terça-feira, 16 de outubro de 2012

Nº 1440-1 - (290-12) - SANTOS DE CADA DIA - 16 de Outubro de 2012 - 4º ano

antoniofonseca1940@hotmail.com
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Nº 1440-1 - (290-12)
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Nº 1440-1 – (290-12)

MARGARIDA MARIA ALACOQUE, Santa 

Religiosa (1647-1690)

Margarita Mara de Alacoque, Santa

Margarita María de Alacoque, Santa

Recipiente das revelações do Sagrado Coração de Jesus

Toda a vida desta grande vidente do século XVII anda estreitamente unida às origens e história da grande devoção moderna ao Sagrado Coração de Jesus. Foi o meio humilde e diminuto que Deus utilizou para dar a conhecer uma das melhores e mais eficazes de todas as devoções. Toda a glória e toda a história da Santa deriva da missão que o Céu lhe confiou. Ela própria nos conta no seu diário espiritual que tendo quatro anos – nascera a 22 de Julho de 1647 –, sem saber o que era voto nem castidade, consagrou o seu coração a Deus. Menina ainda, Deus introduziu-a nos segredos da vida interior e comunicação com o Céu. O pai morreu-lhe antes de ela completar 10 anos. Paralisada durante um quadriénio por uma espécie de forte reumatismo, promete à Virgem Maria ser «sua», se se curar. As religiosas salésias ou da Visitação chamavam-se então «filhas de Santa Maria». Sua mãe, perseguida pelos parentes do marido defunto, vê-se em grande falta de meios e empurra a filha para que se case. Margarida começou então a conhecer o mundo e o desejo de agradar. Mas Jesus disse-lhe: «Não te basto Eu? De que tens medo?» Ela convence-se do amor de Jesus e sente-o, ao escrever: «Não é Nosso Senhor o mais rico, o mais formoso, o mais poderoso e cumpridor de todos os que O amam?» O amor de Jesus apodera-se-lhe da alma e transforma-a. Renuncia ao prazer, à vaidade e ao amor humano. Entusiasma-se com a mortificação. «Eu atava este miserável corpo com cordas e nós; entravam-me profundamente na carne; dormia num colchão de varas pontiagudas». Decidiu deixar o mundo e esconder-se dos seus olhares na escuridão do claustro. Pensou nas Ursulinas, mas Nosso Senhor disse-lhe: «Não te quero aí, mas em Santa Maria». Parece-lhe que um retrato de S. Francisco de Sales lhe dirige o amável nome de «filha». Quando ouve falar de Paray, o seu coração dilata-se e respira. A 20 de Junho de 1671 vai para o Noviciado, pensa em ser «uma escrava que recupera a liberdade e vai para casa de seu esposo». A Mestra de Noviças diz-lhe: «Ponha-se diante de Deus como uma tela diante do pintor». O preceito cumpriu-se à letra durante a sua atormentada vida. Deus desenhou nela a imagem do seu Divino Coração.

No noviciado, o seu ar tímido, absorto e inflamado em amor divino, chamava a atenção, e mais numa comunidade que tinha por norma o conselho de S. Francisco de Sales: «Não ser extraordinário senão à força de ser ordinário». Completava o ano de noviciado a 25 de Agosto de 1672, mas atrasaram-lhe a profissão até 6 de Novembro. Nestes meses de purgatório espiritual, Cristo comunica-Se-lhe e começa a levantar o véu que encobre a missão para que a destina. «Diz à tua Superiora que Eu respondo por ti… Eu tornar-te-ei utilíssima à religião, mas de maneira que ainda ninguém conhece senão Eu… Eu arranjarei maneira de os meus planos sobre ti triunfarem». «Busco uma vítima para o meu Coração, que desejo sacrificar como hóstia de imolação para nela se realizarem os meus desígnios». A noviça fez a profissão a 6 de Novembro de 1672. Aproximava-se o momento crucial na vida de Santa Margarida. Jesus diz-lhe: «Aqui tens o meu Coração, a tua morada de agora e para sempre… Tu não deves viver para ti, a fim de Eu viver perfeitamente em ti». A jovem professa responde por escrito com o seu próprio sangue: «Eu, pobre e miserável nada, protesto diante do meu Deus, pois quero submeter-me e sacrificar-me por tudo o que Ele me queira pedir… Tudo para deus e nada para mim; tudo por Deus e nada por mim; tudo de Deus e nada de mim». Queixa-se de não ter nada para sofrer por Deus. Então mostra-se-lhe uma cruz coberta de flores e é-lhe dito: «Estas flores cairão; ficarão apenas os espinhos que elas escondem por causa da tua debilidade. Terás necessidade de toda a força do teu amor para suportar a dor». Jesus mostra-lhe o seu Coração «mais radiante que o sol e duma grandeza infinita». Vê-O coberto de chagas, e é convidada a contemplar a chaga do lado «que era um abismo sem fundo, aberto por uma seta sem limites, a do amor». Até agora as visões têm sido para a instrução e preparação particular de Margarida. Vão começar as revelações de carácter universal, para bem da Igreja e de toda a humanidade. Quatro foram as principais. A 27 de Dezembro de 1673, festa de S. João Evangelista, acabava de sair da enfermaria e tinha-se ajoelhado diante da grade do coro. Sente-se repleta da presença divina e Jesus convida-a a ocupar o lugar que teve João na ceia: «O meu Coração está tão apaixonado pelos homens, que não pode conter por mais tempo as chamas que o inflamam e necessita expandir-se. Escolhi-te como abismo de indignidade e ignorância, a fim de tudo ser meu». A missão é explicita. Jesus dá-lhe os meios e descobre-lhe «as maravilhas do Seu amor e os segredos inefáveis do Seu Coração». Em princípios de 1674 realiza-se outra manifestação. O Coração de Jesus coroado de espinhos, com a cruz arvorada, descobre-lhe a íntima relação que existe entre esta devoção e a Sagrada Paixão. Daqui o seu espírito de reparação. Numa sexta-feira do ano de 1674, estando diante do Santissimo exposto, Jesus mostra-Se radiante de glória, com as cinco chagas, que brilham como sois. De todo o seu Sagrado Corpo saem chamas, especialmente do peito, que parece um forno: «Estava aberto e descobriu-me o seu amante Coração, que era a fonte das chamas». Queixou-Se da ingratidão dos homens e pediu-lhe que ela com o seu amor suprisse tanta frieza. Deverá comungar sempre que lho permita a obediência, fazer a novena das nove primeiras sextas feiras seguidas, prostrar-se com o rosto por terra das onze às doze da noite, da quinta-feira para sexta. No mês de Junho do seguinte ano de 1675, na oitava do Corpo de Deus, deu-se a revelação mais transcendental. O Sagrado Coração de Jesus voltou a queixar-Se da ingratidão dos homens, especialmente das almas consagradas a Ele, e pede que, na sexta-feira seguinte à oitava do Corpo de Deus, se estabeleça a festa do seu Sagrado Coração. Como auxiliar do seu apostolado, recomenda-lhe o Padre Cláudio la Colombière. As provas por que teve que passar Santa Margarida foram dolorosíssimas. Sua própria comunidade dividiu-se: umas tinham-na como alucinada, histérica ou visionária; outras entregaram-se à sua direção como discípulas humildes. Foram-lhe impostas penitências públicas, foi-lhe proibido o acesso à Sagrada Eucaristia e fazer oração; o demónio tentou-a horrivelmente com desconfiança, gula e até luxúria. Deus quis purificá-la e mostrar a sua pequenez para que resplandecesse a obra da sua omnipotência ao estabelecer-se a grande devoção. As suas últimas palavras foram: «Não necessito de nada senão de Deus». e apagou-se a sua voz a 17 de Outubro de 1690. Foi canonizada em 1920 por Bento XV e a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus triunfou através da pequenez da sua Serva. Assim aconselhava ela uma alma a que aproveitasse bem a Sagrada Comunhão; «Sereis a Sulamita, a esposa amada que honra a vida do amor de Jesus no Santíssimo Sacramento, insistindo em vos tornar pura e inocente, para aguardar a este divino Esposo… Fareis 33 comunhões espirituais e uma Sacramental para desagravar o Sagrado Coração de Jesus e suplicar-lhe perdão por todas as comunhões mal feitas, assim por nós como pelos maus cristãos. Não percais uma só comunhão, porque a maior alegria que podemos dar ao nosso inimigo é de nos retirarmos d’Aquele que lhe tira o poder que sobre nós tem». Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

Margarita María de Alacoque, Santa
Octubre 16 Recipiente de las revelaciones del Sagrado Corazón de Jesús,

Margarita Mara de Alacoque, Santa

Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

LEOPOLDO DE CASTELNOVO, Santo

Sacerdote (1866-1942)

Adeodato Mandic (na Ordem Religiosa, Leopoldo de Castelnovo) nasceu na costa dálmata do mar Adriático, em 1866, Admitido entre os Capuchinhos em 1884, morreu em Pádua, a 30 de Julho de 1942. Paulo VI beatificou-o a 2 de Maio de 1976 e João Paulo II canonizou-o a 16 de Outubro de 1983. Na Missa da canonização, o Santo Padre fez uma homília, da qual extraímos as passagens que descrevem o novo Santo: Nascido em Castelnovo, na baía de Cattaro, deixou aos 16 anos a família e a sua terra, para entrar no Seminário dos Capuchinhos de Udine. A sua vida decorreu sem grandes acontecimentos; algumas transferências dum convento a outro, segundo o costume dos Capuchinhos, mas nada mais.Por último a nomeação para o convento de Pádua, onde vive até à morte. Pois bem, foi precisamente sobre esta pobreza, duma vida exteriormente insignificante, que o Espírito desceu para despertar uma nova grandeza; a duma heroica fidelidade a Cristo, ao ideal franciscano, ao serviço sacerdotal para com os irmãos. S. Leopoldo não deixou obra teológica ou literária, não chamou as atenções pela sua cultura, não fundou obras sociais. À vista de todos quantos o conheceram, não foi senão um pobre religioso; pequeno, enfermiço. A sua grandeza está noutra coisa; na imolação, na entrega de si mesmo, dia após dia, durante toda a sua vida sacerdotal, isto é, ao longo de 52 anos, no silêncio, na discrição, na humildade dum confessionário: “O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas”. Frei Leopoldo estava sempre presente disponível e sorridente, prudente e modesto, confidente discreto e pai fiel das almas, mestre respeitável e conselheiro espiritual compreensivo e paciente. Se o quiséssemos definir com uma palavra só, como faziam durante a sua vida os penitentes e os seus irmãos, diríamos que era o «confessor»; só sabia «confessar». Todavia, foi precisamente nisto que esteve a sua verdadeira grandeza, nesta maneira de desaparecer para deixar o lugar ao verdadeiro Pastor das Almas. Assim exprimia o seu compromisso: “Escondamos tudo, até o que possa parecer dom de Deus, a fim de não tirar dele proveito. Só para Deus a honra e a glória! E a quem lhe perguntava muitas vezes como fazia para viver assim, respondia: “É a minha vida!”O Bom Pastor oferece a vida pelas suas ovelhas”. Segundo as vista humanas, a vida do nosso Santo parece uma árvore a que mão invisível e cruel tivesse cortado todos os ramos. O Padre Leopoldo era sacerdote, a quem um defeito de pronúncia vedava a pregação. Foi sacerdote com a ambição ardente de se consagrar às missões, e até ao fim esperou o dia de partir, mas nunca partiu por ter uma saúde excessivamente frágil. Foi sacerdote com espírito ecuménico tão pronunciado, que se ofereceu ao Senhor, em dádiva quotidiana, para que se reconstituísse a plena unidade entre a Igreja latina e as Igrejas orientais ainda separadas, e para que se reconstituísse “um só rebanho sob um só pastor” (cf. Jo 10, 16); mas que viveu a sua vocação ecuménica de maneira oculta. Entre lágrimas declarava: “Serei missionário aqui, na obediência e no exercício do meu ministério”. E dizia ainda: “Qualquer pessoa, que requeira o meu ministério, será desde já o meu Oriente”. Mas, afinal, que resultou disso para S. Leopoldo? Para quem, e para quê serviu a sua vida? Aproveitou aos irmãos e irmãs que tinha deixado Deus, o amor e a esperança. Aos pobres seres humanos que tinham perdido Deus e invocavam o fradinho, pedindo-lhe perdão, consolação, paz e serenidade. A estes “pobres” S. Leopoldo deu a sua vida, por eles ofereceu as suas dores e a sua oração; mas, acima de tudo, celebrou com eles o sacramento da reconciliação. Nisto esteve o seu carisma. Nisto se manifestaram as suas virtudes de maneira heroica. Celebrou o sacramento da reconciliação, exercendo o seu ministério como à sombra de Cristo crucificado. O seu olhar firmava-se no crucifixo colocado sobre o genuflexório do penitente. O crucifixo era sempre o protagonista. É ele que perdoa, é ele que absolve! Ele, o pastor do rebanho… O ministério de S. Leopoldo alimentava-se na oração e na contemplação. Foi confessor a rezar sem pausa, confessor que vivia habitualmente absorvido em Deus, numa atmosfera sobrenatural. A primeira leitura da liturgia de hoje lembra-nos a prece de intercessão de Moisés durante a batalha entre Israel e Amaleque. Quando às mãos de Moisés se levantavam e, a vitória inclinava-se para o lado do seu povo; quando o cansaço lhe fazia cair as mãos, Amaleque levava a melhor. A Igreja, colocando hoje diante de nós a figura do seu humilde servo, S. Leopoldo, que foi guia de tantas almas, quer também mostrar-nos essas mãos que se levantam para o céu enquanto decorrem as diversas lutas do homem e do Povo de Deus. Elevam-se na oração. Levantam-se no ato de absolvição dos pecados, que sempre encontra esse Amor que é Deus; esse amor que, uma vez por todas, se nos revelou em, Cristo crucificado e ressuscitado. «Suplicamo-vos em nome de Cristo: deixai-vos reconciliar com Deus» (2 Cor 5, 20). Que nos dizem essas mãos de Moisés levantadas na oração? Que nos dizem essas mãos de S. Leopoldo, humilde servo do confessionário? Dizem-nos que a Igreja não se pode nunca cansar de dar testemunho a Deus, que é amor! Não pode nunca deixar-se desanimar e abater pelas contrariedades; na verdade, a ponta extrema deste testemunho ergue-se imutavelmente, na cruz de Jesus Cristo, acima de toda a história do homem e do mundo. Mesmo sobre a nossa dura época em que o homem parece ameaçado, não só pela autodestruição e pela morte nuclear, mas também pela morte espiritual. De facto, como deve viver o espírito do homem “se não crê no amor” (Cf. I Jo 10, 16)?” Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

GERARDO MAJELA, Santo

Religioso (1726-1755)

Gerardo Mayela, Santo

Gerardo Majela, Santo

Gerardo Majela nasceu a 6 de Abril de 1726, em Muro, a vinte léguas ao sul de Nápoles. Seu pai era um pobre alfaiate, piedoso e honesto. Desde os mais tenros anos, o único atrativo de Gerardo era levantar altarzinhos e imitar as cerimónias do culto. A pouca distância de Muro encontra-se a capela de Capotinhano, onde se venera uma estátua da Virgem Maria, tendo o Menino Jesus nos braços. Quando tinha cinco anos, Gerardo foi a este santuário e, logo que ajoelhou, o Menino Jesus, descendo dos braços de sua Mãe, foi brincar familiarmente com ele, dando-lhe depois um pãozinho branco. A criança, toda satisfeita, levou este presente à mãe. «Quem te deu isto?, perguntou ela. «Foi, respondeu, o menino duma senhora, que brincou comigo». Todas as manhãs Gerardo corria à capela, e sempre o Menino Jesus ia brincar com ele e lhe fazia a oferta dum pão branco. Sua irmã seguiu-o um dia e, escondendo-se, viu o Menino Jesus descer dos braços da Senhora, acariciar Gerardo e dar-lhe o costumado pão branco.Pelos sete anos, Gerardo, possuído dum amor sobrenatural pelo Pão Eucarístico, desejava ardentemente comungar; um dia, à missa, aproximou-se com os fiéis da Mesa Santa para receber a Hóstia. O celebrante, vendo-o tão pequeno, passou adiante, e Gerardo retirou-se a chorar. Mas, na noite seguinte, o Arcanjo S. Miguel veio trazer-lhe o Pão dos Anjos. Por outra vez, em que estava de joelhos junto do altar, uma criancinha saiu do tabernáculo e deu-lhe a Santa Comunhão. Aos dez anos, Gerardo foi admitido à Sagrada Mesa; depois comungava sempre de dois em dois dias, além dos domingos e dias santos. Mas compreendeu que, para participar da glória de Jesus, devia antes participar da sua dolorosa Paixão. Por isso, como prémio da hóstia recebida, impôs-se uma cruel flagelação. Depois da morte do pai, Gerardo foi como aprendiz para casa dum alfaiate. Entregou-se por completo ao trabalho, mas continuou a corresponder fielmente à graça, e a seguir a sua inclinação para a oração, apesar dos maus tratos do mestre, que lhe batia muitas vezes com furor. Um sorriso era sempre a resposta da doce vítima. «Quê? tu ris-te, exclamou um dia o mestre; diz-me, porque te ris?É porque a mão de Deus me feriu». respondeu o angélico jovem. Sentindo-se chamado à vida religiosa, pediu para ser admitido nos Capuchinhos, o que lhe foi recusado por causa da fraqueza. Esperando a hora de Deus, foi como criado para casa do bispo titular da Lacedónia, e aí esteve três anos, sendo a admiração de todos. Um dia em que o bispo estava ausente, Gerardo tinha fechado à chave a porta do palácio. Quis beber água, enquanto estava inclinado, a chave caiu ao poço. A princípio ficou aflito: depois, em seguida a uma oração, foi buscar uma imagem do Menino Jesus e desceu-a ao poço, dizendo: «A vós, pertence, Senhor, dar-me a chave a fim de o senhor Bispo não ficar triste». Ó maravilha! À vista duma multidão de espectadores, Gerardo sobe o Menino Jesus que trazia na mão a chave. Depois da morte de seu mestre, Gerardo teve de viver do seu ofício de alfaiate. Com o consentimento da mãe, dividia o ordenado em três partes: uma para a família, outra para os pobres, e a terceira para as almas do Purgatório. Seu amor pelo sofrimento era tão ardente que lhe inspirou fingir-se louco, o que lhe atraía injúrias e pancadas. Outras vezes fazia-se flagelar duramente por um amigo. Era grande a sua devoção à Rainha do Céu. «A Senhora atraiu o meu coração, repetia muitas vezes, e eu fiz-lhe presente dele». Falando-se-lhe em casamento, respondia com entusiasmo: «Pertenço à Senhora». Deste modo conservou sem mancha o lírio da castidade e o vestido da inocência baptismal. Mais tarde, o nome de Maria era suficiente para o fazer entrar em êxtase. Tal foi a sua vida até à idade de vinte anos. No mês de Agosto de 1748, passaram em Muro dois Redentoristas; Gerardo falou-lhes da sua vocação. E sua mãe, temendo vê-lo afastar-se, fechou-o à chave, no dia da partida dos missionários. Mas o prisioneiro, com o auxílio de um lençol, fugiu pela janela, deixando um bilhete em que tinha escrito: «Vou fazer-me santo, não penseis mais em mim». Tendo alcançado os missionários, suplicou-lhes que o recebessem. O superior, admirando a sua energia e firmeza, resolveu experimentá-lo e enviou-o à casa de Deliceto com uma carta de recomendação concebida nestes termos: «Envio-vos um Irmão inútil». No dia 1 de Maio de 1749, Gerardo batia à porta do convento de Deliceto. Fundado pelo bem-aventurado Félix de Corsano, da Ordem dos Agostinhos, era dedicado a Nossa Senhora da Consolação; estava abandonado há muito tempo quando Santo Afonso de Ligório, atraído pela santa imagem de Maria, aí foi estabelecer os seus religiosos. Será nesta santa casa que Gerardo passará a maior parte da vida. Desde o primeiro dia mostrou-se um modelo acabado de humildade, paciência, mortificação e dedicação. O trabalho não lhe era obstáculo à vida de oração, porque, se de dia trabalhava muito, de noite retirava-se para a igreja para adorar Jesus Cristo no Santissimo Sacramento. Gerardo tinha a nobre ambição de se tornar santo; daí o voto heroico que fez, de acordo com o seu diretor, de fazer tudo o que fosse mais perfeito. Por ordem do mesmo diretor escreveu as suas mortificações, resoluções e sentimentos. Citemos algumas passagens deste código de perfeição. Mortificações. Todos os dias tomo disciplina e trago um cilício de ferro em volta dos rins. Misturo ervas amargas no meu alimento ao jantar e à ceia. Trago um coração com pontas de ferro sobre o peito. Aos sábados jejuo a pão e água. Quintas, sextas e sábados, durante a noite, cinjo a fronte e os rins com uma cadeia. Sentimentos. Tudo o que se faz por Deus é oração; uns consagram-se a isto, outros àquilo; eu consagro-me unicamente a fazer a vontade de Deus. A ocasião de me tornar santo somente me foi oferecida uma vez; se não a aproveito, é para sempre. Se me perco, perco a Deus; e, perdido Deus, que me resta? Resoluções. Quero repetir em todas as tentações, tribulações: Fiat voluntas tua.Somente falarei em três casos: quando se tratar da glória de Deus, do bem do próximo ou duma verdadeira necessidade. Nunca me desculparei, embora tenha as melhores razões para o fazer, a não ser que o meu silêncio cause alguma ofensa a Deus, ou algum prejuízo ao próximo. Tinha grande vocação ao Arcanjo S. Miguel. Em 1753, os jovens estudantes redentoristas de Deliceto obtiveram licença de fazer uma peregrinação ao monte Gargano, célebre pela aparição do Santo Arcanjo. Gerardo foi encarregado de os acompanhar. Os peregrinos receberam ao todo doze liras para a viagem. Eram doze e deviam demorar nove dias. «Deus providenciará», dizia Gerardo aos que lhe objectavam a modicidade da quantia. Só tinham uma lira quando chegaram a Manfredónia. Gerardo foi ao mercado comprar um ramalhete e colocou-o na igreja, diante do santo tabernáculo, dizendo a Jesus: «Pertence-vos cuidar da minha familiazinha». O capelão da igreja, tendo observado este ato de devoção, convidou o santo a hospedar-se em sua casa com todos os companheiros. Gerardo recompensou-o desta caridade, curando, com um sinal da cruz, sua mãe enferma. Estiveram dois dias no monte Gargano. No segundo dia, Gerardo, vendo a bolsa vazia, foi-se recomendar ao santo Arcanjo, e imediatamente um desconhecido apareceu a dar-lhe um rolo de moedas. Um dia em que entrava em Deliceto, um aventureiro, vendo o pobre vestuário de Gerardo, tomou-o por feiticeiro e disse-lhe: «Se procurais um tesouro, eis-me pronto a auxiliar-vos e acompanhar-vos». Mas, respondeu o santo, sois homem de coragem?» – «Ah!, vou dizer-vos quem sou». E o miserável contou a sua triste vida. «Bem, disse Gerardo, vou procurar um tesouro para vós». Penetrando ambos no bosque e tendo chegado ao lugar mais espesso, Gerardo coloca misteriosamente o seu manto no chão, manda que o pecador se ponha de joelhos com as mãos erguidas, e diz-lhe: «Prometi-vos um tesouro, vou cumprir a minha palavra». E mostrando o seu crucifixo, disse: «Eis o tesouro que perdestes há muitos anos». A seguir mostrou-lhe o triste estado em que tinha a alma: o pecador começou a chorar, indo dali a confessar-se. Em Caltelgrande, o assassínio dum jovem tinha produzido ódio mortal entre duas famílias, encontrando-se toda a cidade dividida em dois partidos rivais; estavam para começar uma luta fratricida. O Santo apresenta-se em casa do pai da vítima, fala-lhe de Deus e obtém uma promessa de perdão. Mas a mãe, ofendida com isto, tomando o fato ensanguentado do filho, atira-o à cara do marido, exclamando com furor: «Olha para estes vestidos ensanguentados, e depois vai reconciliar-te, se tens coração para isso!» E deste modo despertou os sentimentos de ódio e vingança do marido- Ao saber disto, Gerardo exclamou: «O inferno não há-de vencer!» Voltou a casa do pai da vítima, pôs no chão o seu crucifixo e disse: «Caminhai sobre esta cruz, calcai aos pés Aquele que perdoou aos seus algozes… Ou Jesus ou o demónio! Ou o perdão ou o inferno! É Deus que envia; o vosso filho está no Purgatório e estará tanto tempo quanto durarem os vossos ressentimentos… Se recusais perdoar, esperai pelos mais terríveis castigos». A estas palavras de fogo, os pais renderam-se e a paz estabeleceu-se em toda a cidade. Deus dá muitas vezes a seus santos uma parte do império que o primeiro homem, no estado de inocência, tinha sobre a natureza. Bastava a Gerardo chamar pelas avezinhas para que viessem colocar-se-lhe sobre as mãos, parecendo prestar atenção às suas doces palavras. Passando um dia junto do mar, notou grande multidão que olhava com horror para um barco cheio de gente; a tempestade ia submergi-lo nas ondas. Gerardo fez o sinal da cruz, e avançando pelo meio das ondas, gritou ao barco: «Em nome da Santissima Trindade, detém-te». Em seguida, trouxe-o para a praia com a maior facilidade. Teve dificuldade em evitar o entusiasmo da multidão. Interrogado mais tarde por um padre sobre este prodígio, disse: «Ó meu padre, quando Deus quer, tudo é possível , No estado em que eu me encontrava, poderia até ter voado pelos ares». Segundo os contemporâneos de Gerardo, as curas milagrosas que operou durante a vida são em tão grande número que seriam precisos muitos volumes para as descrever. Corria a data de 1755. O santo tinha anunciado que morreria nesse ano. Em Julho caiu doente, enfraquecendo de dia para dia. A 6 de Setembro chegou uma carta do Superior, ordenando-lhe que pedisse a sua cura, em nome da obediência. «Eu devia morrer a 8 deste mês, disse ele, mas o Senhor retardou um pouco a minha morte». A 5 de Outubro recolheu à cama para não tornar a levantar-se. «Eu sofro todas as dores da Paixão de Jesus Cristo», dizia ele: A 15 anunciou que seria o seu último dia. Das 10 para as 11 da noite disse com alegria: «Eis a Senhora», e entrou em êxtase. Duas horas depois, voava sua alma para Deus. Foi canonizado por S. Pio X em 1904. Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it BIBLIOGRAFIA Butler, Vida de los Santos, Vol IV Sálesman, P. Eliécer; Vidas de Santos - # 4 Sgarbossa, Mario y Luigi Giovannini; Un Santo Para Cada Dia Consulta também

35000 > San Gerardo Maiella Religioso redentorista 16 ottobre MR

HEDVIGES, Santa

Viúva (1243)

Eduviges, Santa

Modelo exemplaríssimo de todas as virtudes nos apresenta hoje a Igreja na pessoa da santa duquesa Edviges ou Hedviges. O pai foi Bertoldo, duque de Caríntia, Margrave de Meran e conde do Tirol. A mãe era igualmente de alta linhagem. Hedviges, ainda menina de tenros anos, dava a conhecer aos pais que era privilegiada de Deus, por uma inteligência não comum naquela idade. Além disso, notava-se-lhe uma inclinação bem acentuada para todas as virtudes, coisa raríssimas vezes observada em crianças. Donzela, nenhum atrativo experimentava para os prazeres e divertimentos mundanos. Ler e rezar era-lhe, por assim dizer, a única distração. Tendo atingido 12 anos, para obedecer aos pais contraiu núpcias com Henrique, duque da Polónia e Silésia. Esposa exemplaríssima, não tinha em mira outra coisa senão a glória de Deus, a santificação da alma e a felicidade do próximo. Com permissão do esposo, dedicava os dias de festa, bem como a santa quaresma, a exercícios de mortificação. Um dos seus lemas era: «Quanto mais ilustre for pela origem, tanto mais a pessoa se deve distinguir pela virtude, e quanto mais alta a posição social, tanto maior obrigação se tem de edificar o próximo pelo bom exemplo». Deus abençoou o matrimónio do casal com seis filhos, que foram educados no temor de Deus. Edviges contava apenas 20 anos e o esposo 30, quando, impelida pelo desejo de servir a Deus em maior perfeição, de acordo com Henrique, tomou a resolução de viver em completa continência, e ambos fizeram um voto nesse sentido, que depositaram nas mãos do Bispo. Desde aquele momento, rapidamente prosseguiu ela no caminho da perfeição. Todo o tempo não tomado pelas ocupações do dever, pertence desde então à oração e à beneficência. Consolo particular lhe dava ouvir a santa Missa, tanto que assistia quotidianamente a tantas missas quantas lhe era possível, e com devoção que edificava a todos. Era grande protetora das viúvas e dos órfãos. Grande parte dos protegidos comiam na sua própria mesa, onde ela mesma os servia. Frequentes visitas fazia aos hospitais e a dedicação, como o amor ao sacrifício, faziam que em pessoa lavasse os pés aos leprosos e lhes beijasse as úlceras. Com o esposo insistiu para que, nas proximidades de Breslau, erigisse um convento para as Religiosas da Ordem de Cister. Nesse convento, muitas meninas pobres receberam educação e instrução religiosa. Hedviges mesma costumava passar dias entre as freiras, acompanhando todos os exercícios da comunidade. No vestir não se lhe notava nenhuma ostentação, nem liberdade alguma, de modo que o exemplo de duquesa obrigava a todos na corte ao maior recato. Contrariedades e graves desgostos não faltaram para pôr-lhe em prova as virtudes. Uma guerra imprevista arrebatou-lhe o esposo, caído nas mãos do inimigo. Ao receber esta última noticia, Hedviges, cheia de fé, levantou os olhos para o céu e disse: «Espero vê-lo em breve são e salvo». Ela mesmo se dirigiu ao duque Conrado, que lhe guardava preso o marido, e rogou com tanta insistência que obteve a libertação de Henrique. Este, porém, adoeceu e pouco depois morria. Às pessoas que lhe apresentavam pêsames, Hedviges respondia : «É necessário adorarmos os desígnios da divina Providência na vida e na morte. A nossa consolação deve consistir no cumprimento da sua santíssima vontade». Três anos depois, seu filho Henrique perdeu a vida numa batalha contra os Tártaros. Embora este golpe crudelíssimo lhe ferisse profundamente o coração de mãe, Hedviges demonstrou a mesma resignação que por altura da morte do esposo. O resto da vida passou-a no convento. Aí viveu como a última das freiras. As regras e as constituições da Ordem viram na santa Duquesa a observadora mais fiel. Se a sua vida antes da entrada no coinvento era de sacrifícios e penitências, no mosteiro redobrou os exercícios de austeridade. Só interrompia o jejum aos domingos e dias santos, O único alimento que tomara era pão e legumes, abstendo-se por completo do vinho e da carne. O cilicio era-lhe companheiro inseparável, e o leito eram, duas tábuas. No inverno mais rigoroso, andava descalça sobre neve e gelo. Apenas três horas antes das matinas dedicava ao sono, passando o resto da noite em oração, sujeitando o corpo não raras vezes à mais severa flagelação. Com esses exercícios tão duros de penitências, Hedviges emagreceu, e o corpo tomou-lhe feições esqueléticas. Tinha devoção terníssima à sagrada Paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, que era o assunto das suas meditações quotidianas. Acompanhando a Nosso Senhor nos sofrimentos, derramava abundantes lágrimas. Terno amor dedicava à Santíssima Virgem. O rosto tornava-se-lhe incandescendente ao pronunciar o doce nome da Mãe Celeste. A humildade de Edviges foi recompensada com o dom dos milagres. Fazendo uma vez o sinal da cruz sobre uma cega, esta recuperou a vista imediatamente. Muitas curas maravilhosas se efetuaram por sua intercessão. O fim de tão santa vida, foi uma morte santíssima. Acometida de grave doença, pediu os santos Sacramentos, os quais recebeu com tanto fervor que a todos que assistiram comoveu. Veio a falecer em 1243, Numerosos foram os milagres que se observaram no seu túmulo. Clemente IV deu-lhe honra nos altares. Santa Hedviges é padroeira da Polónia. Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

74160 > Sant' Edvige Religiosa e Duchessa di Slesia e di Polonia 16 ottobre - Memoria Facoltativa MR

Áudio da RadioRai: e RadioMaria:

GUILHERME, Beato

Eremita (século XIII)

Honrava-se na abadia de Savigny, diocese de Avranches, França, um noviço falecido em odor de santidade no século XII, antes dessa abadia passar à Ordem de Cister. As suas ações não deixaram nenhum vestígio; é o melhor elogio que se pode fazer dum noviço. Já não era um jovenzinho se, conforme se ficou dizendo, tinha sido eremita antes de entrar em Savigny. Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt.

GUILHERME DE MALAVALLE, Santo e

JOÃO BOM, Beato

Eremitas (1157 e 1249)

 

São Guilherme, chamado também, S. Guilherme, o Grande ou de Malavalle, era natural de França. depois duma vida de pecados, converteu-se e entregou-se à vida eremítica, em vários lugares da Toscana. Morreu em Malavalle, perto de Castiglione della Pescaia (Grosseto), no dia 10 de Fevereiro de 1157. Amou intensamente a contemplação. Os seus dois últimos discípulos, seguindo-lhe o espírito, deram origem à Ordem de S. Guilherme. Integrada na Ordem Agostiniana na união de 1256, separou-se no ano seguinte, permanecendo alguns dos seus membros na Ordem de Santo Agostinho. Esta começou a dar culto a S. Guilherme já no século XIII. O Beato João Bom tivera também uma vida dissipada e fora jogral da corte. Cumprindo um voto que fizera para pedir a cura duma enfermidade, retirou-se à soledade eremítica. A sua fama espalhou-se e alguns devotos uniram-se a ele. Assim nasceu a sua Ordem, em Botriolo (Cesena). Morreu em Mântua, a 16 de Outubro de 1249, onde o seu corpo repousa na igreja ex-agostiniana de Santa Inês. Distinguiu-se pelo espírito de penitência, confiança em Deus e amor à Igreja. A sua Ordem passou a formar parte da Agostiniana na união de 1256. O culto dele foi permitido por Sisto IV com a bula Licet Sedes Apostólica de 1483. Por este motivo, o nome do Beato João entrou no Martirológio Romano. O seu ofício foi concedido à Ordem em 1672. Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it

Galo, Santo

Sacerdote, 16 de octubre

Galo, Santo

Galo, Santo


Etimológicamente significa “hermoso”. Viene de la lengua francesa. Pedro escribe:" En nuestro corazón reconozcamos a Cristo como al Señor, dispuestos siempre a dar razón de nuestra esperanza a todo el que nos pida una explicación". Fue un abad que nació en Irlanda en el año 646 y murió en Bregenz. Fue uno de los doce que acompañaron a san Columbano a la Europa continental. Estuvieron juntos hasta Columbano se marchó a Italia. Cuenta su biografía que por lo visto no se llevaban muy bien. La causa era la discusión acerca del método de evangelizar. Columbano le impuso una dura penitencia por desacato a la autoridad. Galo, sin embargo, le obedeció en todo cuanto le ordenó. La penitencia consistió en no celebrar la misa durante los años que le quedaran de vida a san Columbano. Se estableció un grupo de amigos en Bregenz, cerca del lago Constanza. Hay leyendas con poco fundamento en la realidad. Por ejemplo, no es san Galo el fundador del monasterio que lleva su nombre. Se inauguró un siglo después de su muerte.
Hoy es lo que ocupa la catedral de san galo. Aunque nació en Irlanda, todo el mundo lo conoce como el evangelizador de Suiza. Hay que tener en cuenta que, a pesar de ciertas discrepancias con san Columbano, no obstante, supo ser fiel a la Regla. Ordenado de sacerdote, hizo un gran bien en toda la Iglesia. Juan, obispo de Constanza, trasladó sus restos a la capilla en la que santificó su vida. Felicidades a quien lleve este nombre!

Aniceto Koplinski, Beato

Mártir Capuchino, 16 Octubre

Aniceto Koplinski, Beato

Aniceto Koplinski, Beato

Nació en Alemania en 1875, mártir en Polonia 1941, uno de los 108 mártires en Polonia durante la segunda guerra mundial.
Sacerdote profeso, capuchino desde los 18 años y presbítero desde 1900.  Apóstol de la misericordia en Varsovia, donde vivió desde 1918, se hizo famoso como limosnero y protector de los pobres, y fue llamado el «san Francisco de Varsovia»; ya en vida gozaba de fama de santidad. Fue arrestado en la noche entre el 26 y el 27 de julio de 1941, junto con otros 22 religiosos. No se valió de su ascendencia alemana para salvarse de la muerte. El 4 de septiembre, junto con otros religiosos, fue trasladado al campo de concentración de Auschwitz, donde murió en la cámara de gas el 16 de octubre de 1941. Se esforzó por vivir su sufrimiento en la oración y la imitación del divino Maestro. En los interrogatorios declaró: «Soy sacerdote y donde quiera que haya hombres, allí trabajo, sean ellos hebreos o polacos, y más si sufren y son pobres». A menudo repetía a sus hermanos prisioneros las que fueron sus últimas palabras: «Debemos beber hasta el fondo este cáliz». Para ver más sobre los 108 mártires Polacos durante la segunda guerra mundial haz "click" AQUI

Jozef Jankowski, Beato

Mártir Polaco, 16 Octubre

Jozef Jankowski, Beato

Jozef Jankowski, Beato

Es uno de los 108 mártires de Polonia durante la segunda guerra mundial Oriundo de Pomerania (1910), estudió filosofía y teología en O³tarzew y fue ordenado sacerdote en 1936. Trabajó como capellán de las escuelas de O³tarzew y alrededores y fue asesor espiritual del movimiento eucarístico y de los candidatos para ingresar a la Sociedad. En los primeros días de la segunda guerra mundial, en setiembre de 1939, lo nombraron capellán militar y de la población civil. Durante la ocupación nazi fue administrador del seminario. El 16 mayo de 1941 lo arrestó la Gestapo y lo llevaron al campo de concentración de Auschwitz. Agotado por los trabajos forzados y el hambre y castigado a muerte por un guardia del campo, entregó su alma el 16 de octubre de 1941.  Para ver más sobre los 108 mártires Polacos durante la segunda guerra mundial haz "click" AQUI

Agustín Thevarparampil "Kunjachan", Beato

"El Padrecito", 16 Octubre

Agustín Thevarparampil

Agustín Thevarparampil "Kunjachan", Beato

Agustín Thevarparampil fue un sacerdote humilde, que se entregó en favor de sus hermanos dalit marginados de la sociedad. Ejerció su ministerio en la parroquia durante 47 años. Aunque su verdadero nombre era Agustín, todos lo conocían como "Kunjachan" ("el padrecito"), porque era bajo de estatura. Nació el 1 de abril de 1891 en Ramapuram, en la familia Thevarparampil. Era el menor de cinco hijos. Terminada la primaria, completó su formación sacerdotal en el seminario de Changacherry y en el de Puthenpally. El 17 de diciembre de 1921 recibió la ordenación sacerdotal de manos del obispo Mar Thomas Kurianacherry.  Desempeñó su ministerio un año como vicario parroquial en Ramapuram y luego, tres años, en Kadanad. Seguidamente, a causa de sus problemas de salud, volvió a su parroquia para recuperarse. Durante ese tiempo descubrió por casualidad un nuevo campo de actividad: en el retiro anual, realizado en la parroquia de Ramapuram, los predicadores reunieron cerca de cuarenta dalit -desheredados- en la iglesia y les predicaron las verdades de la fe. Al recibir esa enseñanza religiosa, se mostraron dispuestos a recibir el bautismo. "Kunjachan" decidió dedicarse al servicio de esas personas. Esa decisión lo convirtió en guía y liberador de miles de pobres de esa aldea.  Prosiguió su apostolado en favor de los dalit hasta su muerte. Como dijo san Arnold Jansen, fundador de la Sociedad del Verbo Divino, el acto primero y principal de amor al prójimo consiste en comunicarle la buena nueva de Jesucristo. "Kunjachan" se realizó en plenitud sirviendo con paciencia y compasión a los demás, especialmente a los marginados, viendo en ellos a Cristo.  Durante casi cuarenta años se dedicó al progreso de sus hermanos dalit. En ese tiempo las condiciones sociales de los dalit eran dramáticas, pues se les consideraba "intocables" y se les discriminaba por su casta y el color de su piel. Todos eran analfabetos. En consecuencia, eran supersticiosos y la sociedad los obligaba a realizar trabajos manuales propios de esclavos. Todos estos factores hacían muy difícil el ministerio de "Kunjachan". No tenía un talento o capacidad excepcional. Era un sencillo párroco. No recibió ninguna honorificencia ni ningún reconocimiento por su incansable servicio orientado a la emancipación de los pobres. Su programa diario preveía visitas a los dalit en su domicilio y en sus lugares de trabajo. Su único ayudante era un catequista. Sin embargo, logró acercar a Dios a muchas personas.  No sólo tuvo que afrontar la oposición y duras críticas de los miembros de castas superiores, sino también de los cristianos tradicionales. Estos obstáculos no frenaron su celo misionero. Acercó a la Iglesia a más de cinco mil personas.
Creó un vínculo muy firme con todos aquellos a quienes ayudaba. Los llamaba "hijos míos" y ellos lo llamaban "nuestro sacerdote". Los conocía a todos y los llamaba por su nombre, desde los niños hasta los ancianos...  No sólo se esforzaba por la elevación espiritual de los dalit, sino también por su emancipación social, cultural, intelectual y artística. Resistió a la oposición con calma y mansedumbre. No se desalentó cuando el gobierno negó privilegios a los dalit convertidos al cristianismo. La gracia constante de Dios le daba fuerza y valentía. La fuente de su fuerza era la oración ante el santísimo Sacramento. También fue devoto de la santísima Virgen María. Obedecía a su párroco y a su obispo con gran humildad.
Murió el 16 de octubre de 1973. Beatificado el 30 de abril de 2006

91983 > Beato Agostino Thevarparampil (Kunjachan) Sacerdote 16 ottobre


74215 > Santi Amando e Giuniano 16 ottobre MR


93044 > Sant' Anastasio di Cluny 16 ottobre MR

 
92954 > Beati Aniceto Adalberto (Anicet Wojciech) Koplinski e Giuseppe (Jozef) Jankowski Sacerdoti e martiri 16 ottobre MR

 
74235 > San Bertrando di Cominges Vescovo 16 ottobre MR

 
74230 > Santa Bonita di Brioude 16 ottobre MR

 
94651 > Beato Bononato Marimondi Mercedario 16 ottobre


74160 > Sant' Edvige Religiosa e Duchessa di Slesia e di Polonia 16 ottobre - Memoria Facoltativa MR

 
74205 > Sant' Elifio Martire 16 ottobre MR

 
94649 > Santi Ferdinand Perez e Luigi Blanc Martiri mercedari 16 ottobre

 
91526 > San Fortunato di Casei Martire 16 ottobre e III domenica di ottobre


74175 > San Gallo Eremita a Bregenz 16 ottobre MR


74225 > San Gauderico 16 ottobre MR


74240 > Beato Gerardo da Chiaravalle Abate 16 ottobre MR

 
35000 > San Gerardo Maiella Religioso redentorista 16 ottobre MR

 
45450 > San Longino Martire 16 ottobre MR

 
93043 > San Lullo di Magonza Vescovo 16 ottobre MR

 
91949 > Beata Lutgarda di Wittichen Badessa 16 ottobre


29650 > Santa Margherita Maria Alacoque Vergine 16 ottobre e 17 ottobre - Memoria Facoltativa MR

 
74210 > SantiMartiniano, Saturiano e Massima Martiri 16 ottobre MR

 
92972 > San Mommolino di Noyon Vescovo 16 ottobre MR


74220 > San Vitale Eremita in Bretagna 16 ottobre MR

 

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  • NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, com exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – neste caso, hoje, por exemplo, é a de Nossa Senhora do Rosário – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

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  • segunda-feira, 15 de outubro de 2012

    Nº 1439-2 - O ANTIGO TESTAMENTO - Génesis (23) - 15 de Outubro de 2012

    antoniofonseca1940@hotmail.com

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    Caros Amigos:
    Com a edição do nº 22 do Livro do APOCALIPSE, ontem verificada, terminei a transcrição dos textos do NOVO TESTAMENTO – Introdução, Evangelhos de São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João, dos Actos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo – aos Romanos, 1ª e 2ªaos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, das 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, das 1ª e 2ª a Timóteo, a Tito, a Filémon, aos Hebreus, Cartas de São Tiago, 1ª e 2ª de São Pedro, 1ª., 2ª e 3ª de São João, de São Judas e, finalmente o Apocalipse (segundo São João).
    O que irei tentar fazer a seguir?
    Como podem rever na publicação que fiz ontem e anteontem neste mesmo local, resolvi começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
    – GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS, DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
    Poderei porventura dar conta do recado?
    NÃO SEI: é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 72 anos.
    Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
    Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
    Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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    Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
    Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
    IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

    É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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    Nº 1439 - 2ª Página

    15 de Outubro de 2012
    ANTIGO TESTAMENTO

    G É N E S I S
    270px-Abraham_and_the_Three_Angels_t[1]_thumb
    Abrão e os 3 Anjos
    Abrao levando IOsaac para o sacrificio_thumb
    Abrão levando Isaac para o sacrifício
    HISTÓRIA DOS PATRIARCAS
    23 – COMPRA DE UMA GRUTA SEPULCRALSara viveu cento e vinte e sete anos. Foi esta a duração da sua vida. Morreu em Kirath-Arba, a atual Hebron, na terra de Canaã. Abraão foi lá para fazer o funeral de Sara e para a chorar.
    Retirando-se da presença da morta, Abraão falou assim aos filhos de Het:  «Sou um estrangeiro e um hóspede entre vós; permiti que eu adquira, com o propriedade minha, um sepulcro na vossa terra, para que eu possa tirar a minha morta de diante de mim e sepultá-la». Os filhos de Het responderam a Abraão: «Escuta-nos, senhor, tu és um príncipe de Deus entre nós. Sepulta a tua morta no melhor dos nossos sepulcros. Nenhum de nós poderá recusar-te o seu sepulcro para neles depositares a tua morta». Abraão avançou, prostrando-se perante o povo daquela terra, os filhos de Het, disse-lhes: «Se achais bem que tire diante de mim a minha morte lhe dê sepultura, escutai-me e intercedei por mim junto de Efrôn, filho de Çoar para que ele me ceda, por seu justo preço a caverna de Macpêla, que lhe pertence e está situada no extremo da sua propriedade, e seja eu o dono do sepulcro»- Ora Efrôn estava sentado entre os filhos de Het. E Efrôn, o heteu, respondeu a Abraão na presença dos filhos de Het e de todos aqueles que entravam pela porta da cidade: «Não, meu Senhor, ouvi-me». «Dou-te a terra e a caverna que nela existe. Ofereço-tas em presença dos filhos do meu povo; enterra a tua morta». Abraão prostrou-se diante do povo do país, e, dirigindo-se a Efrôn, de modo a ser por todos ouvido, disse-lhe: «Rogo-te que me escutes. Dar-te-ei o preço do terreno, aceita-o e, então sepultarei a minha morta». Efrôn respondeu a Abraão: «Meu senhor, ouvi-me. Que representa para mim e para ti um terreno cujo valor é de quatrocentos siclos de prata? Enterra a tua mortaAbraão aceitou as condições de Efrôn, e pesou-lhe diante dos filhos de Het a prata por ele mencionada, quer dizer quatrocentos siclos de prata, em moeda corrente.
    O terreno de Êfron, situado em Macpêla, frente a Mambré, o terreno e a caverna nele existente e todas as árvores que cresciam em redor, adentro dos limites deste terreno, tornaram-se, assim, propriedade de Abraão perante os filhos de Het e de toda a gente que entrava pela porta da cidade. Depois, Abraão enterrou Sara, sua mulher, na caverna de Macpêla, frente a Mambré, a atual Hebron, na terra de Canaã. O terreno e a caverna nele situada entraram para a posse de Abraão, como propriedade tumular.
    Actual Hebron 
    Hebron atual
    (À entrada desta cidade, em Mambré, situa-se o túmulo onde está SARA e ABRAÃO




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    15 de Outubro de 2012 - 10,15 h
    ANTÓNIO FONSECA
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    Nº 1439-1 - (289-12) - SANTOS DE CADA DIA - 15 de Outubro de 2012 - 4º ano

    antoniofonseca1940@hotmail.com
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    Nº 1439-1 - (289-12)
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    Nº 1439-1 – (289-12)

    TERESA DE JESUS, Santa

    Doutora da Igreja (1515-1582)

    Teresa de Jess (de vila), Santa

    Teresa de Jesús (de Ávila), Santa

    Dentro da cidade amuralhada de Ávila, a 28 de Março de 1515 nasceu Teresa de Ahumada. Nada houve de extraordinário senão o gosto de D. Afonso Sánchez de Cepeda e da mãe da criança, Dona Beatriz Dávila y Ahumada. Mostrou-se alma impetuosa e heroica num corpo admirável. Lia a vida dos Santos com o irmão Rodrigo, e não se contentava com menos do que com ser mártir, e em companhia do irmão tomou o caminho de “terras de mouros”, para que lhes cortassem as cabeças. Quando às leituras santas sucedem as dos livros de cavalaria, entrega-se ela às vaidades e a “desejar parecer bem”. Não sabe explicar-se “como lhe querem tanto”; e durante toda a sua vida estará no centro das simpatias, onde quer que se encontre. Aos 17 anos entra como interna nas Agostinhas de Grácia, e lá, pela suave bondade duma religiosa, desperta-se nela a vocação. Teve meses de incerteza e indecisões. Por fim resolveu-se, por motivos em grande parte humanos, a entrar na Encarnação de Ávila. D. Afonso acabou por ceder, e a 3 de Novembro de 1536 fazia Teresa a sua profissão. Pouco depois, começava a ação de Deus nela, atividade que viria a triunfar de todas as suas resistências 20 anos mais tarde. Primeiro as doenças: desequilíbrio nervoso, dores atrozes e doença do coração. D. Afonso peregrina com o corpo enfermo da filha, e apenas consegue atormentá-lo com tratamentos arrepiantes e inverosímeis. Por este tempo cai nas mãos dela o «Terceiro Abecedário Espiritual» de Osuna, que decide da sua vida interior. Tem os primeiros momentos de oração, de recolhimento e de quietação. E embora depressa se vá abrir o parêntese de quase 20 anos de futilidades, a obra de Deus está começada. O convento da Encarnação levava vida folgada e tranquila, sem clausura rigorosa, sem exigências apertadas de exercícios comuns, sem muitas horas de oração. O seu locutório era um dos centros mais concorridos da boa sociedade de Ávila. E neste ambiente sentiu-se muito a seu gosto Santa Teresa. Desvaneciam-na o carinho e a a popularidade que despertava a sua simpatia natural, a opinião de observante e até de fervorosa que tinha entre as Irmãs, as longas horas de palavreado e expansões no locutório, com pessoas de sua amizade. Mas a sua alma não estava feita para isso, e Deus não deixava de chamá-la. Nem gozava do mundo, pelo pensamento do que devia a Deus; nem gozava de Deus, pelo desassossego das afeições do mundo. «Isto é uma guerra tão aflitiva que não sei como um mês a pude sofrer, quanto mais tantos anos». Quase um vinténio durou a resistência. Deus não queria de Teresa uma vida mais ou menos fervorosa, mas o passo decisivo, a entrega definitiva e esgotante dos Santos. Tinha de lançar, duma vez, no vácuo toda a sua vida natural, a que estava entregue, e de olhar para Deus cara a cara, para ir com Ele. A decisão centrou-se-lhe na renúncia ao afecto duma pessoa determinada, com quem passava longas horas no locutório. Dores interiores e uma visão espantosa, tudo a ia preparando. Mas o momento decisivo foi um dia no oratório. Fixou-se de repente numa imagem de Jesus Cristo atado à coluna, «tão chagado, e tão devoto que, ao olhar para ela, toda me perturbou vendo-a assim, porque representava o que passou por nós». Lançou-se aos seus pés, «com grande derramamento de lágrimas, suplicando-Lhe me fortalecesse logo duma vez para sempre». Só desde então começa Teresa de Jesus a ser Santa. Os seus ricos donas naturais, nas mãos de Deus vão transfigurar-se. Começa a vida habitual de oração mística; quietude, união…, prolongando caminho de 14 anos para chegar ao Matrimónio Espiritual (1572), em que realiza a plena síntese da sua vida, esse admirável equilíbrio entre Santa e mulher andarilha e empreendedora. Aos 40 anos tinha feito a entrega decisiva; aos 45 teve as primeiras visões; e um ano mais tarde sai para fundar o seu primeiro convento reformado, S. José de Ávila. A esta atividade de reforma foi levada pelo grande místico S. Pedro de Alcântara. Teve diante de si as troças, os risos, e também as opiniões sensatas das pessoas de oração. Ela também resistia a abandonar a sua cela da Encarnação, em que se encontrava tanto a se gosto; mas o Senhor mandou-lho fazer, e não havia mais que replicar, mesmo que tivesse o mundo inteiro contra. Percorre quase toda a Espanha com aqueles pés miúdos, encerrados numas feias alpercatas. Heroica e decidida lança quando faz falta um grito de combate: «Aqui esta fome não a pode haver, baste que se rendam; vá-se a morrer sim, mas não a ficar vencido». Funda Medina, Malagón, Toledo, Pastrana, Salamanca, Alba, Segóvia, Sevilha, Villanueva, Palência, Sória e Burgos. Encontra o seu «frade e meio» (S. João da Cruz) e lança-se à reforma entre os homens com o convento de Duruelo, em Novembro de 1568. Volta à Encarnação e arrasta atrás de si todo o mosteiro a um melhoramento da observância regular. Querem asfixiar a sua reforma, mas a freira apela para o Rei, para o Núncio e para o Geral, sem medo de dizer a este «que, embora as mulheres não sejam boas para conselhos, alguma vez acertamos». Acertou bem, fundando as Carmelitas Descalças. Entre tão multiplicadas andanças escreve a Vida, o Caminho de Perfeição, Constituições e Reforma, Relações para os seus confessores, as Fundações, Conceitos do Amor e, cinco anos antes da morte, as Moradas. E as infinitas cartas – de informação, conselho, alento, condolência – assinadas algumas às três da manhã; sem perder nunca o equilíbrio, sem uma palavra menos medida, sem que faltem nem um instante o bom humor, a alusão simpática, a frase viva, exata, faiscante de tão expressiva que é. Vários anos havia que era atormentada por uma angústia dolorosíssima: a sede de ver a Deus. A meados de Março de 1582, escreve de Burgos a Maria de S. José: «Espantar-se-ia se visse como estou velha e capaz de pouco». As viagens, os sofrimentos e a ânsia de Deus tinham gasto já o seu corpo. Tinha 67 anos e a única ânsia humana que alimentava era morrer no seu convento de Ávila. Mas o Senhor não lho concedeu. A 20 de Setembro, ao entardecer, entrava em Alba. «Valha-me Deus, como me sinto cansada!», disse a Santa; e teve de ficar na cama. Na tarde de 3 de Outubro recebeu o Sagrado Viático, despediu-se das suas religiosas, e trabalhosamente ia rezando o Miserere. Ana de S. Bartolomeu era a sua enfermeira, e o Padre António de Jesus prestava-lhe assistência. Na noite de 4 de Outubro de 1582, «dando três suaves e devotos gemidos, que mal se ouviam, deu a sua alma ao Senhor».

    «Olha que o amor é forte!

    Vida, não me sejas molesta,

    Olha que só te resta 

    Para ganhar-te, perder-te.

    Venha já a doce morte,

    O morrer venha ligeiro,

    que morro porque não morro».

    Foi enterrada no dia imediatamente a seguir, 15 de Outubro. “Como? 15 imediatamente a seguir a 4?Sim, porque terminado 4, passou o que devia ser 5 para 15, segundo a reforma gregoriana, então precisamente posta a vigorar. Era o que tinha sido estabelecido. Em 1970 foi proclamada por Paulo VI «Doutora da Igreja», como também Santa Catarina de Sena; foram as duas primeiras mulheres a quem se reconheceu esta qualidade pelos méritos dos escritos doutrinários que deixaram.

    Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. Ver também www.es.catholic e www.santiebeati.it - Se queres aprofundar mais na vida de Santa Teresa de Ávila consulta os sites seguintes:

     

  • Teresa de Jesus, Fundadora y Orante

  • Una Santa muy Española

  • EWTN

  • Corazones.org

  • Editorial Monte Carmelo

  • Fiesta de santa Teresa de Ávila

  • La Voz de Dios en Santa Teresa de Jesús

  • 24850 > Santa Teresa di Gesù (d'Avila) Vergine e Dottore della Chiesa 15 ottobre - Memoria MR

  • Áudio da RadioVaticana: RadioRai: e RadioMaria:

  • Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

    EUTÍMIO, o Jovem, Santo

     

    SANTO EUTÍMIO, o Jovem

    Eremita (823-898)

    Santo Eutímio, o Jovem, ou de Tessalónica, é uma das figuras mais célebres do monaquismo grego do século IX; sucessivamente anacoreta, fundador de lauras ou celas comuns, e de mosteiros, e por último, eremita; dependeu dos solitários de antes e dos cenobitas que se organizavam. Nasceu em Opso, na Galácia (Ásia Menor), não longe da cidade de Ancira, no ano de 823 ou 824. O pai chamava-se Epifânio e a mãe Ana. Deram ao filho o nome de Nicetas; este, um pouco antes dos 20 anos, casou-se com Eufrosina. Tiveram uma filha, Anastasô. Pouco depois, Nicetas abandonou o lar e partiu para o monte Olimpo, na Bitínia, a «santa montanha». Terá tomado contacto com S. Joanico, aldeão, soldado, monge, eremita e fundador de três mosteiros no Olimpo. Em 842, NicetasEutímio na religião – recebeu o hábito monástico menor. Mas, logo que obteve o maior, partiu para o Atos, a outra «santa montanha» do mundo bizantino (858-859), talvez em protesto contra a usurpação de Fócio na capital do Bósforo. Na verdade, a sua partida seguiu o exílio do patriarca de Constantinopla, Inácio (23 de Novembro de 858), fundador de quatro mosteiros e substituído pelo intruso Fócio. Os monges do Olimpo, integristas como os da capital, mantinham-se quase todos fiéis a Inácio. Triste época, perturbada pelo fim das perseguições iconoclastas e pelo cisma que iria durar de 858 até ao fim do século IX! No monte Atos, Eutímio ficou numa gruta durante três anos, depois de 40 dias de jejum só com ervas e água. Por 863, foi procurar no Monte Olimpo o seu antigo senhor, Teodoro, e instalou-o em Macrosina, onde pouco depois morreu. Eutímio dirigiu-se para Tessalónica, a fim de se colocar no alto duma coluna, como S. Simeão Estilista. Foi assim que experimentou a vida esquisita dos estilistas, bem característica do monaquismo oriental. Por 864, tornou a partir para o Atos. O bispo Teodoro tinha-o ordenado de diácono. Veio a ser sacerdote por 867. Estabeleceu-se então na Ilha Nova, diocese de Lemnos, com dois companheiros, José Colobos (o «atarracado») e Simeão. Apesar de esbulhados de tudo por uma incursão de piratas sarracenos, foram libertados. Então, cerca de ano de 868, o grupo de três desfez-se. Em 870-71, Eutímio fundou um mosteiro onde iria passar 14 anos. Em 875 deu o hábito ao seu futuro biógrafo, Basílio. Por 883-884, Eutímio entrou em partilhas com a família; deixou o mosteiro de homens ao neto Metódio e o de mulheres à neta Eufémia: migração a caminho de ser monge completo, que lembra um pouco a ida da família de José para o Egipto. Depois dum regresso pouco duradouro à vida de estilista, Eutímio retirou-se para a pendente oriental de Atos. A 8 de Maio de 898, passou com o monge Jorge à ilha Hiera («santa»), depois de ter festejado, na véspera, a trasladação de Santo Eutímio Magno, abade na Palestina, falecido em 473. A 13 de Outubro de 898, o nosso Santo caiu doente. Morreu a 15, com 74 anos. A 22 de Dezembro, o seu corpo foi levado para Tessalónica por dois monges, e a 13 de Janeiro recebeu sepultura em Santo Sozon. Não nos deixemos levar pelas aparências, chamado instável a Eutímio. Partir ele do Olimpo, por 859, foi talvez antes de tudo um protesto contra o intruso Focas, e ignoramos os motivos de muitas das suas deslocações. Insistia na pureza do diálogo com Deus. As suas mudanças bem podem mostrar a estabilidade íntima no espírito do eremitismo. Procura-se Deus como se pode; alguns à maneira das toupeiras em buracos, outros instalados dia e noite no alto das colunas… Do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt.

    Do livro SANTOS DE CADA DIA de www.jesuitas.pt

     

    Gonzálo de Lagos, Beato

    Presbítero Agustino, Octubre 15

    Gonzálo de Lagos, Beato

    Gonzálo de Lagos, Beato

    Presbítero

    Martirologio Romano: En Torresvedras, en Portugal, beato Gonzalo de Lagos, presbítero de la Orden de Ermitaños de San Agustín, que se distinguió por su dedicación a enseñar los preceptos cristianos a los niños y a los incultos (1422). Etimología: Gonzalo = Aquel que esta dispuesto para luchar, nombre de origen latino medieval Nació en Lagos (Algarve), al sur de Portugal hacia el 1360. Hijo de pescadores, y pescador él mismo, hasta el día en que visitando una iglesia agustiniana en Lisboa, sintió la llamada a la vida religiosa. En el 1380, vistió el hábito agustiniano. Se distinguió bien pronto por el amor al estudio. Gran teólogo, aunque, por espíritu de humildad, a pesar de su indudable capacidad, llegado el momento rehusó el título de maestro en teología. Ordenado sacerdote, fue muy apreciado tanto como predicador como por su trabajo pastoral y labor con las almas. Buen orador, le encantaba dedicarse a enseñar la religión a los más humildes, y sobre todo gustaba enseñar el catecismo a los niños, a los obreros y a las personas ignorantes. Prior de los más importantes conventos de la Provincia Portuguesa, como el de Lisboa y el de Santarem, no buscaba más que servir con amor a los hermanos en los trabajos más humildes, lo mismo hacía de portero, de enfermero que de cocinero. Mostró siempre un gran celo religioso. Fue ejemplar su espíritu de piedad, unido a un profundo sentido ascético. Excelente calígrafo, miniaturista, escribió varios libros corales y compositor de cánticos sagrados.  En 1412, fue elegido Prior del convento de Torres Vedras, no muy lejos de Lisboa, donde permanece hasta el final de su vida. Allí continuó su incansable actividad en el campo religioso, social y pedagógico, aliviando el sufrimiento de los pobres, que sentían por él un gran afecto filial. Murió el 15 de octubre de 1422 y fue sepultado en la iglesia conventual de Torres Vedras, llamada de Nuestra Señora de Gracia. Ya venerado como santo en vida, su culto se divulgó nada más morir. Su recuerdo se mantiene todavía hoy muy vivo entre sus paisanos, -que le conocen como S. Gonzalo-, lo invocan como protector de la gente del mar y patrono de la juventud.
    Doy fe de ello. A primeros del mes de junio de 2000, un grupo de agustinos que concluíamos el período de “Formación Permanente”, visitábamos su ciudad natal. En su iglesia parroquial, en una hornacina, al fondo a la izquierda del templo, estaba su imagen. Al acercarme a observarla y rezar, una señora me abordó; se alegró de conocer a un agustino y me comentó que era “su santo”, y que un grupo de señoras “se turnaban” para cuidar de la iglesia y mantenerla abierta... Sus reliquias se conservan en la iglesia ex-agustiniana de Nuestra Señora de Gracia. El Papa Pío V confirmó su culto en 1778.

    Aurelia de Estrasburgo, Santa

    Virgen, Octubre 15

    Aurelia de Estrasburgo, Santa

    Aurelia de Estrasburgo, Santa

    Virgen Eremita

    Etimología: Aurelia = Aquella que brilla como el oro, viene del latín Fue una princesa de la familia de Hugo Capet, quien por escapar del matrimonio huyó a Alsacia y vivió como eremita. Solamente el Obispo Wolfgang de Ratisbon sabía que ella estaba viva.
    Documentos reales del siglo X validan su existencia de una iglesia dedicada a Aurelia y de una cripta en dicho templo muy venerada por la población por guardar sus reliquias, durante la Edad Media solían pedir su ayuda en casos de fiebre. Luego de la reforma protestante la iglesia mencionada pasó a manos de los luteranos, quienes en 1524 profanaron la tumba de la santa y se deshicieron de las reliquias, pero sin conseguir eliminar el culto que mantiene vivo hasta hoy.

    Magdalena de Nagasaki, Santa

    Mártir, Octubre 15

    Magdalena de Nagasaki, Santa

    Magdalena de Nagasaki, Santa

    Virgen y Mártir

    Martirologio Romano: En Nagasaki, de Japón, santa Magdalena, virgen y mártir, que, en tiempo del emperador Yemitsu, fue fuerte de ánimo tanto en mantener la fe como en soportar el suplicio de la horca durante trece días (1634). Hija de nobles y fervientes cristianos, nació en 1611 en las proximidades de la ciudad japonesa de Nagasaki. Refieren fuentes antiguas que era una mujer hermosa y de delicada constitución. Por su fe católica, sus padres y hermanos habían sido condenados a muerte y martirizados cuando ella todavía era muy joven.  En 1624, conoció a dos agustinos recoletos, los padres Francisco de Jesús y Vicente de san Antonio, llegados al Japón unos meses antes. Atraída por la profunda espiritualidad de ambos misioneros, se consagró a Dios como “terciaria” agustina recoleta. Desde aquel momento, su vestido de gala fue el hábito de terciaria, y su mayor solicitud la oración, la lectura de libros religiosos y el apostolado. Los tiempos eran difíciles. La persecución que arreciaba contra los cristianos era cada día más sistemática y cruel. Magdalena enseñaba el catecismo a los niños y pedía limosna a los comerciantes portugueses a favor de los pobres. En 1629, se refugió con los padres Franciso y Vicente y varios centenares de cristianos en las montañas de Nagasaki. En noviembre de aquel mismo año, fueron capturados los dos misioneros, y ella permaneció escondida, soportando con serena alegría sufrimientos y estrecheces. Infundía valor para mantenerse firmes en la fe, animaba a cuantos por temor o debilidad habían renegado de Cristo, visitaba a los enfermos, bautizaba a los recién nacidos y para todos tenía una palabra de aliento. En vista de los frecuentes apostasías de cristianos aterrorizados por las torturas a que eran sometidos y deseosa de unirse para siempre a Cristo, Magdalena decidió desafiar a los tiranos. Vestida con su hábito de terciaria, en septiembre de 1634, se presentó ante los jueces. Llevaba consigo un pequeño fardo llenos de libros religiosos para rezar y leer en la cárcel. Ni las promesas de un matrimonio ventajoso ni las torturas consiguieron doblegar su voluntad. A primeros de octubre, fue sometida al tormento de la “forca” o “fossa”. Suspendida por los pies, con la cabeza y el pecho introducidos en una cavidad cubierta con tablas para hacer aún más difícil la respiración, la valiente joven invocaba durante el martirio los nombres de Jesús y de María, y cantaba himnos al Señor. Resistió trece días en este tormento, hasta que una noche una fuerte lluvia inundó la fosa y la mártir se ahogó. Los verdugos quemaron su cuerpo y esparcieron las cenizas en el mar para que los cristianos no conservaran reliquias suyas. Beatificada en 1981, fue canonizada por Juan Pablo II el 18 de octubre de 1987 junto a otros 15 mártires en Japón.

    Sofía (Suia), Santa

    Mártir, Octubre 15

    Sofía (Suia), Santa

    Sofía (Suia), Santa

    Etimología: Aquella que posee sabiduría. Viene de la lengua griega Antigua mártir muy venerada en Morgongiori. Según una antigua tradición, Sofía, nació en Cagliari a fines del siglo III dentro de una antigua familia noble. A sus 15 años testimonia fervorosamente y con gran coraje su fe en Cristo. Procesada por ser cristiana muere mártir en las persecución de Diocleciano junto a sus compañeras Cecilia y Gina.  Sus reliquias están, desde 1526, en una cripta de la Catedral de Cagliari, como muestra del gran testimonio de fe en Sardinia. En Morgongiori se celebra una gran festividad el 15 de octubre, y para el 16 se realiza una peregrinación, llevando la imagen de la Santa, y que tiene como destino la Iglesia Parroquial de Santa María Magdalena, el trayecto dura unas tres horas y media. La imagen de la Santa, recorre de mano en mano toda la peregrinación como hermana y compañera en la fe, luego, antes del ingresar a su destino, es adornada con ropa de fiesta y objetos preciosos. La peregrinación concluye en la iglesia Parroquial, donde la imagen de la virgen y mártir, portada por el párroco es colocada en un sitio especial para luego efectuarse la Celebración Eucarístíca con la participación de los alegres peregrinos.traducido por Xavier Villalta

    Tecla de Kitzingen, Santa

    Abadesa, Octubre 15

    Tecla de Kitzingen, Santa

    Tecla de Kitzingen, Santa

    Abadesa

    Martirologio Romano: En Kitzingen, de Germania, santa Tecla, abadesa, que, enviada desde Inglaterra para ayudar a san Bonifacio, presidió primero el monasterio de Ochsenfurt y después el de Kitzingen (c. 790). Etimología: Tecla = Aquella que es la gloria de Dios, viene de la lengua griega. Santa Tecla, de quien el Martirologio Romano hace mención en la fecha de hoy, fue una de las religiosas enviadas por Santa Tetta a Alemania para ayudar a San Bonifacio en su empresa de evangelización. Probablemente, Santa Tecla hizo el viaje junto con su pariente, Santa Lioba; en todo caso, es cosa cierta que fue súbdita suya en la abadía de Bischofsheim, hasta que San Bonifacio la nombró abadesa de Ochsenfurt.  Cuando murió Santa Hadeloga, fundadora y primera abadesa del convento de Kitzingen-auf-Main, Santa Tecla fue elegida para sucederle, sin dejar por ello de gobernar la abadía de Ochsenful. La santa desempeñó ese cargo muchos años, con gran fervor y espíritu religioso.  Su nombre no figura en la lista de las abadesas de Kitzingen, pero probablemente se alude a ella con el apelativo de Heilga, es decir, "la santa". Santa Tecla dio gran ejemplo de humildad y caridad, no sólo a sus súbditas, sino a todos los habitantes de la región.  Las reliquias de la santa y de sus predecesoras, que se hallaban en la abadía de Kitzingen, fueron vergonzosamente profanadas y destruidas durante la Guerra de los Campesinos, en el siglo XVI.

    San Barses, obispo y confesor
    En Edesa, ciudad de Siria, conmemoración de san Barses, obispo, que condenado al destierro por el emperador arriano Valente a causa de su fe católica, hubo de morar en lejanas tierra y, fatigado al tener que cambiar por tres veces de lugar, falleció un día desconocido del mes de marzo (379).


    San Severo, obispo
    En Tréveris, en la Galia Bélgica, san Severo, obispo, que, discípulo de san Lupo de Troyes, acompañó a san Germán de Auxerre a Bretaña para extirpar la herejía de Pelagio, y también predicó el Evangelio entre los germanos (s. V).


    BEATO NARCISO BASTÉ

    Beato Narciso Basté Basté, religioso presbítero y mártir
    En Valencia, en España, beato Narciso Basté Basté, presbítero de la Compañía de Jesús y mártir, que, aceptando con fidelidad las palabras de Cristo, en tiempo de persecución contra la fe, por su muerte pasó a la vida de la gloria (1936).

    94359 > Beata Aurelia di Ratisbona Reclusa 15 ottobre


    91000 > Sant' Aurelia di Strasburgo 15 ottobre


    74180 > SanBarses (Barsen) di Edessa Vescovo 15 ottobre MR

     
    90356 > BeataElisabetta di Hoven Monaca 15 ottobre


    92867 > Sant’ Eusebia Vergine di Vercelli 15 ottobre


    94647 > Beato Ferdinando Sorita Mercedario 15 ottobre


    90357 > Beata Filippa de Chantemilan 15 ottobre


    90532 > Santa Fortunata Martire venerata a Patria 15 ottobre


    90164 > Beato Gonsalvo da Lagos 15 ottobre MR


    94646 > Beato Guglielmo de Eril Mercedario 15 ottobre


    90481 > San Leonardo di Vandoeuvre Eremita 15 ottobre


    90173 > SantaMaddalena da Nagasaki Martire 15 ottobre MR


    93197 > Beato Narciso Basté Basté Sacerdote gesuita, martire 15 ottobre MR

     
    94648 > BeatoSancio da Soria Mercedario 15 ottobre


    91894 > San Severo di Treviri Vescovo 15 ottobre MR

     
    90529 > Santa Sofia (Suia) Vergine e martire 15 ottobre


    74190 > SantaTecla di Kitzingen Badessa 15 ottobre MR

     
    24850 > Santa Teresa di Gesù (d'Avila) Vergine e Dottore della Chiesa 15 ottobre - Memoria MR

     

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    NOTA INFORMATIVA: Como já devem ter reparado, com exceção da 1ª biografia, que mais sobressai, – neste caso, hoje, por exemplo, é a de Nossa Senhora do Rosário – todos os restantes nomes surgem por Ordem alfabética, uma, duas ou três vezes, conforme figurem nos três sites indicados, que poderão ser consultados - se assim o desejarem – pelos meus eventuais leitores. LOGICAMENTE E POR ESSE FACTO, DIARIAMENTE, O ESPAÇO OCUPADO, NUNCA É IGUAL, ACONTECENDO POR VEZES QUE É DEMASIADO EXTENSO. As minhas desculpas e obrigado.

    Sites utilizados: Os textos completos são recolhidos através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt. em que também incluo imagens recolhidas através de http://es.catholic.net/santoral,; em seguida os textos deste mesmo site sem tradução e com imagens, e por último apenas os nomes e imagens de HTTP://santiebeati.it.

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    NOTA INFORMATIVA: Sucede por vezes estarem repetidas ou as imagens ou os textos, em algumas biografias, motivadas pelo facto de inclusão das mesmas imagens (ou dos mesmos textos) nos sites consultados, pelo que até servirá para fazer comparações entre os textos em português e os outros – se assim o desejarem – os meus eventuais leitores.

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  • Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

    Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

       Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...