segunda-feira, 18 de março de 2013

Nº 1592 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (90) - 18 de Março de 2013

Nº 1592 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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INOCÊNCIO XIII

Inocencio XIII

Inocêncio XIII

(1721-1724)

O conclave pretendia eleger o cardeal Paollucci, que tinha sido secretário de Clemente XI, mas dada a oposição do imperador da Áustria, elegeram, em 18 de Abril de 1721, o cardeal Miguel Ângelo dei Conti, quer tomou o nome de Inocêncio XIII, em homenagem ao papa Inocêncio III, também da família Conti.

O novo papa, homem doente, pacifico e tranquilo, nomeou como seu secretário o cardeal Paollucci e enviou saudações a todos os soberanos católicos.

Investiu o imperador Carlos VI como rei da Sicília, que lhe jurou fidelidade, mas um ano mais tarde o imperador colocou o príncipe espanhol D. Carlos, à frente de Parma e de Placência, embora estes dois ducados pertencessem ao papado.

Pretendeu restaurar o catolicismo na Inglaterra e ofereceu 100 000 ducados a Jaime III, pretendente ao trono.

Aprovou o projeto de pacificação religiosa em França, redigido pelo seu antecessor, mas teve de enfrentar sete bispos oposicionistas que chegaram a insultá-lo por carta.

A  Inquisição romana, em 8 de Janeiro de 1722, condenou o documento e o papa escreveu ao rei requerendo a sua intervenção. O Conselho de Estado examinou a queixa do pontífice e classificou a carta como «temerária, caluniadora e ofensiva para o defunto rei, para a Santa Sé e para os bispos franceses e contrária à consolidação da paz eclesiástica.

O cardeal Noailles, o principal dos dissidentes, reconciliou-se com Roma, arrependido, em 1728.

Entretanto, os jansenistas acusam os missionários jesuítas na China de desobediência na questão dos ritos malabares. Inocêncio XIII determina que o geral da Companhia de Jesus, Tamburinio, faça a própria defesa, o que este fez em Janeiro de 1724, mas já o papa tinha adoecido, vindo a falecer pouco depois.

No que respeita a Portugal, houve um diferendo entre a Santa Sé e o rei D. João V, que pretendia ser consultado previamente quanto ao núncio a nomear para Lisboa, chegando a ameaçar com a retirada do embaixador em Roma. O papa manteve-se firme e D. João V teve de ceder, sem deixar de manter as suas ideias.

 

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BENTO XIII

Bento XIII

Bento XIII

(1724-1730)

O conclave iniciou-se em 15 de Março de 1724 e só em 30 de Maio estava concluído com a eleição do Cardeal Orsini, que só aceitou o pontificado por obediência ao geral da sua Ordem. Tomou o nome de Bento XIV, mas mudou-o para Bento XIII, nome que já fora usado pelo antipapa Pedro de Luna em 1394-1423.

Homem modesto, que para reformar a disciplinam eclesiástica se recusou a viver no Vaticano, mandando construir uma modesta cela numa casa afastada.

Ordenou a forma de vestir dos eclesiásticos e pediu aos cardeais que renunciassem ao luxo. Viveu sempre como um monge. Isso fez com que sua mãe, Giovana Frangipani de Tolpha, duquesa de Gravian, sua irmã e duas sobrinhas se tornassem religiosas na Ordem Terceira de São Domingos.

A dignificação e formação do clero levaram-no a celebrar um concílio provincial em Latrão, em 1725, e a criar a Congregação dos Seminários.

Quanto ao jansenismo, confirmou a bula Unigenitus, de Clemente XI, como regra de fé, sendo secundado pelo rei Luis XV, que, em 1739, viria a conseguir que o Parlamento de Paris aceitasse a bula como lei da nação.

No confronto do papado com Vítor Amadeu II, de Saboia, não foi muito firme, concedendo ao rei o patronato sobre as igrejas e mosteiros dos seus domínios.

Neste pontificado ressurgiu um grave conflito com D. João V, rei de Portugal, que já vinha do anterior, agora devido à nomeação para núncio em Lisboa de Monsenhor Firrao, que o monarca rejeitou, expulsando-o do reino, por não terem elevado ao cardinalato o seu antecessor. D. João V cortou relações com a Santa Sé em 1728, pediu aos portugueses residentes em Roma que regressassem a Portugal e proibiu que os seus vassalos requeressem à Cúria ou que mandassem esmolas em dinheiro ou correspondência.

Um grande momento do pontificado foi a canonização de dezasseis santos numa só solenidade, entre eles; São João da Cruz, os jesuítas São Luis de Gonzaga (1568-1591) e Santo Estanislau Kostka (1550-1568), São João Nepomuceno (1330-1387), Santa Margarida de Cortona (1234-1297) e o papa São Gregório VII (1073-1095).

O seu maior erro foi confiar no seu secretário, o cardeal Coscia, que se apoderou de grande quantidade de dinheiro do orçamento do Vaticano. A ingenuidade de Bento XIII foi, no dizer do historiador Ludwig von Pastor, «que não basta ser um bom monge para se ser um bom papa».

Faleceu em Roma. Os seus contemporâneos consideraram-no um santo.

 

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CLEMENTE XII

Clemente XIII

Clemente XII

(1730-1740)

Foi eleito em 16 de Julho de 1730, depois de quatro meses de sede vacante, o cardeal Corsini, que tomou o nome de Clemente XII.

O novo papa encontrou a Igreja em bancarrota, devido ao desfalque do cardeal Coscia, pelo que tratou de recuperar as finanças, e mandou prender, julgar e expropriar o cardeal Coscia por apropriação e má aplicação de fundos. Cóscia foi condenado a dez anos de prisão, com a obrigação de distribuir pelos pobres o que roubara.

Durante o seu pontificado teve de enfrentar as forças maçónicas e do jurisdicionalismo, com os detentores do poder civil a quererem alargar as áreas da sua jurisdição em detrimento dos poderes da Igreja. Clemente XII desenvolveu uma ação diplomática cautelosa e atenta.

Autorizou e pôs de novo em funcionamento a lotaria pública, que Bento XIII proibira, pois ela trazia para as finanças do papado a quantia anual de meio milhão de escudos.

Recuperadas as finanças, pôs em marcha uma série de obras de urbanização: começou a fachada da Basílica de São João de Latrão, na qual mandou construir uma capela dedicada a Santo André Corsini, da sua família; restaurou o Arco de Constantino; construiu o Palácio da Consulta, no Quirinal; comprou ao cardeal Albani, por 60 000 escudos, uma coleção de estátuas e inscrições com que adornou a Galeria do Capitólio, transformando-a no primeiro museu de antiguidades do mundo; pavimentou as ruas de Roma e os caminhos que chegavam à cidade; mandou construir a famosa Fonte de Trevi. Na cidade de Ravena construiu um canal que a ligou ao mar e protegeu das inundações com um dique e um sistema hidráulico, considerada a obra de engenharia mais importante do século.

A nível eclesiástico, elevou a moral e a disciplina nos claustros e foi o primeiro papa que condenou os franco-mações com a bula In Eminmenti, de 28 de Abril de 1738.

Procurou a união com as igrejas ortodoxas, fundando o Colégio Corsini, no qual se educavam, estudantes gregos. Graças aos seus esforços, 10 000 cristãos coptas, na maioria egípcios, reintegraram a Igreja Católica e o patriarca da Arménia levantou o anátema que lançara contra o Concilio de Calcedónia e São Leão I.

A nível político, conseguiu a independência para a República de San Marino, opondo-se com firmeza à sua incorporação nos Estados Pontifícios.

Com este Papa reataram-se as relações com Portugal, sendo o patriarca de Lisboa elevado a cardeal, por decisão de 17 de Dezembro de 1737. Dois dias depois é assinada em Roma a Concordata.

Canonizou São Vicente de Paulo (1581-1660), São Francisco Régis (1597-1640), Santa Juliana de Falconeri (1270-1341) e Santa Catarina de Génova (1447-1510).

Faleceu aos 88 anos, quase cego, sendo sepultado em, São João de Latrão.

 

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 18-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1593-1 - (77-13) - SANTOS DE CADA DIA - 18 de MARÇO de 2013 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1593

18 de MARÇO de 2013

Bom

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Quaresma

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Nº 1593-1 - (77-13)


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E U  S O U

AQUELE  QUE  SOU

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Nº 1593-1 - (77-13)


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CIRILO DE JERUSALÉM, Santo

Bispo – Doutor da Igreja (315-386)

A celebração deste grande Bispo e Doutor da Igreja foi instituída por Leão XIII em 1882 e está em relação com o grande esforço para atrair as Igrejas do Oriente à unidade católica. 

Nasceu São Cirilo pelo ano de 315, não consta onde: foi educado em Jerusalém. Aí mesmo foi elevado ao sacerdócio em 345 e dedicou-se fervorosamente ao ensino do catecismo como preparação para os que haviam de receber o santo baptismo. Em 348 foi consagrado bispo de Jerusalém pelo metropolita Acácio de Cesareia. Ter decidido defender os interesses da fé diante das maquinações dos hereges, mereceu-lhe três vezes ser desterrado. Da última viu-se obrigado a andar errante pelas cidades da Ásia e pelas lauras cenobíticas durante onze anos. Voltando ele a Jerusalém no ano de 362, Juliano Apóstata pretendeu, mas, em vão, reconstruir o Templo. Em 381 foi Cirilo a Constantinopla tomar parte no terceiro Concilio Ecuménico. Faleceu, segundo a opinião comum, a 18 de Março de 386.

A obra providencial de São Cirilo, que lhe deu o nome na história da literatura cristã antiga, são as suas 24 catequeses, verdadeiros discursos que pronunciou no principio do seu pontificado pelos anos de 348 a 350, na basílica do Santo Sepulcro. Foram, publicados, graças a cópias taquigráficas feitas por um ouvinte.

As primeiras catequeses tratam dos pecados, da penitência e da fé, como preparação necessária para receber o Santo Baptismo. Segue-se a exposição do Credo católico, que ensinavam aos catecúmenos em Jerusalém. O qual é muito semelhante ao Símbolo do Sínodo Constantinopolitano de 361. As catequeses mais importantes são as cinco últimas, nas quais se explicam, os sacramentos que recebia o catecúmeno no dia de Páscoa. Chamam-se catequeses mistagógicas, visto constituírem iniciação nos mistérios cristãos.

Tem, especial interesse a doutrina de São Cirilo sobre a Sagrada Eucaristia e a maneira como descreve a comunhão no seu tempo.

«Sob a forma de pão é o corpo que te é dado, e, sob a forma de vinho, o sangue; de tal maneira que, ao receberem o Corpo e Sangue de Cristo, te transformas, com Ele, num só corpo e num só sangue»

«O que parece pão não é pão, muito embora assim pareça ao gosto, mas é o corpo de Cristo; e o que parece vinho não é vinho, ainda que tenha esse sabor, mas é o sangue de Cristo».

A presença real de Cristo na Eucaristia consegue-se pela mudança de substâncias, comparável àquilo que se realizou em Canaã da Galileia.

«Em Canaã da Galileia mudou a água em vinho, que tem parecenças com o sangue, e não há-de merecer fé quando muda o vinho em sangue?» “Em virtude da palavra do sacerdote vem o Espírito Santo, que santifica e muda tudo aquilo em que toca com a sua divina presença invisível”.

Por São Cirilo sabemos como recebiam a comunhão os fiéis em Jerusalém no século IV: “Fazei da vossa mão esquerda como que um trono em que se apoie a mão direita, que há-de receber o rei. Santificai os vossos olhos com o contacto do corpo divino e comungai. Não percais nem sequer a menor partícula. Dizei-me: se vos entregassem palhinhas de ouro, não as guardaríeis com o maior cuidado? Pois, mais preciosas que o outro e as pedrarias são as espécies sacramentais”.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ALEXANDRE DE JERUSALÉM, Santo

Bispo (250)

Depois de ser nomeado bispo da Capadócia, junto ao Mar Negro, ofereceu hospitalidade a Clemente de Alexandria, que fora privado desta sua cátedra episcopal. Mas tocou a Clemente, pouco depois, substituir Alexandre que fora preso, e longamente preso, pelo delito de proselitismo, isto é, de fazer apostolado cristão. Liberto este, finalmente, da prisão, foi Alexandre visitar os Lugares Santos, e teve de ficar definitivamente em Jerusalém.

Na verdade, sucedeu a São Narciso, bispo desta cidade santa. E ofereceu também hospitalidade a Orígenes, igualmente banido de Alexandria; ordenou-o sacerdote e procurou-lhe asilo pacifico em Cesareia, onde este grande intelectual, mas por vezes um tanto perigoso na expressão das ideias, pôde continuar o ensino e continuar a sua obra imensa.

E se Alexandre não conseguiu pacificar os cristãos vindos do Judaísmo, evitou pelo menos que os outros, os vindos do paganismo, insistissem em os molestar. Teve ainda outro mérito; o de fundar uma biblioteca com as obras de valor do seu tempo. Orígenes escreveu a respeito de Santo Alexandre: «Nunca encontrei um bispo que fosse tão amável e tão cheio de bondade».

Foi preso na perseguição de cio (248-251).Coroado de cabelos brancos”, escreveu Eusébio,deu testemunho da sua fé nos pretórios e morreu coberto de grilhões numa prisão da Cesareia”. Isto pelo ano de 250.

 

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

EDUARDO, Santo

Rei, mártir (978)

Eduardo, filho mais velho de Eadgar, o Pacifico, rei de Inglaterra, e de Etelfleda, que o rei desposara em segundo matrimónio, foi batizado por São Dunstano. Pouco depois do seu nascimento, a mãe morreu-lhe e Eadgar contraiu terceiras núpcias com Elfrida, de quem teve outro filho, que ficou a chamar-se Etelredo. Mostrando Eduardo favoráveis disposições, foi-lhe dada educação digna para herdeiro do trono.

Tinha aproximadamente doze anos quando lhe morreu o pai. Houve divisões entre os príncipes ingleses por causa do sucessor no trono. Formou-se um partido fomentado por Etelredo; pretextou-se ter Eduardo um carácter violento, chegando mesmo a bater nos seus servidores. Mas Dunstan, ajudado por Osvaldo, sentiu-se feliz conseguindo fazer que prevalecessem os direitos de Eduardo; sagrou-o na presença de todos os senhores e tomou a responsabilidade em favor do seu pupilo. Este, por seu lado, sempre dócil aos conselhos de Dunstan, mostrou-se piedoso, afável, cheio de doçura e de bondade; e deu provas duma sabedoria adiantada e de grande pureza de costumes. Mas a felicidade do reino, dirigido por um príncipe tão completo, não foi de longa dura. Elfrida, descontente por não ter conseguido elevar o próprio filho ao trono, jurou deitar a perder Eduardo e depressa encontrou ocasião de realizar o seu desígnio. O jovem rei não ignorava as criminosas disposições da sua madrasta, mas dava a esta todas as mostras de respeito e afecto sincero. Amava também com ternura seu irmão Etelredo.

Elfrida tinha-se retirado com o filho para o castelo de Wareham, no condado de Dorset. Andando um dia à caça na floresta vizinha, Eduardo quis visitar a madrasta; e esta desleal princesa achou favorável a ocasião para se desembaraçar do jovem rei. Veio portanto ao seu encontro, mandou-lhe apresentar um copo, para ele se refrescar quando ainda estava a cavalo. E, no momento em que Eduardo levava o cálix aos lábios, um criado inscrito na conspiração apunhalou-o. Logo que se viu ferido, Eduardo esporeou o cavalo para voltar para os seus; mas como o sangue corria em abundância da ferida, caiu logo imediatamente m,orto (18 de Março de 978).

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MARTA AMADA LE BOUTEILLER, Beata

Religiosa (1816-1883)

Nasceu no bairro La Henrière da cidade de Saint-Lô (França), de uma família que possuía pequenos prédios e se dedicava à arte de tecer. Os pais confiaram a sua educação às Religiosas de Nossa Senhora do Monte Carmelo. Tocou por sorte à menina ter por preceptora uma santa religiosa, que usava repetir esta jaculatória: «Da negligência das tuas inspirações, Livra-nos, Senhor!”.

Marta Amada, aos 25 anos, resolveu abraçar a vida consagrada. João Paulo II, na homilia da beatificação, a 4 de Novembro de 1990, assim retrata a fisionomia espiritual da religiosa: «Desejosa de se doar totalmente ao Senhor e aos outros, ela entrou na Congregação fundada por Santa Maria Madalena Postel e, ao longo das suas ocupações quotidianas na cozinha, na quinta, nos campos e na despensa, teve uma vida de união com Deus, realizando ‘de maneira grande as coisas pequenas’, seguindo uma máxima querida à Fundadora: ‘Façamos o maior bem possível, ocultando-nos o mais possível’»

A Irmã Marta soube encontrar na sua vida oculta com Cristo, a alma do seu apostolado de bondade: ‘Quem está em Mim e Eu nele, essa dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer’ (Jo 15, 5). Muito unida à Santa Fundadora e à Beata Plácida Viel, a “boaIrmã Marta viveu as suas humildes tarefas, com uma qualidade de amor que suscita admiração.

Possa esta nova Beata atrair as jovens gerações de hoje e de amanhã a descobrirem a alegria do dom de si ao Senhor, na consagração religiosa! Possa ajudá-las a compreender a primazia da vida espiritual, a fim der participarem na edificação da Igreja e de realizarem uma ação fecunda ao serviço dos homens! Os nossos contemporâneos têm necessidade de que o seu caminho seja cruzado por rostos que manifestem, a felicidade autêntica, levando à intimidade com Deus. A Irmã Marta, a Irmã da Misericórdia, de facto, soube irradiar ao redor de si o amor de Deus. A extrema simplicidade da sua existência não impediu que as suas Irmãs reconhecessem nela uma verdadeira autoridade espiritual Ela deu fruto para glória do Pai: “Dando vós muito fruto, Meu Pai é glorificado; e assim sereis meus discípulos” (Jo 15, 8)». AAS 76 (1984) 502-6; L’OSS. ROM. 11.11.1990.

 

 

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
  • “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”

  • aos pés de mARIA
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  • NOTA:
  • Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.


    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. A partir de Quarta-feira de Cinzas, acrescentei mais 2 páginas (uma que vigorará só na Quaresma e outra que será diária) – São elas VIVER A QUARESMA e ENCONTRO DIÁRIO COM DEUS e, por conseguinte haverá mais 2 números a incluir que serão o 7 e o 8.
  • (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
  • Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.

    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.

    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).

    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
    Viso - mapa
    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
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    domingo, 17 de março de 2013

    VIA-SACRA percorre caminhos da Paróquia da SENHORA DO PORTO - 16 de Março de 2013

     

     

    Mais uma vez, a VIA-SACRA, percorreu várias ruas do Bairro do Viso e da paróquia da Srª do Porto, desde a Igreja  da Comunidade de São Paulo do Viso em direção à Igreja Matriz da Paróquia da SENHORA DO PORTO, com representação alegórica por parte dos Grupos de Catequese, Acólitos e demais colaboradores no âmbito das duas Igrejas que prefiguraram as várias passagens descritas nas 14 Estações da referida Via-Sacra.

    A Via-Sacra prolongou-se durante pouco mais de 1 hora, terminando com a celebração da Santa Missa às 18 horas na Igreja da Senhora do Porto, a que presidiu o Rev. Padre Dr. Manuel Correia Fernandes  (Pároco), sendo também acompanhada pelo Grupo Coral Juvenil da Comunidade de São Paulo do Viso.

    Junto várias fotos da celebração – talvez sem grande qualidade, pois foram obtidas através de Telemóvel – mas a minha intenção é apenas documentar graficamente o acontecimento: 

     

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    Post colocado em

    17-3-13  -  12H00

    ANTÓNIO FONSECA

    Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

    Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

       Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...