segunda-feira, 25 de março de 2013

Nº 1598-8 - Encontro diário com Deus - 25 de Março de 2013

Nº 1598-8

Do livro – Encontro diário com Deus  -   Editora Vozes – Petrópolis - http://www.vozes.com.br

Pensamento do Dia

O amor é a escada pela qual nos elevamos a deus.

Friedrich von Schiller

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A dor não tem explicação.

Nem o sofrimento.

O céu também não.

Só sabemos que é bonito, tão bonito, senão Deus não mandaria seu Filho para sofrer, para nós conquistarmos o céu.

 

Padre Alderigi Maria Torriani

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NOTA:

Este livro foi adquirido em 11-2-2013 por mim, e, apesar de:

Todos os direitos reservados.

Julgo não estar a utilizar abusivamente parte dos textos ali publicados, para os editar diariamente no meu blog.

Se, no entanto, a Editora entender que não os devo publicar, agradeço que me informem de imediato, através do meu endereço:

http://confernciavicentinadesopaulo.bloghspot.com – Blogue SÃO PAULO (e Vidas de Santos)

Já que apenas tenho o intuito de dar a conhecer os Pensamentos do Dia, aos meus leitores, dando sempre o nome dos Autores dos mesmos, e, colocando sempre a hiperligação anunciada: http://www.vozes.com.br.

Obrigado e desculpem.

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1600-7 - REZAR NA QUARESMA - SEMANA SANTA - 2ª feira - 25 de Março de 2013

Nº 1600-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

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25 de MARÇO de 2013

SEMANA SANTA (ou MAIOR)

(Segunda-feira)

Salmo 27

O Senhor é protetor da minha vida:

de quem hei-de ter medo?

 

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Nesta Semana Santa cresce a tensão contra Jesus.

Mas cresce também a fé,

a capacidade de confiar em Deus,

apesar de tudo e todos.

Onde há fé, não há medos.

 

»»»»»»»»»»

Vê, Senhor,

a minha fragilidade.

Tu bem sabes que,

por mim, pouco posso.

Fica por perto, Senhor.

Que a Tua presença me dê coragem e confiança.

Que as Tuas mãos sobre mim

me libertem do medo.

 

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NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

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Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

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António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1599 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (97) - 25 de Março de 2013

Nº 1599 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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SÃO PIO  X

São Pio X

São Pio X

(1903-1914)

O conclave pretendia eleger o cardeal Rampolla, secretário de Estado de Leão XIII, mas o imperador austríaco impôs o seu veto e o conclave acabou por eleger, em 4 de Agosto de 1903, o cardeal Sarto, que tomou o nome de Pio X.

Ao ser eleito, o cardeal começou a chorar e disse: «Aceito o pontificado como uma cruz e, porque os papas que sofreram pela Igreja nos últimos tempos se chamavam Pio, tomo esse nome».

Quando foi coroado, em 9 de Agosto, anunciou o seu programa pontifical numa frase: Omnia instaurare in Christo!, o programa de um bom pastor.

Na sua primeira encíclica, En Supremi Apostulatus Cathedra, manifestava o seu temor der ser digno de suceder a Leão XIII, que governara a Igreja com extraordinária sabedoria, mas Pio X mostrou-se dotado de clarividência e energia à altura das difíceis condições em que então se vivia.

Na França, as relações entre a Igreja e o governo eram tensas e o Parlamento aprova, em 1905, uma lei de separação entre a Igreja e o Estado, em que os bens das dioceses, seminários e institutos religiosos passavam a pertencer a associações culturais do Estado.

Pio X reage com a enciclica Vehementer nobis, reprovando essa violação do direito natural.

Na Itália, os católicos organizavam-se procurando controlar as associações culturais e a Ação Católica crescia em oposição ao liberalismo.

Em Portugal, o sectarismo liberal e maçónico levava ao corte de relações diplomáticas com a Santa Sé, em 1906. Com a proclamação da República, em 5 de Outubro de 1910, a situação agravou-se com a publicação da Lei da Separação, de 20 de Abril de 1911, sendo presos nessa altura diversos sacerdotes. O ministro da Justiça, Afonso Costa, repõe em vigor as leis de Pombal e, mais uma vez, os Jesuítas são expulsos do país ou encarcerados. Proíbem-se o funcionamento de seminários e interdita-se o uso de batina aos sacerdotes, sendo também abolido o antigo «juramento com carácter religioso» da defesa da Imaculada Conceição, uma antiga tradição da Universidade de Coimbra, extingue-se a Faculdade de Teologia e a cadeira de Direito Eclesiástico na mesma universidade. suprime-se o ensino da doutrina cristã nas escolas primárias, decretam-se dias de trabalho todos os dias santos, com exceção dos domingos, proíbe-se as forças do Exército e da Armada de intervir em festas de carácter religioso e cria-se a lei do divórcio, considerando o matrimónio um contrato puramente civil.

Os bispos reagem com uma pastoral, mas o governo proíbe a sua leitura nas igrejas.

Pio X intervém com a enciclica Iandudum in Lusitânia, de 24 de maio de 1911, mas sem resultados práticos.

Na França, surgem os movimentos modernistas e, para combater essa heresia, Pio X publica a encilica Pascendi, junto com o decreto Lamentabili, de 8 de Setembro de 1907, em que refuta esses perigosos erros, vindo mais tarde, em 1910, a impor aos sacerdotes, professores e pregadores um juramento antimodernista.

Preocupado com o revigoramento espiritual da Igreja, cria uma comissão de cardeais, juristas e teólogos para codificação do Direito Canónico, transforma a Acta Apostolicae Sedis em órgão oficial para promulgação dos documentos da Santa Sé, reduz a música sacra à sua dignidade, funda o Instituto Bíblico, sob a responsabilidade da Companhia de Jesus, encarrega os Beneditinos de uma nova edição da Vulgata, promove uma instrução catequista, com um texto oficial ainda hoje útil e indispensável, procede a reformas no Missal e no Breviário, reorganiza as congregações, tribunais e ofícios da Cúria e incrementa a devoção à eucaristia, promovendo congressos eucarísticos e incentivando a comunhão frequente, exterminando as raízes do jansenismo.

Pio X sobressai como um dos maiores papas de todos os tempos. Nenhum papa, desde o Concílio de Trento, realizou profundas mais profundas e eficazes.

Extremamente bondoso e modesto, quando ouvia dizer que era um santo, comentava com um sorriso: «Santo não, Sarto», mas já em vida lhe atribuíam milagres.

Atacado por uma bronquite, faleceu depois de uma vida de pobreza, em que as duas irmãs solteiras, que sempre o acompanharam, tiveram de ser socorridas com uma pensão depois da sua morte.

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BENTO XV

Bento XV

Bento XV

(1914-1922)

Em 3 de Setembro de 1914, o conclave elegeu o cardeal Della Chiesa, que tomou o nome de Bento XV, em atenção ao último papa saído da sua diocese Bento XIV.

O seu pontificado inicia-se com a Europa envolta na Primeira Guerra Mundial. A Itália não estava envolvida, o que permitiu a reunião dos cardeais que o elegeram.

Logo na sua primeira enciclica, Ad Beatissimi, em Novembro de 1914, depois de aludir aos horrores da guerra, denuncia como causa a falta de compreensão entre os homens, desprezo da autoridade, antagonismo de classes e procura do poder terreno.

Como paladino da paz, mostra-se incansável, dando sugestões para a troca de prisioneiros e libertação de civis, tendo, para isso, criado uma Agência de Informações no Vaticano. Consegue, em Março e Novembro de 1915, a troca de cerca de 3500 alemães e 9000 franceses, que, através da Suíça, regressaram aos seus países. Pouco depois, 3000 belgas e 20 000 franceses (mulheres, crianças e  velhos) tiveram a mesma sorte.

No principio de 1917, já com os Estados Unidos no conflito ao lado dos Aliados, Bento XV convida os governos a abrir negociações de paz.

Entretanto, a fome abatera-se sobre diversas nações, especialmente a Rússia, onde em 1917 rebenta a revolução bolchevista. Bento XV, abre uma subscrição a favor das crianças esfomeadas e as listas publicadas no Osservatore Romano de Dezembro de 1919 a Dezembro de 1920 revelam a obtenção de um total de 15 milhões de liras, sem falar dos donativos em géneros e víveres.

A enciclica Annus iam plenus, de 1 de Dezembro de 1920, lança novo apelo ao mundo e a nova subscrição atinge 30 milhões de liras.

Pela enciclica Pacem Dei munus, Bento XV reclama os direitos do Estado Pontifício, nunca reconhecido pelo Estado italiano, que impediu a Santa Sé de participar nos trabalhos da Sociedade das Nações, por imposição do delegado italiano.

A situação da Igreja no mundo mostra-se mais positiva com Bento XV, pois em 1914 reatam-se as relações com a Inglaterra, em 1916, com a Holanda, em 1918 com Portugal e, em 1920, com a França, enquanto nações católicas como a Polónia e a Irlanda recuperam a sua independência.

No campo interno, coadjuvado pelo cardeal Gaspari, seu secretário de Estado, ultimou e promulgou o Código do Direito Canónico no Pentecostes de 1917, que esteve em vigor até 1983. Ampliou a jurisdição da Congregação dos Seminários e fomentou a criação de universidades católicas e de diversas faculdades teológicas em vários países.

Em 1917, para maior eficiência, desdobra em duas a Congregação da Propaganda Fide, criando uma congregação especial para a Igreja Oriental, bem como o Instituto Pontifício para o Rito Oriental.

Em Novembro de 1919, na enciclica Maximu illud, dá um vigoroso impulso à missionação dos infiéis, reorganizando as missões católicas extintas.

Em 30 de Julho de 1916 fundou a Cruzada Eucarística, que muito contribuiu para a formação espiritual das crianças.

Durante o seu pontificado canonizou Joana d’Arc e publicou a enciclica In Praeclara, no sexto centenário da morte de Dante.

Durante este pontificado verificaram-se as aparições da Virgem, em Fátima, de 13 de maio a 13 de Outubro de 1917.

Pela bula Quo Vehementius, de 17 de janeiro de 1918, restaurou a diocese de Leiria-Fátima, extinta em 4 de Setembro de 1882 por motivos políticos.

Bento XV faleceu no Vaticano, aquele que ficou conhecido como «pontífice da paz».

Continua:…

Este Post era para ser colocado em 25-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

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