quinta-feira, 21 de março de 2013

Nº 1596-7 - REZAR NA QUARESMA - 5ª SEMANA - 5ª Feira - 21 de Março de 2013

Nº 1596-7

edisal@edisal.salesianos.pt

http://www.edisal.salesianos.pt/

Digitalizar0008_thumb_thumb_thumb_th[1]_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb

21 de MARÇO de 2013

5ª SEMANA DA QUARESMA

(Quinta-feira)

Salmo 105

Procurai o Senhor e o seu poder,

buscai sempre a sua face.

****************

Digitalizar0003_thumb_thumb_thumb_th_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb_thumb

Gastamos muito tempo e energia à procura da felicidade.

Os mais ingénuos limitam-se a pagar pelas promessas fáceis e superficiais.

Os mais exigentes sentem a tentação de desistir,

tanta é a dificuldade.

Teremos ainda a coragem de procurar a felicidade

junto do nosso Deus?

De O olhar face a face?

De sermos tocados pela sua ternura?

 

»»»»»»»»»»

A Tua Palavra, Jesus,

levanta-me acima de mim mesmo

e das minhas contradições.

A Tua Palavra faz-me amar até ao perdão.

 

Digitalizar0015

NOTA:

Adquiri no dia 11 de Fevereiro no JORNAL VOZ PORTUCALENSE, este livrinho “REZAR NA QUARESMA – Ano C” que menciona na sua pós-capa, o seguinte:

A Quaresma é um tempo para dar mais qualidade à vida.

Para encontrar de uma forma fresca e nova o Jesus dos evangelhos.

Este livro é um convite a fazeres desta Quaresma um caminho que leva à mudança,

à liberdade interior, a uma fé mais feliz.

Em cada dia da Quaresma encontras duas páginas que contêm:

  • Uma citação bíblica usada na liturgia desse dia;
  • Uma frase bíblica em destaque;
  • Uma imagem para te ajudar a pensar;
  • Uma meditação que faz a ponte entre a Bíblia e a tua vida;
  • Uma proposta de oração.

Não tenhas medo desta aventura da fé

________________________________

Conforme tenho dito e escrito aqui neste 3 últimos anos, creio que não estou a ir além do permitido, ao incluir neste meu blogue as referidas leituras e imagens (que certamente não estarão tão bem impressas como no referido livro) – desde que faça alusão à sua publicação através das Edições Salesianas, mesmo até porque este blogue embora seja público, não deverá (com muita pena minha), alcançar grande número de leitores, apesar de servir talvez, por isso mesmo, para fazer um pouco de propaganda para o referido livro poder ser adquirido por mais gente… penso eu.

Dai que, durante este período de Quaresma, eu tenha decidido efetuar aqui a transcrição dos textos diariamente, sob a forma acima expressa, pelo que solicito a devida vénia às Edições Salesianas.

------------------------------------------

António Fonseca

Endereço principal: antoniofonseca1940@hotmail.com

Endereço secundário: antoniofonseca40@gmail.com

Endereço do blogue: http://confernciavicentinadesopaulo.blopgspot.com

Nº 1595 - (3) - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (93) - 21 de Março de 2013

Nº 1595 - (3)

BOM ANO DE 2013

===============

Caros Amigos:

Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)

segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

*********************************

PIO VII

Clemente XIV_thumb[1]

Pio VII

(1800-1823)

O Diretório, que dirigia a França, foi derrubado em 11 de Novembro de 1799 por Napoleão, que chegara das campanhas do Egipto; uma nova coligação de Inglaterra, Nápoles e Áustria expulsa os Franceses de Roma, tornando possível que 36 Cardeais se reunissem em conclave em Veneza, onde em 14 de Março de 1800 elegeram o cardeal Chiaramonti que tomou o nome de Pio VII e foi acolhido em triunfo pela população na sua chegada a Roma.

A situação continuava preocupante, com a Áustria a ocupar o Norte de Itália e Nápoles o Sul. Pior do que isso, as ideias trazidas pela Revolução Francesa e espalhadas por toda a Europa, com os gritos de «Liberdade, Igualdade e Fraternidade», impelidas pela Maçonaria, eram todas de tendência anti-religiosa.

Na sua primeira encíclica, Pio VII afirmava que o veneno tinha penetrado demasiado fundo. Reinava a desorientação com o clero dividido entre a fidelidade a Roma e a subserviência, primeiro ao Diretório e depois a Napoleão. A Igreja tinha perdido os seus bens e os fiéis mostravam-se perplexos e inseguros.

Napoleão proponha uma concordata, mas fazia grandes exigências e, por seu lado, Pio VII também exigia muito. Finalmente, a Concordata foi assinada em 15 de Julho de 1801. O culto católico, em França, ressurgia. abriam-se Igrejas, reorganizava-se a pregação e as batinas podiam andar pelas ruas.

Napoleão pretendia a dignidade imperial, que obteve em Maio de 1804, com Pio VII a ir a Paris para o sagrar imperador de França. Napoleão tudo tentou para que o papa aceitasse viver em Paris ou em Avinhão, mas Pio VII rejeitou com toda a dignidade e em 4 de Abril de 1805 iniciou o regresso a Roma, enquanto o imperador tentava dominar toda a Europa.

Apodera-se de Milão e faz-se coroar rei de Itália, impondo-lhe o seu Código Civil, que permitia o divórcio e nomear bispos à sua vontade.

Pio VII reage e escreve-lhe lembrando que ele era apenas imperador dos Franceses e não de Roma, mas Napoleão não reconhece poder superior ao seu e considera o papa como um simples vassalo e escreve-lhe, dizendo: «Vossa Santidade é soberano em Roma, mas eu sou o Imperador».

Nestes tempos difíceis, apesar de rodeado de tropas francesas, Pio VII foi o único na Europa com coragem para enfrentar Napoleão, o que o irritou.  Vencedor das batalhas de UIm e Austerlitz, com as suas tropas a invadirem Portugal, em 17 de Novembro de 1807, não tolera que o papa o enfrente e diz: «Pensa Pio VII que as suas excomunhões farão cair as armas das mãos dos meus soldados?» Assim, ordena a seu irmão José, feito por ele rei de Nápoles, que ocupe Civitavecchia e Óstia para isolar o Papa em Roma. Ao mesmo tempo apodera-se de Espoleto, Urbino e Ferno e, por fim, em Fevereiro de 1809, ocupa a cidade de Roma.

Pio VII fica refugiado e cercado no Quirinal, mas Napoleão não o consegue domar, pois o papa manda afixar um protesto público contra a invasão e desenvolve grande atividade junto das embaixadas acreditadas em Roma.

A 17 de maio de 1809, em Viena, Napoleão incorpora os restantes Estados Pontifícios e o papa fica confinado a alguns palácios de Roma e a uma pensão anual.

Pio VII publica uma bula excomungando o imperador e os seus colaboradores, as tropas francesas assaltam o Quirinal e intimam o papa a renunciar à soberania temporal sobre os Estados Pontifícios. O papa recusa e o general Radet, que comandava o assalto, obriga o papa a deixar o Quirinal, levando como bagagem apenas o breviário e o crucifixo, indo para Savona, na França, onde ficou preso três anos no paço episcopal, vexado e incomunicável.

Em Março de 1809, começa a surgir a má fortuna de Napoleão Bonaparte. As tropas francesas derrotadas em Portugal na primeira invasão – a do general Junot – entram novamente em Portugal, agora com o general Soult e sofrem nova derrota. Na terceira invasão, com Massena, em Agosto de 1810, nova derrota no Buçaco, e a 26 de Setembro e a 4 de Outubro , em Torres Vedras, as tropas portuguesas, auxiliadas pela Inglaterra, desbaratam as tropas em Napoleão.

Com o papa prisioneiro, Napoleão exagera. Suprime dioceses e paróquias em Roma, persegue bispos e sacerdotes fiéis ao papa, desterrando-os para França, e confisca os bens de 13 cardeais que se recusaram a comparecer no seu casamento com Maria Luisa de Áustria.

Em 1812 em Fontainebleau, o papa, muito doente, é levado a assinar a chamada «Concordata de Fontainebleau», que imediatamente contradiz. Finalmente, em 10 de Março de 1814, Napoleão restitui o domínio papal nos Estados Pontifícios e permite que Pio VII regresse a Roma, onde entrou aclamado pelo povo, em 24 de Maio de 1814.

Napoleão abdica em favor de Luís XVIII e vai desterrado para a ilha de Elba, mas, em Março de 1815, regressa e apodera-se de novo do poder. Murat, rei de Nápoles, marcha sobre Roma e o papa refugia-se em Génova. Por pouco tempo, pois em 18 de Junho de 1815 Napoleão é derrotado pelos Ingleses na Batalha de Waterloo e é desterrado para a ilha de Santa Helena, onde morreu em 5 de Maio de 1821.

De novo em Roma, o papa publica um decreto de amnistia para todos os que o tinham atraiçoado, sobretudo famílias da aristocracia que colaboraram com Napoleão, e dois dias depois assina uma nova Concordata com a França.

Na bula de 7 de Agosto de 1814 restaura a Companhia de Jesus, justificando assim a sua decisão: «No meio de tão perigosas tormentas que atravessa a barca de Pedro não se pode privar por mais tempo a Igreja de tão experientes e ousados remadores». Os Jesuítas retomam a atividade apostólica, sobretudo no campo da cultura e do ensino.

Nos Estados Unidos da América, o catolicismo continua a crescer, pois muitos sacerdotes europeus para lá emigraram fugindo aos problemas que tinham na Europa.

No Oriente, as coisas iam mal, pois na Coreia e na China os cristãos estavam a ser perseguidos e martirizados.

Em Espanha, a agitação política desarticulava a vida católica.

Na Alemanha, foram extintos os três principados eclesiásticos. Mogúncia, Colónia e Tréveris, espoliados dos seus bens e fechadas as escolas.

Em Portugal, as forças maçónicas hostilizavam a religião, espalhando ideais liberais. O governo comunicava à Santa Sé, por alvará de 1 de Abril de 1815, que não consentia nos seus Estados a Companhia de Jesus.

Em 31 de Março de 1821, por uma resolução da Assembleia Constituinte, resultante da revolução de 1820, foi extinta a Inquisição em Portugal, resolução publicada no Diário das Cortes Gerais em 5 de Abril seguinte.

Durante a Inquisição em Portugal, foram queimadas cerca de 1500 pessoas e condenadas mais de 25 000 , entre elas o padre António Vieira, Filinto Elísio, Fernando de Oliveira e Anastácio da Cunha Barbosa.

Pio VII, por bula de 21 de Setembro de 1821, condena as atividades carbonárias e morre, aos 84 anos, depois de uma queda que lhe provocou a fractura do fémur.

Neste pontificado, Roma voltou a ser a cidade favorita dos artistas e Pio VII reabriu os Colégios Alemão, Inglês e Escocês, ampliou a Biblioteca Vaticana, reorganizou a Congregação de Propaganda Fide e incentivou as escavações na Roma antiga.

Pio VII foi um homem com notável capacidade de abnegação, grande piedade e bondade. A sua ação muito contribuiu para uma nova fase do prestigio da Igreja.

 

*****************************

LEÃO XII

Pio VI_thumb[1]

Leão XII

(1823-1829)

Os 49 cardeais reunidos em conclave inclinavam-se para a escolha do Cardeal Consalvi, braço direito de Pio VII, que, por ser intransigente e conservador, não agradava aos reis de França e da Áustria, que não queriam um papa demasiado rígido. O conclave acabou por eleger, em 5 de Outubro de 1823, o cardeal Della Genga, um homem enfermo, que chegou a dizer «Elegestes um cadáver», mas acabou por aceitar, tomando o nome de Leão XII, em memória de Leão Magno, que admirava de modo especial.

Mesmo de aspecto débil, mostrou-se um papa reformador e com grande rigor moral. A prova disso é a encíclica por ele publicada em 3 de Maio de 1824, a prevenir os bispos e os fiéis contra os inimigos mais perigosos da Igreja: o indiferentismo religioso, que conduzia ao materialismo, o filosofismo, que espalhava erros entre os incautos, e as chamadas «sociedades bíblicas», de inspiração racionalista e protestante, que, ao difundirem o conhecimento das Escrituras, lhe alteravam o verdadeiro sentido.

Dois anos depois publica a bula Qua graviora contra as sociedades secretas e maçónicas.

Dentro da linha reformista e revigoradora da fé, restituiu o Colégio Romano aos Jesuítas, para a formação superior do clero, estabeleceu o Colégio Irlandês, incrementou os estudos no Colégio Germânico e celebrou o Ano Santo em 1825, em Ação de graças pelos perigos de que a Igreja saíra depois das profanações praticadas durante as campanhas napoleónicas. Nesse Ano Santo, ele próprio visitou descalço as diversas basílicas para ganhar as indulgências.

A nível internacional, assinou concordatas com a Alemanha, Países Baixos e Suíça e interessou-se palas novas nações da América Latina e pelo movimento separatista dos católicos irlandeses chefiados por Daniel O’ Connel.

A propaganda liberal na França e na Inglaterra apresentavam Leão XII como um papa que fomentava o regresso ao obscurantismo e à mentalidade inquisitorial.

Em Portugal, havia a reação aos dois anos de governo liberal e muito embora não se desse grandes destaque à Igreja, tinham acabado as hostilidades do tempo do liberalismo.

Em Roma, Leão XII dizia ao Marquês do Lavradio, que advogava a causa de D. Miguel: «Dizei-me o que posso fazer. Contudo, devo declarar-vos que prefiro D. Miguel a D. Pedro e estimarei ver-me em condições de o poder reconhecer».

Em 1 de Novembro de 1826 as chuvas torrenciais que inundaram a cidade de Tivoli causaram avultados prejuízos, mas Leão XII logo determinou que a cidade só pagasse um quinto dos prejuízos , e o Estado o restante.

Reconstruiu a Basílica de São Pedro, destruída por um incêndio.

Mandou meter os judeus nos guetos que tinham sido suprimidos durante a revolução e baixou os impostos e as custas da justiça.

Foi um papa pouco popular, que não conseguiu conquistar o amor do povo, devido às medidas drásticas que tomou na repressão das sociedades secretas e pela intolerância ao liberalismo político.

 

**********************************

Continua:…

Este Post era para ser colocado em 21-3-2013 – 10H30

ANTÓNIO FONSECA

Nº 1596 - 2ª Página - O ANTIGO TESTAMENTO - DEUTERONÓMIO - (26) - 21 de MARÇO de 2013

21 de Março de 2013
antoniofonseca1940@hotmail.com
2013

250px-12_staemme_israels_cs_thumb1_t_thumb

Distribuição das Tribos em ISRAEL

Nº 1595

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Caros Amigos:
Ver por favor a edição de, 12 de Novembro, deste Blogue.

Resolvi simplesmente começar a editar o ANTIGO TESTAMENTO que é composto pelos seguintes livros:
GÉNESIS, ÊXODO, LEVÍTICO, NÚMEROS (Estes já estão…) – Faltam apenas 1030 páginas…(mais ou menos) - Sejamos optimistas.
DEUTERONÓMIO, constantes do PENTATEUCO; JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1º E 2º de SAMUEL, 1º e 2º Reis, (2) CRÓNICAS (paralipómenos), ESDRAS, NEEMIAS, TOBIAS, JUDITE, ESTER, 1º E 2. MACABEUS (Livros históricos); JOB, SALMOS, PROVÉRBIOS, ECLESIASTES, CÂNTICO DOS CÂNTICOS, SABEDORIA, ECLESIÁSTICO (Livros Sapienciais ); ISAÍAS, JEREMIAS, JEREMIAS – Lamentações, BARUC, EZEQUIEL, DANIEL, OSEIAS, JOEL, AMÓS, ABDIAS, JONAS, MIQUEIAS, NAUM, HABACUC, SOFONIAS, AGEU, ZACARIAS e MALAQUIAS (Profetas).
SÃO APENAS POUCO MAIS DE 40 LIVROS = 1260 PÁGINAS … (coisa pouca…)
Poderei porventura dar conta do recado? Se calhar, não!
Só Deus o sabe e decerto providenciará o que lhe aprouver!
SEI: que é uma tarefa ciclópica, impossível., etc., para os meus 73 anos (*) . Desconheço se conseguirei executar esta tarefa e sei os limites que poderão antepor-se-me, mas CREIO EM DEUS TODO-PODEROSO que não me desamparará em ocasião alguma.
Com Fé e perseverança tudo se consegue e portanto irei até onde Deus me permitir, rezando todos os dias para que eu possa Evangelizar com os meios que tenho à disposição, durante o tempo que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo entender.
Se o conseguir, darei muitas Graças a Deus
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Como afirmei inicialmente, Envolvi-me nesta tarefa, pois considero ser um trabalho interessante, pois servirá para que vivamos mais intensamente a Vida de Jesus Cristo que se encontra sempre presente na nossa existência, mas em que poucos de nós (eu, inclusive) tomam verdadeira consciência da sua existência e apenas nos recordamos quando ouvimos essas palavras na celebração dominical e SOMENTE quando estamos muito atentos,o que se calhar, é raro, porque não acontecendo assim, não fazemos a mínima ideia do que estamos ali a ouvir e daí, o desconhecimento da maior parte dos cristãos do que se deve fazer para seguir o caminho até Ele.
Como Jesus Cristo disse, aos Apóstolos, no dia da sua Ascensão ao Céu:
IDE POR TODO O MUNDO E ENSINAI TODOS OS POVOS”.

É apenas isto que eu estou tentando fazer. AF.
+++++++++++++++++++++++

Nº 1596 - 2ª Página

21 de Março de 2013

ANTIGO TESTAMENTO

DEUTERONÓMIO
400px-1759_map_Holy_Land_and_12_Trib[2]_thumb

Mapa antigo de Israel

DEUTERONÓMIO

Segundo Discurso de MOISÉS

26 – PRIMÍCIAS E DÍZIMOS – «Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te há-de dar em herança, e ali te fixares e estabeleceres, tomarás as primícias de todos os frutos que colheres na terra que te der o Senhor, teu Deus; pô-lo-ás num cesto e irás ao lugar que o Senhor, teu Deus, tiver escolhido para aí habitar o Seu nome. Apresentar-te-ás ao sacerdote de serviço nessa altura, e dir-lhe-ás:

«Reconheço hoje, perante o Senhor, meu Deus, que me instalei na terra que o Senhor tinha jurado a nossos pais». O sacerdote receberá o cesto da tua mão e depositá-lo-á diante do altar do Senhor, teu Deus. Dirás, então, em voz alta, diante do Senhor, teu Deus: «Meu pai era um  arameu errante que desceu ao Egipto com um pequeno número e ali viveu como estrangeiro, tornando-se depois numa nação poderosa e numerosa (Is 27, 13; Act 7, 14s). Então, os egípcios trataram-nos iniquamente, oprimindo-nos e impondo-nos uma penosa servidão. Clamamos ao Senhor, Deus de nossos pais, e o Senhor ouviu o nosso clamor, tomou em consideração a nossa miséria, o nosso trabalho e a nossa angústia e tirou-nos do Egipto, com Sua mão poderosa e o vigor do Seu braço, realizando sinais e prodígios. Introduziu-nos nesta região e deu-nos esta terra, terra onde corre o leite o mel. Por isso, ofereço agora nos primeiros frutos da terra que me destes, ó Senhor!». Depois, colocá-los-ás diante do Senhor, teu Deus, e prostrar-te-ás na Sua presença. Alegrar-te-ás por todos os bens que o Senhor, teu Deus, te tiver dado a ti e à tua família, e alegrar-se-ão também o levita e o estrangeiro que moram contigo.

Quando tiveres acabado de separar a dízima de todos os teus produtos, no terceiro ano, que é o ano da dízima, e quando tiveres dado ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva o que lhe é devido para que tenham, que comer e fiquem saciados nas tuas cidades, dirás ao Senhor, teu Deus; «Tirei da minha casa o que era consagrado para o dar ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, exatamente como me ordenaste; não transgredi nem omiti nenhum dos Teus preceitos. Não comi nada dessas coisas durante o meu luto, nada separei em estado de impureza, e delas nada dei a um morto. Obedeci à voz do Senhor, meu Deus, e conformei-me inteiramente com as tuas prescrições. Lança um olhar do alto dos céus, da Tua santa morada m,e abençoa o Teu povo de Israel e a terra que nos deste, como juraste aos nossos pais, terra onde corre o leite e o mel!» (Is 63, 15; Bar 2, 16; Zac 2, 13).

Conclusão – O Senhor, teu Deus, ordena-te hoje que ponhas em prática estas leis e estes preceitos. Observá-los-ás com todo o teu coração e com toda a tua alma. Glorificaste hoje o Senhor, prometendo que Ele seria o teu Deus e que andarias nos Seus caminhos, observando fielmente as Suas leis, os seus preceitos e os Seus mandamentos. E o Senhor, teu Deus, por Sua vez, glorificou-te, escolhendo-te para Si como um povo privilegiado, como te anunciou, escolhendo-te para cumprires todos os Seus mandamentos (Jer 13, 11). Ele quer que venhas a ser a primeira de todas as nações que Ele criou, em glória, em renome e em dignidade, e sejas assim, um povo consagrado ao Senhor, teu Deus, como Ele te disse (Sl 85, 9).

 

Tbuas-da-Lei---Moiss_thumb_thumb_thu[1]_thumb

Os Dez Mandamentos

Discursos de Moisés durante o Êxodo e Apêndice relatando a fim da sua atuação e a sua morte,

antes de chegar à Terra Prometida

Textos do LivroDEUTERONÓMIOdo ANTIGO TESTAMENTO

0000000000000000000000000000000000000000000000000000000

21 de MARÇO de 2013 – 10.15 h
ANTÓNIO FONSECA
7map-1195aeac0b2f22222222222222222[2],

http://es.catholic.net; http://santiebeati.it; http://jesuitas.pt; http://bibliaonline.com.br/acf
000000000000000000000000000000
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...