6 DE OUTUBRO DE 2014
antoniofonseca1940@hotmail.com
2014
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Apesar de continuar a ser um trabalho cansativo e que requer muita disposição de espírito e muito cuidado na transcrição de todas as palavras que contêm os textos que me propus levar a cabo. Não fora as frequentes e malfadadas avarias que têm causado muitas interrupções no meu computador, possivelmente estaria já um pouco mais adiantado, embora soubesse à partida que iria ser uma tarefa bastante difícil para levar a cabo com os poucos conhecimentos técnicos que possuo, para não falar da idade, que se Deus quiser, daqui a quatro meses será de 75 anos - mas, graças a Deus, tudo isso tem sido ultrapassado com a Sua ajuda e a minha Fé em que poderei terminar esta tarefa – dure o tempo que durar, – pois Deus me tem dado Saúde e Força para a continuar.Como já tive oportunidade de dizer anteriormente continuo a mencionar os Livros já publicados e os que faltam, em cada dia.
Se calhar, não! Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
Sei, no entanto que se poderá dizer: trata-se de uma tarefa ciclópica, impossível., etc.., para os meus 74 anos (*). e, SE CALHAR, É…
Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma. Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
o caminho até Ele.
A Esposa
saltando sobre os montes
pulando sobre os outeiros.
O meu amado é como a gazela
e como um veadinho.
Ei-lo atrás dos nossos muros
olhando pelas janelas.
espreitando através das gelosias.
formosa minha e vem,
Eis que o inverno passou,
cessaram e desapareceram as chuvas.
Apareceram as flores na nossa terra
chegou o tempo das canções,
e nas nossas terras já se ouve
a voz da rola.
A figueira começou a brotar os seus figos,
e a vinha em flor exala o seu perfume.»
«Levanta-te, amiga minha,
formosa minha, e vem
Vem, minha pomba,
que te ocultas nas fendas dos rochedos
e nas tendas das rochas escarpadas.
mostra-me o teu rosto,
faz-me ouvir a tua voz,
porque a tua voz é suave
e gracioso o teu rosto».
as raposas pequenas
que devastam as nossas vinhas,
porque as nossas vinhas já estão em flor.
O meu amado é para mim e eu sou para ele;
ele apascenta entre os lírios.
Antes que refresque o dia,
e desapareçam as sombras,
volta, ó meu amado,
como a gazela ou como o veadinho
sobre os montes de Beter.
Este texto deverá ser publicado em
6 de Outubro de 2014
