terça-feira, 19 de março de 2013

19 de Março: Acompanhe a emissão especial da Renascença - Renascença

Nº 1593 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (91) - 19 de março de 2013

Nº 1593 - (3)

BOM ANO DE 2013

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Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

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BENTO XIV

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Bento XIV

(1740-1758)

O conclave reunido durante seis meseso mais longo do século – elegeu em 17 de Agosto de 1740 o arcebispo de Bolonha, Próspero Lambertini, que foi consagrado a 22 do mesmo mês, tomando o nome de Bento XIV.

A nível religioso, o seu pontificado foi importante e deixou marca duradoura na Igreja e na sua administração: regulou os casamentos mistos entre católicos e protestantes, decretando que os filhos daí nascidos deveriam ser educados no catolicismo, recusou-se a incrementar o número de festas religiosas, criou uma comissão para rever o breviário, reformou o martirológio romano, modificou e fixou as normas que ainda regem a beatificação e a canonização e promulgou leis sobre as missões, nas bulas Ex quo singular e Omnium solicitudinum, denunciando e proibindo o sincretismo com as culturas nativas, que os Jesuítas permitiam e favoreciam nas missões da China e da América.

Propagou a devoção da Via Sacra, celebrou em 1750 o XVIII Ano Santo e reconheceu duas novas ordens religiosas; a dos Passionistas e dos Redentoristas.

Conseguiu o retorno à disciplina católica de algumas igrejas orientais, reconheceu Serafim Tanas como patriarca dos melaquitas gregos de Antioquia e solucionou conflitos na Igreja maronita.

Renovou as proibições de Clemente XII contra os maçons e conseguiu que na Espanha, Nápoles e Milão fossem aprovadas leis contra a Maçonaria.

Na política interna, introduziu importantes reformas na administração dos Estados Pontifícios, para diminuir os abusos dos poderosos e melhorar o nível de vida do povo, reformou as leis pelas quais se regia a nobreza, fez nova divisão das comarcas de Roma para maior eficácia administrativa, apoiou a agricultura com a introdução de novos métodos de cultivo, promoveu o comércio e perseguiu a usura até quase a fazer desaparecer.

Ao nível da cultura, fundou em Roma quatro academias para o estudo da antiguidade romana, da antiguidade cristã, da história da igreja e dos concílios e do direito canónico e da liturgia, estabeleceu um museu cristão e encarregou José Akemani de preparar um catálogo dos manuscritos da Biblioteca Vaticana, enriquecida com a compra de 3300 manuscritos da Biblioteca Ottoboniana.

A nível político internacional, estando bem relacionado com D. João V, rei de Portugal, concedeu-lhe um privilegio extraordinário com a faculdade, dada pelo breve Quod expensis, de 26 de Agosto de 1748, de todos os sacerdotes de Portugal, Espanha e respectivos domínios poderem celebrar três missas no dia dos fieis defuntos, privilégio que só em 1915 se tornou extensivo à Igreja Universal.

A pedido de Portugal extinguiu o arcebispado de Lisboa Oriental (13 de Dezembro de 1740), voltando a capital a ter só uma diocese , reforçou o poder de intervenção da coroa nos assuntos eclesiásticos, ao permitir que os bispados fossem providos por apresentação régia, e publicou o breve Immensa pastorum principisa, de 20 de Dezembro de 1741, que proibia, sob pena de excomunhão, a prática de atividades comerciais por parte das ordens religiosas , congregações ou quaisquer outras pessoas eclesiásticas e singulares.

Em 23 de Dezembro de 1748, concedeu a D. João V o título de «Rex Fidelissimus» (Rei Fidelíssimo).

Mais tarde, surgiram problemas com Portugal. O conde de Oeiras, Sebastião de Carvalho e Melo (futuro Marquês de Pombal), embaixador de Portugal em Londres e Viena, estabelecia contactos com a Maçonaria e urdia um ataque à Companhia de Jesus. Depois, já ministro de D. José I, ainda no pontificado de Bento XIV, entre 1751 e 1760, consegue desmantelar a florescente assistência inaciana em Portugal. Em 1757 houve um tumulto popular no Porto contra a Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro, instituída pelo Marquês de Pombal. A repressão foi sangrenta e os Jesuítas acusados como seus promotores.

Com o apoio de D. José I, o Marquês iniciou a sua campanha contra os Jesuítas na Santa Sé, acusando-os de comércio ilícito na América e de sublevarem o povo no reino. Bento XIV acredita nas acusações e nomeia o cardeal Saldanha visitador e reformador da ordem. O cardeal, sem qualquer investigação, publica uma provisão a dar como provadas as acusações do Marquês contra os Jesuítas.

Também procurou sanar os conflitos pendentes entre a Santa Sé e as cortes de Turim, Nápoles e Espanha.

O conflito da sucessão ao trono da Áustria (1742-1748), no qual estiveram envolvidas a França, Alemanha, Espanha e Áustria, foi uma das amarguras do seu pontificado.

No seu último ano de vida empreendeu a reforma dos Jesuítas, que já não concluiu porque, entretanto, faleceu.

Bento XIV fica na história da Igreja como um dos papas de maior prestigio.

Mostrou-se demasiado tolerante em relação a certos países, mas foi merecedor de idêntico apreço por parte de católicos e protestantes.

Como se diz no monumento erigido em Londres, em sua honra, pelo protestante inglês Lorde Walpole, foi «Monarca sem favoritos nem cortesãos e papa sem nepotismo, doutor sem orgulho, censor sem acrimónia».

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CLEMENTE XIII

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Clemente XIII

(1758-1769)

O cardeal Razzonico, bispo de Pádua, foi eleito em 16 de Julho de 1758, com o nome de Clemente XIII.

O novo papa aprovou o culto do Sagrado Coração de Jesus e nomeou o sábio alemão Winckelmann como comissário das Antiguidades, o que lhe permitiu escrever a História da Arte na Antiguidade, obra básica para esta disciplina.

Condenou as ideias do racionalismo enciclopedista pelas suas «doutrinas falsas» e aprovou a condenação emanada da Sorbonne contra o Emile de Rousseau.

Alarmado com as injúrias contra a Santíssima Trindade, ordenou que em todos os domingos sem prefácio próprio se rezasse na missa o prefácio da Santíssima Trindade.

Voltaire e os enciclopedistas, dominando a intelectualidade europeia, mostravam-se inimigos dos Jesuítas, chegando Voltaire a escrever: «Quando destruirmos os Jesuítas, o nosso trabalho será mais fácil!» As forças apostadas na destruição da Igreja sabiam que o grande obstáculo a abater era a Companhia de Jesus, baluarte da ortodoxia e fiéis ao papa. A grande ajuda para a desejada destruição viria das cortes bourbónicas.

Em Portugal, o marquês de Pombal, como Clemente XIII não acedeu ao seu pedido de suprimir a Companhia de Jesus, chega a propor à França e à Espanha uma ação para se apoderarem dos Estados Pontifícios e obrigarem o papa a ceder. Choiseul, ministro de Luis XV, achou a ideia exagerada, preferindo esperar por um novo papa mais acessível.

O Marquês de Pombal não desiste e dá inicio a uma campanha contra os Jesuítas e, em 1750, acusados de uma sublevação dos índios do Paraguai, os missionários jesuítas foram deportados e encarcerados nos calabouços de Lisboa, como criminosos vulgares.

Em 1758 são acusados do atentado contra o rei D. José I e o Marquês manda confiscar todos os bens de 1100 jesuítas existentes em Portugal e desterrá-los como sediciosos, traidores e inimigos do rei.

O papa recebe-os carinhosamente e Pombal, reprovando-lhe a atitude, leva o governo português a cortar relações com a Santa Sé.

Quatro anos depois, o Parlamento francês suprime a Companhia de Jesus como perigosa para o Estado.

Em Espanha, acusados de um motim ocorrido em Madrid, em Março de 1766, Carlos III decreta, a 27 de Fevereiro de 1767, a expulsão de todos os jesuítas dos seus domínios e a usurpação de todos os seus bens, pelo que 6000 jesuítas foram obrigados a embarcar para os Estados Pontifícios.

Clemente XIII protestou junto de Carlos III, sem qualquer resultado, e o rei Fernando de Nápoles, filho de Carlos III, expulsou do seu reino, contra vontade, 500 jesuítas e o mesmo fizeram Malta e o ducado de Parma, governados por Bourbons. Como o ducado de Parma era feudo da Santa Sé, Clemente XIII interveio energicamente, mas as cortes de França, Espanha e Nápoles, com base num “pacto de família”, levantaram-se contra o papa exigindo uma satisfação. Este manteve-se firme e os Estados Pontifícios foram invadidos, com a França a ocupar Avinhão e o condado veneziano, enquanto tropas napolitanas invadiam Benevento e Pontecorvo.

Expulsos os jesuítas das nações citadas, estas procuraram a ajuda de Maria Teresa de Áustria para os imitar, mas ela recusou dizendo não ter motivos para persegui-los, pelo que os Bourbons enviam um memorando ao papa a pedir a extinção da Companhia de Jesus.

Clemente XIII pede que lhe apresentem acusações concretas, mas não obtém resposta, pelo que publica a bula Apostolicum munus, que aprova e confirma a ordem e envia uma nota aos núncios apostólicos a dizer «o poder explicar como é que as cortes bourbónicas persistem no triste empenho de acrescentar mais esta dor a todas as dores que já afligem a Igreja».

Faleceu devido a um ataque de apoplexia e foi sepultado em São Pedro, onde o seu sepulcro é uma obra-prima de Canova.

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Continua:…

Este Post era para ser colocado em 19-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1594 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONOMIO - (24) - 19 de Março de 2013

19 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

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Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1592

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Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
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Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
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Nº 1594 - 2ª Página

19 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
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Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

24  -  O DIVÓRCIO – «Se um homem escolher uma mulher, coabitar com ela e depois ela deixar de lhe agradar, porque descobriu nela qualquer coisa de inconveniente; escrever-lhe-á uma carta de divórcio, entregar-lhe-á na mão e despedi-la-á de sua casa (Mt 5 31; Mc 10, 4). Se uma vez saída da casa conjugal, desposar outro homem, e este último também a aborrecer, escrever-lhe-á uma carta de divórcio, entregar-lhe-á na sua mão, e despedi-la-á de sua casa. Se o segundo marido vier a falecer, o primeiro marido, que a repudiou, não poderá voltar a recebê.-la, porque ficou contaminada. isto seria uma abominação aos olhos do Senhor, e não deves desonrar a terra que o Senhor, teu Deus, te der em herança.

Se um homem tiver casado recentemente, será dispensado do serviço militar e não lhe será imposto nenhum trabalho penoso; poderá dedicar-se livremente ao seu lar, durante um ano, para fazer feliz, a mulher com quem casou. Não receberás como penhor a mó superior e a inferior de um moinho, pois seria receber como penhor a própria vida. Se um homem tiver raptado um dos seus irmãos israelitas para fazer dele seu escravo ou para o vender, esse raptor será punido com a morte. Assim extirparás o mal do meio de ti (1 Tim 1, 10).

Observa cuidadosamente, pondo-as em prática, as prescrições relativas à lepra; cumpre fielmente tudo o que os sacerdotes, descendentes de Levi, te ensinarem, de acordo com o que lhes prescrevi. Lembra-te do que o Senhor, teu Deus, fez a Miriam, durante a vigem, quando saístes do Egipto.

Se fizeres ao teu próximo um empréstimo qualquer, não entrarás em sua casa para te garantires com algum penhor. Aguardarás de foras; é ali que o teu devedor te levará esse penhor. E se é um pobre, não te deitarás sem lhe entregar primeiro, o seu penhor; és obrigado a devolver-lho ao pôr do sol, para que possa repousar sob a sua capa e para que te abençoe, e isto será contado diante do Senhor, teu Deus, como uma boa obra.

Não explorarás o trabalhador pobre e necessitado, quer seja um dos teus irmãos, quer um dos estrangeiros que estão na tua terra, numa das tuas cidades. Entregar-lhe-ás o seu salário todos os dias,. antes do pôr do sol, porque ele é pobre e espera o salário com ansiedade. Teme que ele clame contra ti ao Senhor e isso te seja imputado como pecado (Tgo 5, 4).

Os pais não morrerão pelos filhos, nem os filhos pelos pais. Cada um será condenado à morte pelo seu proprio delito. Não violarás o direito do estrangeiro nem o do órfão e não receberás como penhor o vestido da viúva. Recorda-te que foste escravo no Egipto e que o Senhor teu Deus, te libertou. É por isso que te dou esta ordem.

Quando procederes à ceifa do teu campo e te esqueceres de algum  feixe, não voltes atrás para o levar. Deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva, a fim de que o Senhor, teu Deus, abençoe todas as obras das tuas mãos.

Quando varejares as tuas oliveiras, não voltes a colher o resto que ficou nos galhos; deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva. Quando vindimares a tua  vinha, não rebusques o que ficou: deixá-lo-ás para o estrangeiro, o órfão e a viúva. Lembra-te de que foste escravo na terra do Egipto. Por isso te dou esta ordem.

 

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Os Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

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19 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
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http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
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Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...