segunda-feira, 18 de março de 2013

Nº 1591-8 - Encontro diário com Deus - 18 de Março de 2013

Nº 1591-8

Do livro Encontro diário com Deus – Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

A caridade, fruto do esforço consciente dos cristãos, coloca as pessoas que a exercitam nos caminhos de Deus e do próximo.

 

Dom Genival Saraiva

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O perdão não é sinónimo de reconciliação, não implicando necessariamente a reparação dos laços com o agressor.

Ele também não consiste em desculpar o outro nem a negar a ofensa sofrida.

Perdoar é abdicar o ódio.

Perdoar é se desapegar da raiva.

 

Yves-Alexandre Thalmann

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1593-7 - REZAR NA QUARESMA - QUARESMA–2ª semana - 18 de Março de 2013

1593-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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18 de MARÇO de 2013

5ª SEMANA DA QUARESMA

(Segunda-feira)

João 8, 12-20

Quem Me segue não anda nas trevas mas terá a Luz da vida.

 

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Seguir Jesus,

aderir à Sua pessoa e à Sua causa

é como passar da escuridão para a luz.

É deixar para trás,

medo, angústia,

pecado, ansiedade, culpa e ser acolhido por um amor luminoso e libertador.

 

»»»»»»»»»»

É a Tua Luz,

Jesus,

que reanima a minha esperança.

É a Tua Luz que me guia

no meio da confusão da minha vida.

É a Tua Luz que me faz confiar mesmo quando as coisas correm mal.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1592 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (90) - 18 de Março de 2013

Nº 1592 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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INOCÊNCIO XIII

Inocencio XIII

Inocêncio XIII

(1721-1724)

O conclave pretendia eleger o cardeal Paollucci, que tinha sido secretário de Clemente XI, mas dada a oposição do imperador da Áustria, elegeram, em 18 de Abril de 1721, o cardeal Miguel Ângelo dei Conti, quer tomou o nome de Inocêncio XIII, em homenagem ao papa Inocêncio III, também da família Conti.

O novo papa, homem doente, pacifico e tranquilo, nomeou como seu secretário o cardeal Paollucci e enviou saudações a todos os soberanos católicos.

Investiu o imperador Carlos VI como rei da Sicília, que lhe jurou fidelidade, mas um ano mais tarde o imperador colocou o príncipe espanhol D. Carlos, à frente de Parma e de Placência, embora estes dois ducados pertencessem ao papado.

Pretendeu restaurar o catolicismo na Inglaterra e ofereceu 100 000 ducados a Jaime III, pretendente ao trono.

Aprovou o projeto de pacificação religiosa em França, redigido pelo seu antecessor, mas teve de enfrentar sete bispos oposicionistas que chegaram a insultá-lo por carta.

A  Inquisição romana, em 8 de Janeiro de 1722, condenou o documento e o papa escreveu ao rei requerendo a sua intervenção. O Conselho de Estado examinou a queixa do pontífice e classificou a carta como «temerária, caluniadora e ofensiva para o defunto rei, para a Santa Sé e para os bispos franceses e contrária à consolidação da paz eclesiástica.

O cardeal Noailles, o principal dos dissidentes, reconciliou-se com Roma, arrependido, em 1728.

Entretanto, os jansenistas acusam os missionários jesuítas na China de desobediência na questão dos ritos malabares. Inocêncio XIII determina que o geral da Companhia de Jesus, Tamburinio, faça a própria defesa, o que este fez em Janeiro de 1724, mas já o papa tinha adoecido, vindo a falecer pouco depois.

No que respeita a Portugal, houve um diferendo entre a Santa Sé e o rei D. João V, que pretendia ser consultado previamente quanto ao núncio a nomear para Lisboa, chegando a ameaçar com a retirada do embaixador em Roma. O papa manteve-se firme e D. João V teve de ceder, sem deixar de manter as suas ideias.

 

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BENTO XIII

Bento XIII

Bento XIII

(1724-1730)

O conclave iniciou-se em 15 de Março de 1724 e só em 30 de Maio estava concluído com a eleição do Cardeal Orsini, que só aceitou o pontificado por obediência ao geral da sua Ordem. Tomou o nome de Bento XIV, mas mudou-o para Bento XIII, nome que já fora usado pelo antipapa Pedro de Luna em 1394-1423.

Homem modesto, que para reformar a disciplinam eclesiástica se recusou a viver no Vaticano, mandando construir uma modesta cela numa casa afastada.

Ordenou a forma de vestir dos eclesiásticos e pediu aos cardeais que renunciassem ao luxo. Viveu sempre como um monge. Isso fez com que sua mãe, Giovana Frangipani de Tolpha, duquesa de Gravian, sua irmã e duas sobrinhas se tornassem religiosas na Ordem Terceira de São Domingos.

A dignificação e formação do clero levaram-no a celebrar um concílio provincial em Latrão, em 1725, e a criar a Congregação dos Seminários.

Quanto ao jansenismo, confirmou a bula Unigenitus, de Clemente XI, como regra de fé, sendo secundado pelo rei Luis XV, que, em 1739, viria a conseguir que o Parlamento de Paris aceitasse a bula como lei da nação.

No confronto do papado com Vítor Amadeu II, de Saboia, não foi muito firme, concedendo ao rei o patronato sobre as igrejas e mosteiros dos seus domínios.

Neste pontificado ressurgiu um grave conflito com D. João V, rei de Portugal, que já vinha do anterior, agora devido à nomeação para núncio em Lisboa de Monsenhor Firrao, que o monarca rejeitou, expulsando-o do reino, por não terem elevado ao cardinalato o seu antecessor. D. João V cortou relações com a Santa Sé em 1728, pediu aos portugueses residentes em Roma que regressassem a Portugal e proibiu que os seus vassalos requeressem à Cúria ou que mandassem esmolas em dinheiro ou correspondência.

Um grande momento do pontificado foi a canonização de dezasseis santos numa só solenidade, entre eles; São João da Cruz, os jesuítas São Luis de Gonzaga (1568-1591) e Santo Estanislau Kostka (1550-1568), São João Nepomuceno (1330-1387), Santa Margarida de Cortona (1234-1297) e o papa São Gregório VII (1073-1095).

O seu maior erro foi confiar no seu secretário, o cardeal Coscia, que se apoderou de grande quantidade de dinheiro do orçamento do Vaticano. A ingenuidade de Bento XIII foi, no dizer do historiador Ludwig von Pastor, «que não basta ser um bom monge para se ser um bom papa».

Faleceu em Roma. Os seus contemporâneos consideraram-no um santo.

 

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CLEMENTE XII

Clemente XIII

Clemente XII

(1730-1740)

Foi eleito em 16 de Julho de 1730, depois de quatro meses de sede vacante, o cardeal Corsini, que tomou o nome de Clemente XII.

O novo papa encontrou a Igreja em bancarrota, devido ao desfalque do cardeal Coscia, pelo que tratou de recuperar as finanças, e mandou prender, julgar e expropriar o cardeal Coscia por apropriação e má aplicação de fundos. Cóscia foi condenado a dez anos de prisão, com a obrigação de distribuir pelos pobres o que roubara.

Durante o seu pontificado teve de enfrentar as forças maçónicas e do jurisdicionalismo, com os detentores do poder civil a quererem alargar as áreas da sua jurisdição em detrimento dos poderes da Igreja. Clemente XII desenvolveu uma ação diplomática cautelosa e atenta.

Autorizou e pôs de novo em funcionamento a lotaria pública, que Bento XIII proibira, pois ela trazia para as finanças do papado a quantia anual de meio milhão de escudos.

Recuperadas as finanças, pôs em marcha uma série de obras de urbanização: começou a fachada da Basílica de São João de Latrão, na qual mandou construir uma capela dedicada a Santo André Corsini, da sua família; restaurou o Arco de Constantino; construiu o Palácio da Consulta, no Quirinal; comprou ao cardeal Albani, por 60 000 escudos, uma coleção de estátuas e inscrições com que adornou a Galeria do Capitólio, transformando-a no primeiro museu de antiguidades do mundo; pavimentou as ruas de Roma e os caminhos que chegavam à cidade; mandou construir a famosa Fonte de Trevi. Na cidade de Ravena construiu um canal que a ligou ao mar e protegeu das inundações com um dique e um sistema hidráulico, considerada a obra de engenharia mais importante do século.

A nível eclesiástico, elevou a moral e a disciplina nos claustros e foi o primeiro papa que condenou os franco-mações com a bula In Eminmenti, de 28 de Abril de 1738.

Procurou a união com as igrejas ortodoxas, fundando o Colégio Corsini, no qual se educavam, estudantes gregos. Graças aos seus esforços, 10 000 cristãos coptas, na maioria egípcios, reintegraram a Igreja Católica e o patriarca da Arménia levantou o anátema que lançara contra o Concilio de Calcedónia e São Leão I.

A nível político, conseguiu a independência para a República de San Marino, opondo-se com firmeza à sua incorporação nos Estados Pontifícios.

Com este Papa reataram-se as relações com Portugal, sendo o patriarca de Lisboa elevado a cardeal, por decisão de 17 de Dezembro de 1737. Dois dias depois é assinada em Roma a Concordata.

Canonizou São Vicente de Paulo (1581-1660), São Francisco Régis (1597-1640), Santa Juliana de Falconeri (1270-1341) e Santa Catarina de Génova (1447-1510).

Faleceu aos 88 anos, quase cego, sendo sepultado em, São João de Latrão.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 18-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

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