 14 de abril de 1932, no concelho de Vagos, Aveiro, e foi ordenado presbítero em 01 de julho de 1956, em Albergaria-a-Velha.
    Entre 1976 e 1979 exerceu as funções de bispo auxiliar na diocese de Aveiro e em 17 de novembro de 1979 foi nomeado bispo da Guarda, mantendo-se em atividade até 01 de dezembro de 2005, altura em que resignou, por motivos de saúde, tendo sido substituído por Manuel Felício, lembra a diocese da Guarda.
    Segundo a nota, a diocese assinalou os 60 anos de ordenação sacerdotal do bispo Emérito da Guarda, no dia 01 de julho de 2016.
    O corpo do prelado diocesano será velado a partir das 10:30, na igreja da Misericórdia, na cidade da Guarda.
    As exéquias solenes serão realizadas na Sé da Guarda, na quarta-feira, às 15:00, seguindo depois o cortejo fúnebre para a sua terra natal, na paróquia de Santo António de Vagos, na região de Aveiro, segundo a diocese.

    Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

    Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

       Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...