quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Nº 3762 - SÉRIE DE 2019 - (058) - SANTOS DE CADA DIA - 27 DE FEVEREIRO DE 2019 - Nº 112 DO 12º ANO,

Caros Amigos



Desejo que este Ano de 2019 traga tudo de Bom para toda a Humanidade.
As minhas melhores Saudações de
Amizade e Gratidão
para todos os leitores e/ou simples Visitantes que queiram passar os olhos por este Blogue

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Nº  3 7 6 2


Série - 2019 - (nº 0  5  8)


27 de FEVEREIRO de 2019


SANTOS DE CADA DIA

Nº  1 1 2

12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Recordar
os Santos e Beatos de cada dia, além de Procurar seguir os seus exemplos


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GABRIEL DE NOSSA SENHORA DAS DORES, Santo

     

Em Ísola del Gran Sasso, nos Abruzos, Itália, São GABRIEL DE NOSSA SENHORA DAS DORES (Francisco Possénti) acólito que, abandonando a vanglória do mundo, entrou ainda adolescente na Congregação da Paixão, onde terminou o breve curso da sua vida. (1862)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


São GABRIEL é um dos santos a quem se ajustam as palavras da Sagrada Escritura: «Chegado rapidamente à perfeição, viveu uma larga vida» (Sab 4, 13). Morreu cedo, com a idade de 24 anos, mas viveu muito, pois em pouco tempo adquiriu grandes méritos e realizou grandes obras, dessas que marcam nos fastos da eternidade, ainda que não figuem nas páginas da história.
Nasceu São GABRIEL em Assis, no ano de 1838, e no baptismo puseram-lhe os pais o nome do seu excelso conterrâneo, São FRANCISCO. Aos quatro anos ficou órfão de mãe. A família transferiu-se então para Espoleto, onde ele fez os primeiros estudos com os Irmãos das Escolas Cristãs. E is estudos liceais terminou-os no Colégio da Companhia de Jesus. Devia ter facilidade e gosto para o estudo,, pois fez rápidos e brilhantes progressos e foi eleito presidente da Academia de Literatura.
LEÃO XIII, no compêndio que fez da sua vida, quando o declarou Venerável e lhe reconheceu a heroicidade das virtudes no ano de 1896, diz-nos textualmente que "durante os estudos, pelo ardor da idade, condescendeu um pouco com os afagos do mundo". Era portanto um jovem como os outros, de carne e osso, com as suas paixões e inclinações para os divertimentos, a comodidade e a vaidade.
Em 1856, quando tinha 18 anos, tomou parte na procissão com que a cidade do Espoleto honra anualmente a sua padroeira, com  o título de Santo ÍCONE. Já Deus lhe tinha tocado em diversas ocasiões o coração, entre molestas e graves doenças. A todos estes toques da graça tinha FRANCISCO fechado a porta do coração ou não a tinha aberto de par em par, como se requer para Deus entrar na alma, como Rei e Senhor que é.
Este toque definitivo foi-lhe dado por intermédio da Virgem Santíssima. Durante a procissão fixou FRANCISCO os olhos no rosto de MARIA. Alguma coisa de especial se verificou na sua alma. Pareceu-lhe que NOSSA SENHORA  o fitava de modo especial e lhe falava ao coração; «FRANCISCO, o mundo não é para ti, espera-te a religião». Ele não duvidou que era o chamamento. Deus queria-o para Si no claustro. Tinha de chorar as suas leviandades juvenis, de fazer penitência e de entregar-se todo a Deus. Com a ajuda do Céu, foi generoso e não tardou em abraçar a vocação.
A 21 de Setembro do mesmo ano de 1856 bateu à porta do noviciado dos Padres Passionistas em Morrovalle de Nacona; vestiu o hábito da Congregação e tomou o nome de GABRIEL DE NOSSA SENHORA DAS DORES, pelo qual ficaria conhecido.
22 de Setembro do ano seguinte, consagrou-se a Deus com os três votos públicos de pobreza, castidade e obediência. Neste dia sentiu-se mais intimamente unido a Deus e morto inteiramente para o mundo e suas vaidades.
Característica da sua santidade foi o amor a Jesus Crucificado e a Nossa Senhora das Dores, amor prático e sacrificado, na linha austera e apertada que lhe marcavam as Regras. Em nada se apartou delas e assim em seis anos chegou até Cristo, formou na alma a imagem pura e santa do Crucificado, e a imagem dolorosa e inocente da Mãe de Deus.
Era carácter alegre, simpático e colocado inteiramente nas mãos do Senhor. Muito depressa se tornou mais digno do céu que na terra, segundo uma frase papal, e Deus chamou-o para Si, quando não tinha senão as ordens menores. Com os nomes de Jesus, Maria e José nos lábios, faleceu a 27 de Fevereiro de 1862, na ilha de "Gran Sasso". Tinha 24 anos como São LUIZ GONZAGA, quando morreu, e como ele tinha passado apenas seis anos na vida religiosa.
Ninguém se deu conta dos seus méritos, arrebatado como foi ao principiar a carreira. Aos olhos do mundo sumiu-se como flor sem fruto. Deus porém tinha visto quanto ele valia, o valor e grandeza das suas obras, aparentemente insignificantes e escondidas nas sombras silenciosas do claustro. Quando pareceu que ele desaparecia para sempre no silêncio da morte, foi que principiou a falar  com a voz dos milagres, a voz que não é humana, mas sim potente e divina. Os milagres do jovem passionista começaram a multiplicar-se. São PIO X beatificou-o em 1908. E em 1920 foi canonizado por BENTO XV, juntamente com MARGARIDA MARIA ALACOQUE.
O justo, mesmo que morra antes da idade gozará de repouso. A honra da velhice não consiste numa longa vida... e a verdadeira velhice é uma vida imaculada.
Ele agradou a Deus e foi por Ele amado, e transferiu-o do meio dos pecadores... Foi arrebatado para que a malícia lhe não corrompesse a inteligência, nem a astúcia lhe pervertesse a alma. Porque a fascinação do vício escurece a beleza moral e o movimento das paixões transforma uma alma ingénua.
Chegado rapidamente à perfeição, viveu uma larga vida. A sua alma era agradável ao Senhor e, por isso, Ele apressou-Se a retirá-lo do meio da perversidade. Os povos que vêem este modo de proceder não o compreendem, nem reflectem nisso. O favor de Deus e a sua misericórdia são para os eleitos, e a sua assistência está no meio dos seus santos.
O justo, ao morrer, condena os ímpios que sobrevivem, e a juventude, chegada depressa à perfeição, confunde a larga vida do pecador. Eles verão o fim do sábio, mas não compreenderão os desígnios do Senhor sobre ele, nem porque o Senhor o pôs em segurança. Vê-lo-ão e desprezá-lo-ão, mas o Senhor zombará deles... Os justos viverão eternamente, a sua recompensa está no Senhor..." (Sab 4, 7-18; 5, 15).

Leandro, Santo



Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Nascido em Cartagena, na Andaluzia, Espanha, cerca do ano de 540, LEANDRO abraçou muito cedo o monacato e foi eleito bispo de Sevilha em 579. Enquanto era bispo, jogou-se a sorte religiosa da Península, embate em que ele teve primeiríssimo papel.
O rei Leovigildo, que era ariano, desejava acabar com todos os católicos nos seus domínios. Contra os defensores do símbolo de Niceia, que definira em 325 a plena divindade de Jesus, desencadeou o soberano uma perseguição que em breve se converteu em guerra civil.
Hermenegildo, herdeiro presumível do trono, fez-se católico em 570, mas foi mandado executar pelo pai (585). Ao mesmo tempo, LEANDRO foi desterrado. Recaredo, que abraçara o arianismo, contrário a Niceia, sucedeu ao pai como rei (586); mas procurou instrução católica e converteu-se no ano seguinte; já LEANDRO tinha voltado à diocese. E num concílio nacional, convocado pelo novo rei, os representantes do clero e do povo, fizeram solenemente profissão de ortodoxia. Os historiadores afirmam, à uma que, depois de Deus, foi ao bispo de Sevilha que ficou a dever-se tão feliz resultado.
Quase nada resta dos escritos de São LEANDRO, mas conservam-se algumas cartas que lhe foram dirigidas por São GREGÓRIO MAGNO. Essas traduzem grande afeição pelo seu amigo: «Envio-vos o meu último livro, escrevia-lhe o papa; lede-o com atenção e lamentareis que eu pratique tão mal o que pareço saber tao bem». Ambos sofriam da gota; e de Roma vem uma exortação para que LEANDRO "considere essa doença cruel como favor do céu e como a melhor maneira de uma pessoa expiar os seus pecados".
LEANDRO morreu em Sevilha pelo ano de 600. Era irmão de Santo ISIDORO.


Maria de Jesus Deluil-Martiny, Beata

Em Marselha, França, a Beata MARIA DE JESUS DELUIL-MARTINY, virgem que fundou a Congregação das Filhas do Coração de Jesus e, ferida mortalmente por um homem violento, concluiu com o derramamento do seu sangue uma vida intimamente unida à Paixão de Cristo. (1884)
Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Filha de um advogado, excelente cristão, nasceu em Marselha, a 28 de Maio de 1841. Foi educada pelos pais e pelas religiosas da Visitação. Terminados os estudos superiores em 1858, Fez exercícios espirituais e consultou São JOÃO BAPTISTA VIANNEY sobre a própria vocação. O santo respondeu-lhe: «Minha filha, antes de a conheceres, terás de rezar muitos Veni, Sancte Spiritus (Vem, Espírito Santo)". De facto, teve de aguardar anos antes de conhecer o que Deus queria dela.
JOÃO PAULO II na sua homilia da beatificação, a 22 de Outubro de 1689, expõe as características da vida espiritual da nova beata:
"Ela muito cedo se comoveu 'pelas ofensas feitas ao amor de Jesus' e pelas rejeições de Deus muito frequentes na sociedade. Ao mesmo tempo , descobria a grandeza do dom que Jesus fazia ao Pai para salvar os homens, a riqueza do amor que irradiava de seu Coração, a fecundidade do sangue e da água que corriam de seu lado aberto. Convenceu-se então, de que era preciso participar no sofrimento redentor do Crucificado, em espírito de reparação pelos pecados do mundo. MARIA DE JESUS oferece-se ao Senhor à custa da prova e numa purificação constante. Ela, de facto, podia dizer: «Tenho uma paixão por Jesus (...). Sua vida em mim; a minha vida n'Ele» . (1884)
"Muito depressa, MARIA soube compartilhar com as pessoas que lhe estavam próximas o seu desejo de viver a oblação do Salvador, numa ardente participação no sacrifício da Missa. Quando fundou as Filhas do Coração de Jesus, ela pôs no centro da vida religiosa a adoração eucarística. Compreendendo em profundidade o sacrifício de Cristo, ela desejava que este sacrifício estivesse unido sem cessar à oferenda do Sangue de Cristo à Santíssima Trindade".
MARIA DELEUIL-MARTINY procurou entregar-se cada vez mais generosamente a deus. Em 1867 fez voto de virgindade. No ano seguinte ofereceu-se como vítima de amor. Pouco tempo depois emitiu p voto de fidelidade à graça. 
Teve que vencer não poucas dificuldades até ver o seu Instituto aprovado. Governou-o apenas durante dez anos, porque no dia 27 de Fevereiro de 1884 foi barbaramente assassinada por um jardineiro que havia sido despedido do convento por sua preguiça e desleixo.
AAS 79 (19897) 1303-7; L'OSS. ROM. 29.10.1989; DIP 3, 433-4.




Francisca Ana das Dores de Maria 
(Francisca Ana Cirer Carbonell), Beata


Em Sencelles, na ilha da Maiorca, Espanha, a Beata FRANCISCA ANA DE NOSSA SENHORA DAS DORES (Francisca Maria Cirer Carbonell) virgem que, não sabendo ler nem sequer escrever, mas animada pelo zelo divino, fundou a Comunidade das Irmãs da Caridade,. (1855)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Nasceu em Sencelles, na diocese de maiorca (Espanha) de uma família de agricultores tão pobres que nunca frequentou a escola. sem saber ler nem escrever, aprendeu contudo a sabedoria das virtudes cristãs com tal perfeição, que a leva a praticá-la todas em grau heroico e a torna capaz de ensinar o catecismo às crianças.
Em 1798 inscreveu-se na Terceira Ordem Franciscana e em 1813 na Confraria do Santíssimo Sacramento. Assistia à Missa diariamente e comungava. Tinha grande devoção á Santíssima Trindade, à Paixão de Cristo e a Nossa Senhora das Dores, a quem honrava com o terço diário e o jejum sabatino. Rezava com frequência pelas almas do Purgatório.
Desejava fazer-se religiosa, mas foi impedida pela família. Procurou contudo viver como verdadeira religiosa no mundo. Aos 70 anos, transformou a sua habitação na casa das Irmãs da Caridade, que foi juridicamente aprovada no dia 7 de Dezembro de 1851. Tinham por finalidade cuidar dos doentes e ensinar o catecismo  em casa e nas paróquias.
No mesmo dia ela e duas companheiras vestiram o hábito. Eleita para ficar à frente do grupo, governou com sabedoria, prudência e humildade, cuidando da perfeita observância dos votos religiosos. Faleceu repentinamente no dia 27 de Fevereiro de 1855.
Como se estendesse mais e mais a sua fama de santidade, tratou-se dos processos habituais, e tendo-se confirmado um milagre, foi beatificada por JOÃO PAULO II no dia 1 de Outubro de 1989.
AAS 77 (1985) 916-21; L'OSS. ROM. 8.10.1989.



JULIÃO e EUNO, Santos


Em Alexandria, Egipto, a comemoração dos santos JULIÃO e EUNO mártires na perseguição do imperador Décio. JULIÃO por ser tão enfermo de gota que não podia andar nem estar de pé, foi apresentado ao juiz, juntamente com dois servos que o levaram numa cadeira. Um deles, com medo, renegou a fé; o outro chamado, EUNO, perseverou com o seu senhor na Confissão de Cristo. Conduzidos ambos por toda a cidade montados em camelos, à vista de todo o povo foram flagelados até à morte. (séc. III)

BESAS, Santo


Em Alexandria, Egipto, São BESAS mártir, que sendo soldado, por ter intentado conter os que insultavam os santos mártires acima mencionados, foi denunciado ao juiz e, perseverando firme na fé, foi decapitado. (séc. III)

HONORINA, Santa


No território de Rouen, na Gália,  hoje França, Santa HONORINA virgem e mártir. (data incerta)

BALDOMIRO ou BALDOMERO, Santo


Em Lião, Gália, França, São BALDOMIRO ou BALDOMERO subdiácono homem consagrado a Deus. (660)



BASÍLIO e PROCÓPIO DECAPOLITA, Santos

Em Constantinopla, hoje Istambul, Turquia, os santos BASÍLIO e PROCÓPIO DECAPOLITA monges que no tempo de Leão o Isáurico defenderam vigorosamente o culto das sagradas imagens. (741
GREGÓRIO, Santo



 No mosteiro de Narek, na Arménia, São GREGÓRIO monges, evangelizador dos Armenos ilustre pela doutrina, escritos e ciência mística. (1005)

LUCAS, Santo



Em Messina, Sicília, Itália, São LUCAS abade do mosteiro de Santíssimo Salvador, sob a regra dos monges orientais. (1140)

ANA LINE, Santa 
MARCOS BARKWORTH e ROGÉRIO FILCOCK, Beatos



Em Londres, Inglaterra, Santa ANA LINE viúva e mártir, que depois de ter morrido o esposo no exílio por causa da fé católica, conseguiu arranjar uma casa para os sacerdotes, e por isso, no reinado de Isabel I, foi enforcada no patíbulo de Tyburn. Com ela padeceram, o suplício também os beatos presbíteros e mártires MARCOS BARKWORTH da Ordem de São Bento e ROGÉRIO FILCOCK da Companhia de Jesus dilacerados à espada quando ainda estavam vivos. (1601)


GUILHERME RICHARDSON, Beato




Em Londres, Inglaterra, o Beato GUILHERME RICHARDSON presbitero e mártir que ordenado em Sevilha, Espanha, por causa do seu sacerdócio foi enforcado no patíbulo de Tyburn sendo o último mártir do reinado de Isabel I, (1603)



JOSÉ TOUS Y SOLER, Beato



Em Barcelona, Espanha, o beato JOSÉ TOUS Y SOLER presbitero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, fundador da Congregação das Irmãs Capuchinhas do Divino Pastor. (1871)


MARIA DA CARIDADE DO ESPÍRITO SANTO 
(Maria Josefa Carolina Brader), Beata



Em Pasto, na Colômbia, a beata MARIA DA CARIDADE DO ESPÍRITO SANTO (Maria Josefa Carolina Brader), virgem, que soube conciliar excelentemente a vida contemplativa com a actividade missionária e fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Maria Imaculada para promover a formação cristã do povo. (1943)

e ainda...


Alnoto da Stova, Santo


La leggenda che lo concerne narra che egli era armentario di s. Wereburga, fondatri­ce di un monastero a Weedon nei pressi di North-ampton; un giorno, senza che fosse di nulla colpe­vole, fu percosso a sangue da un fattore della padrona; sottratto a tanta furia per intervento di­vino, si ritirò in una selva non lontano da Stowe, nella contea di Buckingham in Inghilterra, a fare una vita eremitica, e là rimase fino a che, sembra nel 675, venne ucciso o, come vuole la leggenda, « martirizzato » da alcuni ladruncoli. La leggenda ne loda la santa vita e l'umiltà ed afferma che nei luoghi dove egli visse se ne tramandò il culto e che era venerato nei giorni festivi. Le sue reliquie nel sec. XVII si conservavano nella chiesa di Stowe e se ne celebrava la festa il 27 febbraio.


EMANUELLE DE CREMONA, Beato

Viene comunemente identificato con Emanuele di Sescalca, maestro e arcidiacono di Cremona e successivamente vescovo della città dal 1290 al 1295. Cacciato per discordie intestine, si sarebbe rifugiato nell'Abbazia cistercense di S. Bernardo di Adewerth, in Frisia, ove sarebbe morto nel 1298. L'Ughelli, invece, lo presenta come un monaco cistercense e lo dice vescovo di Cremona per pochi mesi verso il 1270. E' venerato come beato nei calendari liturgici cistercensi il 27 febbraio



TIAGO DE VALOIS, Santo



Mercedario di Parigi, il Beato Giacomo de Valois, fu inviato come mandato del Re, dai mori ad Algeri. Qui con grande zelo visitò gli ergastolani, liberò i poveri ed i prigionieri, convertì a Cristo gli infedeli e compì molti miracoli. Infine ritornato in patria morì santamente a Parigi.
L’Ordine lo festeggia il 27 febbraio



JOÃO DE GORZE, Santo

Era nato in Lorena da agricoltori agiati e compí i primi studi senza grande ardore a Metz e a Saint-Mihiel. Mortogli il padre, dovette, ancora adolescente, occuparsi dell'amministrazione dei beni della famiglia. Quando i suoi fratelli poterono assumersi questo incarico, egli fu insediato, da un signore vicino, come curato della chiesa di cui questi aveva il diritto di nomina. Entrò in seguito in contatto col monastero femminile di S. Pietro di Metz. Avendo notato che Grisa, una giovane monaca, portava un cilicio, si consacrò lui stesso alla penitenza e allo studio. Con alcuni compagni, decise in mezzo al generale rilassamento di condurre vita monastica regolare. Non avendo potuto stabilirsi nell'Italia meridionale, come avrebbe voluto, ricevette nel 933 da Adalberone, vescovo di Metz, l'abbazia di Gorze, che in quel momento era quasi abbandonata ed Einoldo, arcidiacono di Toul, divenne abate del monastero restaurato, mentre Giovanni ebbe la funzione di cellerario. Nelle carte egli si firma come portarius (945) o propositus (949). Riuscí a ristabilire la prosperità materiale dell'abbazia, dedicandosi a una vita severa, pur trattando con dolcezza i deboli e gli ammalati.
Nel 953 l'imperatore Ottone I lo inviò in missione presso il califfo di Cordova, Abderrahman III, missione che durò tre anni. Alla morte di Einoldo nel 967 (e non nel 959 come dicono D. Dummler e Sackur, perché le carte del 960 e 967 portano ancora il nome di quest'ultimo) Giovanni divenne abate. Continuò la sua vita di austerità e morí il 7 marzo 976 (all'inizio della Quaresima, piú precisamente la domenica di Quinquagesima) e non nel 973, come si è creduto, perché è ancora segnalato il 2 e il 22 giugno 975 (il suo successore Odelberto è citato nel 977).
Giovanni ricevette il titolo di beato e di santo. Dopo il Ménard è iscritto nei martirologi benedettini al 27 febbraio. La Vita è stata redatta dal suo amico Giovanni di S. Arnolfo di Metz, ed è opera che, se pure incompiuta, ha un valore storico sicuro. La morte di Giovanni è descritta nel prologo.




MARCO BAKWORTH, Beato


Mark Barkworth nacque nel 1572 circa a Searby, nel Lincolnshire. Studiò per un periodo a Oxford, anche se non rimangono notizie della sua permanenza lì. Venne accolto nella Chiesa cattolica a Douai nel 1593 da parte di un gesuita fiammingo, padre George, ed entrò nel Collegio locale, dove i candidati al sacerdozio inglesi studiavano per tornare come missionari in patria.
A causa di un’epidemia di peste, venne inviato a Roma nel 1596 e da lì al Real Collegio di Sant’Albano a Valladolid, in Spagna, dove entrò il 28 dicembre 1596. Si racconta che, mentre era in viaggio, ebbe una visione di san Benedetto da Norcia, che gli profetizzò che sarebbe morto martire con l’abito benedettino.
Ordinato sacerdote nel Collegio prima del luglio 1599, tornò come missionario in Inghilterra, insieme a padre Thomas Garnet. Lungo il cammino soggiornò presso il monastero benedettino di Hyrache in Navarra, dove il suo desiderio di aggregarsi all’Ordine venne realizzato: divenne un Oblato benedettino, ottenendo il privilegio di emettere la propria professione al momento della morte.
Sfuggito agli Ugonotti, venne arrestato mentre raggiungeva il suo paese natale e gettato nel carcere di Newgate, dove rimase per sei mesi; di lì venne trasferito alla prigione di Bridewell. In quel luogo, scrisse un appello a Robert Cecil, firmandosi «George Barkworth».
Durante gli interrogatori, si comportò in maniera coraggiosa e lieta. Condannato con un verdetto formale, venne imprigionato nel cosiddetto “Limbo” di Newgate, ossia la prigione sotterranea. Anche lì rimase allegro, fino al momento dell’esecuzione. In prigione incontrò il gesuita Roger Filcock, che era stato suo compagno di studi a Valladolid.
La loro esecuzione fu fissata per il 27 febbraio 1601 a Londra, nel famigerato Tyburn. Lungo la strada, Barkworth intonò in latino il Salmo del giorno di Pasqua: «Questo è il giorno che ha fatto il Signore: rallegriamoci in esso ed esultiamo»; padre Filcock lo seguì nel canto.
Quando arrivò al patibolo, omaggiò insieme al gesuita il coraggio di Anne Line, un tempo sua penitente, martirizzata perché aveva accolto numerosi sacerdoti in appositi rifugi. Poi, rivolgendosi alla folla, disse: «Sono venuto qui per morire da cattolico, sacerdote e religioso, appartenente all’Ordine di San Benedetto; fu per mezzo di questo stesso ordine che l’Inghilterra venne convertita». Addosso portava l’abito benedettino, sotto il quale aveva un cilicio in forma di camicia di pelo.
Quando il suo corpo venne preso e squartato, si notò che le sue ginocchia, al pari di quelle di san Giacomo il Minore, erano incallite per l’assidua preghiera. Un apprendista presente tra la folla, nel prendere in mano le gambe dopo lo squartamento, gridò: «Chi di voi predicatori può mostrare un ginocchio simile?». Contrariamente all’uso consueto, i resti dei sacerdoti non vennero esposti, bensì seppelliti presso il patibolo; più tardi, alcuni cattolici li prelevarono.
L’8 dicembre 1929 venne promulgato il decreto sul martirio di padre Mark Barkworth e di altri centocinque martiri inglesi, seguito dalla beatificazione una settimana dopo, ad opera di papa Pio XI, il 15 dicembre.





Autore: Emilia Flocchini

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Localização do Bairro do Viso - Porto 




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Os textos são recolhidos prioritariamente do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga (os mais descritivos, até com imagens) e os restantes do 

MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e ainda eventualmente através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 


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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, (que serão diferentes e versando diversos temas - diariamente) não 
são colocados quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




BOM ANO DE 2019



  
   



   






Fotos do prédio onde esteve a antiga Casa Forte e outros estabelecimentos na Rua Sá da Bandeira, que foi deitado todo abaixo no interior, nos primeiros meses de 2018, ficando desde então apenas as paredes de pé.

As obras interromperam-se: 

Quando voltarão???


.....É uma tristeza.....




ANTÓNIO FONSECA

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Nº 3 7 6 1 - SÉRIE DE 2019 - (057) - SANTOS DE CADA DIA - 26 DE FEVEREIRO DE 2019 - Nº 111 DO 12º ANO,

Caros Amigos



Desejo que este Ano de 2019 traga tudo de Bom para toda a Humanidade.
As minhas melhores Saudações de
Amizade e Gratidão
para todos os leitores e/ou simples Visitantes que queiram passar os olhos por este Blogue

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Nº  3 7 6 1


Série - 2019 - (nº 0  5  7)


26 de FEVEREIRO de 2019


SANTOS DE CADA DIA

Nº  1 1 1

12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Recordar
os Santos e Beatos de cada dia, além de Procurar seguir os seus exemplos


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PORFÍRIO DE GAZA, Santo

     

Em Gaza, Palestina, São PORFÍRIO bispo, natural de Tessalónica, que viveu como anacoretas cinco anos no deserto de Cete e outros cinco na Transjordânia, com grandes manifestações de bondade para com os pobres. Depois, ordenado bispo de Gaza, abateu muitos templos dedicados aos ídolos, cujos sequazes o tinham feito sofrer duras adversidades, até que finalmente descansou na paz dos Santos. (421)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Nasceu na Tessalónica da Macedónia, pelo ano de 353. Seus pais cuidaram de criar o menino nos sentimentos duma terna e sólida piedade. Deixando os progenitores, pátria e parentes, aos 25 anos de idade retirou-se para o Egipto.
Ali se conservou cinco anos de vida austeríssima. Depois de visitar os Lugares Santos de Jerusalém, encerrou-se numa gruta não distante do Jordão. A humidade do sítio e a intempérie arruinaram-lhe a saúde. Não obstante, conservou-se outros cinco anos naquela gruta, até que um cirro no fígado e uma febre contínua o obrigaram a ir para Jerusalém; por muito fraco que estivesse, não deixava de visitar todos os dias os Lugares Santos, apoiando-se a um cajado.
Certo jovem piedoso, chamado MARCOS, que depois se fez seu discipulo e lhe escreveu a vida, quis auxiliá-lo para que pudesse caminhar com menos trabalho, o santo porém,. recusou dizendo que tal coisa não convinha a um pecador que tinha vindo fazer penitência.
Um só problema o afligia: não ter ainda distribuído pelos,pobres os grandes haveres herdados dos pais. Rogou ao discípulo que fosse a Tessalónica e vendesse todos os bens. Voltando MARCOS  a Jerusalém, ficou agradavelmente surpreendido ao ver o seu mestre inteiramente livre dos achaques. Perguntando-lhe a causa desta grata novidade, respondeu PORFÍRIO
«Alguns dias há, que sentindo-me extraordinariamente agravado nas minhas dores, me fui arrastando com muito trabalho ao monte Calvário, para ter a consolação de expirar no mesmo sítio onde expirou o meu divino Salvador. Ali, quase desmaiado, tive uma espécie de êxtase, onde se me representou Jesus Cristo cravado na cruz, que mandava ao bom ladrão que me levantasse. Este assim fez, dizendo-me que fosse dar graças ao meu doce Redentor, porque já estava são. Corri a lançar-me aos pés de Jesus Cristo, que já tinha descido da cruz, e me apresentava esta, ordenando-me que a guardasse. Desapareceu a visão e eu achei-me restituído à minha antiga robustez».
PORFÍRIO repartiu pelos pobres todo o dinheiro sem reservar nada para si, ficando tão pobre que se viu obrigado a aprender o ofício de curtidor, para ganhar o pão. Assim viveu até aos quarenta anos. Foi nesta altura que o Patriarca de Jerusalém, conhecendo a sua virtude e singulares talentos, o ordenou sacerdote.
A nova dignidade não lhe diminui o rigor das penitências. Não comia senão depois do sol posto. A afabilidade do génio e a profunda humildade davam maior eficácia ao seu zelo. Quase não disputava com infiéis sem conseguir algum triunfo.Vagou neste tempo o bispado de Gaza; muitos pensavam em PORFÍRIO. Assustaram-se com esta notícia os gentios, numerosíssimos na cidade, e não pouparam diligências ou para lhe tirar a vida no caminho ou para o impedir de tomar posse do novo cargo. PORFÍRIO porém conseguiu desarmá-los com a paciência
Sucedeu por então uma grande estiagem que obrigou os pagãos a implorarem o socorro dos seus deuses, oferecendo-lhes sacrifícios. Todas estas diligências de superstição foram inúteis, até que o santo bispo foi em procissão a uma ermida, fora da cidade, com os poucos cristãos que nela havia. Começou logo a cair uma chuva abundante; à vista deste milagre converteram-se à fé numerosos infiéis, e desde então cresceu de dia para dia o rebanho de Jesus Cristo.
Mas outros maltrataram tanto os cristãos, que foi preciso recorrer ao imperador, de quem, por intermédio de São JOÃO CRISÓSTOMO, obtiveram um decreto para se fecharem todos os templos de Gaza e se reduz<irem os ídolos a cinzas. Executou-se o decreto mas, como se tornassem mais furiosos ainda os poucos pagãos restantes, PORFÍRIO resolveu ir a Constantinopla para conseguir do imperador a total demolição dos templos.
A fama de eminente virtude do santo fez que fosse muito bem acolhido pela imperatriz, que se encarregou de falar ao marido. Este príncipe fez algumas concessões, mas não lhe puderam arrancar a ordem para a demolição dos templos.
A imperatriz (EUDÓXIA) afirmou, porém, que se encarregaria de que o negócio fosse bem sucedido. São PORFÍRIO agradeceu a assegurou.-lhe que em recompensa lhe daria Deus um príncipe que sucederia no império a seu pai.
Aquela princesa, que até então não havia tido senão filhas, deu à luz um principe; foi tanta a sua alegria que mandou fazer um memorial, contendo a pretensão do santo bispo. E disse a este que, depois da cerimónia do baptismo, o entregasse ao cortesão, que levaria nos braços o menino, o qual já estava instruído do que havia de fazer. Assim se executou: o cortesão recebeu o memorial, abriu-o e, tendo feito sinal de silêncio, leu algumas palavras: depois tornou a dobrá-lo, chegou-o aos lábios do Infante, meteu-lho dentro do vestido e disse em alta voz: «Senhores, sua majestade ordena que este memorial seja registado, e se cumpra à letra o seu conteúdo". O imperador sorriu-se do inocente artificio, e disse que não podia opor-se à primeira coisa que o principe seu filho tinha concedido.
Tendo São PORFIRIO embarcado, desencadeou-se horrível tempestade, que ele serenou com as suas orações. O prodígio fez que o piloto do navio renunciasse ao arianismo e abraçasse a fé verdadeira. 
Em Gaza e contornos todos os templos dos ídolos foram imediatamente demolidos. Em seguida, construiu-se uma sumptuosa Igreja em forma de Cruz, a que se deu o nome de Basilica Eudoxiana, em atenção à sua imperial fundadora.
São PORFIRIO devotou-se com zelo infatigável a reformar os costumes e a converter os pagãos. Finalmente, exausto pelas penitências, rendido ao peso dos trabalhos e consumido pelo ardor do zelo, este santo expirou placidamente, no meio das suas ovelhas, no ano de 420.



Nestor, Santo




Em Perga, na Panfília, hoje Turquia, a paixão de São NESTOR, bispo de Magido e mártir que, preso durante a perseguição do imperador Décio, foi condenado pelo governador da provincia a morrer na cruz, para que sofresse o mesmo suplício do Crucificado, cuja fé professava. (250)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:


Quando se desencadeou a perseguição de Décio, NESTOR ocupava a sé episcopal de Magido, na Panfília. A sua coragem e prestígio eram tão notórios que o oficial romano ou irenarca daquela região costumava dizer: «Enquanto não dominarmos o bispo, nada poderemos fazer contra os cristãos».
Prevendo os males que iriam cair sobre as suas ovelhas, NESTOR aconselhou-as a fugir, enquanto ele ficava a pedir a Deus por elas.
Os que o foram prender, e aliás tinham, ordem para o tratarem, honrosamente, ficaram impressionados com a sua calma e dignidade. Levaram-no para um edifício situado junto à praça principal. Começou o Irenarca por se mostrar benévolo, mas o interrogatório tornou-se em breve violento; o bispo acabou por dizer ao magistrado que ele estava possesso do demónio, e o magistrado ameaçou o bispo com os tormentos mais cruéis. «Eu só tenho medo dos tormentos do meu Deus, replicou NESTORos teus nunca me impedirão de confessar a Cristo, Filho de Deus Vivo».
Nesse mesmo dia o magistrado mandou NESTOR para Perge, capital da provincia, e no dia seguinte enviou ao governador este relatório: «Éupator, Sócrates e todo o conselho saúdam o excelentíssimo senhor Presidente. Quando Vossa Grandeza recebeu as divinas cartas do nosso mestre, o Imperador, ordenando que todos os cristãos sacrificassem, a vossa humanidade quis que essas ordens fossem executadas com brandura. de nada serviu tal moderação. estes homens obstinam-se em desprezar os edictos imperiais. Apesar da nossa insistência e da do conselho, NESTOR não quis submeter-se. Convidado a ir ao templo de Júpiter, respondeu com ultrajes aos deuses imortais, não poupando nem o Imperador nem a vossa pessoa. Por isso o conselho julgou oportuno mandá-lo apresentar-se a Vossa Grandeza».
Obedecendo às determinações imperiais, o governador devia interrogar pessoalmente o acusado. Depois deste novo interrogatório, NESTOR foi condenado, como o seu Divino Mestre, a morrer numa cruz. Isto foi no ano de 250.


Vítor de Arcis, Santo


Em Arcis-sur-Aube, região de Champagne, França, SÃO VÍTOR eremita, que é louvado nos escritos de São BERNARDO. (séc. VIII)
Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

VÍTOR nasceu no século VI em Troyes, na Campânia, França. Diz-se que, sete meses antes do nascimento, anunciou um possesso a sua futura santidade. Logo que o menino recebeu o baptismo, mostraram-se nele marcas sensíveis da presença do Espírito Santo. Educado unicamente para Deus, não teve gosto senão pelas verdades celestiais. Recebeu o sacerdócio e exerceu algum tempo o ministério de sacerdote. Mas, cedendo ao seu atractivo pela solidão, tudo abandonou a fim de se retirar para o território de Arcis, para junto de uma aldeiazinha chamada Saturniac, junto dum rio. passando o dia e noite em oração, parecia não ter corpo; juntava à contemplação o exercício do jejum.
A fama dos milagres obtidos por sua intercessão atraiu-lhe visitas numerosas, mesmo das pessoas mais ilustres. O rei de França (Chilperico, Childerico ou Clotário II), numa das suas caçadas, apresentou-se para o visitar e foi testemunha dum dos seus milagres: tendo-lhe o rei apresentado água numa bacia, o santo, ao que se diz, transformou com a sua benção, esta ´água em vinho. As graças extraordinárias , de que dispunha para a santificação dos outros, apenas lhe inspiravam sentimentos de profunda humildade. Morreu, ao que se diz, num dia 26 de Fevereiro, dia que foi escolhido para a celebração da sua festa.
O corpo foi enterrado na cela de Saturniac. Construiu-se lá um oratório, que se tornou, por corrupção do nome, a capela de São VITTRE. Em 837, os restos mortais foram transferidos para a abadia de Montiramé (Moutier-Ramey) diocese de Troyes. Alguns séculos mais tarde, São BERNARDO compôs um ofício próprio em honra do Santo; daí resultou o aumento do culto.




ALEXANDRE, Santo


Comemoração de Santo ALEXANDRE bispo um glorioso ancião inflamado de zelo pela fé, que, designado bispo de Alexandria depois de São PEDRO excluiu da comunhão da Igreja o seu presbitero Ário pervertido pela ímpia heresia e afastado da verdade divina e, mais tarde, com mais trezentos e dezoito padres, o condenou no primeiro Concílio de Niceia. (326)

FAUSTINIANO, Santo


Em Bolonha, na Emília-Romanha, região de Itália, SÃO FAUSTINIANO bispo que, pela palavra da pregação, fortaleceu e fez crescer esta igreja atormentada pela perseguição. (séc. IV)


AGRÍCOLA, Santo



Em Nevers, Nêustria, hoje França, Santo AGRÍCOLA bispo. (594)


ANDRÉ, Santo



Em Florença, na Etrúria, hoje Toscana, Itália, o Beato ROBERTO DRURY presbitero e mártir que, acusado falsamente de conspiração contra o rei Jaime I na praça de Tyburn revestido com o hábito eclesiástico para mostrar a sua dignidade sacerdotal, sofreu por Cristo o suplício do patíbulo. (1607)


Roberto Drury, Beato




Em Londres, Inglaterra, o Beato ROBERTO DRURY presbitero e mártir que, acusado falsamente de conspiração contra o rei Jaime I, na Praça de Tyburn, revestido com o hábito eclesiastico para mostrar a sua dignidade sacerdotal, sofreu por Cristo o suplício do patíbulo. (1607)





PAULA DE SÃO JOÃO DE CALASANZ 
(Paula Montal Fornés), Santa



Em Olesa de Montserrat, Barcelona, Espanha, a Santa PAULA DE SÃO JOSÉ DE CALASANZ (Paula Montal Fornés) virgem quer fundou o Instituto das Filhas de Maria das Escolas Pias. (1889)

PIEDADE DA CRUZ (Tomasina Ortiz Real), Beata



Em Alcantarilla, Múrcia, Espanha, a Beata PIEDADE DA CRUZ (Tomasina Ortiz Real) virgem que por amor de Deus se consagrou diligentemente à formação e catequese dos pobres e fundou a Congregação das Irmãs Salesianas do Sagrado Coração de Jesus. (1916)

e ainda...

DIONIGI DE AUGUSTA, Santo

Visse forse nel III o IV secolo. Secondo gli Acta di S. Afra (fine sec. VIII) fu zio di questa e sarebbe stato battezzato e ordinato vescovo di Augusta da Narcisso, vescovo di Gerona. Le circostanze della morte, datagli sul rogo o con la decapitazione durante la persecuzione di Diocleziano, sono leggendarie. Qualcuno lo ha confuso con Zosimo, primo vescovo della città. 
Al principio del sec. XII furono scoperte, nella chiesa di S. Ulrico, delle reliquie, che furono considerate come sue. Secondo una disposizione di Papa Alessandro IV esse ebbero una traslazione nel 1258, il 26 febbraio, giorno nel quale Dionigi è ricordato.


FLAVIANO I, de Como, Santo

San Flaviano I è il decimo vescovo di Como. Nella cronotassi dei vescovi, figura dopo Sant’Eupilio e prima di San Prospero.
Il suo governo della diocesi s’ipotizza sia durato dodici anni, e si possa datare tra il 553 e il 565.
Il suo corpo insieme a quello di altri santi vescovi della diocesi fu scoperto nel 1587, in una tomba nel presbiterio della basilica di Sant’Abbondio. In quel periodo ci fu la ristrutturazione della basilica voluta dal cardinale Tolomeo Gallio, che alla scoperta dei corpi santi, che “ordinò la memoria.. in priori loci”. 
Su di lui è rimasto un elogio scritto dal P. Tatti nel suo testo del 1675, “Sanctuarium seu Martyrologium Sanctae Novocomensis Ecclesiae”
La sua festa si celebra il 26 febbraio, data presunta della sua morte.



 MICHELE RANZI DE VERCELLI, Beata

eata Michela Ranzi di Vercelli è un’agostiniana vissuta nel XV secolo.
Sappiamo che apparteneva alla famiglia Ranzi, un casato che aveva dato i natali al beato Candido e al beato Demostene Giovanni, francescani dei minori osservanti, e alle beate Isabella e Angela Bartolomea, anch’esse agostiniane.
Sulla beata Michela, sappiamo solo che nel 1485 venne eletta priora per monastero di Santa Maria Grazie o della Visitazione di Vercelli. Il monastero che esisteva già nella seconda metà del secolo XV, aveva ospitato una comunità di clarisse prima di diventare un cenacolo femminile agostiniano, che mantenne la sua fisionomia fino al 1641. 
In alcuni testi era ricordata così: “celebre per la purità di costume e per discrezione di spirito, amata in patria, ammirata dalle sue correligiose, encomiata dagli scrittori. Le sue spoglie restano in terra preziose”. Nel testo di Aldo Ponso “Duemila anni di santità in Piemonte e Valle d’Aosta” si riporta che morì nel 1493.
La beata Michela Ranzi di Vercelli era ricordata nel giorno 26 febbraio



 SERVOLO DI VERONA, Santo


San Servolo è il quattordicesimo vescovo di Verona. Nella cronotassi ufficiale della diocesi scaligera figura dopo San Luperio e prima di San Petronio.
Di questo e di altri vescovi non si può garantire la cronotassi esatta, infatti per i vescovi di Verona fino al XI secolo le questione resta ancora aperta.
Nel “Catalogus Sanctorum Ecclesiae Veronensis”, mons. Franco Segala ne trascrive l’elogium dal Martirologio della chiesa veronese: “Veronae sancti Servuli confessoris et eiusdem  civitatis apiscopi (eximia sanctitate ac studio pro poluli sui salute conspicui)
Mons. Dario Cervato, nel suo recente volume “Verona agiografica” ritiene che san Servolo, San Massimo e San Luperio, debbano essere espunti dal catalogo dei vescovi veronesi in quanto non presente nel famoso “Velo di classe”.
Nel martirologio diocesano, era ricordato nel giorno della sua festa il giorno 26 febbraio, fino alla riforma del Proprio veronese, del 1961, voluta dal vescovo Carraro, quando venne annoverato nella festa comune di tutti i vescovi veronesi, e la sua festa venne a cessare.




ILÁRIO DE MAGONZA, Santo


E' una figura discussa; nel Proprio della diocesi di Magonza al 26 febbraio è nominato un Ilario che sarebbe stato vescovo di quella città al tempo dell'imperatore Antonino Pio (138-161) ed avrebbe subito il martirio verso il 158. Questa asserzione si basa su di un tardivo elenco di quaranta vescovi di Magonza, fino a s. Bonifacio, ritenuto genuino dal Gams e perciò accolto nella sua Series episcoporum Eccl. Cath. (p. 288). Ma già nel 1871 lo studioso F. Falk provò, nel suo lavoro sui Cataloghi dei vescovi pre-bonifaciani di Magonza, che solo l'elenco piú antico, contenente dieci nomi, era veritiero, e in questo elenco Ilario non era nominato. Anche nell'indagine piú recente di E. Ewig solo l'elenco piú antico dei vescovi è riconosciuto autentico. 
Esisteva invece, nella cosiddetta valle sacra, a Sud-Ovest di Magonza, ca. sul posto dell'attuale cimitero, una chiesa dedicata a un s. Ilario, la cui esistenza è attestata già in tempi molto antichi. In essa furono sepolti i primi vescovi di Magonza, trasferiti poi, nel sec. XI, alla chiesa di S. Albano. Da questo fatto potrebbe essere nata l'opinione che il titolare della chiesa fosse un vescovo di Magonza, opinione, a giudizio di specialisti di storia della città, destituita di ogni fondamento. Un vescovo Ilario di Magonza, quindi, non è mai esistito.



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Localização do Bairro do Viso - Porto 




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Os textos são recolhidos prioritariamente do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga (os mais descritivos, até com imagens) e os restantes do 

MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e ainda eventualmente através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 


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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, (que serão diferentes e versando diversos temas - diariamente) não 
são colocados quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




BOM ANO DE 2019



  
   



   






Fotos do prédio onde esteve a antiga Casa Forte e outros estabelecimentos na Rua Sá da Bandeira, que foi deitado todo abaixo no interior, nos primeiros meses de 2018, ficando desde então apenas as paredes de pé.

As obras interromperam-se: 

Quando voltarão???


.....É uma tristeza.....




ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...