segunda-feira, 14 de março de 2011

REZAR NA QUARESMA - 14 DE MARÇO – SEGUNDA FEIRA – 2ª SEMANA DA QUARESMA

14 DE MARÇO

SEGUNDA-FEIRA

1ª SEMANA DA QUARESMA

Mateus 25, 31-46

“Tive fome e destes-me de comer....

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Falamos muito do amor, do espírito, de coisas complicadas e espirituais.

Para Jesus tudo é mais simples.

Os discípulos de Jesus, nós, seremos avaliados pelo amor que se faz gesto concreto. Que se faz pão partilhado, sede saciada, solidariedade que dá ao irmão o que ele precisa para viver dignamente.

Mas estes gestos não são somente partilha económica; são gestos de fé.

O que tu fazes ao teu irmão carente é feito ao próprio Jesus. 

»»»»»»»»»

Está na hora de o meu amor se fazer ação.

Agora sei que Te posso ver, Senhor, em cada pobre com fome,

em cada amigo solitário, em cada coração ferido.

Agora sei que Te posso levar a quem precisa.

E sei que quando sirvo alguém, é a Ti que sirvo.

 

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edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail

Nº 73 – 14 DE MARÇO DE 2011 - SANTOS DO DIA - 3º ANO

NOTA PRÉVIA DE A.F.
Por lapso meu, de que me penitencio, venho informar que só agora verifiquei que a Numeração que venho aqui colocando desde o passado dia 10 estava adiantada em 80 números. Devo ter confundido o ZERO com o OITO.
Do ocorrido peço as minhas maiores desculpas. Aliás, aproveito ainda para esclarecer que vou fazer uma revisão geral aos posts diários que venho publicando desde Novembro de 2008 – dado que o número deverá corresponder ao dia e não à quantidade dos posts publicados, pelo que de facto a numeração que venho utilizando está errada e desejo que fique certa. DESCULPEM E OBRIGADO PELA ATENÇÃO 
 
 
Nº 1305
 
Rainha – (968)
 
 
Matilde, Santa
 
Matilde, Santa
 
Filha do conde de Thierry, grande da Saxónia, foi educada pela avó que se fizera religiosa e veio a ser abadessa. desde os anos juvenis sobressaiu na piedade, na caridade com os pobres e doentes e no desprezo das vaidades. Veio a casar-se com Henrique o Passarinheiro, rei da Germânia (919-936). Viveram 20 anos juntos e amando-se intensamente. Ele compreendia e ajudava a caridade da mulher para com os pobres. Tanto se recordava ela desse amor que, vivendo os últimos 5 anos como religiosa no mosteiro de Northhausen, na Turíngia, quis morrer onde fora sepultado o marido 32 anos antes. Na verdade, com a morte deste tinham começado as suas grandes tribulações. Sentia um fraquinho, talvez não de todo infundado, pelo segundo filho, Henrique como o pai, a quem desejava sucedesse. Não lho levou a bem o primogénito, Otão. Este é que tomou a coroa real e com o tempo veio a ser imperador da Alemanha e ainda rei da Itália, tornando-se o primeiro soberano (962-973) do Sacro Império Romano-germânico. Henrique teve de contentar-se com o ducado da Baviera. Os dois irmãos, o protegido e o desprotegido, vieram porém a entender-se quanto à mãe; o resultado foi despojá-la do dote que possuía. Além disso, aprisionaram-na num convento de Vestefália. Ela recebeu porém notáveis graças nesse retiro. A príncipes e bispos, que diante dela a lastimavam, contentava-se com responder serenamente: “Eles são para mim instrumentos da vontade divina. Deus seja bendito e os abençoe!”.  De novo se entenderam os dois príncipes: em restituir a liberdade e os bens à mãe. esta veio a construir hospitais, igrejas e mosteiros, em, particular o de Polden, onde viveram 3 000 (!) monges, e o de Northausen, já mencionado. A esposa dum rei, mãe dum imperador e dum duque, e avó (por sua filha Hedviges) de Hugo Capeto, primeiro rei de França, quis morrer deitada num tecido áspero, usado como penitência, chamado cilício, e tendo a cabeça coberta de cinza, símbolo de desprezo de todas as vaidades. Expirou a 14 de Março de 968. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://www.es.catholic/ e http://www.santiebeati.it/
 
 
SANTA FLORENTINA
 
Religiosa (entre 612 e 633)
 
Nasceu em Cartagena, Andaluzia, e foi irmã de três homens notabilíssimos: S. Leandro, arcebispo de Sevilha, aclamado como o homem mais notável de Espanha; S. Fulgêncio, bispo, cognominado pai dos pobres e dotado de grande zelo pastoral; Santo Isidoro, sucessor de S. Leandro em Sevilha e proclamado insigne doutor da Igreja e acérrimo defensor do catolicismo na Espanha. E um sobrinho, Santo Hermenegildo, que deu a vida na defesa da fé. Santa Florentina foi dirigida espiritualmente por S. Leandro e estudou a fundo a língua latina. Sendo também formosíssima e cheia de qualidades, resolveu escapar aos escolhos do mundo tomando o hábito religioso num mosteiro de S. Bento, perto da cidade de Ecija. Muitas donzelas se lhe vieram juntar, de maneira que o bispo desta cidade resolveu fundar outro mosteiro. Depois os três irmãos, e até o próprio rei, ajudaram-na a erguer mais outros 40, onde viveram para cima de mil religiosas. Decaiu porém, a observância no mosteiro em que inicialmente entrara; isto por descuido do bispo de Ecija. Numerosas e ferventes orações conseguiram porém que sucedesse na mesma sé o nomeado S. Fulgêncio, que tudo reformou. Vendo a Santa contínua e deploravelmente perseguida pelos arianos a santa lei de Deus, aumentou as orações, penitências e súplicas, trabalhando do modo que podia em combater os hereges e manter, com exemplos e palavras, puro e ileso o depósito da fé, não só entre as suas religiosas, senão em quantos a consultavam ou ela encontrava. Teve a grande consolação de receber a notícia da conversão do rei Ricardo. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/.
 
 
BEATO GIÁCOMO CUSMANO
 
Fundador (1834-1888)
 
Giacomo Cusmano, Beato
 
Giacomo Cusmano, Beato
 
Nasceu em Palermo (Itália), a 15 de Março de 1834, no seio duma família de notáveis recursos materiais e sobretudo espirituais. Aos três anos, perdeu a mãe, e em 1858 viu o pai partir para a eternidade. Depois de estudar no colégio dos jesuítas, na sua terra natal, conseguiu o doutoramento em medicina, que lhe serviu mais para praticar a caridade do que de fonte de rendas. Com efeito, não só atendia gratuitamente a todos os pobres que o procuravam., mas ainda os ajudava a adquirir os remédios. O seu amor aos pobres nascia da fé profunda de que eles representavam a Cristo. Comparava os pobres às espécies sacramentais que ocultam a Cristo na Eucaristia. Com este espírito de caridade evangélica, não é de admirar que o Dr. Cusmano se sentisse chamado ao sacerdócio, para mais plenamente atender os necessitados. De facto, recebeu a ordenação sacerdotal a 22 de Dezembro de 1860. A seguir dedicou-se por completo a ensinar o catecismo às crianças, pregar a palavra de Deus, atender os doentes, sobretudo os moribundos. Transformou a sua residência num domicilio dos pobres. Sentindo-se impossibilitado de atender por si a todos os necessitados, procurou quem o auxiliasse, como expõe João Paulo II na homilia de beatificação, a 30 de Outubro de 1983;  “O Beato Giácomo Cusmano, médico e sacerdote, para curar as chagas da pobreza e da miséria que afligiam grande parte da população por causa de frequentes carestias e epidemias, mas também da desigualdade social, escolheu o caminho da caridade; amor de Deus que se traduzia no amor efetivo para com os irmãos e no dom de si aos mais necessitados e sofredores, por meio dum serviço e levado até ao sacrifício heroico. Depois de ter aberto uma primeira “Casa dos pobres”, iniciou uma obra mais vasta de promoção social, instituindo a “Associação para a distribuição de comida ao Pobre”, que foi como o grão de mostarda do qual surgiria uma planta tão viçosa. Ao fazer-se pobre com os pobres, não se envergonhou de mendigar pelas ruas de Palermo, solicitando a caridade de todos e recolhendo viveres que depois distribuía aos inúmeros pobres que o circundavam. A sua obra, como todas as obras de Deus, encontrou dificuldades que puseram à dura prova a sua vontade, mas com a sua imensa confiança em Deus e com a sua invicta fortaleza de alma superou todos os obstáculos, dando origem ao Instituto das ‘Irmãs Servas dos Pobres’ , e à ‘Congregação dos Missionários Servos dos Pobres’ (…). Este magnifico Servo dos Pobres desgastou-se nos exercícios duma caridade que ia crescendo cada vez mais até tocar vértices heroicos . Com o início de uma nova epidemia de cólera em Palermo, como nenhum outro, ele esforçou-.se por estar  em todos os momentos, junto dos seus pobres. “Senhor, repetia ele, atingi o pastor e poupai o rebanho”. Por causa desta epidemia a sua saúde debilitou-se gravemente e, com apenas 54 anos, consumava o seu holocausto, entregando com todo o amor a sua alma àquele Deus, cujo nome é Amor”.  AAS 77 (1985) 112-4; L’OSS. ROM. 6.11.1983. Do livro SANTOS DE CADA DIA, de http://www.jesuitas.pt/. Ver também http://www.es.catholic/ e http://www.santiebeati.it/
 
 
Abade
 
Arnaldo, Beato
 
Arnaldo, Beato
 
Abade de Santa Justina de Pádua. Etimologicamente significa “forte e valente”. Vem da língua alemã.  Deus confia a todos uma ou várias pessoas. Mais ou menos, todos hão recebido um dom pastoral para escutar a outro e chegar a captar o que lhe faz mal. Escutar, para aplanar o terreno e preparar os caminhos de Cristo.  Desde muito jovem entrou no mosteiro de santa Justina, ao lado de Pádua. Tanta era sua devoção, sua austeridade de vida e seu exemplo vivente para os irmãos, que o elegeram abade os 24 anos. Era uma pessoa muito inteligente e, como tal, se dedicou a defender os direitos dos mosteiros reivindicando antigos privilégios. Um destes privilégios era que o abade tinha direito a participar na eleição do bispo. Também restaurou o mosteiro e fez outros novos. Quando o rei Ezelino se apoderou de Pádua no ano 1237, meteu na cadeia ao abade do outro mosteiro. Arnaldo fugiu. Em 1238 o rei Federico II devolveu o mosteiro aos monges e inclusive ficou com eles durante dois meses. Mas a história é coisa distinta da vida religiosa. Apenas se marchou o imperador, Ezelino prendeu a Arnaldo e o encerrou numa fortaleza comendo pão e água. Desta forma, lentamente foi perdendo a saúde, até que morreu no dia dez de Fevereiro de 1246. Apenas se foi o rei, seus restos se trasladaram a santa Justina. ¡Felicidades a quem leve este nome!
 



http://es.catholic.net/santoralwww.santiebeati.it  -  www.jesuitas.pt


45310 > Sant' Alessandro di Pidna Martire  MR
90526 > Beato Arnaldo Abate di S. Giustina di Padova 
48500 > Beata Eva Reclusa di s. Martino di Liegi  MR
94312 > Beato Filippo da Torino Francescano 
45350 > Beato Giacomo Cusmano Sacerdote  MR
45320 > San Lazzaro di Milano Vescovo  MR
45330 > San Leobino di Chartres Vescovo  MR
45300 > San Leone Vescovo e martire a Roma 
45325 > Santa Matilde di Germania Regina  MR
45340 > Santa Paolina Religiosa  MR
93986 > Beato Tommaso Vives Mercedario, martire

 
Recolha, transcrição e tradução de espanhol para português
por António Fonseca

 

A foto que está no cabeçalho deste blogue, foi recolhida hoje por mim próprio e indica o Tempo de Quaresma, com uma cruz de pano colocada na Cruz-espada da Igreja de São Paulo do Viso, neste dia.

domingo, 13 de março de 2011

REZAR NA QUARESMA - 13 DE MARÇO DE 2011 - 1º DOMINGO DA QUARESMA -

 

13 DE MARÇO

1º domingo da quaresma

Mateus 4, 1-11 

“Respondeu-lhe Jesus: “Vai-te, Satanás, pois está escrito:

Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele prestarás culto…”

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Este caminho de 40 dias de jejum, de oração, de solidariedade, vai colocar-te em diálogo com o mais profundo e autêntico de ti mesmo. Vais poder viajar a esse lugar interior onde mora a tua liberdade, onde se jogam as grandes opções que fazes na vida. Vais ouvir tentações, respostas fáceis à pergunta sobre o que queres da vida. 

E com Jesus tu vais permanecer fiel. Vais conseguir recusar as mentiras atraentes com a força que vem só de Deus.. 

»»»»»»»»»

Este é o tempo de caminhar conTigo, Senhor, 

De escolher a confiança e a intimidade com o Pai. 

De abrir as mãos e o coração às necessidades dos irmãos.

De renunciar à vida fácil. 

ConTigo a meu lado, Jesus, 

sei que chegarei feliz à tua Páscoa

 

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luminosa e vida abundante.

edisal@edisal.salesianos.pt

www.edisal.salesianos.pt

António Fonseca  -  www.aarfonseca@hotmail.com

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

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