quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Nº 3658 - SÉRIE DE 2018 - 320 - SANTOS DE CADA DIA - 15 DE NOVEMBRO DE 2018 - Nº 9 DO 12º ANO

Caros Amigos






Nº  3 6 5 8



Série - 2018 - (nº 3 2 0)


15 de NOVEMBRO de 2018


SANTOS DE CADA DIA


12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««




Alberto Magno, Santo


   
Santo ALBERTOapelidado MAGNO, bispo e doutor da Igreja, que, tendo ingressado na Ordem dos Pregadores de Paris, ensinou com a sua palavra e escritos as disciplinas filosóficas e teológicas, foi mestre de São TOMÁS DE AQUINO, conciliando admiravelmente a sabedoria dos santos com  as ciências humanas e naturais. Aceitou constrangido a sede episcopal de Ratisbona, onde pôs todo o seu empenho em estabelecer a paz entre os povos, mas, passado um ano, preferiu a pobreza da Ordem a todo o género de honra e morreu santamente em Colónia, na Lotaríngia, actualmente na Alemanha. (1280)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

Não concordam os autores sobre a data do seu nascimento. Vindo à luz em 1193 ou em 1206, viveu até 1280 como farol do seu século e da Igreja Universal. Era o primogénito do Conde Bollstadt e passou os primeiros anos no castelo familiar da Suábia, junto ao Danúbio.

Seu pai ermilitar e lutou na Lombardia em favor do Imperador, mas ALBERTO não se entusiasmou pelas armas. Sentiu a curiosidade do filósofo, a sede da ciência. Na Universidade de Pádua estudou gramática, dialéctica, retórica, música, geometria e astronomia. O seu olhar perscrutador estava aberto para o grande livro do mundo exterior e vibrou com a leitura das suas páginas maravilhosas. É grande naturalista, observador patente dos fenómenos da natureza - e grande filósofo ao mesmo tempo. Os contemporâneos, chamaram-lhe «o filósofo». Por isso adora a Deus na natureza. A sua ciência é sabedoria.

Alguns historiadores fazem intervir a Mãe de Deus na formação de Santo ALBERTO e no rumo definitivo da sua vida. Teve nos princípios dificuldade no estudo; e sendo muito devoto de Virgem Maria, lançou-se um dia aos pés do «Trono da Sabedoria» e pediu-lhe que lhe fosse propícia. Foi ouvido e abriram-se-lhe todas as fontes do saber. Como sinal de assim ter sido, na hora da morte iria perder a memória de tudo. Também nos dizem que foi a Mãe de Deus quem indicou o caminho da sua vocação influiu certamente o segundo Geral dos Padres Pregadores, João da Saxónia. Com o conselho e palavra dele. ALBERTO decidiu-se em 1223 a vestir o hábito branco e a capa negra dos Dominicanos, contra a oposição da família.

De Pádua transferiu-se para Bolonha. Lá, no convento de São Nicolau, segundo berço da Ordem, onde repousavam os restos do grande Patriarca espanhol, São DOMINGOS, abriu ALBERTO alicerces para o grande edifício que iria levantar duma ciência universal e cristã. O discípulo converte-se em Mestre e vai a Colónia, a Hildsheim, a Friburgo de Brisgóvia, a Ratisbona e Estrasburgo. O Capítulo Geral que se reúne no Pentecostes do ano de 1238 pensa em Santo ALBERTO como Geral de toda a Ordem. A Providência queria-o, porém, luz nos claustros universitários,  e a eleição definitiva caiu em São RAIMUNDO DE PENHAFORTE. O nosso santo teve de fazer uma viagem a Barcelona para entregar os selos da Ordem ao novo Geral.

Em 1245 encontramo-lo em Paris como Mestre no Colégio de São Tiagoincorporado na Universidade. Três anos de trabalho científico e filosófico, que dão começo a uma série interminável das suas valiosas publicações38 volumes!  Em fins de 1248 vai para o estudo Geral das Colónias e com ele vai São TOMÁS DE AQUINO, seu discípulo.  Em 1254, sendo provincial da província dominicana da Alemanha, tem de interromper os estudos para dedicar-se ao governo.  Visita canonicamente as casas da Áustria, Suábia, Baviera, Saxónia, Bélgica e Holanda. Vai a pé, sem provisões especiais, pedindo de esmola o sustento necessário. Mandava mais com o exemplo do que com a palavra, em todos os súbditos. Em 1256 tem de ir a Roma para defender a causa das Ordens mendicantes, atacadas em plena Universidade de Paris por Guilherme do Santo Amor, o que proporciona a ALBERTO que explique diante da Cúria o Evangelho de São João e as Epístolas Canónicas.

Os trabalhos e as viagens chovem sobre este operário infatigável. Uma missão apostólica obriga-o a chegar até à Polónia para cortar certos abusos. Em 1257 está em Colónia, consegue que o libertem do provincialato e  volta à sua amada cátedra.

Contudo, as dificuldades acumulam-se contra o professor e o escritor.  De 1260 a 1267, novamente o governo o retira dos estudos. Bispo de Ratisbona até 1262, pregador duma cruzada nos países de língua alemã até 1265, descansa em Wurzburgo, e em 1267 volta ao ensino em Colónia, que prosseguirá até 1277, com curtas interrupções. Em 1274 dirige-se para o Concílio de Lião, em que devia tomar parte São TOMÁS DE AQUINO. Em 1277 defende em Paris este discípulo predilecto, que depois de falecido é atacado naquela UniversidadeEntra novamente em Colónia e desde 1278 pensa unicamente em preparar-se para a morte. Foi trabalhador activo na vinha do Senhor; pode esperar a justa recompensa. Faleceu a 15 de Novembro de 1280.

Todas as curvas das suas múltiplas viagens e ocupações resultaram sempre numa recta: a glória de Deus e da sua Igreja. Três palavras resumem tudo: Rezar, Estudar e Ensinar. Agora deve descansar no seio do Senhor. Em vida escolheu o lugar da sua sepultura: na Igreja do convento da Colónia. Se sempre foi grande rezador - além do Ofício Divino e do Rosário, rezava diariamente os 150 salmos do Saltério - agora nos últimos dias, visita diariamente o seu próximo túmulo e reza o Ofício de Defuntos, como se já tivesse morrido para o tempo.   

Recebidos os últimos Sacramentos, entregou a sua alma grande a Deus, sentado numa pobre cadeira da sua modesta cela. Escreveu muito, leu muito, brilhou como farol no pináculo do saber e do governo, mas foi humilde, puro, caritativo, um santo. Possuiu a ciência de Deus, a ciência da vida eterna, e esta é a grande lição que deixou à posteridade. Trabalhador infatigável, curioso por todas as disciplinas do saber humano. - Doutor Universal lhe chamou o seu século, «luz do mundo porque soube tudo o que se podia saber» - teria sido sábio imprudente, se não se tivesse provido do azeite da caridade para a noite da vida, quando todos os valores humanos baixam e todas as luzes se apagam. É invejável como sábio e imitável como santo.

PIO XII proclamou-o em 1941 padroeiro de todos os que se dão às ciências naturais. Com uma carta decretal de PIO XI, datada de dez anos antes, tinha ele sido proclamado santo e doutor da igreja651 anos entre a morte e a canonização !  Talvez ter a Igreja procedido tão lentamente tenha vindo, ao menos em pequena parte, da lenda bem desagradável que apresentou ALBERTO como mago, aplicado às ciências ocultas. Foram-lhe atribuídas aventuras fantásticas; construir autómatos de perfeição prodigiosa... O nosso tempo, que é o tempo da cibernética e dos automatismos, gostaria de interessar-se por este pseudo-ALBERTO, se ele tivesse realmente existido.  Grande sábio, falecido em 1537, Léfevre d'Êtaples, julgava que os três maiores «génios» produzidos pela humanidade eram Aristóteles, Salomão e Alberto Magno; mas isso pode-se afirmar sem recorrer a «ocultismos» científicos. 


Fidenciano, Valeriana, Vitória e 
mais 20 mártires, Santos




Em Hipona, na Numídia, hoje Annaba, na Argélia, os santos 20 mártires cuja fé e vitória foi exaltada por Santo AGOSTINHO deles apenas se recordam os nomes de FIDENCIANO bispo VALERIANA e VITÓRIA. (1280)


Gúria e Samonas, Santos



Em Edessa, na região de Osroene, Turquia, os santos mártires GÚRIA asceta e SAMONAS que, no tempo do imperador Diocleciano, depois de longos e cruéis tormentos, foram condenados à morte pelo, prefeito Misiano e degolados. (306)


 

Félix de Nola, Santo



Em Nola, na Campânia, Itália, São FÉLIX de cujo ministério pastoral e culto se honra a cidade. (séc. IV)
Maclóvio ou Macuto de Aleth, Santo



Na Bretanha Menor, França, São MACLÓVIO ou MACUTO bispo de Aleth que, segundo a tradição nasceu no País de Gales e morreu em Saintes. (640)


Desidério de Cahors, Santo  

Em Cahors na Aquitânia, França, São DESIDÉRIO bispo que construiu muitas igrejas e mosteiros, bem como edifícios de utilidade pública sem nunca descurar a preparação das almas para o celeste Esposo, como verdadeiro templos de Cristo. (655)



Marinho e Aniano, Santos
   

  
No monte Irschenberg,. na Baviera, Alemanha, os santos MARINHO bispo e ANIANO mártires. (séc. VII e VIII)



Sidónio de Ruão, Santo
  

Em Ruão, na Nêustria, hoje França, São SIDÓNIO abade que oriundo da Irlanda seguiu a vida monástica, primeiro em Jumièges e depois em Noirmoutier, sob a direcção de São FILIBERTO e finalmente no mosteiro de Saint-Saens por ele fundado. (684)

Fintano de Rheinau, Santo


Em Rheinau, entre os Helvécios, hoje Suiça, São FINTANO que procedente também da Irlanda, viveu muito tempo num mosteiro e mais tempo ainda numa pequena cela junto da igreja, como recluso por amor de Deus. (878)



Leopoldo II da Áustria o Pio, Santo


No cenóbio de Klosterneuburg, na Áustria, o sepultamento de São LEOPOLDO margrave desta nação venerado, ainda em vida, com o sobrenome «Piedoso» que foi promotor da paz e amigo dos pobres e do clero. (1136)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


Filho do margrave da Áustria, Leopoldo II de Babenberg, nasceu São LEOPOLDO em 1073, em Melk. A Marca ou província militar, da Áustria, começava então o seu longo crescimento que devia torná-la um dos maiores Estados da Europa. Na juventude, LEOPOLDO recebeu a feliz influência de Santo ALTMANO bispo de Passau, e quando sucedeu ao pai, em 1095, estava bem decidido a ajudar, com todo o seu poder, a reforma da Igreja.

O filho do imperador Henrique IV, o futuro Henrique V, estava tão impaciente em governar que se revoltou em Dezembro de 1104; para formar um partido, declarou-se publicamente defensor dos direitos da Igreja contra seu pai excomungado e esta manha resultou tão bem que se viu sustentado pelo Papa Pascal II e pelos senhores mais dedicados à Santa Sé, entre outros por LEOPOLDO DA ÁUSTRIA. Encontrava neste um aliado tão precioso que não hesitou em fazer que se casasse em 1106 com sua irmã Inês, viúva do duque da Suábia, de quem tinha três filhos. Do casamento tiveram LEOPOLDO e Inês, 18 filhos; sobreviveram ao pai, seis rapazes e cinco raparigas. Dois filhos serviram a Igreja. CONRADO que morreu arcebispo de Salzburgo; e, sobretudo OTÃO que, depois de estudar em Paris, veio a ser monge de Morimont, contribuiu para fundar um mosteiro cisterciense e morreu bispo de Fressing.

Cistercienses e cónegos regulares propagavam-se muitas vezes juntos. OTÃO que introduziu os cistercienses na Áustria, tinha sido, desde a infância, preboste de uma Colegiada. E interveio para que seu pai fizesse vir para ela cónegos regulares de Chiemse. LEOPOLDO também não esquecia as ordens antigas; fundou a abadia beneditina de Mariazell.

Os 40 anos de governo de LEOPOLDO são pouco conhecidos: duas vezes teve de repelir ataques húngaros. Por morte de Henrique V em 1125, foi proposto para o Império , mas não tinha ambições e enfileirou ao lado de LOTÁRIO a quem seguiu dentro das Itália. Sabemos que lhe chamavam pai dos pobres. Morreu a 15 de Novembro de 1136. O povo distinguiu-o com  o título de PIEDOSO. O piedoso Margrave veio a ser canonizado em 1485 por INOCÊNCIO VIII. É patrono da Áustria.

Malô, Santo

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:


 Se acreditamos no seu mais antigo biógrafo, ele era monge na abadia de Llancarvan, Gales, quando lhe veio a inspiração de ir converter os Bretões. Desembarcou não longe da cidade que hoje tem o seu nome. A gente que habitava essa região era tão selvagem que MALÔ resolveu começar por ela. À força de zelo e coragem, acabou por tornar o país mais ou menos cristão. Todavia, ao cabo de vinte anos, «o demónio veio semear a cizânia no seu rebanho». Julgando que o tempo necessário para refutar as calúnias espalhadas contra ele seria melhor empregado noutro sítio, entregou o seu cargo de bispo àquele dos clérigos que mais o desejava ser,. saiu da Bretanha e encaminhou-se para a Aquitânia. Deteve-se e, Saintonge onde, fora das cidades, o Cristianismo pouco tinha ainda penetrado. Fez tanto bem aos habitantes de Saintonge como tinha feito aos Bretões; e foi entre eles que morreu.

Como muitos santos, MALÔ gostava de animais, de que Deus gosta também pois os criou. Um dia que trabalhava na vinha , viu uma toutinegra a pôr ovos no capuz que deixara em cima duma moita. Mas não quis incomodar a ave. Nos dias seguintes, deixou-a pôr e chocar quanto quis; e só voltou a tomar conta do capuz quando ela voou com a sua familiazinha. Diz-se também que evitava carregar o se burro com fardos excessivamente pesados, e que o desengatava sempre, antes dele estar excessivamente cansado.

Artur, Beato

 Este Beato recusou-se a reconhecer Henrique VIII como chefe espiritual da Inglaterra. Na abadia de Glastonbury, a que ele pertencia, descobriram-se bulas do papa, um escrito contra o divórcio do rei e uma vida de São TOMÁS BECKET (+ 1170); era a prova de que os monges dela «tinham o espírito corrompido e eram traidores a Sua Majestade»: e ARTUR do mesmo modo que vários outros, foi executado em Novembro de 1539.

Hugo Faringdon (Hugo Cook), João Eynon e João Rugg, Beatos

      


Em Reading, na Inglaterra, os beatos mártires HUGO FARINGDON (Hugo Cook) abade da Ordem de São BentoJOÃO EYNON e JOÃO RUGG presbíteros que por se oporem tenazmente ao rei Henrique VIII na sua reivindicação de ter a autoridade sobre a igreja, foram acusados de traição e, em frente do mosteiro, enforcados e esquartejados. (1539)

Gaspar Nishi Genka, Úrsúla Nishi e
João Nishi Mataishi, Beatos




Em Ikitsuki, Nagasaqui, Japão, os beatos GASPAR NISHI GENKA, sua esposa ÚRSULA NISHI e seu filho JOÃO NISHI MATAISHI mártires. (1609)

Ricardo Whiting, Rogério James e 
João ThorneBeatos



Em Glastonbury, Inglaterra, os beatos mártires RICARDO WHITTING abade, ROGÉRIO JAMES e JOÃO THORNE, presbíteros da Ordem de São Bento que falsamente acusados de traição e sacrilégio, durante o mesmo reinado sofreram os mesmos suplícios. (1539)

Lúcia Broccadelli de Narni,  Beata



Em Ferrara, Emília-Romanha, Itália, a beata LÚCIA BROCCADÉLLI religiosa que, tanto na vida matrimonial como no mosteiro da Ordem Terceira de São Domingos suportou com paciência muitas dores e humilhações. (1544)

Caio Coreano, Beato



Em Nagasáqui, Japão, o Beato CAIO COREANO mártir que, sendo catequista pela confissão da sua fé em Cristo foi condenado à fogueira. (1624)

Roque González e Afonso Rodríguez, Santos

   

Em Caaró, Paraguai, os santos ROQUE GONZÁLEZ e AFONSO RODRÍGUEZ presbiteros da Companhia de Jesus e mártires que aproximaram de Cristo os povos indigenas abandonados fundando as chamadas "reduções" onde associaram livremente as artes e a vida social com a vida cristã; por isso foram, assassinados à traição por um sicário adicto a artes mágicas. (1628)


José Pignatélli, Santo



Em Roma, São JOÃO PIGNATÉLLI presbitero da Companhia de Jesus que trabalhou muito para a restauração da Ordem quase extinta e se distinguiu pela sua caridade, humildade e integridade de vida, procurando sempre a maior glória de Deus. (1811)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:



José Pignatélli nasceu em 1737 em Saragoça, do ramo espanhol duma nobilíssima família do reino de Nápoles. Perdendo a mãe aos cinco anos, veio para esta cidade onde recebeu, duma irmã, óptima educação católica. Voltando para Espanha aos quinze anos entrou na Companhia de Jesus. Feito o noviciado e emitidos depois os primeiros votos em Tarragona, aplicou-se aos estudos, primeiro em Manresa e depois nos colégios de Bilbau e de Saragoça. Ordenado sacerdote, dedicou-se ao ensino das letras e, com grande fruto, aos ministérios apostólicos.
Levantou-se porém uma grande perseguição contra a Companhia de Jesus e ele figurou entre os jesuítas que foram expulsos de Espanha para a Córsega. Entre tais borrascas e carências, mostrou o Padre PIGNATÉLLI grande fortaleza e constância; foi por isso nomeado Provincial de todos esses exilados. E recomendaram-lhe especial cuidado pelos mais jovens, o que ele praticou com grande zelo.
Da Córsega foi obrigado a transferir-se, com os outros, para várias regiões, vindo finalmente a fixar-se em Ferrara, Itália, onde finalmente fez a profissão solene de quatro votos.
Pouco depois, sendo a Companhia de Jesus dissolvida por Clemente XIV em 1773, no mesmo ano em que foi estabelecido em França o Grande Oriente maçónico, o nosso Santo deu exemplo extraordinário , tanto de perfeitíssima obediência à Sé Apostólica como de acrisolado amor para com a Companhia, sua mãe. Foi para Bolonha, onde quase por cinco lustros, estando proibido de exercer o ministério apostólico com as almas se entregou totalmente ao estudo, reunindo uma biblioteca de valor, dando-se principalmente a obras de caridade para com os antigos membros da suprimida Companhia. Logo, porém, que lhe foi possível, desejou ardentemente e, pediu, para ser recebido na Família Inaciana, que sobrevivera na Rússia, onde reinava Catarina, que sendo cismática, não aceitara a supressão vinda de Roma.
Os jesuitas da Rússia ligaram-se a bom número de ex-jesuítas italianos, e PIGNATÉLLI uniu-se a todos eles, tendo-lhe sido permitido renovar a profissão solene. Com licença do papa PIO VI foi erecta uma casa para noviços no ducado de Parma, de que o Santo ficou sendo reitor. Em 1804, PIO VII restaurou a Companhia de Jesus no reino de Nápoles, e PIGNATÉLLI vem a ser provincial. Mas o exército francês aparece e dispersa este conjunto. O Padre transfere-se para Roma (1806) onde é muito bem recebido pelo Papa. Estabelece-se entre o Coliseu e a actual via Cavour, na Via dell'Agnello, no hospital de São Pantaleão «ai monti». Os Franceses, que estão a ocupar Roma, toleram-no. Ele vai preparando sem ruído o renascimento da sua Companhia. Este facto vem a dar-se em 1814, com o citado papa Beneditino PIO VII.
Mas PIGNATÉLLI já tinha morrido, a 15 de Novembro de 1811, com setenta e quatro anos. O funeral decorreu quase secretamente.
Foi homem insigne por talento e cultura, tanto sagrada como profana. Mostrou especiais dons de prudência e conselho. Cultivando todas as virtudes religiosas, assinalou-se particularmente pela fortaleza, paciência nas adversidades, enorme confiança em Deus e tal liberalidade para com os pobres que não faltava quem julgasse que o dinheiro se lhe multiplicava nas mãos. Foi insigne devoto do Sagrado Coração de Jesus e filho devotíssimo da Virgem Maria. Quase não parava de orar e deliciava-se passando muitas horas, e às vezes noites inteiras, diante do Santíssimo Sacramento.
Beatificou-o PIO XI no ano de 1933, e PIO XII canonizou-o em 1954. Os seus ossos veneram-se num altar da igreja de «Gesú» em Roma, e uma máscara de gesso, obtida por contacto, reproduz perfeitamente as suas feições. PIO XI chamou ao Santo «o principal anel da cadeia entre a Companhia que existira e  a Companhia que ia existir..,. o restaurador dos jesuitas».
Por ser muito belo e piedoso, incluímos aqui o seu Acto de Abandono à Divina Providência:
«Ó meu Deus, eu desconheço por completo o que me acontecerá neste dia! Tudo o que sei, é que nada me sucederá, que não tenha sido previsto por Vós desde toda a eternidade. Isso me basta, ó meu Deus, para sossego e tranquilidade do meu coração.
Adoro os Vosso desígnios eternos  e impenetráveis, e a eles me submeto com toda a minha alma: quero tudo, aceito tudo, de tudo Vos faço sacrifício, uno este sacrifício ao Vosso querido Filho, meu Salvador, pedindo-Vos pelo seu Sacratíssimo Coração, e pelos seus merecimentos infinitos, a paciência nos sofrimentos e a perfeita submissão que Vos é devida, em tudo o que quiserdes e permitirdes. Ámen».
 


José Mkasa Balikuddembé, Santo



Em Mengo, Uganda, São JOSÉ MKASA BALIKUDDEMBÉ mártir que, sendo mordomo do palácio real, depois de receber o Baptismo ganhou para Cristo muitos jovens e defendeu as crianças palacianas das paixões viciosas do rei Mwenga; por isso, com 25 anos de idade, foi degolado por ordem do rei enfurecido, que fez dele a primeira vítima da sua perseguição. (1885)


Maria da Paixão 
(Helena de Chappotin de Neuville)Beata



 Em Sanremo na Ligúria, Itália, a beata MARIA DA PAIXÃO (Helena de Chappotin de Neuville), virgem, que profundamente entusiasmada com a humildade e simplicidade de São FRANCISCO fundou as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria e teve sempre a preocupação de defender a condição das mulheres nas terras de missão. (1904)

 Texto do livro SANTOS DE CADA DIA da Editorial A. O. de Braga:

HELENA MARIA DE CHAPPOTIN DE NEUVILLE em religião MARIA DA PAIXÃO nasceu no dia 21 de Maio de 1839, em Nantes (França) numa nobre família cristã. Desde a infância manifestou eminentes dons naturais e uma fé muito profunda.

Em 1856, durante uns Exercícios Espirituais, faz a sua primeira experiência de Deus, que a chama para uma vida de consagração total. Assim, atraída pelo ideal da simplicidade e da pobreza de São FRANCISCO entra nas Clarissas. Em 1861, ainda postulante, faz uma nova experiência de Deus, que a convida a oferecer-se como vítima pela Igreja e pelo Papa.
Por motivos de saúde, deixa o mosteiro e, em 1864, entra na Sociedade de Maria Reparadora, recebendo o hábito religioso com o nome de MARIA DA PAIXÃO. No ano seguinte, ainda noviça, é enviada para a Índia, com a tarefa principal da formação das religiosas de uma congregação autóctone.

Dadas as suas qualidades, é nomeada Superiora local e, depois, provincial. Devido ao aumento das dissensões, MARIA DA PAIXÃO deixa a Ordem, acompanhada de outras 19 Religiosas, e, em 1877, obtém do Papa PIO IX a autorização para fundar um Instituto, com o nome de Missionárias de Maria, em seguida afiliado ao carisma franciscano, que se desenvolve rapidamente.

Em 1900, o Instituto foi selado com o sangue da santidade, no martírio de sete Franciscanas Missionárias de Maria, na China, beatificadas em 1946 e canonizadas no ano de 2000. Esgotada pelo cansaço de viagens incessantes e pelo trabalho quotidiano, depois de uma breve enfermidade, MARIA DA PAIXÃO morre piedosamente, no dia 15 de Novembro de 1904 deixando mais de duas mil religiosas e 86 casas espalhadas por quatro continentes.

Em 1918 começou a causa de beatificação e, em 1999, foi promulgado o Decreto de heroicidade das suas virtudes.

Foi beatificada em 2002.






Rafael de São José (José Kalinowski), Santo



Em Wadovice na Polónia, São RAFAEL DE SÃO JOSÉ (José Kalinowski) presbitero que, na insurreição do povo contra o opressor durante a guerra, foi capturado pelos inimigos e deportado para a Sibéria, onde sofreu muitas tribulações e, recuperada a liberdade, ingressou na Ordem dos Carmelitas Descalços que muito promoveu. (1907)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA  da Editorial A. O. de Braga:

Deus é admirável nos seus santos, que conduz à perfeição cristã por meios que muitas vezes desconcertam a sabedoria humana. É o que se verifica na vida deste Santo. Com efeito, o Servo de Deus, RAFAEL DE SÃO JOSÉ - no séculoJOSÉ KALINOWSKI - veio ao mundo na cidade de Vílnia, a 1 de Setembro de 1835. Tocou-lhe por sorte ter uns pais excelentes: André, que era director do Instituto dos Nobres de Vilna, investigador apaixonado no campo das ciências; e Josefa Potonska que morreu dois meses depois de o ter dado à luz.

O pai casou novamente, mas pouco depois perdeu a segunda mulher. Contraiu núpcias, pela terceira vez, com Sofia Puttkamer que se tornou para JOSÉ de dez anos, uma verdadeira e amorosa mãe. O menino, tendo o pai por mestre, fez tais progressos que se avantajou aos condiscípulos na piedade, letras e ciências. Depois de sete anos (1843-1850) no Instituto dos Nobres de Vilna, frequentou por dois anos a escola de agronomia de Hori-Horki e finalmente, por um quinquénio (1852-1857) a Academia de Arquitectura Militar, onde obteve a classificação máxima «summa cum laude». Foi, por isso, imediatamente convidado para professor de matemática na mesma Academia.

Humanamente falando, a vida não lhe podia correr melhor. Mas em 1863, movido de sentimentos patrióticos, juntou-se aos revoltosos que se amotinaram contra a Rússia opressora, e tocou-lhe capitanear o movimento na Lituânia. Ele aceitou a incumbência com a condição de não ter que condenar ninguém à pena capital. As coisas, no entanto, não correram como se esperava, e em Março de 1864 ele foi aprisionado pelos Russos e condenado à morte. Contudo, a pena foi-lhe depois comutada por trabalhos forçados na Sibéria. Lá ficou dez anos, levando com paciência e fortaleza de ânimo todos os sofrimentos de corpo e da alma.

Em 1874 regressou à liberdade e trasladou-se para a cidade de Paris, onde foi preceptor do venerável Servo de Deus, príncipe AUGUSTO CZARTORYSKI (!858-1893), a quem instruiu não só nas letras mas também nos caminhos do espírito, de tal forma que ele foi admitido por São JOÃO BOSCO na congregação dos Salesianos e mereceu que a Igreja lhe reconhecesse as virtudes heróicas. Por seu turno, JOSÉ KALINOWSKI em 1877, ingressou na Ordem dos Carmelitas Descalços, na cidade de Gratz na Áustria, tomando o nome de RAFAEL DE SÃO JOSÉ. Feitos os estudos teológicos na Hungria a 15 de Janeiro de 1882 recebeu a ordem do presbiterado em Czerna, na Polónia.

Com a longa experiência da cruz, pois foi provado com o o ouro no cadinho, teve em nada a provecta idade, as honras e méritos passados, e preferiu ser contado entre os últimos dos seus Irmãos da Ordem. Nada lhe era mais caro que a união íntima com Deus e o oferecimento de si mesmo como hóstia expiatória por todos os homens, sobretudo os criminosos e os separados da Igreja. Dia e noite, como o Patriarca Jacob, lutava com Deus com  orações e penitências corporais, invocando como medianeira a Virgem Maria, de quem se considerava vassalo fidelíssimo.

 Confiado no seu auxílio materno, tratou de restaurar na Polónia a Ordem dos Carmelitas Descalços, levantando um mosteiro em Wadovice e multiplicando os conventos das Carmelitas, de quem foi nomeado Prepósito.

Na prática das virtudes, avantajou-se na caridade, amando a todos, mas sobretudo os jovens, os pobres, os doentes, os irmãos de condição mais humilde, nos quais via a pessoa de Jesus Cristo. Aos pecadores, vindos das regiões mais longínquas da Polónia e até da Roménia, dedicava o dia completo, atendendo-os no sacramento da Penitência. Nesse ministério, tendo diante de si a imagem e o espírito de Bom Pastor, exortava os penitentes a procurar a perfeição com boas obras e a seguir a Cristo, o mais de perto possível, conforme a vocação de cada um. Procurava ajudá-los com as suas orações e conselhos. O Santo Padre João Paulo II, nas Letras Apostólicas da Beatificação, proclamou-o o verdadeiro «mártir da Reconciliação».

O P. RAFAEL DE SÃO JOSÉ com 72 anos de idade, vítima da tuberculosa, partiu para o Pai no dia 15 de Novembro de 1907, no convento de Wadovice, que ele tinha edificado, governado e confirmado com os seus exemplos. Foi beatificado no dia 22 de Junho de 1983, durante a visita do Santo Padre à Polónia. Finalmente, recebeu a suprema honra da canonização a 17 de Novembro de 1991.
AAS 44 (1952( 750-2; 72 (1980) 1062-6; 76 (1984) 1045-7.



João Duarte Nartín, Beato


Em Álora, Málaga, Espanha, o beato JOÃO DUARTE MARTÍN diácono da diocese de Málaga e mártir. (1936)


Miguel Abdão Sénen Diaz Sánchez, Beato,

Em Almansa, Albacete, Espanha, o Beato MIGUEL ABDÃO SÉNÉN DIAZ SANCHEZ presbitero diocesano de Orihuela e mártir. (1936)




...  e, A i n d a ...
Enea de Faenza, Beato



Il culto è accertato dall’esistenza di un affresco, ora nel vescovado, nella Chiesa dei Servi di Maria a Faenza. Altre opere d’arte lo raffiguravano con altri beati dell’Ordine dei Serviti. Nulla si conosce della sua vita, secondo alcuni è moro il 15 novembre 1437. Questa potrebbe essere la data della memoria liturgica. Il culto non è ancora stato riconosciuto dalla S. Sede: si può dire che è beato per volontà di popolo!


Eugénio de Deuil, Santo



Una passio, scritta nell'850-875 (?) sotto l'influenza della abbazia di S. Dionigi, priva, peraltro, di ogni carattere storico, pretende che Eugenio fosse cittadino romano. Andando in Francia, s. Dionigi l'Aeropagita lo incontrò e gli conferì l'episcopato, assegnandogli Toledo come campo di apostolato. Dopo alcuni anni di predicazione fruttuosa, Eugenio volle rivedere Dionigi, di cui ignorava il martirio, per informarlo del suo lavoro. Fu anche lui arrestato per ordine di Fescennino Sisinnio e decapitato il 15 novembre. Gli indicò dove si trovava il corpo del martire.
Solo dato certo è che a Deuil si trovava un modesto santuario che si gloriava di possedere le reliquie di s. Eugenio e l'origine di questo culto sembra essere la deposizione delle spoglie del martire, probabilmente orientale, sotto l'altare della chiesa. Le reliquie, senza dubbio per metterle al riparo dai Normanni, furono trasferite in S. Dionigi.
Eugenio è citato il 15 novembre dal Martirologio di Wandeberto di Prum (verso l'848) e da quello di Usuardo (verso l'875), i quali, però, non parlano affatto del suo carattere episcopale. Il 18 agosto 919 (?) il suo corpo, per iniziativa del riformatore monastico, s. Gerardo, fu portato da S. Dionigi a Brogne (oggi nella diocesi di Namur). Nella descrizione di questo trasferimento Eugenio ha ricevuto il titolo di vescovo di Toledo.
Deuil, malgrado la duplice traslazione, continuò a venerare il santo. La sua chiesa, ceduta nel 1060 a s. Florenzo di Saumur, fu ricostruita nei secc. XI-XII e restaurata recentemente. Nel sec. XIII s. Eugenio appariva nei libri liturgici di Parigi e nei calendari di altre Chiese, ma solo col titolo di martire; all'opposto, l'abbazia di S. Dionigi, ispirandosi ai dati della passio, festeggiò il santo come martire e vescovo di Toledo, titolo che, sotto la influenza della stessa passio, è accordato ad Eugenio dai libri liturgici di Liegi e dal Martirologio di Echternach (cod. Paris. 10158) della fine del sec. XII.
Anche in Spagna il culto di Eugenio dipende completamente delle leggende di s. Dionigi. Non vi era, d'altra parte, nessuna venerazione liturgica prima della traslazione del 1156: il 12 febbraio di quell'anno, su richiesta di Luigi VII, re di Francia, prima, e poi del re di Castiglia, Alfonso VII, l'abate di S. Dionigi portò un braccio del santo a Toledo. Nello stesso modo, a seguito delle istanze di Filippo II, dopo Carlo X, i monaci di s. Dionigi accordarono alla cattedrale di Toledo tutto ciò che ancora possedevano di reliquie, ad eccezione di un braccio. Questa traslazione, avvenuta il 18 novembre 1565, come la precedente, pone un problema di autenticità, perché anche a Brogne si diceva di possedere il corpo intero del santo. Nel 1736 il Breviario parigino di Ventimiglia accorda a Eugenio una lezione storica, che riprende i dati leggendari della passio.
Flaviano de Vercelli, Santo



San Flaviano fu il quattordicesimo vescovo di Vercelli, succedendo così a San Costanzo nel 541 circa. La sua cultura elevata denota la quasi certa provenienza dal celebre cenobio fondato dal protovescovo Sant’Eusebio, un’istituzione che raccoglieva a vita comune e sotto un’austera disciplina i candidati al sacerdozio, in pratica una sorta di seminario del tempo.
Flaviano è ricordato dagli storici quale “Damaso vercellese”, paragonandolo così al papa poeta San Damaso, dunque il più elevato rappresentante della scuola poetica e letteraria del cenobio. Il santo vescovo lasciò preziosi segni della sua capacità di compositore nei carmi sepolcrali dedicati ai primi santi della diocesi vercellese. Gli scritti di Flaviano, infatti, sono conservati esclusivamente nei marmi e nelle sillogi antiche e comprendono in tutto un centinaio di versi riferiti a Sant’Eusebio ed alle prime consorelle del cenobio femminile, fondato da Santa Eusebia, presunta sorella del protovescovo. Si segnala in particolare lo splendido carme che orna il sepolcro delle sante Costanza ed Esuperia, sorelle del vescovo San Costanzo. San Flaviano promosse inoltre la decorazione con particolari ornamenti, in particolare mosaici ed iscrizioni metriche, dell’antica basilica eusebiana.
Questo vescovo è sicuramente annoverato tra i più illustri porporati vercellesi. Il suo epitaffio funebre ricorda le sue peculiari qualità: prestante nel fisico e nella virtù, generoso nel perdonare, buono di cuore, versatile e vivace d’ingegno, delicato di sentimento e ricco di vita interiore. Queste sue doti, sopravvissute all’oblio del tempo, emergono ancora oggi dai suoi carmi. Dopo tanti secoli testimoniano infatti ancore che Dio è armonia, bellezza e soprattutto amore, come ha ricordato nella sua prima enciclica il pontefice Benedetto XVI.
San Flaviano è festeggiato al 15 novembre, anche se in realtà purtroppo la sua memoria non compare più sul calendario liturgico diocesano. .
Gerardo, Beato



Contemporaneo di San Pietro Nolasco, il Beato Gerardo, era mercedario nel convento di Sant'Eulalia a Carcassona in Francia.Splendore di fede in Dio e santità della vita, famoso per tutte le virtù morì nel bacio del Signore.
L'Ordine lo festeggia il 15 novembre. 
Mártires de Hipona, Santos

A Ippona in Numidia, nell’odierna Algeria, santi venti martiri, dei quali sant’Agostino celebrò la fede e la vittoria; di loro si ricordano soltanto i nomi di Fidenziano, vescovo, Valeriana e Vittoria



»»»»»»»»»»»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto

miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»


»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Viana do Castelo

ANTÓNIO FONSECA

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Nº 3635 - SÉRIE DE 2018 - (297) - SANTOS DE CADA DIA - 23 DE OUTUBRO DE 2018 - 11º ANO

Caros Amigos





Foto do autor
Julho-2018


Nº  3 6 3 5



Série - 2018 - (nº 2 9 7)


23 de OUTUBRO de 2018


SANTOS DE CADA DIA


11º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



**********************************************************

Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Lembrar 
os Santos e Beatos de cada dia, além de procurar seguir os seus exemplos

___________________________________________________________________________

*********************************
***************************
*********************

»»»»»»»»»»»»««««««««««««

JOÃO DE CAPRISTANO, Santo

São JOÃO DE CAPISTRANO, presbitero da Ordem dos Menores que defendeu a observância regular e desenvolveu o seu ministério em quase toda a Europa, trabalhando no fortalecimento da fé e na reforma dos costumes católicos; com as suas exortações e preces sustentou o fervor do povo fiel e empenhou-se na defesa da liberdade dos cristãos. Morreu na localidade de Ujlac, junto ao rio Danúbio, no reino da Hungria. (1456)



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

São JOÃO DE CAPRISTANO, tão célebre no século XV e tão benemérito de toda a cristandade por sua eminente virtude e grande zelo pela religião, nasceu em Capistrano, pouco distante da cidade de Áquila, província de Nápoles.
Estudou gramática e letras humanas no seu país, correspondendo os progressos, que fez em pouco tempo, aos que depois havia de fazer nos estudos superiores. Enviaram-no a Parusia, a fim de estudar canónico e civil.
Brilhava o moço não só por seu próprio mérito, como pelo favor e cargo que ocupava, quando a divina Providência, que o não dotara de tão belas prendas para que aumentasse o número, já tão crescido, dos escravos do mundo, misturou aqueles primeiros gostos  com uma salutar amargura; deteve o curso  daquelas enganosas prosperidades, e num momento dissipou todas as fagueiras  esperanças daquela aparente  ventura, atalhando-a no berço.
Tendo-se declarado os alemães contra Ladislau, rei de Nápoles, tiveram de suportar revezes, de que tiraram proveito os mesmos cidadãos.
Suspeitaram que JOÃO favorecia Ladislau, e que tinha interferências  no exército deste principe. Não foi preciso mais para que desconfiassem dele. Prenderam-no e em vão procurou provar ele que só havia trabalhado no intuito de acomodar os contendores. Meteram-no num cárcere , onde esperou por muito tempo que Ladislau o reclamasse, empenhando-se em lhe solicitar a liberdade que tinha perdido para o servir. O esquecimento do Príncipe, abriu os olhos ao santo, levando-o a fazer reflexões  sobre o pouco que há que fiar na amizade dos grandes, e sobre a inconstância e o nada dos bens do mundo.
Enviuvando, escolheu a Ordem de São Francisco; depois de satisfeitas as suas dívidas e repartindo pelos pobres o pouco que lhe sobrou, dirigiu-de ao convento do Monte, de rigorosa observância. Foi bem recebido; mas temendo o guardião que tal propósito fosse feito antes de um capricho, do que legitimo chamamento, quis prová-lo nos actos mais humilhantes  e penosos que é possível imaginar. A primeira ordem que lhe deu foi de andar por todas as ruas de Perusa, montado num vil jumento e com traje ridículo, coberta a cabeça com uma mitra de papelão, em que estavam escritos alguns pecados; prova realmente dura para um mancebo de trinta e tantos anos, que aparecera sempre naquela cidade com tanto esplendor, e que nela havia conquistado o conceito de geral de homem de juizo, prudente e de grande capacidade; mas tudo isso venceram aquela grandeza de coração e aquela generosidade com Deus, que foram sempre o seu carácter em todas as ocasiões.
Depois desta vitória nada lhe custaram as outras humilhações do noviciado, devorando a todas o fogo da sua devoção. Havia começado tarde, quis Deus adiantá-lo no caminho da perfeição, proporcionando-lhe acções verdadeiramente heroicas. Calculando a profundidade dos alicerces pela elevação do edifício, exercitou-o Deus nas humilhações correspondentes aos altos desígnios a que o destinava a sua providência; duas vezes foi lançado fora do convento como inútil e absolutamente incapaz de servir a Ordem.
Não o desanimou esta vergonhosa expulsão; ficou à porta do convento, contentando-se com o que lhe dessem das sobras dos pobres.  À vista de tão heroica perseverança, tornaram a admiti-lo; mas com tão duras condições que nunca se chegaria a crer que tivesse coragem de aceitá-las. Acrescentava ele próprio muitas penitências voluntárias às rigorosas que lhe impunham, até que a sua paciência e humildade cansaram a dureza com que o tratavam, e deixou corrida a excessiva severidade dos que pretendiam apurar a sua invencível paciência. Foi enfim admitido à profissão, dispondo-se para ela com extraordinário fervor, a ponto de passar três dias em oração sem tomar alimento algum.
Desde que professou, foi toda a sua vida um contínuo jejum. Comia uma só vez por dia; e por espaço de 36 anos não provou carne.
Emitida a profissão, foi ordenado de sacerdote, e o sacerdócio foi pare ele abundante manancial de graças extraordinárias, com que Deus o favoreceu. tendo-lhe reconhecido os superiores o eminente talento para o púlpito, empregaram-no no ministério da pregação. Pregou pois nas principais cidades com fruto inaudito; era frequente ver-se interrompido pelos suspiros, soluços e lágrimas de todo o auditório, seguindo-se grandes e ruidosas conversões. Por este tempo travou estreita amizade com São BERNARDINO DE SENA ficando unidos no mesmo espírito estes dois grandes corações, a quem apelidaram já de apóstolos de Itália.
Levantara-se pelos fins do século  XIII, na Marca de Ancona, uma perniciosa seita de monges vagabundos, quase todos apóstatas, com o nome de Fraticellos, cujos estragados costumes e numerosos erros escandalizavam toda a Igreja.  Tendo-os excomungado, o papa BONIFÁCIO VIII ordenou aos inquisidores que procedessem contra eles, como hereges, JOÃO XXII renovou contra esta seita as censuras dos seus predecessores; mas nem ele nem os seus sucessores puderam acabar com estes fanáticos, de sorte que no tempo do nosso Santo reerguia a cabeça este monstro. Foi nomeado São JOÃO inquisidor contra esta gente, da qual, mercê dos seus esforços, se viu livre a Itália.
Mas enquanto trabalhava tão gloriosamente no bem universal na Igreja , não se empregava com menos fruto no particular de toda a Ordem de São Francisco  Ao seu zelo se deveu em grande parte a renovação  do espirito primitivo, pelas prudentes constituições que se fizeram no capitulo geral a que assistiu , e pelo cuidado com que procurou que reflorescesse a observância regular.
Conhecendo NICOLAU V, sucessor de EUGÉNIO IV, o raro mérito e a poderosa virtude deste Santo, nomeou-o comissário apostólico da Alemanha. Boémia, Polónia e Hungria, experimentando-se em toda a parte o mesmo zelo, o mesmo fruto e sucessos felizes.
Esteve a custar-lhe a vida esta larga e perigosa expedição, não só pelos imensos trabalhos de que padeceu, mas também pelo veneno que por duas vezes lhe ministraram os hereges, de que o céu o livrou por uma particular protecção. Dilatou-se também o seu zelo em beneficio dos judeus, cuja pertinácia não pôde resistir à caridade de um apóstolo tão poderoso em obras como em palavras. Enfim, se os turcos cerraram obstinadamente os olhos às luzes da fém, que por toda a parte difundia o nosso santo, viram-se pelo menos obrigados a render-se à eficácia das suas orações.
Maomé II, terror da Europa e açoite de Deus para castigar as culpas dos cristãos, era terrível ameaça para a cristandade pela força superior dos seus exércitos. Era já senhor dos doze reinos, quando veio pôr cerco a Belgrado no ano de 1456, com um poderoso exército que, orgulhoso e altivo de suas vitórias, nada menos ambicionava do que a conquista de todo o mundo cristão, e arvorar o estandarte maometano no capitólio de Roma. A um tão formidável poder entendeu-se não dever opôr mais vigorosa resistência do que a virtude de São JOÃO CAPRISTANO, a quem o Céu havia posto à frente do exército cristão.
O primeiro fruto dos seus sermões foi um seguro presságio da futura vitória. Congregou todas as forças de Ladislau, rei da Hungria, do bravo Hunyade, e de Jorge, déspota da Rússia; Maomé, superior em tropas e em orgulho, temeu pouco esta coligação.
Vieram às mãos os dois exércitos; empunhando JOÃO um crucifixo, foi percorrendo com ele todas as fileiras, animando os soldados com a lembrança de que iam combater por Jesus Cristo, o grande Deus dos exércitos. Tanta confiança e coragem, inspirou a presença do Santo aos cristãos, que logo ao primeiro ímpeto, foi derrotado o exército otomano, ferido Maomé, e todas as suas tropas postas em completo desbarato.
Foi uma vitória completa, milagrosa: todos os príncipes e toda a cristandade reconheceram dever- se ao Céu, às orações e às virtudes do nosso santo, o qual desempenhou as funções de homem apostólico, de servo verdadeiramente fiel. Terminando este seu ministério, foi depressa triunfar no Céu, a receber as eternas recompensas devidas aos  seus trabalhos. Tendo-se retirado ao convento de Vilech, perto de Sirmich, na Hungria, morreu com a morte dos justos, três dias depois da batalha, no ano de 1456, aos 71 anos de idade, cumulado de virtudes e de merecimentos. Tendo-se livrado o seu Santo corpo da barbaridade dos turcos , não lhe foi concedido outro tanto da impiedade dos luteranos. Desenterraram-no e atiraram-no ao Danúbio; mas felizmente foi encontrado pelos católicos, que o levaram para Elloc junto de Viena de Áustria, onde se conserva religiosamente, honrado com a muita devoção dos fiéis. JOÃO foi beatificado pelo papa LEÃO X e foi solenemente canonizado pelo papa ALEXANDRE VIII  no ano de 1690.



SERVANDO e GERMANO, Santos
       
Perto de Cádis, na Bética, Hispânia, hoje Espanha, os santos SERVANDO e GERMANO, mártires na perseguição do imperador Diocleciano. (séc. IV)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O.de Braga:

Junto a Cádis, em Espanha, foram degolados estes Santos durante a perseguição  de Diocleciano, no século IV.
SERVANDO e GERMANO, tocados da vaidade do paganismo, abraçaram resolutos e contentes da nossa santa religião. Foram conduzidos ao tribunal do juiz pagão que por meio de tormentos tentou levá-los à apostasia. Tudo, porém, debalde. Embora não se omitissem os vários processos, de que se serviriam para os amedrontar, é certo que foram distendidos no cavalete e desconjuntados.
Não se desesperava o tirano de seus intuitos de perversão; mandou-os, pois, carregados de cadeias, para o cárcere. Por este tempo afrouxou a perseguição, ou fosse por ordem do imperador, ou fosse pela substituição do antigo pretor por outro menos zeloso observador dos éditos persecutórios; em vista disso foram os nossos santos postos em liberdade.  Dela usaram para com novo fervor darem a conhecer o nome de Jesus Cristo aos próprios pagãos, persuadindo-lhes que deitassem abaixo os templos e os falsos deuses; muitas vezes neste sentido juntavam a acção à palavra, e vendo os gentios que os seus ídolos nem se queixavam, nem vingavam suas afrontas, ficaram primeiramente muito surpreendidos, e por último acabavam por abrir os olhos à luz e por se converter. Desta sorte crescia admiravelmente a Igreja de Jesus Cristo naquele região, e o paganismo corria para o seu descrédito total.
Chegou um enviado do imperador Diocleciano, chamado Viador, bem industriado nos pensamentos de extermino de seu amo; sabedor do procedimento dos nossos santos, outrora presos por sua fé e depois disso inimigos encarniçados das superstições romanas, mandou-os prender e meter outra vez no cavalete e dilacerar com garfos de ferro. permaneciam os insignes confessores de Jesus Cristo  inabaláveis em sua confissão; o juiz subia de arrebatamento e furor.
Depois disto, mandou-lhes lançar gargalheiras ao pescoço e arcos de ferro nos pulsos e metê-los num fétido calabouço. Neste entrementes, passou Viador à Mauritânia, dependência do Governo de Espanha. Querendo que todos os cristãos escarmentassem, deu ordem de que os nossos santos marchassem atrás dele pelos caminhos, arrastando os grilhões. Chegados a Cádis, e reconhecendo a perseverança e a paciência nunca desmentida de SERVANDO e GERMANO lavrou contra eles sentença de decapitação. Assim terminaram o seu glorioso martirio.




ARNALDO ou ARNULFO (Julião Nicolau Rèche), Beato

Em Reims, França, o Beato ARNALDO (Julião Nicolau Rèche), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs que dócil em tudo ao Espírito Santo, se dedicou intensamente à formação dos jovens, sempre fiel no seu exercício de professor e assíduo na oração. (1890)
  


Texto do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Baptizado com o nome de JULIÃO, nasceu a 2 de setembro de 1838, em Landroff, diocese de Metz - França. Primogênito de uma modesta família de 9 filhos. frequentou a escola do seu povoado ate aos 10 anos. Depois começou a trabalhar para ajudar na manutenção dos seus. Aos 24 anos entrou no noviciado dos Irmãos das Escolas Cristãs.
Destacaram-se nele os traços de homem de oração intensa e de penitência, a exemplo do seu Fundador, São JOÃO BAPTISTA DE LA SALLE.
Austero consigo mesmo, era afectuoso e acolhedor com os demais, companheiro alegre e simpático.
Foi destinado ao Colégio São José de Reims. Aperfeiçoou a sua preparação escolar e chegou a ser um dos melhores professores deste centro. Seguidamente ensinou agronomia. Foi um catequista excepcional. Adquiriu grande conhecimento da sagrada Escritura e dos escritores de teologia e espiritualidade.
Aos 39 anos foi nomeado mester de serviços, função que desempenhou até à sua morte. 13 anos mais tarde. faleceu a 23 de Outubro de 1890.
Foi beatificado no dia de Todos os Santos, 1 de Novembro de 1987.
L'OSS ROM. 8.11.1987.

JOÃO e TIAGO, Santos

Na antiga Pérsia, os santos mártires JOÃO, bispo e TIAGO presbitero que, no tempo do rei Sapor I, foram encarcerados e, um ano depois, mortos ao fio da espada, consumaram o seu combate da fé. (344)

TEODORETO, Santo

Em Antioquia, na Síria, hoje Antakya, na Turquia, São TEODORETO presbítero e mártir que, segundo a tradição, foi preso pelo imperador Juliano o Apóstata e, por persistir na confissão de fé em Cristo, sofreu o martírio. (362)

SEVERINO, Santo

Em Colónia, na Germânia, hoje Alemanha, a comemoração de São SEVERINO bispo digno de louvor por todas as suas virtudes. (400)
SEVERINO BOÉCIO, Santo

Em Pavia, na Ligúria, hoje Lombardia, Itália, a comemoração de São SEVERINO BOÉCIO, mártir, insigne pela sua ciência e seus escritos; durante o seu cativeiro escreveu um tratado sobre a consolação da filosofia e serviu fielmente a Deus até à morte, que lhe foi infligida pelo rei Teodorico. (524)

JOÃO, Santo
Em Siracusa, na Sicília, Itália, São JOÃO bispo de quem o papa São GREGÓRIO MAGNO louvou os costumes, a justiça, a sabedoria, o dom  de conselho e zelo pelos assuntos da Igreja. (609)


ROMÃO, Santo

Em Ruão, na Nêustria hoje França, São ROMÃO bispo que abateu os símbolos dos pagãos que ainda eram venerados na cidade, convenceu os bons a progredir no bem e dissuadiu os maus de praticar o mal. (644)

BENTO, Santo

No território de Herbauge, perto de Poitiers, na Aquitânia hoje França,São BENTO presbitero. (séc. IX)


INÁCIO, Santo

Em Constantinopla, hoje Istambul, Turquia, Santo INÁCIO bispo que, por ter repreendido o imperador Bardas pelo repúdio da sua legitima esposa, foi objecto de muitas injustiças e mandado para o exílio; mas, restituído à sua sede por intervenção do papa Nicolau I, finalmente descansou em paz. (877)


ETELFLEDA, Beata

Em Rumsey, na Inglaterra, Santa ETELFLEDA, que foi consagrada a Deus desde a infância no mosteiro fundado por seu pai Etelvoldo e, eleita abadessa, o governou sabiamente até ao fim dos seus dias. (séc. X)


ALÚCIO, Santo

Em Campugliano, Etrúria hoje na Toscana, Itália, Santo ALÚCIO verdadeiro homem de paz, generosos benfeitor dos pobres, refúgio dos peregrinos e libertador dos cativos. (1134)


JOÃO BOM, Beato

Em Mântua, Lombardia, Itália, o Beato JOÃO BOM eremita, que, sendo jovem, abandonou sua mãe, e vagueou por diversas regiões de Itália, exercendo a arte de malabarista e comediante; mas, aos quarenta anos, atingido por uma grave enfermidade, prometeu a Deus abandonar o mundo, para se entregar totalmente a Cristo e à Igreja no amor e na penitência e fundou uma Congregação sob a regra de Santo Agostinho. (1249) 


JOÃO ÂNGELO PORRO, Beato

Em Milão, Lombardia, Itália, o Beato JOÃO ÂNGELO PORRO presbítero da Ordem dos Servos de Maria que, sendo prior do convento, todos os dias festivos estava à porta da igreja ou percorria as ruas, para reunir as crianças e ensinar-lhes a doutrina cristã. (1506)


TOMÁS TWING, Beato

Em York, na Inglaterra, o Beato TOMÁS TWING presbitero e mártir que, acusado falsamente de conspiração, por ordem do rei Carlos II foi enforcado e esquartejado e assim alcançou a palma do martírio. (1680)


MARIA CLOTILDE ÂNGELA DE SÃO FRANCISCO DE BÓRGIA (Clotilde Josefa Paillot), 
e 5 companheiras 
 MARIA ESCOLÁSTICA JOSEFA DE SÃO TIAGO (Maria Margarida Josefa Leroux), 
MARIA CÓRDULA JOSEFA DE SÃO DOMINGOS (Joana Luís Barré) 
JOSEFINA (Ana Josefa Leroux) 
MARIA FRANCISCA (Maria Lievina Lacroix) e ANA MARIA (Maria Agostinha Erraux) Beatas

Em Valenciennes, França, as beatas MARIA CLOTILDE ÂNGELA DE SÃO FRANCISCO DE BÓRGIA (Clotilde Josefa Paillot), MARIA ESCOLÁSTICA JOSEFA DE SÃO TIAGO (Maria Margarida Josefa Leroux), MARIA CÓRDULA JOSEFA DE SÃO DOMINGOS (Joana Luís Barré) da Ordem das Ursulinas; JOSEFINA (Ana Josefa Leroux), da Ordem das Clarissas; MARIA FRANCISCA (Maria Lievina Lacroix) e ANA MARIA (Maria Agostinha Erraux) da Ordem de Santa Brígida, virgens e mártires que conspiradas a Deus e condenadas à morte durante a revolução Francesa, subiram piedosamente ao patíbulo ante a admiração do povo. (1794)

PAULO TONG VIET BUONG, Santo

Em Tho-Duc, cidade do Anam, hoje Vietname, São PAULO TONG VIET BUONG, mártir, que sendo soldado , morreu por Cristo no tempo do imperador Minh Mang. (1833) 


ARNALDO (Julião Nicolau Rèche), Beato

Em Reims, França, o Beato ARNALDO (Julião Nicolau Rèche), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs que dócil em tudo ao Espírito Santo, se dedicou intensamente à formação dos jovens, sempre fiel no seu exercício de professor e assíduo na oração. (1890)

ILDEFONSO GARCIA, Beato
JUSTINIANO CUESTA REDONDO, Beato
EUFRÁSIO DE CELIS SANTOS, Beato
HONORINO CARRACEDO, Beato
TOMÁS CUARTERO, Beato
JOSÉ MARIA CUARTERO, Beato

Em Ciudad Real, Espanha, os beatos mártires ILDEFONSO GARCIA,
JUSTINIANO CUESTA REDONDO, EUFRÁSIO DE CELIS SANTOS, HONORINO CARRACEDO, TOMÁS CUARTERO, JOSÉ MARIA CUARTERO, religiosos, todos da Congregação da Paixão que, por Cristo e pela Igreja, foram fuzilados  durante a perseguição religiosa. (1936)


LEONARDO OLIVERA BUERA, Beato

El El Saler, Valência, Espanha, o Beato LEONARDO OLIVERA BUERA presbitero e mártir que, durante a mesma perseguição religiosa, imitando a Paixão de Cristo, mereceu alcançar o prémio eterno. (1936)


AMBRÓSIO LEÃO (Pedro Lorente Vicente), Beato
FLORÊNCIO MARTINHO 
(Álvaro Ibáñez Lázaro), Beato
HONORATO ANDRÉ (André Zorraquino Herrero), Beato

Em Benimaclet, Valência, Espanha, os beatos AMBRÓSIO LEÃO (Pedro Lorente Vicente), FLORÊNCIO MARTINHO (Álvaro Ibáñez Lázaro), HONORATO ANDRÉ (André Zorraquino Herrero),religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires que, durante a mesma perseguição derramaram o seu sangue por Cristo. (1936)

»»»»»»»»»»»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto

miscelania 003

»»»»»»»»»»»»»»»»


»»»»»»
&&&&&&&&&&&
Local onde se processa este blogue, na cidade do Porto





Os meus cumprimentos e agradecimentos pela atenção que me dispensarem.

Textos recolhidos

In




MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 
e do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga, além de outros, eventualmente 

"""""""""""""""

Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, não coloco quaisquer entraves para quem quiser copiá-las







Estátua de JOÃO PAULO II

no

Santuário de Fátima

ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...