sábado, 28 de setembro de 2019

Nº 3975 - Série de 2019 - (271) - SANTOS DE CADA DIA - 28 DE SETEMBRO DE 2019 - Nº 324 DO 12º ANO

Caros Amigos:



Desejo que o resto deste Ano de 2019 traga tudo de Bom para toda a Humanidade.
As minhas melhores Saudações de
Amizade e Gratidão
para todos os leitores e/ou simples Visitantes que queiram passar os olhos por este Blogue

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Nº  3 9 7 5


Série - 2019 - (nº  2 7 1)


28 de SETEMBRO de 2019


SANTOS DE CADA DIA

Nº  3 2 4

12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Recordar
os Santos e Beatos de cada dia, além de Procurar seguir os seus exemplos


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VENCESLAU, Santo


   

São VENCESLAU mártir, duque da Boémia, que, educado  pela sua avó Santa LUDMILA na sabedoria humana e divina, foi rigoroso consigo, mas pacifico na administração do reino e misericordioso para com os pobres; redimiu um grupo inumerável de escravos pagãos que estavam à venda em Praga, para que fossem baptizados; e depois de enfrentar muitas dificuldades  em governar os seus súbditos e formá-los na fé, foi atraiçoado por seu irmão BOLESLAU e assassinado por alguns sicários na Igreja de Stara Boleslava , na Boémia, na actual Chéquia. (929-935)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

VENCESLAU tinha apenas treze anos quando lhe morreu O PAI, VRATISLAU duque da Boémia. Até ele atingir a maioridade, assumiu a regência DRAOMIRA, sua mãe.  Introduzido recentemente nesse país por São CIRILO e São METÓDIO, o cristianismo ainda não tinha lançado raizes profundas e muitos dos vassalos eram ainda pagãos. Na própria corte seguiam-se as duas religiões: enquanto LUDMILA mãe do falecido duque, era cristã, DRAOMINA continuava nas antigas crenças. VENCESLAU foi educado pela primeira, ao passo que BOLESLAU seu irmão, sofreu a influência da segunda. Esta aproveitou-se da regência para perseguir os cristãos, mandou estrangular a sogra e obrigou VENCESLAU a tomar parte em cerimónias idolátricas. O futuro soberano praticava, no entanto, secretamente a sua religião e recebia de noite os sacramentos.
Logo que chegou aos dezoito anos e tomou conta do poder, impôs a sua autoridade. Construiu igrejas, mandou regressar os sacerdotes exilados, abriu as fronteiras aos missionários da Suábia e da Baviera, e reconheceu a soberania  do Império, para não ver o seu país assolado pelos Alemães. Era de costumes puros e coração magnânimo. Ele próprio preparava, com trigo dos seus campos  e uvas das suas videiras, o pão e o vinho destinados ao Santo Sacrifício. Era tal o horror que tinha à efusão de sangue que desafiou RADISLAU, príncipe  de Gurime, para um combate singular, a fim de dirimir uma contenda que se eternizava entre eles, com perda de muitas vidas inocentes.
Em 929 foi assassinado por BOLESLAU, que ambicionava o trono e era pagão, BOLESLAU atacou-o de surpresa no adro da igreja onde ia ouvir Missa. No principio só conseguiu feri-lo.
 Puxando da espada, VENCESLAU exclamou: «Está muito mal o que tu fazes e eu poderia, se quisesse, esmagar-te como uma mosca». Depois, embainhando a espada: «Mas eu não serei fratricida perante Deus. Acaba tu, e eu perdoo-te». E deixou-se matar, aos 23 anos. Os checos louvaram-no como mártir e construiram-no seu padroeiro nacional.




LOURENÇO RUIZ (de Manila) e 15 companheiros DOMINGOS IBAÑEZ DE ERQUICIA, TIAGO KYUHEI GOROBIOYE TOMONAGA, ANTÓNIO GONZÁLEZ, MIGUEL DE AOZARAZA, GUILHERME COURTET, VICENTE SHIWOZUKA, LUCAS ALFONSO GORDA, JORDÃO (Jacinto) ANSALONE, TOMÁS HIOJI ROKUZAYEMON NISHI, FRANCISCO SHOYEMON, MIGUEL KUROBIOYE, MATEUS KOHIOYE, MADALENA DE NAGASAQUI, MARINA DE OMURA e LÁZARO DE KYOTO, 
MÁRTIRES NO JAPÃO, Santos


   






Santos LOURENÇO RUIZ (de Manila) e 15 companheiros  DOMINGOS IBAÑEZ DE ERQUICIA, TIAGO KYUHEI GOROBIOYE TOMONAGA, ANTÓNIO GONZÁLEZ, MIGUEL DE AOZARAZA, GUILHERME COURTET, VICENTE SHIWOZUKA, LUCAS ALFONSO GORDA, JORDÃO (Jacinto) ANSALONE, TOMÁS HIOJI ROKUZAYEMON NISHI, FRANCISCO SHOYEMON, MIGUEL KUROBIOYE, MATEUS KOHIOYE, MADALENA DE NAGASAQUI, MARINA DE OMURA e LÁZARO DE KYOTO, mártires - presbíteros, religiosos e leigos - que, depois de terem espalhado a semente da fé cristã nas Filipinas, na Formosa e no Japão, por decreto do supremo chefe Tokugawa Yemitsu, em dias diversos consumaram em Nagasáqui o seu martírio por amor a Cristo, mas são celebrados na mesma comemoração. (1633-16627)


Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, de Editorial A. O. de Braga:


Em 1602 chegaram os primeiros missionários agostinianos ou Agostinhos ao Japão. A messe apresentou-se promissora. A colheita era cada vez mais abundante. As conversões eram numerosas. A vida Agostiniana ia-se encarnando nos naturais do país, professos agostinianos, terciários e membros da Arquiconfraria de Nossa Senhora da Consolação. A perseguição, porém, surgiu impetuosa em meio de tanta esperança.
 Começaram os martírios: em 1617, o Padre FERNANDO DE SÃO JOSÉ e seu catequistas, ANDRÉ YOSHIDA; em 1622, o padre PEDRO ZUNIGA; em 1630, o Irmão JOÃO SHOZABURO, os oblatos MIGUEL KUICHI TAVEMON, PEDRO KUHIEVE e TOMÁS TERAI KAHIOYE, e os terciários MÂNCIO SEISAYEMON e LOURENÇO HACHIZO; em 1633, os padres BARTOLOMEU GUTIERREZ, FREI VICENTE DE SANTO ANTÓNIO e FREI FRANCISCO DE JESUS. Foram beatificado por PIO IX em 1867. Com eles, também foram sacrificados outros membros da Ordem. A festa de todos representa para a Ordem  um testemunho de universalidade (pertencem a quatro nações, Espanha, Japão, México e Portugal) e de relações fraternas  com outras Ordens. 


LOURENÇO DE RIPAFRATTA, Beato





Nascido em Ripafratta, na Itália, entrou jovem entre os Pregadores, em  Pisa. Não se sabe bem quando nasceu: (1359 ou 1377). Segundo Santo ANTONINO DE FLORENÇA que o conheceu bem, terá tomado o hábito em 1397 e terá morrido com mais de 80 anos, em 1457. Nesse declínio da Idade Média, a Ordem Dominicana precisava de se renovar na observância exacta. LOURENÇO foi enviado como mestre de noviços para o convento de Cortona. Lá formou ele quem viria a ser Santo ANTONINO  - o grande bispo de Florença - FRA ANGÉLICO e BENTO DE MUGELLO. miniaturista. LOURENÇO incitava estes dois últimos a pintarem: um  belo fresco, dizia, fala mesmo quando o autor já se encontra mudo há muito; assim se explicava aos seus pregadores, transformados em pintores convencidos.
Foi vigário geral dos observantes desde o Apenino até à Sicilia. Era pregador «sem gosto pelas curiosidades, mas útil e eloquente». Tem o seu túmulo na casa dos Dominicanos de Pistóia O culto deste beato foi aprovado em 1851 pelo papa PIO IX.



SIMÃO DE ROJAS, Santo




Em Madrid, Espanha, São SIMÃO DE ROJAS presbitero da Ordem da Santíssima Trindade para a Redenção dos Cativos, que adjudicado à corte da rainha de Espanha, nunca aceitou carro nem  retribuição, mas entre os fastos régios sempre permaneceu humilde, pobre, misericordioso para com  os necessitados e fervorosamente devoto para com Deus. (1624)

Do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O., de Braga:


Nasceu em Valladolid - Espanha a 20 de Outubro de 1552. Aos 20 anos, ingressou na Ordem da Santíssima Trindade, onde desempenhou funções importantes como professor de teologia e filosofia, superior de diversas casas. Foi Provincial e Visitador. Dedicou-se à redenção dos cativos e à devoção mariana. Fundou a Congregação da Avé Maria, para o atendimento aos pobres. Morreu em Madrid, a 29 de Setembro de 1624, foi beatificado no dia 19 de Maio de 1766 e solenemente canonizado a 3 de Julho  de 1988, por JOÃO PAULO II, que assim retratou a sua fisionomia:
«O Padre ROJAS - como era chamado familiarmente pelo povo - foi muito sensível a toda a ordem de necessidade do próximo, especialmente dos mais pobres e marginalizados , assim como dos cristãos prisioneiros devido á sua fé. Os pobres , por seu lado, viam nele o seu protector, defensor e pai. Viam nele tanta simplicidade e tão grande testemunho palpável de pobreza, que o admiravam como se fosse um deles, totalmente compenetrado das suas penas e necessidades,
Trabalhou incansavelmente para que a «Congregação de Escravos do Dulcíssimo Nome de Maria», por ele fundada, intensificasse cada vez mais a sua projecção caritativo-social. Os seus membros , que na grande maioria eram leigos, comprometiam-se a compartilhar os seus próprios bens e a ajudar os pobres.
Atraía muito a atenção o infatigável zelo sacerdotal do novo Santo. Mas a sua vigorosa e continua actividade apostólica não foi um  obstáculo para a sua vida de oração contemplativa, à qual dedicava "grandes espaços de tempo durante todo o dia e ainda mais durante a noite, depois da recitação coral da meia-noite".
Um aspecto que se deve salientar neste nosso santo é, sem dúvida, o singularissimo e confiante amor que, desde a infância, teve à Virgem Maria. Esta intensa vivência mariana esteve sempre em constante aumento nele. Já religioso e sacerdote, naõ se cansava de a propagar com todos os meios ao seu alcance e de a inculcar em todas aquelas pessoas com quem se relacionava. Um modo muito seu de viver e difundir esta devoção era a "servidão" ou entrega final de uma pessoa à Mãe de Deus. sem interrupção repetia a invocação e saudação AVE MARIA: a tal ponto que, com frequência, era chamado carinhosamente o "Padre AVE MARIA" . Divulgou muitíssimo a reza do santo Rosário.
AAS 81 (1989) 8713-18; L'OSS. ROM. 10.7.1988
  
ALFEU, ALEXANDRE e ZÓSIMO, Santos



Em Calidone, na Pisídia, hoje Turquia, os santos ALFEU, ALEXANDRE e ZÓSIMO, mártires. (séc. IV)

CARITÃO, Santo



Na Laura de Souka, perto de Belém, na Palestina, São CARITÃO abade, assíduo na oração e nos jejuns e fundador de muitas Lauras no deserto da Judeia. (350)

ZAMA, Santo

  

Em Bolonha, na Emília-Romanha - Itália, São ZAMA considerado o primeiro bispo desta cidade. (séc. IV)



EXUPÉRIO, Santo



Em Toulouse, na Aquitânia, hoje França, Santo EXUPÉRIO bispo, que dedicou uma basílica em honra de São SATURNINO, defendeu acerrimamente a sua cidade ante a invasão dos bárbaros e, como refere, São JERÓNIMO, foi tão rigoroso consigo mesmo como benevolente para com os outros., (411)



EUSTÓQUIO, Santa


  
Em Belém de Judá, a comemoração de Santa EUSTÓQUIO virgem que, com sua mãe Santa PAULA partiu de Roma para ir viver junto do presépio do Senhor e não ficar privada dos conselhos do seu mestre São JERÓNIMO , e ali, enriquecida com insignes méritos, foi ao encontro  do Senhor. (419).

SALÓNIOSanto



Em Genebra, território do Helvécios, hoje Suiça, São SALÓNIO bispo que tinha sido monge na ilha de Lérins e, durante o seu episcopado, confirmou a doutrina de São LEÃO MAGNO e explicou em sentido místico a Sagrada Escritura. (450)


FAUSTO, Santo



Em Riez, na Provença, região da Gália hoje França, São FAUSTO bispo anteriormente abade do mosteiro de Lérins, que nfoi mandado para o exílio pelo rei Eurico, por ter escrito, contra o arianismo, sobre o Verbo Encarnado e o Espírito Santo consubstancial ao Pai e eterno com o Filho. (485)


ANEMUNDO, Santo




Em Lião, na Gália hoje França, Santo ANEMUNDO bispo e mártir. (658)

CUNIALDO e GISILÁRIO, Santos

 

Em Salzburgo, na Baviera, hoje Áustria, os santos CUNIALDO e GISILÁRIO presbíteros, colaboradores do bispo São RUPERTO. (séc. VIII)
 



LEÓBA, Santa

 

Perto de Mogúncia, na Renânia da Austrásia, hoje Alemanha, Santa LÉOBA virgem que chamada de Inglaterra para a Germânia por São BONIFÁCIO, seu parente, foi nomeada abadessa do mosteiro de Tauberbischoffsheim, onde conduziu as servas de Deus pelo caminho da perfeição com a palavra e o exemplo. (782)



BERNARDINO  DE FELTRE 
(Martinho Tomitano)  Beato




Em Pavia, na Lombardia - Itália, o Beato BERNARDINO DE FELTRE (Martinho Tomitano) presbitero da Ordem dos Menores, que obteve em toda a parte bons frutos no ministério da sua pregação, combateu a usura fundando o chamado Monte da Piedade e, como homem de paz, foi chamado pelo Papa SISTO IV para conciliar discórdias civis. (1494)



JOÃO SHOZABURO, MÂNCIO ICHIZAYEMON, MIGUEL TAIEMON KINOSHI, LOURENÇO HACHIZO, PEDRO TERAI KUHIOYE e TOMÁS TERAI KAHHIOYE,  Beatos




Em Nagasáqui, Japão os beatos JOÃO SHOZABURO, MÂNCIO ICHIZAYEMON, MIGUEL TAIEMON KINOSHI, LOURENÇO HACHIZO, PEDRO TERAI KUHIOYE e TOMÁS TERAI KAHHIOYE, mártires, degolados por causa da sua fé em Cristo. (1630)



FRANCISCO XAVIER PONSA CASALLARCH,  Beato



Em San Feliú de Codines, Catalunha, Espanha, o Beato FRANCISCO XAVIER PONSA CASALLARCH, religioso da Ordem de São João de Deus e mártir que, na cruel perseguição religiosa, alcançou a palma do martírio por Cristo e pela Igreja. (1936)


AMÁLIA ABAD CASASEMPERE,  Beato




Em Benillup - Alicante - Espanha, a beata AMÁLIA ABAD CASASEMPERE mártir, mãe de família que em tempo de perseguição contra a fé cristã, recebeu a coroa de glória por dar testemunho de Cristo. (1936)


JOSÉ TARRATS COMAPOSADA,  Beato




Em Valência, Espanha, o Beato JOSÉ TARRATS COMAPOSADA religioso da Companhia de Jesus e mártir que, durante a mesma perseguição religiosa foi ao encontro de Cristo na glória celeste. (1936)


JOAQUIM DE SÃO JOSÉ (José Casas Juliá) e 
JOSÉ CASAS RÓS,  Beatos




Em Moiá - Barcelona, Espanha, os beatos mártires JOAQUIM DE SÃO JOSÉ (José Casas Julia), religioso da Ordem dos Carmelitas Descalços e JOSÉ CASAS RÓS seminarista de Barcelona. (1936)




NICETAS BUDKA, Beato




Em Karadzar, Karaganda, no Cazaquistão, o Beato NICETA BUDKA bispo, o primeiro a exercer o ministério episcopal no Canadá entre os fiéis católicos do Rito Bizantino, o qual, depois de ter regressado à sua pátria, na Ucrânia, em tempo de um regime hostil a Deus, foi deportado para um campo de concentração, onde suportou por amor de Cristo todas as adversidades e perseverou firmemente na fé até à morte. (1949)




 ... E AINDA  ...


ALÓDIO DE AUXERRE, Santo



Nella cronotassi dei vescovi della chiesa di Auxerre Alodio occupa l'ottavo posto e viene immediatamente dopo s. Germano, morto nel 448. Ma poiché il suo episcopato fu preceduto da una vacanza di quattro anni a causa delle invasioni barbariche, ne conse­gue che la sua elezione si verificò, secondo ogni probabilità, nel 452, forse nel mese di agosto. Del suo passato ignoriamo tutto ed è ormai esclusa una sua identificazione con Alogio, abate del monastero dei SS. Cosma e Damiano di Auxerre. Morì il 28 sett. 482, dopo trent'anni di episcopato, sebbene questa data non sia accettata da tutti, e fu sepolto nella chiesa di S. Maurizio, che il popolo chiamava già S. Germano. Nell'865 il corpo di Alodio fu trasfe­rito, insieme con quelli di altri santi, nella cripta della stessa chiesa, accanto alla tomba del suo pre­decessore; nel 1636 ebbe luogo una ricognizione, un'altra fu eseguita nel 1857. Del culto che gli fu tributato in antico poco possiamo dire. Abbiamo le prove che se ne celebrava la memoria al principio del sec. XVI il 28 settembre.


ANTÓNIOBeatO

   


Il Beato Antonio presbitero governò sapientamente il convento mercedario di Santa Maria in Almansa (Spagna), e fu famoso per l'austerità della vita e grandi virtù. Rifulse fino alla morte per la carità verso i poveri, per la pazienza e l'amore verso la croce di Cristo ed in Cristo con una preziosa morte gioisce ora per l'eternità.
L'Ordine lo festeggia il 28 settembre.


CRISTIANO FRANCO, Beato


Cristiano Franco, nato a Villafranca Piemonte, si fece agostiniano a Carmagnolanel 1362. Più tardi, nel 1421, si recò al convento di Carbonara di Napoli. Tre annidopo fu eletto superiore generale dei monasteri di quella congregazione e mostròtutto il suo zelo per la regolarità della vita religiosa.Umile, zelante, pio, prudente, era chiamato “barbetta”. Fu molto stimato dal reLadislao che molte volte ricorreva al suo consiglio. Morì verso il 1432, dopo gravemalattia.Veniva festeggiato il 28 settembre

DODA, santa

Santa Doda è una vergine venerata ad Auch. 
Il suo nome è conservato in una parrocchia vicina a Miélan, nell’antico priorato benedettino fondato da Guglielmo, conte di Astarac e attestato intorno all’anno 1034.
Si ritiene che Doda sia la sorella di Santa Quiteria, vergine e martire vissuta nel V secolo, la cui vita è totalmente leggendaria.
Di santa Doda non conosciamo nulla.
Da alcuni agiografi anche  Doda come Quiteria, viene definita vergine e martire. 
Nella diocesi di Auch viene festeggiata nel giorno 28 settembre..

FRANCISCO (PIANI) DE CALDAROLA), Beato



Il Beato Bernardino da Feltre, propagatore e fondatore dei Monti di Pietà, ebbe come collaboratore il Beato Francesco da Caldarola (MC). Provenendo dalle Marche, una regione ad economia prevalentemente agricola, Francesco Piani, questo il nome del Beato, conosceva bene le miserie dei lavoratori delle campagne costretti ad indebitarsi e a diventare schiavi degli usurai e a costoro dedicò la sua vita. Francesco fu anche un predicatore ferventissimo, che sapeva sedare le frequenti liti nei paesi della sua terra, divisi da lotte violente, tra fazioni ambiziose e famiglie potenti. Il segreto del successo del predicatore di pace, era semplice: parlare al popolo di giorno e passare la notte in preghiera. Al Beato Francesco si deve anche l'istituzione della confraternita di Santa Maria del Monte, alla quale il municipio affidò in seguito la custodia dell'ospedale e l'amministrazione del Monte di Pietà. 
Il Beato morì, il 12 settembre 1507 a 77 anni di età, nel convento di Colfano (MC), dove aveva trascorso la maggior parte della sua vita religiosa. 
Dopo morto, operò numerosi prodigi ed il suo culto è documentato fin dal 1511. Il 1 settembre 1843 Gregorio XVI ne confermò il culto. 

Il beato Francesco Piani precede il rinascimento caldarolese. Mentre a lui si può attribuire la chiusura del medioevo, pensiamo che gli si possa anche affidare l'apertura dell'umanesimo. Le sue opere fondamentali nascono dal ceppo francescano a cui apparteneva dal medioevo che in lui a Caldarola si irrobustiva con tre creazioni che in parte si persero nei secoli futuri ed in parte si cambiarono: la Compagnia di Santa Maria, una confraternita di disciplinati da cui derivano le altre, l'ospedale e il monte di pietà: Tutte le opere di grande socialità da inquadrare nel contesto della fede e della povertà del suo tempo. Predicatore e pacificatore di genti, fu beatificato da Papa Urbano VII° nel 1634. Forse senza la sua opera, che dette consistenza sociale alla comunità, Caldarola non avrebbe generato il proprio rinascimento. Un'opera legata al passato per certi ritorni gotici e simbolisti, ma permeata dalla nuova cultura, pur firmata da Lorenzo d'Alessandro, fu sua, perché la volle, sua perché lega il passato al presente, il presente all'avvenire: il dipinto della Madonna del Monte.




LUIGI MONZA, Beato



I primi anni
Luigi Monza nacque a Cislago, in provincia di Varese e diocesi di Milano, il 22 giugno 1898. I suoi genitori, Giuseppe e Luigia, erano contadini. In tutto ebbero sei figli: Luigi era il penultimo. Le loro uniche ricchezze erano costituite dal lavoro, dal coraggio e dalla fede.
Alla nascita, Luigi apparve molto gracile, per cui fu battezzato dopo poche ore dalla nascita, nella chiesa di Santa Maria Assunta del suo paese. Per la stessa ragione, il 23 luglio 1899, fu cresimato dall’arcivescovo di Milano, il cardinal Andrea Carlo Ferrari (beatificato nel 1987), venuto in visita pastorale.
Nel 1904 fu iscritto alla prima elementare. Nel maggio dell’anno dopo fece la Prima Comunione: da allora si accostò all’Eucaristia quasi tutti i giorni. Interruppe la frequenza scolastica con la terza elementare: cominciò quindi a lavorare come incannatore e come garzone di calzolaio, ma intanto studiava per conto proprio.

La vocazione
Un giorno, dopo la Messa, il parroco di Cislago, don Luigi Vismara, chiese a Luigi se volesse farsi prete. La reazione del ragazzino (aveva tra i dieci e i quattordici anni) fu, secondo le parole del sacerdote, «un no affrettato e deciso», quindi scappò via.
La domanda ebbe comunque il suo effetto se, nel settembre 1913, Luigi e due compaesani partirono per l’Istituto Salesiano di Penango Monferrato, in provincia di Asti. Con tenacia e spirito di sacrificio, superò due anni di studio in uno.
Tuttavia, qualche tempo dopo, suo padre cadde da una pianta di gelso, dove coltivava bachi da seta, e rimase paralizzato. Luigi, tornato a casa per le vacanze estive, comprese di non dover rientrare a Penango. Il pensiero del sacerdozio, comunque, non l’abbandonò.

Continua la formazione
Gli venne in aiuto il parroco Vismara, che trovò per lui un posto al Collegio Villoresi di Monza, fondato per sostenere i giovani privi di mezzi che volessero diventare sacerdoti. Luigi iniziò la IV Ginnasio il 1° ottobre 1916, ma dovette interrompere la formazione in due momenti: per assistere agli ultimi momenti di vita del padre, il 16 gennaio 1917, e per prestare servizio militare durante la prima guerra mondiale.
Dopo il congedo, Luigi riprese gli studi. Terminò il ginnasio nel Collegio Arcivescovile di Saronno, poi passò al Collegio Rotondi per i primi due anni di Teologia. Come accadeva spesso ai chierici poveri, ebbe il ruolo di prefetto, che gli consentiva di mantenersi agli studi. Proseguì i corsi teologici nel Seminario di Corso Venezia a Milano (la sede di Venegono Inferiore doveva ancora essere costruita).

Ordinazione sacerdotale e primi incarichi
Il 28 giugno 1925 fu ordinato suddiacono, il 15 agosto seguente diacono e, infine, il 19 settembre 1925 ricevette l’ordinazione presbiterale, divenendo così sacerdote della diocesi di Milano. Come primo impegno pastorale fu destinato ad occuparsi dei giovani dell’Oratorio maschile della parrocchia di Vedano Olona.
L’inizio del suo ministero sacerdotale fu contrassegnato da ogni sorta di prove, sino all’ingiustizia del carcere durante il regime fascista: accusato dai fascisti di aver organizzato un attentato al podestà locale, venne incarcerato insieme al parroco, don Pietro de Maddalena. Venne poi assolto e rilasciato quattro mesi dopo, con l’ingiunzione di non rimettere più piede a Vedano. Di conseguenza, gli venne assegnato un incarico presso la parrocchia di Santa Maria del Rosario a Milano.

A Saronno, con un’intuizione nel cuore
Nel novembre 1928 fu trasferito al santuario della Beata Vergine dei Miracoli a Saronno. Si dedicò essenzialmente alla confessione e alla direzione spirituale, ma fu anche animatore di parecchie iniziative giovanili.
Qui il suo sguardo, affinato nella prova e raggiunto da quello di Dio, imparò a guardare lontano, su un mondo segnato dalla solitudine, dalla tristezza e dall’egoismo, che «urgeva riportare all’amore di Dio». La sua intuizione era innegabilmente grande, ma bisognava attendere che il Signore indicasse la via da seguire.
Di fronte a un mondo ormai «divenuto pagano», come soleva dire, don Luigi vide profeticamente nelle comunità dei primi cristiani, che vivevano come «un cuor solo e un’anima sola», un ideale sociale in cui la carità era la prima ed irrinunciabile regola di convivenza umana, quindi il mezzo più idoneo per annunciare all’uomo contemporaneo il Vangelo di Cristo. 
I cristiani all’interno della società dovevano costituire presenze vive e testimoni di amore, ma dal di dentro nella vita di ogni giorno e nella attività professionale di ognuno, come ricordava sempre don Luigi: «Cristiani, ognuno di voi deve diventare un artista di anime e dobbiamo dipingere la bellezza di Gesù non sulla tela ma nelle anime. E il pennello dell’apostolato non caschi mai di mano».

Parroco a Lecco durante la seconda guerra mondiale
Nel 1936 fu inviato nella parrocchia di San Giovanni alla Castagna di Lecco, dove fu «sacerdote secondo il cuore di Dio» e parroco assai popolare. Si dimostrò sempre disponibile e vicino ai poveri, ai malati ed a chi come lui subiva ingiustamente persecuzioni ed angherie.
Durante la seconda guerra mondiale si prodigò particolarmente per i suoi parrocchiani impegnati al fronte. Lungi dall’immischiarsi nella politica, nascose e mise in salvo parecchi partigiani, ma durante la Liberazione si fece anche difensore dei fascisti militanti e collaborazionisti oggetto di violenza.

Nascita de «La Nostra Famiglia» e delle Piccole Apostole della Carità
Nel maggio 1933, quand’era ancora a Saronno, don Luigi aveva incontrato due signorine, Clara Cucchi e Teresa Pitteri, impegnate nell’apostolato. Con altre compagne, dal 1936, le avviò a formare una comunità, «La Nostra Famiglia», il cui scopo doveva essere «penetrare nella società con la carità dei primi cristiani».
Col tempo, delineò anche il mezzo attraverso cui compierlo: l’assistenza sociosanitaria, l’istruzione e la formazione in particolar modo delle persone disabili e svantaggiate, soprattutto dei bambini. In tal modo, educati con le migliori tecniche medico-scientifico-pedagogiche, avrebbero potuto inserirsi nella società al meglio delle loro capacità.
Dopo la promulgazione delle prime norme che regolavano gli Istituti Secolari, don Luigi chiese il riconoscimento da parte della Santa Sede della comunità da lui istituita. Il 20 dicembre 1949 le Piccole Apostole della Carità, questo il nome che fu scelto, ottennero l’approvazione definitiva. Il fondatore curò personalmente la formazione delle consacrate, senza per questo venire meno ai suoi doveri di parroco.

La morte
Il 25 agosto 1954 don Luigi accusò dei disturbi che furono ricondotti a problemi digestivi. Il pomeriggio del 28 agosto, dopo la celebrazione di un funerale, confidò alla Presidente Generale delle Piccole Apostole, Zaira Spreafico, di avere un dolore al braccio sinistro. L’indomani, l’elettrocardiogramma confermò che si trattava di un infarto in atto: per l’epoca, non c’era più nulla da fare.
Don Luigi, quindi, si dispose ad accettare la morte come volere di Dio. L’8 settembre ebbe un nuovo infarto e fu privato dell’uso della parola. A gesti, fece capire di voler ricevere l’Unzione degli Infermi. A Zaira, preoccupata per lui e per il futuro della sua opera, sussurrò come poteva: «Vedrai! Vedrai!».
Il 29 settembre 1954, silenziosamente, si spense. Come aveva spesso invitato le Piccole Apostole, fu lui stesso come il chicco di grano che muore nella terra per dar vita ad una rigogliosa spiga, cosciente però di avere svolto il suo ruolo e di aver dato alla sua comunità le coordinate ben precise di partenza e di arrivo: una linea ascendente verso Dio. 

La fama di santità
Con lui comunque non moriva solamente il fondatore di un istituto secolare o di un’opera caritativa, ma innanzitutto un parroco esemplare, che perfino l’arcivescovo di Milano, il Beato Alfredo Ildefonso Schuster (morto appena un mese prima di lui), pur se con qualche contrasto, aveva paragonato al “buon pastore” evangelico. 
Lo zelo profuso nelle opere parrocchiali, la cura per la catechesi e la liturgia, la predicazione calda e concreta e la vicinanza alla povera gente del quartiere fecero di lui un modello di vita sacerdotale, per i preti ambrosiani e non solo: come tale fu ammirato in vita ed onorato dopo la morte. A testimonianza di ciò sussistono il rimpianto della popolazione e la fama di santità che, anziché diminuire, si diffuse rapidamente e crebbe con il passare degli anni.
I suoi resti mortali, inizialmente sepolti nel cimitero di San Giovanni a Lecco, furono traslati il 10 novembre 1968 nella cappella della sede centrale de «La Nostra Famiglia» a Ponte Lambro.

La causa di beatificazione fino al decreto sulle virtù eroiche
Il 23 giugno 1987 la Santa Sede rilasciò il nulla osta per l’avvio della causa di beatificazione di don Luigi. L’inchiesta diocesana fu quindi aperta il 24 novembre 1987 e conclusa, il 23 febbraio 1991, a Ponte Lambro, alla presenza del cardinal Carlo Maria Martini, arcivescovo di Milano. Il decreto di convalida dell’inchiesta diocesana fu emesso il 22 gennaio 1993.
Il 22 giugno 1997 la “Positio super virtutibus” fu consegnata presso la Congregazione delle Cause dei Santi. Il 20 giugno 2003 la Consulta teologica diede il proprio parere positivo, confermato, il 2 dicembre 2003, da quello dei cardinali e dei vescovi membri della stessa Congregazione.
Infine, il 20 dicembre 2003, il Papa san Giovanni Paolo II autorizzò la promulgazione del decreto con cui don Luigi Monza veniva dichiarato Venerabile.

Il miracolo per la beatificazione
Come possibile miracolo per ottenere la sua beatificazione è stato preso in esame il caso di Paolo Peroni, studente che si trovava in Germania per un semestre di studi. L’11 giugno 1959 perse la coscienza ed ebbe attacchi epilettici. Ricoverato il 26 giugno presso la Clinica psichiatrica e neurologica dell’Università di Heidelberg, gli fu riscontrata un’encefalite virale acuta; entrò quindi in coma.
La famiglia del malato si rivolse allora alle Piccole Apostole della Carità: loro inviarono una reliquia di don Luigi, una ciocca dei suoi capelli, che fu posta sotto il suo cuscino. Dopo sei mesi, ai primi di dicembre 1959, Paolo si risvegliò rivolgendosi a suo padre. La sua ripresa fu completa, dal punto di vista neuro-psichico. Morì il 6 giugno 1992, per cause estranee alla precedente malattia.
L’inchiesta diocesana sul miracolo cominciò il 21 giugno 1993 e si concluse il 1° giugno 1994; fu convalidata l’8 novembre 1996. Una volta che la Commissione medica della Congregazione delle Cause dei Santi si fu pronunciata favorevolmente circa l’inspiegabilità scientifica dell’accaduto, la Consulta teologica dichiarò, il 2 febbraio 2005, l’effettivo nesso tra l’invocazione del Servo di Dio Luigi Monza e l’asserita guarigione. Lo stesso parere positivo fu emesso dai cardinali e dai vescovi della Congregazione, il 19 dicembre 2005.
Il 19 dicembre 2005, ricevendo in udienza il Prefetto della Congregazione delle Cause dei Santi, il cardinal José Saraiva Martins, papa Benedetto XVI autorizzava la promulgazione del decreto con cui la guarigione di Paolo Peroni era da considerarsi inspiegabile, completa, duratura e ottenuta per intercessione del Venerabile Luigi Monza.

La beatificazione
La sua beatificazione, insieme a quella di monsignor Luigi Biraghi, fondatore delle Suore Marcelline, è avvenuta il 30 aprile 2006, in piazza del Duomo di Milano. A presiedere il rito della beatificazione fu il cardinal Martins, come inviato del Santo Padre. Era la prima dopo le nuove norme in base alle quali celebrazioni del genere dovevano svolgersi nella diocesi che aveva promosso la causa del Beato (o dei Beati) in questione, o in un’altra località idonea.
La sua memoria liturgica, per la diocesi di Milano e per l’Istituto Secolare da lui fondato, è stata fissata al 28 settembre, il giorno prima di quello della sua nascita al Cielo. Le sue spoglie sono ora venerate in un apposito sacello, sempre nella sede centrale de «La Nostra Famiglia» a Ponte Lambro.

La sua eredità spirituale oggi
Ancora oggi le Piccole Apostole della Carità operano sia nelle strutture de «La Nostra Famiglia», sia in realtà dove prestano particolare cura e attenzione ai giovani e alle famiglie. Sono presenti in Italia, Sudan, Brasile ed Ecuador e collaborano anche in Cina, Marocco e Palestina. Il 18 gennaio 1982 il cardinal Martini ha poi riconosciuto come Pia Unione il gruppo dei Piccoli Apostoli della Carità, composto da consacrati uomini.
Il messaggio del Beato Luigi Monza affascina ancora uomini e donne, chiamati a saper valorizzare la loro vita quotidiana, il “nascondimento” della vita di tutti i giorni, che deve essere riempita di carità e generosità. Il suo insegnamento ebbe indubbiamente un fulcro nella carità, modellata sull’esempio di quelle entusiasta dei cristiani dei primi secoli, che spinge a non ignorare i fratelli ma piuttosto a farsene carico, costruendo autentici rapporti interpersonali ed impegnandosi nell’azione missionaria ed evangelizzatrice. 

Autore: Don Fabio Arduino ed Emilia Flocchini





I fascisti lo mettono per quattro mesi “al fresco”, perché quel pretino si dà troppo da fare e la squadra di calcio dell’oratorio va più forte della squadra del Littorio. Siamo nel 1927 e il pretino, don Luigi Monza, ha 29 anni, tanto entusiasmo, grande ascendente sui giovani, che raccoglie nella corale parrocchiale, che attira con la filodrammatica e con il calcio, che ospita in casa sua. Ovvio che i fascisti lo guardino con sospetto e arrivino addirittura ad organizzare un falso attentato ai loro gerarchi, pur di poterlo incastrare e farlo passare per un pericoloso sovversivo. 
È nato in un piccolo paese del Varesotto, in una famiglia ricca solo di figli e di disgrazie. Appena può si mette a lavorare nei campi, per aiutare i genitori a guadagnare la pagnotta. Il suo parroco nota in lui i segni della vocazione al sacerdozio: la sua prima reazione è una fuga, ma poi ci ripensa.
Va dai Salesiani, a Penango Monferrato, ma qualche anno dopo, tornando a casa per le vacanze estive, trova papà paralizzato a letto: si è spaccato la spina dorsale cadendo da un gelso dove stava raccogliendo foglie per i bachi da seta. È l’ennesima disgrazia di famiglia, dopo che la morte si è già portato via due fratelli; adesso mamma è sola, a lavorare nei campi, a curare papà e con un bimbo piccolo da allevare, perché il fratello maggiore è al fronte e la sorella è entrata in convento. 
Luigi non se la sente di tornare dai Salesiani e ricomincia a lavorare, facendo anche il ciabattino. Studia però di notte con l’aiuto dal parroco, che convinto della sua vocazione lo convince ad entrare a 18 anni come chierico nel Collegio Villoresi di Monza. Parte anche lui per il fronte e ritorna a guerra finita, riprendendo a studiare per recuperare il tempo perso. 
Nel 1925, dopo l’ordinazione, lo mandano a fare il viceparroco in una piccola parrocchia ed è qui che si scontra con i fascisti. Allontanato dal paese per i fatti che già abbiamo ricordato, viene destinato al santuario di Saronno, che con il suo arrivo comincia a rivivere. 
Qui gli nasce in cuore un’idea, dapprima informe e confusa, che prenderà corpo soltanto nella parrocchia di San Giovanni alla Castagna, alle spalle di Lecco, dove il cardinal Schuster lo manda nel 1936. Dà quindi vita a un sodalizio di vita comune, che, dopo la Costituzione apostolica «Provida Mater Ecclesia» del 1947, diventa l’Istituto Secolare delle Piccole Apostole della Carità. 
Senza un piano ben preciso, ma seguendo unicamente le indicazioni dello Spirito, pensa ad anime consacrate, che continuando a vivere nel mondo lo trasformino e lo convertano da un “paganesimo” che lui vede sempre più incalzante. Sono gli anni in cui anche a Fossano, in Piemonte, don Stefano Gerbaudo (per il quale è in corso la causa di beatificazione) sta concependo un progetto analogo con le sue Cenacoline. Nel 1948, infine, nasce «La Nostra Famiglia», un’istituzione per i bambini minorati psichici. 
Seguendo la sua logica del seme che solo marcendo produce frutto, don Luigi muore il 29 settembre 1954, quando la sua opera è appena agli inizi. Continua però certamente ad assisterla dal cielo, se oggi questa è presente in 8 regioni italiane e in 4 paesi del mondo, con tanti centri di riabilitazione, il più famoso dei quali è quello di Bosisio Parini. 
Aveva sempre detto che «il bene deve essere fatto bene» e che «la santità non consiste nel fare cose straordinarie ma nel fare straordinariamente bene le cose ordinarie». La Chiesa ha riconosciuto la validità di questa sua ricetta proclamando beato il 30 aprile 2006 don Luigi Monza, il sacerdote che non si accontentava di essere “farina” ma che voleva essere “lievito”.




VALENTINO ROVIRA, Beato



Commendatore del convento diSant'Eulalia in Orihuela (Spagna), ilBeato Valentino Rovira, fu un mercedariodi una certa importanza.Inviato in redenzione convertì alla fedecattolica molti giudei, eretici, sismatici esopportò molte sofferenze per laliberazione degli schiavi.Alla fine con tanti meriti acquisiti morì inpace nel suo convento di Orihuela nel1449.
L'Ordine lo festeggia il 28 settembre.
 





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Os textos são recolhidos prioritariamente do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga (os mais descritivos, até com imagens) e os restantes do 

MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e ainda eventualmente através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 


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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, (que serão diferentes e versando diversos temas - diariamente) não 
são colocados quaisquer entraves para quem quiser copiá-las




BOM ANO DE 2019


  






Capela do Senhor da Pedra 

(Miramar  -  Vila Nova de Gaia)

P  O  R  T  O




ANTÓNIO FONSECA

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Nº 3974 - Série de 2019 - (270) - SANTOS DE CADA DIA - 27 DE SETEMBRO DE 2019 - Nº 323 - DO 12º ANO

Caros Amigos:



Desejo que o resto deste Ano de 2019 traga tudo de Bom para toda a Humanidade.
As minhas melhores Saudações de
Amizade e Gratidão
para todos os leitores e/ou simples Visitantes que queiram passar os olhos por este Blogue

~







Nº  3 9 7 4


Série - 2019 - (nº  2 7 0)


27 de SETEMBRO de 2019


SANTOS DE CADA DIA

Nº  3 2 3

12º   A N O



 miscelania 008



LOUVADO SEJA PARA SEMPRE 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 
E SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA



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Todos os Católicos com verdadeira Fé, 
deverão Comemorar e Recordar
os Santos e Beatos de cada dia, além de Procurar seguir os seus exemplos


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VICENTE DE PAULO, Santo


   

Memória de São VICENTE DE PAULO que, cheio de espírito sacerdotal, se entregou ao cuidado dos pobres em Paris, França, reconhecendo em cada pessoa atribulada o rosto do Senhor. Fundou a Congregação da Missão e, com a colaboração de Santa Luísa de Marillac, também a Congregação das Filhas da Caridade, para configurar a Igreja à sua imagem primitiva para formar santamente o clero e para socorrer os necessitados. (1660)

Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Para fazer ressaltar a virtude deste Santo disse-se que foi, no seu tempo, a encarnação da Providência Divina com os pobres e necessitados; a mão visível de Deus, secando suores e enxugando lágrimas, acalmando dores e extirpando misérias. Nada lhe agradou nunca senão em Jesus, com quem vivia unido e por quem operava a todo o momento. Nos casos de dúvida, parava reflectindo e perguntava-se a si mesmo: «Que faria neste caso Jesus?» E a seguir, actuava segundo o conselho da voz interior do Espírito SantoQue bom deve ser Deus, dizia um orador insigne e Bispo do seu tempo, quando fez tão bom VICENTE!
Nasceu São VICENTE a 24 de Abril de 1581 em Pouy, Landes, França, duma família provavelmente originária de Espanha. A sua primeira ocupação foi guardar o rebanho de seus pais. Uma vez que mostrava boa inteligência, mandaram-no depois estudar com os Franciscanos. O advogado Comet pagou-lhe os gastos dos estudos  e até lhe confiou a educação dos próprios filhos. Assim, como educador e aluno ao mesmo tempo, estudou humanidades em Das.
No principio não sentia ardor para o sacerdócio, mas sobretudo temor. Os conselhos do seu professor Comet decidiram-no a favor do estado sacerdotal.
Em 1596, aos 15 anos de idade, viaja para Saragoça, a fim de cursar a Sagrada teologia. Os pais tiveram necessidade de vender um ajunta de bois para lhe fornecer o dinheiro necessário.
Aos 19 anos recebe o sacerdócio e dedica-se a dar aulas particulares; necessitava de sustentar-se. Numa viagem de Marselha a Narbona, cai prisioneiro duns corsários turcos que o vende como escravo em Tunes. Quatro vezes mudou de dono, nos dois anos que lhe durou o cativeiro.
Regressando a França, dirigiu-se a Paris. Viveu lá retirado e em silêncio, ensaiando-se com os irmãos de São João de Deus na prática da caridade. Os afagos da pobreza seguem-no por toda a parte, até que uns amigos o recomendam à rainha Margarida de Valois, que o toma por conselheiro a capelão.Os recursos económicos principiam visivelmente a melhorar com uma Abadia que lhe rende 1 200 libras anuais. Mas o Santo compreende que ainda está desorientado e assim lho diz o seu director espiritual, o Padre BÉRULLE. Em 1661 faz, sob a direcção dele, os Exercicios Espirituais de Santo Inácio de Loyola e começa a amanhecer na sua alma boa. Renuncia à abadia e à capelania, e retira-se a paroquiar uma aldeola, vizinha de Paris. Vai reconhecendo que a vontade de Deus a seu respeito está no apostolado com os pobres. O trato com os Senhores de Gondi, possuidores de muitas terras, é providencial. Dá volta a todos os lavradores que vê, aos artífices, aos mendigos e a todos os deserdados do mundo. Reúne irmãos e companheiros no sacerdócio. Os senhores de Gondi dão-lhe em 1625, nada menos de 45 000 libras para, com os rendimentos, poderem todos, ele e os companheiros missionar as povoações dos domínios deles.
A Congregação da Missão nasce em 1626, no Colégio dos Bons Meninos de Paris. Em 1632 trasladam-se para o priorado de São Lázaro, que se transforma em Casa-Mãe e no centro mais activo de todas as obras de zelo e caridade de Paris. Para la se dirigem todos os seminaristas piuco antes do sacerdócio, o clero para tomar parte nas conferências das terças-feiras, os nobres e ricos para deixarem os seus tesouros, os grandes e s os sábios para consultar o Santo.
As missões rurais forma sempre obsessão apostólica de São VICENTE DE PAULO. Enquanto lhe permitiram os cuidados da Congregação, saía ele mesmo todos os anos de Outubro e Junho.
Em Paris, fomentou arduamente a prática dos Exercicios Espirituais, especialmente entre o clero.
Fazia de pároco em Chantillon, quando um domingo se aproximou dele uma senhora, a pedir-lhe que exortasse o povo ajudar uma família pobre e doente. A gente correspondeu maravilhosamente. isto sugeriu-lhe uma organização de caridade. Reuniu senhoras a quem propôs que se encarregassem, uma cada dia, do socorro dos pobres que estivessem doentes. Assim se formou a primeira confraria de caridade, que foi aprovada pelo bispo de Lião.
As confrarias da caridade multiplicaram-se, mas precisavam de uma mulher de valor. A Providência deparou-lhe Santa LUÍSA DE MARILLAC que foi a alma e braço direito de São VICENTE DE PAULO na Fundação das Irmãs da Caridade.
Não há serviço humilde a favor dos pobres onde não estejam as Irmãs da Caridade «que terão, segundo São VICENTEpor mosteiro as casas dos enfermos, por cela um quarto de aluguer, por capela a igreja das paróquias, por claustro as ruas da cidade ou as salas dos hospitais, por clausura a obediência, por grades o temor de Deus e por véu a santa modéstia».
São VICENTE morreu quase octogenário a 27 de Setembro de 1660. Na oração litúrgica pondera a Igreja as suas virtudes apostólicas para o serviço dos pobres e para a formação dos sacerdotes.



DERMOT HURLEY, MARGARET BERMINGHAM BALL, FRANCIS TAYLOR e os seus 14 Companheiros, MÁRTIRES IRLANDESES, Beatos




Texto do livro SANTOS DE CADA DIA, de Editorial A. O. de Braga:

Foram beatificados na manhã de domingo, 27 de Setembro de 1992, quatro bispos, dois sacerdotes diocesanos, quatro sacerdotes religiosos, um religioso professo e seis leigos, qyue derramaram o seu sangue pro Jesus Cristo e pela Igreja entre os anos 1579 e 1654. Depois da beatificação, o Santo Padre assim se exprimiu:
«Louva, ó minha alma, o Senhor» (Sl 145, 1)
«E como podemos nós deixar de cantar os louvores aos 17 Mártires Irlandeses, que foram hoje beatificados? DERMOT HURLEY, MARGARET BERMINGHAM BALL, FRANCIS TAYLOR e os seus 14 Companheiros foram testemunhas fiíeis, que permaneceram inamoviveis na sua submissão a Cristo e à sua Igreja, até oa ponto de extremo sofrimento e do sacrifício final das suas vidas.
Todos os sectores do povo de deus estão representados entre estes 17 Servos de Deus: Bispos, sacerdotes, tanto seculares como religiosos, um irmão religioso e seis leigos, incluindo MARGARET BERMINGHAM BALL mulher de extraordinária integridade que não s´+on teve de suportar provações físicas, mas também à Agonia de ter sido traída pela cumplicidade do seu próprio filho»
AAS 85 (1993) 311-13; L'OSS. ROM. 4.10.1992

  
CAIO DE MILÃO, Santo


 

Em Milão na Gália Transpadana, hoje Lombardia, Itália, São CAIO bispo. (séc. III)


FLORENTINO e HILÁRIO, Santos


Na fortaleza de Bremur, território dos Éduos na Gália, hoje FrançaSão FLORENTINO que, segundo a tradição foi decapitado pelos Vândalos juntamente com Santo HILÁRIO. (séc. V)

HILTRUDES DE LIESSIES, Santo

  

No cenóbio de Liessies, no Hainaut de Austrásia, hoje França, Santa HILTRUDES virgem que viveu piedosamente retirada com seu irmão GUNTARDO abade. (800)



ADOLFO e JOÃO DE CÓRDOVA, Santos



Em Córdova, na Andaluzia, Espanha, os santos mártires ADOLFO e JOÃO irmãos que, durante a perseguição dos Mouros no tempo do rei Abd ar-Rahman II, foram coroados com o martírio por Cristo. (825)

Texto do liovro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial A. O. de Braga:

Nasceram na diocese de Sevilha, de pais nobilíssimos, ainda que desiguais em religião. Tais enlaces frequentes naqueles tempos em que os cristãos viviam com os maometanos, como hoje se passa nos países onde se professam religiões diferentes .
O pai  dos santos era maometano, e a mãe, Artémia, era cristã. Quis ela encarregar-se por si da educação de ADOLFO (ou ADULFO), de JOÃO e de ÁUREA, três frutos da benção, que o céu lhe concedeu para que enobrassem a Igreja.
Morto o pai, procurou Artémia retirar-se para um lugar onde lhe fosse livre praticar a santa religião que professava. Soube que nestas condições estavam os cristãos de Córdova, graças aos tributos que para isso lhes exigiam os sarracenos ; e, portanto, resolveu retirar-se a esta cidade, onde se recolheu no mosteiro de Santa Maria de Cuteclara, do qual foi prelada, e também mestra de São VALABONSO e de sua irmã Santa MARIA , e de muitos outros ilustres confessores que deram a vida pela fé.
Os parentes do falecido esposo, percebendo qual o fim de ARTÉMIA em se ausentar com os filhos, e reputando um desdouro que estes não seguissem a religião de seus ascendentes, escreveram, aos consanguíneos que tinham em Córdova para que procedessem de modo a atraí-los à religião de Maomé e, no caso de obstinação, a intimidá-los com  a denúncia ao juiz.
Cumpriram os parentes à risca estas instruções: vendo. porém, que debalde se lisonjeavam de os trazer ao islamismo, efectuaram a denúncia. Tomou-a o juiz em toda a consideração: mandou que os trouxessem à sua presença e disse-lhes: «Varões nobres, que por mercê do vosso pai gozais desta qualidade , com que direito seguis  a religião da vossa mãe, manchando assim a vossa ilustre prosápia com uma torpe religião Se o esplendor paterno vos enobrece, porque não condecorais as  vossas acções com a fé? Decreto é dos árabes que o filho, que se ilustra com a honra de seu pai, siga a religião dele; portanto resolvei: ou abraçar a lei que professou vosso pai, ou dispondo-vos para uma morte infamante».
Julgava o juiz que as suas palavras venceriam os dois ilustres confessores, mas ficou confuso, quando lhes responderam com aquela fortaleza que é característica do cristianismo: 
«Nenhum homem se enobrece com uma qualidade que o conduz à sua eterna perdição; como pois quereis que sigamos a religião do nosso pai , se ela é um tecido de erros e falsidades? O esplendor do nosso nascimento deve ceder o lugar à virtude,  e a nobreza dos nossos ascendentes é verdade que ensina a religião de Jesus Cristo , que é a que enobrece os seus crentes. Nós abraçamos esta lei desde os primeiros anos, e a veneramos como justa e santa, pois tudo quanto não é conforme a ela , é falso e não pode provir de Deus; por cuja confissão desde agora pomos à vossa disposição os nossos corpos, renunciando a todos os brasões da caduca nobreza que ponderais». 
Condenou-os o juiz a sofrerem a pena capital, sentença que se executou a 28 de Setembro de 852.



BONFÍLIO DE FOLIGNO, Santo



  
Em Fara, próximo de Cingoli, no Piceno hoje nas Marcas, Itália, São BONFÍLIO que, depois de ter sido bispo de Foligno passou dez anos na Terra Santa e, ao regressar a Itália. retirou-se para o mosteiro de Stóraco do qual tinha sido abade morrendo finalmente na solidão. (1115)


ELEÁZARO ou ELEÁZAR DE SABRANSanto



Em Paris, Santo ELEÁZARO ou ELEÁZAR DE SABRAN conde de Ariano que, observando a virgindade e todas as virtudes com sua esposa, a beata DELFINA morreu na flor da idade. (1323)

LOURENÇO DE RIPAFRATTABeato




Em Pistóia, na Etrúria, hoje Toscana, Itália, o Beato LOURENÇO DE RIPAFRATTA presbítero da Ordem dos Pregadores que observou fielmente durante 60 anos a disciplina religiosa e foi assíduo na administração sacramental da Penitência. (1456)


JOÃO BAPTISTA LABORIER DU VIVIERBeato


Num sórdido barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, França, o beato JOÃO BAPTISTA LABORIER DU VIVIER diácono e mártir que em tempo de perseguição contra a Igreja por causa do seu estado clerical foi condenado a cruel cativeiro, onde morreu consumido por grave enfermidade. (1794)

JOSÉ FENOLLOSA ALCAYNA e 
FIDEL DE PUZOL (Mariano Clemente Sanchis)Beato

  

Em Sagunto, Espanha, os beatos mártires JOSÉ FENOLLOSA ALCAYNA presbitero e FIDEL DE PUZOL (Mariano Clemente Sanchis) religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos que, durante o furor da perseguição religiosa derramaram o seu sangue por Cristo. (1936)
 



FRANCISCA XAVIER DE RAFELBUNOL 
(Maria Fenollosa Alcayna) e 
HERMÍNIA MARTÍNEZ AMIGÓ, Beatas

  

Em Gilet, Valência, Espanha, as beatas FRANCISCA XAVIER DE RAFELBUNOL (Maria Fenollosa Alcayna) da Ordem Terceira das Capuchinhas das Sagrada Família e HERMINIA MARTINEZ AMIGÓ  mãe de família que, na mesma perseguição religiosa confirmaram com o seu sangue a sua fidelidade ao Senhor. (1936)

MADALENA FRADERA FERRAGUTCASAS, 
MARIA DO CARMO FRADERA FERRAGUT CASAS e MARIA ROSA FRADERA FERRAGUTCASAS,  Beatas



Em Lloret del Mar, Gerona, Espanha, as beatas MADALENA FRADERA FERRAGUTCASAS, MARIA DO CARMO FRADERA FERRAGUTCASAS e MARIA ROSA FRADERA FERRAGUTCASAS virgens da Congregação das Missionárias do Coração de Maria e mártires. (1936)

 ... E AINDA  ...

ANTÓNIO DE TORRESBeato





Redentore dell'Ordine de la Mercede il Beato Antonio de Torres, fu buon esempio di vita tutta per il Signore. Trovandosi ad Algeri in Africa fu tanto oltraggiato per la difesa del Vangelo e liberò 80 cristiani dalla prigionia dei mussulmani.Finché pieno di sante opere emigrò in cielo.
L'Ordine lo fosteggia il 27 settembre.


CLARA DA RESSURREIÇÃOBeata

   


La Beata Chiara della Resurrezione, monaca mercedaria del monastero dell'Assunzione in Siviglia (Spagna), fu di esempio alle sue consorelle per l'austerità, la contemplazione e le altre virtù della vita.Inoltre si distinse per i numerosi miracoli compiuti e sempre con la mente verso le cose divine si addormentò santamente nel bacio del Signore.
L'Ordine la festeggia il 27 settembre.

FIDENZIO e TERENZIO DE TODI, Santos



Esistono due recensioni della passio di Fidenzio e Terenzio secondo la quale essi sarebbero venuti a Roma ex Calced ona Syriae, per desiderio del martirio, durante l'impero di Diocleziano e Massimiano. Arrestati e sottoposti a tormenti e al supplizio del fuoco, ne uscirono illesi. Mentre venivano condotti fuori Roma per esser decapitati in luogo a tutti ignoto, alcuni orsi sbranarono i soldati ed essi furono da un angelo nascosti in una cripta, donde poi furono guidati verso l'Umbria. Ripresi presso Todi in civitate Martana furono decapitati un 27 settembre. Sul loro sepolcro fu eretta una chiesa che ancora si vede presso Massa Martana.
Questa passio non è che una favola redatta verso il sec. IX sulla falsariga di quella dei dodici fratelli siri e di quella dei ss. Mauro e Felice.
Il Lanzoni fa presente che il Terenzio di Todi potrebbe essere il medesimo santo omonimo di Luni e di Pesaro. Il Delehaye, dopo aver osservato che di questi santi non si hanno notizie, all'infuori di quelle forniteci dalla favolosa passio, fa osservare come il 1 settembre a Todi si commemora Terenziano, avanzando l'ipotesi che il Terenzio del 27 settembre non sia altro che uno sdoppiamento del vescovo tudertino.
Le relique dei due santi sarebbero state asportate da Teodorico di Metz, nel 970, come narra Sigeberto di Gembloux nella sua Vita. Fidenzio e Terenzio sono ricordati nel Martirologio Romano alla data del 27 settembre 


LORENZO DELLA PIETÁ, Beato




Pio e santo mercedario, il Beato Lorenzo della Pietà, fu inviato in missione di redenzione in Africa. Ad Algeri ebbe a soffrire molto per il nome di Cristo e patì molti tormenti da parte dei mori in difesa della sua fede e liberò 121 schiavi da una triste servitù. Al termine della sua vita si addormentò nel bacio del Signore.
L'Ordine lo festeggia il 27 settembre. .

MARIA DELLA PURIFICAZIONE, Beata



Religiosa del monastero mercedario dell'Assunzione in Siviglia (Spagna), la Beata Maria della Purificazione, si distinse per la sua santità. Con una vita colma di virtù in quello stesso monastero raggiunse la gloria eterna del Signore e dopo la morte risplendette per insigni miracoli.
L'Ordine la festeggia il 27 settembre
.


PAOLO SANSON , Beato



Missionario in terra Capayana, il Beato Paolo Sanson, mercedario zelante per il bene delle anime si prodigò tanto per portare la parola di Cristo Convertì molti indios capayani alla religione cattolica ma infine da un gruppo di questi che esortava alla conversione, fu preso e trafitto dalle frecce raggiungendo così vittorioso la corona dei martiri.
L'Ordine lo festeggia il 27 settembre


SIGEBERTO II, Santo



 Poche e scarne notizie ci sono pervenute circa l’esistenza terrena del re martire Sigeberto II dell’Est Anglia, come anche per gli altri sovrani inglesi venerati come santi risalenti all’incirca a quel periodo.
Il nome “Sigeberto” fu portato da diversi sovrani dell’Est Anglia, dell’Essex e d’Austrasia. Alcuni di essi furono venerati come santi, come per esempio San Sigeberto il Buono, re dell’Essex, e San Sigeberto III il Giovane, re d’Austrasia. Il santo invece oggi in questione sarebbe stato un figliastro del re Redwald dell’Est Anglia. Tra i due vi era però un irrefrenabile e costante attrito, che portò il giovane Sigeberto ad essere esiliato in Gallia per tutta la durata dei regni del patrigno e del fratello Earpwald. Nel frattempo Sigeberto ebbe occasione di ricevere il battesimo ed in seguito si cimentò in una vita cristiana sempre più attiva ed impegnata. Nel 629 fu assassinato Earpwald e, dopo ben tre anni d’interregno, poté finalmente essere incoronato Sigeberto II.
Il suo principale progetto fu la conversione al cristianesimo del suo popolo e in ciò fu coadiuvato dal prezioso ausilio di San Felice di Dunwich e di San Fursa, missionario irlandese. Quest’ultimo, grazie all’aiuto del re Sigeberto, fondò un nuovo monastero a Cnobheresburg.
Dopo alcuni anni di regno Sigeberto II decise di abdicare in favore di suo cognato Ecgric e di entrare nel monastero di Betrichsworth, oggi conoscito come Bury St. Edmunds.
Nel 636 l’Est Anglia fu attaccata da un re pagano, Penda di Mercia, e Sigeberto si vide dunque costretto a lasciare l’abito monastico per guidare l’esercito. Accettò però con riluttanza e, secondo la tradizione, pose la condizione di partecipare alla battaglia disarmato. San Beda il Venerabile scrisse di lui che “non voleva portare con sé neanche un bastone”.
Inevitabilmente il 27 settembre 637 Sigeberto cadde in battaglia con il re Ecgric. I suoi ex sudditi acclamarono subito Sigeberto quale “martire” e fu da allora commemorato nell’anniversario della morte e talvolta in alcuni calendari inglesi il 25 gennaio.
In seguito gli fu erroneamente attribuito l’epistolario con San Desiderio di Cahors, redatto in realtà da San Sigeberto III d’Austrasia.
La vicenda San Sigeberto II è paragonabile a quella di altri santi re anglosassoni, come San Chenelmo e Sant’Edoardo II, e scandinavi, come Erik IX di Svezia e Olav II di Norvegia. Come avvenuto anche per molti martiri del XX secolo, il concetto di martirio è stato dunque esteso a casi di morte violenta a causa della giustizia, “per testimonium caritatis heroicis”.




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Os textos são recolhidos prioritariamente do Livro SANTOS DE CADA DIA, da Editorial de Braga (os mais descritivos, até com imagens) e os restantes do 

MARTIROLÓGIO ROMANO
Ed. Conferência Episcopal Portuguesa - MMXIII

e ainda eventualmente através dos sites:


 Wikipédia.org; Santiebeati.it; es.catholic.net/santoral, 


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Também no que se refere às imagens que aparecem aqui no fim das mensagens diárias, são recolhidas aleatoriamente ou através de fotos próprias que vou obtendo, ou transferindo-as das redes sociais e que creio, serem livres. 
Quanto às de minha autoria, (que serão diferentes e versando diversos temas - diariamente) não 
são colocados quaisquer entraves para quem quiser copiá-las



BOM ANO DE 2019


  






Capela do Senhor da Pedra 

(Miramar  -  Vila Nova de Gaia)

P  O  R  T  O




ANTÓNIO FONSECA

Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

   Caros Amigos 17º ano com início na edição  Nº 5 469  OBSERVAÇÃO: Hoje inicia-se nova numeração anual Este é, portanto, o 277º  Número da ...