sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Nº 1548-1 - (32-13) - SANTOS DE CADA DIA - 1 de Fevereiro de 2013 - 5º ANO

antoniofonseca1940@hotmail.com

Nº 1548

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Nº 1548-1 - (32-13)


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Nº 1548-1 – (32-13)


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VIRIDIANA, Santa

Penitente (1178-1242)

 

Nasceu em Castel Fiorentino (Toscana), pelo ano de 1178; e lá morreu no dia 1 de Fevereiro de 1242. É muito raro o caso duma Santa que se expõe voluntariamente aos ataques do demónio. Foi o que fez Viridiana (ou Veridiana) Attavanti, filha dum senhor com esse apelido. Murada numa cela, viveu 34 anos na sua cidadezinha. Cumulada de favores celestiais e julgando serem eles ventura demasiada, obteve de Nosso Senhor compartilhar as perseguições por Santo Antão sofridas da parte dos demónios. Estes entraram nela sob a forma de duas serpentes, que a atormentaram até à véspera da morte. essa possessão não fez que os êxtases se tornassem menos frequentes e a alegria interior cresceu mesmo. São Francisco veio visitá-la por 1221.

Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ANTÓNIO o Peregrino, Beato

Confessor (1267)
 
António, nascido em Pádua quando o tirano Ecelino lá cometia toda a espécie de crimes, saiu da sua cidade e percorreu diversos países mendigando. Visitou deste modo os Lugares Santos; de Jerusalém passou a Santiago de Compostela, a Roma e ao Loreto, e depois a outras localidades onde se encontravam relíquias dalgum apóstolo ou santo. Desta circunstância veio-lhe o nome de Peregrino.
Regressando a Pádua, aí passou o resto dos seus dias, completamente ignorado. Só com a morte se veio a saber, por escrito encontrado no seu corpo, que descendia da ilustre familia dos Marzi; e o papel dizia porque adoptara ele esse género de vida. O seu túmulo foi ilustrado por milagres; houve para com os seus restos grande veneração e chegou-se a pedir que o seu nome fosse inscrito no catálogo dos santos.
Alguns autores dizem que foi da ordem dos camaldulenses, particularidade que não parece verosímil.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

ANDRÉ DE SÉGNI, Santo

Confessor (1230-1302)
 
Andrés Segni, Beato
 
Nasceu em Anâgni (Itália), pelo ano de 1230. Logo que foi recebido na Ordem franciscana, conseguiu licença para sair de Roma, a fim de ir viver numa gruta dos Apeninos. isto contrariou a familia, na qual se procuravam honras. Assim, apenas cingiu a tiara, o seu tio Alexandre IV (1254-1261) foi lá para o tirar da gruta e o fazer cardeal; mas André negou-se e Alexandre teve de retirar-se. 25 anos mais tarde, foi a Bonifácio VIII, seu sobrinho, que o humilde religioso recusou o chapéu que o papa lhe enviara. muito edificado, Bonifácio desejava viver o bastante para colocar o sobrinho nos altares, mas não pôde, tendo morrido ambos quase ao mesmo tempo.
André de Segni figura entre os santos inteligentíssimos. Era preciso sê-lo para brilhar como brilhou na teologia, quando Tomás de Aquino, Boaventura e Duns Escoto mantinham a dianteira. O seu caso embaraça os que não aceitam o sobrenatural e sentem contrariedade por outras pessoas não menos inteligentes acreditarem nele. André, por exemplo, acreditava nos demónios e nas almas do purgatório. Reconhecia que o demónio, em certos momentos, o tinha perseguido muito; e confessava que tinham voltado defuntos de além-campa revelar-lhe a sorte que tinham tido.
Nos últimos anos, André, segundo o seu biógrafo, “levou vida mais angélica que humana”. A cada passo caía em êxtase, nesse estado em que a alma, perdendo consciência do espaço e do tempo, é como que levada para o seio de Deus e nele goza alegrias inexprimíveis.
Faleceu a 1 de Fevereiro de 1302.
 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

MARIA VAIBLOT, ODÍLIA BAUMGARTEN, Beatas

e mais 97 Companheiros

Mártires (1-2-1794) em Angers, França
 

Trata-se de duas Irmãs de São Vicente de Paulo, duma monja beneditina, de 12 Padres seculares e de 84 leigos (4 homens e 80 entre mulheres e meninas). Foram, todos fuzilados em Angers, em 1 de fevereiro de 1794, durante a Revolução Francesa. No dia 26 de Junho apresentaremos, entre os “Santos de cada dia”, também, Filhas da Caridade fuziladas, mas estas em Arrás.

A beatificação do grande número de Angers realizou-a João Paulo II a 19 de fevereiro de 1984. Mas ocupar-nos-emos aqui unicamente das duas Irmãs ou Filhas da Caridade, pois os outros heroísmos não têm culto litúrgico em Portugal.

Maria Ana Vaiblot nasceu em 1734, em Fontainebleau, França. Os anos passados na familia e a origem da sua vocação escapam ao nosso conhecimento. Aos 27 anos, começou o Postulantado nas Filhas da Caridade e entrou no seminário delas em Paris. O seu quinto destino na vida religiosa foi a cidade de Angers, onde se ocupou da despensa e do armazém no Hospital de São João.

Odília Baumgarten nasceu a 15 de Novembro de 1750, em Gondrexange, na Lorena, atualmente França. Aos 24 anos trocou o moinho familiar pelo Postulantado, em Metz, e veio a entrar no seminário em 1775. Colocada em Brest no ano seguinte, de lá seguiu para Angers em 1777, onde teve a seu cargo a responsabilidade da farmácia.

Como consequência da Revolução Francesa, foram as duas levadas em 1794 do Hospital para um antigo convento, transformado em prisão. Publicada em 1791 a Constituição Civil (e não eclesiástica) do Clero, Religiosos e Religiosas, foram os Bispos, os Párocos, os Coadjutores e as Religiosas, todos obrigados a fazer “juramento de fidelidade à Nação, á lei e ao Rei, e de manter com todo o seu poder a Constituição decretada pela Assembleia Nacional e aceite pelo rei”; isto sob pena de supressão do vencimento que recebiam. A capela do Hospital recebeu ordem de fechar as portas. Era a primeira vez, nesse Abril de 1791, que as Irmãs sentiam pessoalmente as perseguições da Revolução; até essa altura, não as tinham conhecido senão por “ouvirem dizer”.

Seguiram-se a dissolução das comunidades e a perseguição dentro do Hospital de S. João de Angers. A 19 de Janeiro de 1794, foram presas três Irmãs: a Superiora Taillade e outras duas, Vaiblot e Odília. Mas a primeira foi, pouco mais tarde, separada das outras. Os revolucionários “estavam resolvidos a sacrificá-las (as Irmãs Vaiblot e Odília), pensando com isso fazer impressão na Superiora e nas outras Irmãs, que até esse momento tinham persistido em recusar o juramento”.

Em 1794,  foram as duas levadas dio Hospital para um antigo convento transformado em prisão. Oito dias passados, o Comissário Vacheron interrogou a primeira. Depois da passagem de outros reclusos, “chega a Irmã Maria Ana, a quem perguntaram: Donde és tu? Porque é que estás aqui? – Não sei, a não ser por ter recusado o juramento. – Porque é que não o quiseste fazer? – A minha consciência não mo permite. Fiz o sacrifício de deixar os meus pais, ainda muito nova, a fim de vir para o serviço dos pobres; fiz o sacrifício de tirar o meu uniforme (o hábito), e mesmo o de usar a insígnia nacional”. A estas últimas frases, Vacheron ficou em tal fúria, que desconcertou a Irmã e ela só pôde responder-lhe: “Fareis de mim o que quiserdes”. De novo, recomeçou a violência dele e disse para Brémaud, secretário: “Escreve, far-se-á dela o que se quiser”. Mandou um polícia tirar-lhe a insígnia nacional e disse-lhe: “Então não sabes que são punidos de morte os refractários à lei?” Ela deu a mesma resposta.

Mandaram vir a Irmã Odília, a quem fizeram a mesma pergunta. Vacheron contentou-se com dizer à Irmã Odília: “Não tens outra resposta a dar, senão a da tua Irmã? – Não, disse ela: a não ser que a minha consciência não me permite prestar o juramento. – Escreve, secretário: “mesma resposta que a outra Irmã”; e mandou a esta tirar a insígnia tricolor”.

O “Processo das pessoas condenadas a fuzilamento” refere: “Maria Ana Vaiblot, de sessenta anos de idade… disse que o motivo da sua prisão é porque não prestou o juramento: não quer fazê-lo, não receia que se disponha dela seja como for; nas suas respostas reconhece-se que ela é uma fanática e uma rebelde às leis do seu país; nunca ouviu a Missa do padre ajuramentado”.

Quase com as mesmas palavras, fala o documento a respeito de Odília Baumgarten, de quarenta e três anos de idade. À margem, porém, o relativo a cada uma delas tema a letra “f”, que significa fuzilamento. Mas não se encontram em parte alguma vestígios dum julgamento regular, pronunciado pela Comissão Militar. Vacheron era apenas o delegado para um interrogatório, mas adivinhava o que iria seguir-se.

As duas foram reconduzidas à prisão, onde eram visitadas por uma sempre pronta criada do hospital, Marta, que nos conservou o seguinte relato: “Na sexta-feira, a Irmã Maria Ana disse: «Parece-me que vamos morrer amanhã e que, à primeira descarga, apenas eu ficarei ferida» – «Sim, disse a Irmã Odília, mas eu cairei logo morta, atravessada por diversas balas». Assim, terá o Senhor, por Si mesmo, prevenido e fortalecido as suas mártires, antes do combate.

O dia 1 de Fevereiro era para as Irmãs um aniversário querido: em S. João bem se sabia que fora nesse dia, em 1646, que Santa Luísa de Marillac assinara o contrato oficial de fundação do Hospital, Para as gerações futuras, essa data ia ser duplamente abençoada, tornando-se também a do martírio das duas Irmãs.

Na manhã de 1 de Fevereiro. o Comissário apresentou-se no cárcere exibindo uma lista de nomes. Depois, o cortejo foi de mais de duzentas pessoas (a maior parte mulheres), atadas duas a duas à corda central.

Guardadas por soldados a cavalo e policias, penosamente avançavam os presos seguindo a rua estreita. O cortejo era cortado por carroças, transportando os presos que já não podiam mover-se; amontoavam-se, no dizer das testemunhas, como se fossem sacos de trigo; os encarregados punham os últimos em, cima dos que estavam por baixo, e guindavam, para cima destes, outros. Os mais doentes, colocados por baixo, chegaram ao destino já mortos. Mas havia cabeças de desgraçados que saíam para fora dos bordos das carroças, sendo arrastados quase pelo chão, com olhos muito vermelhos e a gritarem “Matem-nos!”.

Segundo um caderninho conservado, “a doce Irmã Odília pareceu um tanto perturbada à vista dos preparativos, e receou que lhe faltasse a coragem; mas, ao sair da prisão, apoiada no braço da Irmã Maria Ana (porque ambas estavam atadas com a mesma corda), encontrou, na firmeza dessa nobre amiga, uma força de ânimo que, daí por diante, expulsou qualquer temor”.

Os condenados avançavam entre os seus carrascos, isto é, por meio de alas de soldados armados de espingardas, e iam rezando salmos e cânticos da Igreja. A iniciativa dessa oração proveio das Irmãs Vicentinas.

Por outro lado, o caderninho, nota: “Uma e outra olhavam-se com piedosa e terna afeição, e testemunhas houve que, ao longo do caminho, ouviram sair dos lábios das duas enternecedoras vítimas estas palavras, várias vezes repetidas e por nenhuma lágrima entrecortadas: «Uma coroa nos está reservada, não a percamos hoje».

Às companheiras, que lhes estavam mais próximas, as nossas Irmãs repetiam,: «Ainda um esforço, e a vilória é nossa». Voltando-se para Nossa Senhora, as condenadas disseram-lhe: «Ponho a minha confiança, Virgem Santíssima, no vosso auxilio».

Um incidente dramático, cuja memória a tradição guardou fielmente,fez parar o cortejo por alguns minutos:

«A Irmã Odilia deixou cair o terço; trazia-o, provavelmente, debaixo da roupa, pois tal objeto não teria sido tolerado doutra forma. Esta pobre Irmã, querendo apanhá-lo, pôs a mão em cima duma pedra ao baixar-se: mas, no mesmo instante, um dos carrascos aproximou-se e esmigalhou-lhe a mão com uma coronhada. Uma mulher do povo, conhecedora do Hospital e que até essa altura se tinha perdido na multidão, apanhou o terço, que mais tarde foi entregar, ao ser restabelecida a paz. Foi assim que se veio a conhecer esta particularidade».

Quando não deve ter tremido a Irmã Maria Ana durante esses minutos angustiantes, receando ver a Irmã Odilia atirada para uma das horríveis carroças do cortejo, como aconteceu a uma das mulheres que, caindo desmaiada numa valeta, foi atirada para cima das outras doentes, como uma trouxa de roupa suja!

A corajosa insistência da Irmã Maria Ana salvara a Irmã Odília; mas no meio de quantos gritos, injúrias e blasfémias se terá passado estaca cena!

Ainda alguns metros e o cortejo, que retomara a marcha, chegava a uma planície. As vítimas, caminhando numa atmosfera de ódio, penetraram no recinto, chamado “Haie aux Bonshommes” (Sebe dos Homenzinhos). Os sapadores, na véspera da execução, cavaram fossas; com as pás, tinham atirado a terra, em montes, para o lado das covas; estras alinhavam-se regularmente. sendo o fuzilamento desde 1º de fevereiro o sétimo, as vítimas, para chegarem às covas que lhes estavam destinadas precisavam de desfilar diante das sepulturas dos fuzilamentos anteriores, cobertas apenas com um pouco de terra.

As nossas Irmãs penetraram, portanto, no recinto. “A vista da cova aberta, que as esperava, não as fez sequer recuar de medo, e o seu queixume não se misturou com o grito de horror que aflorava a todos os peitos aos mesmo tempo. Foi nesse momento que a Irmã Maria Ana, com voz firme, entoou a Ladainha de Nossa Senhora: Santa Maria, rogai por nós; Porta do Céu, rogai por nós… As supremas invocações foram repetidas pela multidão dos condenados; dir-se-ia uma piedosa procissão».

O pobre grupo alinhou-se ao longo das covas. Quer as nossas Irmãs estivessem no fim do cortejo, quer, pelo contrário, estivessem à cabeça dele, não tinham sido reconhecidas senão por poucas pessoas. Ao descobrirem-se atadas uma à outratão simples, tão recolhidas na sua fervorosa preceas outras vítimas, num impulso de tocante emoção, exclamaram: «Irmãs, Irmãs do Hospital! Elas também! Não é possível! Elas não devem morrer como nós E um grito se ergueu, repetido por nós: «Perdão para as Irmãs».

O velho manuscrito conta a cena espantosa que se segue. “Os assassinos surpreendem-se e as suas mãos homicidas ficam paralisadas. Neles, o ódio cede o lugar à admiração. Ficam, por assim dizer, subjugados pelo ascendente da virtude e da coragem, e são como que chamados à sua realidade de homens. O terror parece mesmo suspenso nas fileiras espessas das outras 398 vítimas que, postas todas em ordem de batalha junto da grande fossa, se incitam entre si a morrer cristãmente, a exemplo de Maria Ana e de Odilia, cujos nomes são repetidos com amor e fervor.

O comandante (sem dúvida o terrível Ménard, que dirigia todas as execuções) já não aguenta mais: avança para as duas heroínas para as salvar; a misericórdia entrou no seu coração juntamente com a admiração. Mas um silêncio nunca visto estabeleceu-se por sua voz:

Cidadãs, disse-lhes ele, ainda é tempo de escapar à morte de que estais ameaçadas. Vós tendes prestado serviços à humanidade. Quê!, por um juramento, que vos é pedido, vós quereríeis dar a vossa vida e deixar de realizar as boas obras que sempre tendes praticado? Não seja assim. Voltai para vossa casa, continuai a prestar os serviços que tendes prestado, não façais o juramento, visto repugnar-vos e contrariar-vos; eu encarrego-me de dizer que o prestastes, e dou-vos a minha palavra de que nada vos acontecerá, nem as vossas companheiras».

Quantos, continua o texto antigo, entre as vítimas, a esta linguagem, a que não faltam coragem e nobreza, se teriam, agarrado à vida? Mas, as mulheres de então, e as Religiosas especialmente, tinham delicadezas de consciência admiráveis, que hoje mal podemos imaginar

Cidadão, respondeu Maria Ana, não só não queremos fazer o juramento, mas nem sequer queremos passar por o ter feito”.

Esta resposta desconcertou o comandante, que, aliás, ele próprio, sob a pressão do terror, receou ter sido demasiado misericordioso. Com efeito, tinha visto, perto dele, o grupo da Comissão Militar a cavalo. Insistir, seria comprometer-se. “Preferiu, como Pilatos, atuar e sentenciar contra a sua consciência”. E deu ordem para disparar.

Os grupos sucediam-se diante do pelotão executor. Os piedosos cânticos prosseguiam; mas, pouco a pouco, o canto ia perdendo força, as vozes diminuíam,. Os corpos caíam, nas covas, outros desfaleciam à beira delas e procuravam levantar-se; havia gritos, estertores. A execução foi demorada, feita contra grupos de vinte pessoas. As nossas Irmãs parece terem sido as últimas vítimas.

A Irmã Maria Ana não caiu ao primeiro tiro, que apenas lhe quebrou um braço. com o outro, amparou a irmã Odilia, ensanguentada e inanimada. Como Santo Estevão, a Irmã Maria Ana rezava pelos seus perseguidores. “Meu Deus, eles não sabem o que fazem”, dizia ela.

Por ordem dos representantes e em sua presença, os cadáveres eram imediatamente despojados do vestuário e de tudo quanto tivesse qualquer valor: relógios, fios de oiro, anéis , dinheiro, etc.

Foi na ocasião dessa pilhagem, conta uma das testemunhas, que um oficial, provavelmente aquele que tinha procurado salvar as nossa Irmãs, arrancou ele próprio as roupas ensanguentadas da Irmã Maria Ana e levou-as com,o relíquia. nenhuns dos carrascos se atreveu a censurá-lo. Conta-se mesmo que, em resposta a uma pergunta dum deles, que desejava saber o que ele pretendia fazer daqueles farrapos de vestuário, ele terá dito: “São para mim, e não me tentariam 300 libras para me desfazer deles”.

E, enquanto os carrascos voltavam, para as suas casas, ufanos por terem exterminado tantos “patifes”, e o grupinho dos amigos destes se afastava consternado, o grande silêncio e a paz do Céu desciam sobre o campo dos Mártires.

O Fundador das Filhas da Caridade, São Vicente de Paulo, 146 anos mais cedo, em 1648, previa, ao menos parece, o heroísmo das beatas Maria Ana Vaiblot e Odília Baumgarten, ao dizer:

“Há-as entre vós, minhas queridas Irmãs, eu sei, por graça de Deus, têm tanto amor à sua vocação que se deixariam crucificar, dilacerar e cortar em pedaços, antes do que suportar qualquer coisa de contrário”.

 

 
Transcrição direta através do livro SANTOS DE CADA DIA, de www.jesuitas.pt

JOANA FRANCISCA (ANA) MICHELOTTI, Beata

Fundadora (1843-1888)

Juana Francisca (Ana) Michelotti, Beata

Juana Francisca (Ana) Michelotti, Beata

 

O seu nome de religiosa é Joana Francisca da Visitação, fundadora da Congregação das Pequenas Servas do Sagrado Coração de Jesus. No dia da sua beatificação, a 1 de Novembro de 1975, João Paulo II assim retratou a figura da beata:

Uma misteriosa e contínua chamada ao sofrimento; eis sintetizada a vida, breve e intensa, de Ana Michelotti, Joana Francisca da Visitação, nascida em Annecy, em 1843, e falecida em Turim, em 1888, com 44 anos.

A espiritualidade salesiana acompanha-a nesta trajetória, marcada pela pobreza, pela humildade, pela incompreensão e pela cruz. Os seus amores, desde criança, inculcados depois às suas Pequenas Servas do Sagrado Coração de Jesus, foram: o sacrário e os doentes pobres, para os quais fundou a sua Congregação.

É uma luz de amor que brilha e se acende nos tugúrios da grande cidade que muitas vezes ignora quem sofre. Esta luz mostra-nos a todos o puro amor de deus que Se imola pelos mais pobres e abandonados».

A inclinação para visitar os doentes veio-lhe desde os 12 anos, quando fez a primeira comunhão e começou a acompanhar a sua piedosa mãe nestes atos de caridade. Aos 17 anos ingressou no Instituto das Irmãs de S. Carlos, que se destinava à instrução e educação da juventude. Sentindo que essa não era a sua vocação, saiu.

Órfã de pai e mãe, entregou-se a visitar os doentes pobres nas suas casas até que, em 1869, com uma amiga, Catarina Dufaut, ex-noviça das Irmãs de S. José de Annecy, continuaram esse trabalho com o nome das Pequenas Servas. Vão seguir-se cinco anos de grandes contratempos e sofrimentos, mas por fim, no dia 8 de Agosto de 1875, o Arcebispo D. Lorenzo Gastaldi reconheceu oficialmente a nova congregação, que em 1979 contava com 22 casas (três das quais em Madagáscar), com 229 membrosAAS 68 (1976) 253-6; L’OSS. ROM 9.9.1975; DIP 5, 1281-3; DIP 6, 1619.

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Brígida, Santa

Patrona de Irlanda

Brígida, Santa

Brígida, Santa

Patrona de Irlanda junto com os santos Patricio e Columba

Martirologio Romano: En Kildare, en Irlanda, santa Brígida, abadesa, que fundó uno de los primeros monasterios de la isla y, según se cuenta, continuó el trabajo de evangelización iniciado por san Patricio (c. 525).

Parece una contradicción, pero a pesar de su gran fama que la hace pasar por la santa más conocida de Irlanda y de estar unidos a su figura gran cantidad de elementos festivos y folclóricos se conocen muy pocos hechos históricos sobre su vida.
Fue Cogitosus que vivió del 620 al 680 su primer biógrafo, pero -lastimosamente- poco escribe acerca de la vida terrena de la santa; su escrito se pierde en descripciones sociales y religiosas en torno al monasterio de Kindale, probablemente mixto y con jurisdicción quasi-episcopal, fundado por Brígida.
También existen himnos y poemas irlandeses de los siglos VII y VIII que en sí mismos testimonian el culto que se tributaba a la santa irlandesa.
Un poco más adelante, el obispo de Fiésole, Donatus, a mitad del siglo IX, escribe su vida en verso y este debió ser el vehículo de la rápida difusión de su culto por Europa.
Pero de esta carencia de datos que impiden el diseño de un perfil hagiográfico completo; la religiosidad popular y el calor de las gentes por su santa ha suplido con creces la grandeza de su vida fiel al Evangelio y entregada a su vocación religiosa.
Del hecho de pertenecer Brígida a una tribu inferior en su tiempo, concretamente la de Forthairt, la fantasía la hace nacer del fruto de la unión -extraña al matrimonio- de su padre, Duptaco, con una bellísima esclava, con todos los problemas que esto produce en el entorno familiar legítimo, desde el disgusto de la esposa hasta la proposición de su venta. Claro que de esto se sacará la noble lección de que Dios puede tener planes insospechados para los espúreos inculpables que pueden llegar a las cimas más altas de la santidad y dejar tras de sí una estela de bien para la gente.
Heredada la extrahermosura de su madre, para no ser ocasión de pecado y no ser ya más pedida en matrimonio, pide a Dios que la haga fea. ¿Para qué quiere la hermosura quien sólo piensa en Dios? Ha decidido entrar en religión. Derrama lágrimas abundantes y son escuchados sus ruegos con un reventón del ojo; por este favor da gracias a Dios que luego le devuelve todo su esplendor. La lección está clara: quien posee al Amor desprecia lo que a tantas vuelve locas y vanas para alcanzar un amor.
También los pobres están presentes en el relato; no podría concebirse santidad sin caridad. Y ahora es la vaca su cómplice; nunca se secaron las ubres, una y otra vez ordeñadas por Brígida, cuando había que remediar a un menesteroso. La vaca ha quedado presente, como emblema, en las representaciones pictóricas de los artistas, junto a la imagen de la santa.
Y aún hay más; sí, son inagotables los relatos de bondades. Se habla de leprosos curados y de monjas tibias descubiertas; la muda Doria comienza a hablar y termina sus días como religiosa en el convento; frustra asesinatos; da vista a ciegos y... como expresión del estilo de un pueblo ¡convierte el agua de su baño en cerveza para apagar la sed!
Los himnos, versos, poemas y canciones populares -con sencillez y regocijo- muestran el calor de un pueblo por su santa y
dice con sus leyes lo que las de la crítica histórica ni puede ni debe decir.

Raimundo de Fitero, Santo

Abad y Fundador

Raimundo de Fitero, Santo

Raimundo de Fitero, Santo

Fundador da Ordem de Calatrava

Martirologio Romano: En la villa de Ciruelos, en la región española de Castilla la Nueva, san Raimundo, abad de Fitero, que fundó la Orden de Calatrava y trabajó en favor de la cristiandad (c. 1160).
Fecha de canonización: 1719 por el Papa Clemente XI

Abad del monasterio cisterciense de Fitero en Navarra, y fundador de la Orden militar de Calatrava.
Se llamaba Raymundo Sierra o Raymond Serrat. Aunque documentalmente no puede probarse, lo más probable es que naciera en Saint Gaudens de Garona, en Francia, y que la época fue a comienzos del siglo XII. Algunos autores sitúan su nacimiento en Tarazona (Aragón), y otros afirman que fue en Barcelona.
Aparece como canónigo en Tarazona, atestiguado documentalmente por testimonio de su primer obispo, Don Miguel, monje benedictino. De aquí pasó a monje del monasterio cisterciense de Nuestra Señora de Sacala Dei, en Gascuña, y de ahí fue enviado como prior a la nueva fundación que Don Bernardo determinó hacer en España.
Se asentaron los nuevos monjes en el monte que llaman Yerga, con consentimiento del rey. En 1140 Alfonso VII les donó la villa de Nienzabas que había quedado asolada por los moros; aquí fundaron el monasterio de Nienzabas del que fue abad Raymundo a la muerte de Durando, alrededor del año 1144. Lo eligieron abad por la fama que tenía de santo y taumaturgo. Con el título y oficio de abad aparece ya en la escritura del 1146, al donar el rey al monasterio los dominios de Serna de Cervera y Baños de Tudescón, actuales balnearios de Fitero.
En 1148 asistió al capítulo general de la orden del Císter, en calidad de abad; en ese concilio estuvo presente el papa Eugenio III, que también era cisterciense.
Raymundo trasladó ese mismo año el monasterio al mejor sitio de Castejón, recibió la donación real del castillo de Tulungen y, en la heredad donada por Don Pedro Tizón y su esposa Doña Toda, fundó en 1150 el de Santa María de Fitero del que será el primer abad.
Diego de Velázquez es un monje que en tiempo pasado fue soldado y amigo del rey Sancho.
Raymundo y él se encuentran en Toledo el año 1158. Diego ha escuchado al rey el gran peligro que corre la plaza de Calatrava confiada años atrás por Alfonso VII a los Templarios, pero que ahora está casi desguarnecida que es por el momento la llave estratégica de Toledo. El peligro es grande por la proximidad de los almohades. Raymundo y Diego piden al rey la defensa de la plaza y con los monjes traídos de Fitero más un ejército formado por campesinos y artesanos consiguen defender la plaza y ahuyentar a los moros. En premio, el rey Sancho III les concede el dominio de Calatrava donde Raymundo funda el mismo año la Orden mitad monjes obedientes al toque de la campana, mitad soldados obedientes al toque de la trompeta que fue aprobada posteriormente por el papa Alejandro III, por bula de 25 de setiembre de 1164, cuando ya había muerto su fundador.
Raymundo murió en 1163 en Ciruelos y allí se enterró. En 1471 se trasladaron sus restos al monasterio cisterciense de Monte León de Toledo y, desde el siglo XIX, las reliquias del santo se encuentran en la catedral de Toledo.
Si los creyentes actuales quisiéramos imponer nuestra santa fe con la violencia, ya tendríamos que empezar por gestionar quién quisiera vendernos una bomba de hidrógeno; pero ese supuesto sería irreconciliable con la dignidad de las personas y el respeto a su dignidad, seríamos calificados inmediatamente de fanáticos y fundamentalistas; habríamos ciertamente perdido el norte de la caridad que califica a los cristianos como auténticos discípulos de Cristo, y nuestro modo de hacer supondría una renuncia total a los postulados de la convivencia democrática.
Desde luego, habríamos dejado de confiar en los medios de siempre oración, mortificación y buen ejemplo para ser sembradores de paz y de alegría que es el vehículo normal de transmisión de la fe, siempre don del Espíritu Santo. Pero, aunque hoy nos pueda parecer impropio de un santo vivir con la espada en la mano por la mañana y en oración adorante por la noche, la historia es así; juzgar los hechos pasados con la mentalidad actual es caer en un anacronismo.

Reginaldo de Orleães, Beato

Presbítero Dominicano

Reginaldo de Orleans, Beato

Reginaldo de Orleans, Beato

Presbítero Dominicano

Martirologio Romano: En París, en Francia, beato Reginaldo de Orleans, presbítero, quien, de paso por Roma, conmovido por la predicación de santo Domingo entró en la Orden de Predicadores, a la que atrajo a muchos con el ejemplo de sus virtudes y el ardor de su palabra (1220).
Etimología: Reginaldo = Aquel que tiene la protección del Rey, es de origen germánico.
Fecha de beatificación: El culto fue confirmado el 8 de julio de 1875 por el Papa Pío IX.

Reginaldo de Saint Gilles nació en Orléans (Francia). Entró en la Orden de Predicadores por mediación milagrosa de la Virgen María y profesó en manos de Sto. Domingo. Era un predicador ardoroso, que en breve tiempo llevó muchas vocaciones a la Orden. Murió en París hacia el 12 de febrero de 1220 y fue sepultado en la Iglesia benedictina de Notre-Dame des Champs, de donde su cuerpo desapareció durante la revolución de finales del s. XVIII.
De la obra Orígenes de la Orden de Predicadores del Beato Jordán de Sajonia:
"El mismo año 1218, estando en Roma el Maestro Domingo, llegó allí el maestro Reginaldo, deán de San Aniano de Orléans, con intención de embarcarse. Varón de gran fama, docto, célebre por su dignidad por haber regentado durante cinco años en París la cátedra de derecho canónico. Habiendo llegado a Roma fue preso de una grave enfermedad en el transcurso de la cual lo visitaba de vez en cuándo el Maestro Domingo. Exhortándolo éste a abrazar la pobreza de Cristo y asociarse a su Orden dio su libre y pleno asentimiento, de tal manera qué hasta hizo voto de abrazarla.
Fue ciertamente librado de aquella mortal dolencia y trance peligrosísimo, mas no sin la intervención milagrosa de Dios. En medio de los ardores de la calentura, la Reina del cielo y Madre de misericordia siempre Virgen María se le apareció visiblemente y ungiendo sus ojos, oídos, narices, boca, pecho manos y pies con cierto bálsamo que traía dijo estás palabras: a Unjo tus pies con óleo santo como preparación del Evangelio de la paz. » (Ef 6, 15) Y le mostró el habito completo de la Orden. Al punto quedó sano y tan repentinamente recuperó las fuerzas corporales que los médicos, que habían casi desesperado de su curación, testigos ahora de los claros síntomas de salud, estaban maravillados. Contó este insigne prodigio el Maestro Domingo a muchos que aún viven estando yo presente en una ocasión en que lo refirió en París ante muchas personas.
Recuperada la salud, aunque ya había hecho profesión en la Orden, realizó el maestro Reginaldo su viaje por mar, cumpliéndose así sus deseos, y de regreso vino a Bolonia el 21 de diciembre. Se consagró en seguida y por entero a la predicación; su palabra era de fuego, (Sal 118, 140) y sus sermones como antorchas encendidas, (Si 48, 1) inflamaban los corazones de los oyentes, que apenas lo había tan endurecido que pudiera sustraerse a su calor. (Sa 18, 5). Hervía Bolonia entera ante el nuevo Elías reaparecido. (Lc 1, 17) En aquellos días recibió en la Orden a muchos boloñeses y comenzó a crecer el número de los discípulos, a los que se fueron agregando otros muchos.
Trasladó entonces el Maestro Domingo a París a fray Reginaldo, de santa memoria, y así que llegó a París, impelido por su incansable fervor de espíritu, comenzó a predicar con la palabra y con el ejemplo a Jesucristo y a éste crucificado. (1 Co 1, 23) Mas pronto lo llevó Dios de este mundo, consumiendo así en breve sus días, mas llenando con sus obras una larga vida. (Sb 4, 13)
No puedo menos de recordar que estando en vida fray Mateo, que lo había conocido en el mundo vanidoso y delicado, preguntóle como admirado en cierta ocasión: « ¿Estáis triste, maestro, de haber tomado este hábito? ». A la que él respondió, bajando la cabeza con humildad: a Creo que en la Orden no hago mérito alguno, pues siempre me gustó demasiado.»

Cecílio, Santo

Primeiro bispo de Granada

Cecilio, Santo

Cecilio, Santo

Co-Patrono de Granada

En Hispania meridional, conmemoración de san Cecilio, obispo de Illiberis (hoy Elvira, Granada).

San Cecilio fue el primer obispo de Granada cuando, bajo la dominación romana, se llamaba todavía Illíberis. Fue uno de los que la tradición llama "varones apostólicos" enviados a España por San Pedro y San Pablo a predicar el evangelio. Los otros seis son: Torcuato, Segundo, Indalecio, Tesifonte, Eufrasio y Hesiquio. La vida de todos ellos está oculta tras los velos de la leyenda transmitida oralmente. Se sabe a ciencia cierta que San Cecilio fue obispo de Illíberis, que escribió algunos tratados para instrucción de los fieles y que sufrió martirio bajo la dominación de Nerón, supuestamente quemado en el monte Illipulitano. Pero la larga dominación árabe destruyó todos los rastros de cristianismo. Granada estuvo bajo los sarracenos casi ochocientos años; no los suficientes para perderse la memoria y la tradición, pero sí para no quedar ni rastro de documentos ni reliquias. San Cecilio es patrón de Granada, y su fiesta se celebra el 1 de febrero.
Otro santo con este nombre conmemora la Iglesia: San Cecilio presbítero de Cartago. Su fiesta se celebra el 3 de junio. La divina Providencia puso en sus manos la conversión del gran San Cipriano. Su bautizo tuvo lugar el 18 de
abril del año 246. Poco después, al morir el obispo Donato, fue elegido Cipriano, el discípulo de Cecilio, para ocupar la sede episcopal, llegando a ser uno de los más grandes obispos que tuvo la diócesis de Cartago.

Luís Variara, Beato

Presbítero Salesiano

Luis Variara, Beato

Luís Variara, Beato

Presbítero Salesiano

Martirologio Romano: En la ciudad de Cúcuta, en Colombia, beato Luis Variara, presbítero de la Sociedad de San Francisco de Sales, que dedicó toda su actividad en favor de los leprosos y fundó la Congregación de Hermanas Hijas de los Sagrados Corazones de Jesús y María (1923).
Fecha de beatificación: 14 de
abril de 2002 por el Papa Juan Pablo II.

Luis Variara nació el 15-I-1875 en Viarigi (Asti, Italia). En 1856 había estado allí Don Bosco para predicar una misión. Y fue a Don Bosco a quíen el papá confió el hijo, llevándoselo a Valdocco el 1-X-1887. El Santo morirá cuatro meses más tarde, pero Luis llegó a conocerlo como para quedar marcado por toda la vida. Así recuerda él mismo el evento: «Estábamos en la estación de invierno. Jugábamos una tarde en el amplio patio del Oratorio, cuando de repente se oyó gritar de un lado a otro: ¡Don Bosco!... ¡Don Bosco! Instintivamente nos abalanzamos todos hacia el sitio donde aparecía nuestro buen Padre, a quien sacaban a dar un paseíto en un coche. Lo seguimos hasta llegar al lugar donde debía subir al vehículo. Pronto se vio Don Bosco rodeado de su querida turba infantil. Yo buscaba afanosamente el modo de situarme en algún punto donde pudiera verlo a mi gusto, pues deseaba ardientemente conocerlo. Me acerqué lo más que pude y, en el momento de ser ayudado a subir al coche, me dio una dulce mirada y sus ojos se fijaron detenidamente en mí; tenía la seguridad de haber conocido a un santo y que ese santo había leído en mi alma algo que sólo Dios y él pudieron saber».
Pidió hacerse salesiano: entró al noviciado el 17-VIII-1891 y lo concluyó el 2-X-1892 con los votos perpetuos en las manos del primer sucesor de Don Bosco, el Beato Miguel Rua, quien le susurró al oído: «Variara, no varíes». Hizo los estudios de filosofía en Valsálice, donde conoció al Venerable Andrés Beltrami. Por allí, en 1894, pasó el P. Unia, célebre misionero que poco antes había comenzado a trabajar entre los leprosos de Agua de Dios. «Cuál no sería mi asombro y alegría – narra el mismo P. Variara – cuando, entre los 188 compañeros que tenían la misma aspiración, fijando su mirada en mí, dijo: «Éste es el mío».
Llegó a Agua de Dios el 6 de agosto de 1894. La población contaba con 2000 habitantes, 800 de los cuales eran leprosos.Se sumergió totalmente en su misión. Valiéndose de sus capacidades musicales, organizó una banda instrumental que creó un clima de fiesta en la «ciudad del dolor».
El 24-IV-1898 fue ordenado sacerdote y pronto se reveló óptimo director espiritual. Entre sus penitentes estaban también las componentes de la Asociación de las Hijas de María, grupo de unas 200 muchachas, muchas de las cuales leprosas.El joven sacerdote descubrió que no pocas de ellas se hubieran consagrado con gusto al Señor. Pero se trataba de un sueño considerado irrealizable, porque ninguna Congregación aceptaba a una leprosa y ni siquiera a una hija de leprosos. Fue ante esta constatación como nació en él la primera idea de jóvenes consagradas aunque fueran leprosas. La Congregación de las «Hijas de los SS. Corazones de Jesús y de María» tuvo inicio el 7-V-1905.Hoy cuenta con 404 religiosas, presentes en diez naciones.
Era cada vez más entusiasta de su misión. Escribía: «Nunca como este año me he sentido contento de ser Salesiano y bendigo al Señor por haberme enviado a este lazareto, donde he aprendido a no dejarme robar el cielo». Se cumplían diez años desde su llegada a Agua de Dios, década feliz y rica de obras. Entre éstas, la ultimación del Asilo «P. Miguel Unia» que, pese a los atrasos causados por la guerra de los 1000 días, fue inaugurado el 7-V-1905. Pero entonces comenzó un período de sufrimientos e incomprensiones que duraría 18 años, es decir, hasta la muerte del generoso misionero. Tuvo que alejarse de Agua de Dios: Mosquera, Contratación, Bogotá y Barranquilla fueron los varios sitios que la obediencia le asignó.En 1921 fue enviado a Táriba, ciudad venezolana en el límite con Colombia, en donde su salud empeoró en forma preocupante. El médico aconsejó que, por razones de clima, lo llevaran a Cúcuta, en Colombia. Fue allá, pero sus condiciones precipitaron pronto. Murió el 1-II-1923 a los 49 años de edad y 24 de sacerdocio. Lo sepultaron en Cúcuta. En 1932 los restos mortales fueron trasladados a la capilla de sus Hijas en Agua de Dios, en donde todavía descansan.

Enrique Morse, Santo

Presbítero e Mártir

Enrique Morse, Santo

Enrique Morse, Santo

Martirologio Romano: En Londres, en Inglaterra, san Enrique Morse, presbítero de la Compañía de Jesús y mártir, que, apresado en diversas ocasiones y exiliado dos veces, fue encarcelado de nuevo en tiempo del rey Carlos I por ser sacerdote y, después de haber celebrado la Misa en la cárcel, ahorcado en Tyburn entregó su alma a Dios (1645).
Fecha de canonización: Fue canonizado el 25 de octubre de 1970, por Pablo VI como uno de los
40 mártíres de Inglaterra y Gales.

Nacido en la Iglesia Anglicana en 1595 en una familia de la pequeña nobleza, cuando estudiaba leyes en Londres, se adhirió al Catolicismo y se ordenó sacerdote en Roma. En 1624 volvió a Inglaterra y realizó sus votos en la Compañía de Jesús estando en prisión, ante su compañero de cautiverio en York, el Padre John Robinson, con quien compartió la cárcel.
A continuación fue desterrado a Flandes. Regresó a Inglaterra, de modo clandestino, ayudó a los enfermos durante una epidemia de peste en 1636, contrajo la enfermedad y salió sano de ella.
Fue retenido y acusado de predicar a los protestantes solicitando su conversión al catolicismo. Fue condenado a muerte en 1645. El día de su ejecución celebró en la cárcel la santa misa.
Camino del cadalso observaron el cortejo los embajadores de países católicos: Francia, España y Portugal, con sus séquitos correspondientes, para rendir homenaje al mártir. En el patíbulo, con la soga en su cuello, declaró profesar su religión y haber trabajado siempre por el bienestar de sus conciudadanos, negando rotundamente que hubiera organizado o participado en conspiración alguna contra el rey, a continuación, rezó en alta voz por la salvación de su alma, por la de sus perseguidores y por el Reino de Inglaterra. Murió ahorcado el 1º de febrero de 1645.

Trifón de Frigia, Santo

Mártir

Trifón de Frigia, Santo

Trifón de Frigia, Santo

Martirologio Romano: En Frigia, conmemoración de san Trifón, mártir (s. inc.)

San Trifón, nació en Lámpsaco (hoy en día Lapseki) en Frigia (Turquía)
Según la tradición oriental, Trifón se dedicó con diligencia al estudio de la Sagrada Escritura y el conocimiento del Santo Evangelio.
En 250, dada la crueldad del Emperador Decio, Trifón fue detenido y torturado por no obedecer el edicto imperial, lo cual requería honrar a los dioses paganos, y por lo cual fue decapitado el 2 de febrero, en Nicea (Asia Menor), a la edad de dieciocho años.
Según las narraciones hagiográficas, de las cuales el documento más antiguo data del siglo VIII, Trifón se presenta como un joven pastor.
San Trifón es muy estimado por el campesino griego para la protección de los cultivos de la invasión de langostas, reptiles, insectos y otras especies de parásitos.
En el siglo VI en Constantinopla, hubo dos Iglesias en honor del santo: la primera ordenada por el emperador Justiniano (565) y la segunda por el emperador Justino II (578). El culto es muy común en muchas ciudades de Italia.
En Roma, hacia el final del siglo X, se construyó una iglesia en Campo Marzio, San Trifón en Posterula, y en la mitad del siglo XVIII sirvió para la ampliación de la actual iglesia de San Agustín.
La iglesia local de San Trifón celebra la fiesta del santo el 10 de noviembre, cuando fueron transferidos los huesos de Kotor hacia Roma, mientras que el Martirologio Romano lo sitúa el 1 de febrero.

Severo de Ravena, Santo

bispo

Severo de Ravena, Santo

Severo de Ravena, Santo

Martirologio Romano: En Ravena, en la región de Flaminia, san Severo, obispo (c. 345)

SAN SEVERO DE RAVENA, del latín, "austero" (siglo IV). Obispo. Se carece de datos precisos anteriores a su edad adulta, cuando ejerció el oficio de tejedor de lana. Estaba casado.
Tenía Fama de honesto y era piadoso en la fe de Cristo. Por su ejemplo de vida y según la legislación de la Iglesia en los primeros siglos del cristianismo (cuando los obispos eran varones laicos de notables cualidades), fue designado obispo de la diócesis de Ravena, Italia.
Por humildad, no quería aceptar el cargo; sin embargo, para obedecer la voluntad de Dios, lo hizo. Ejerció su misión con celo pastoral, se enfrentó con valor a las herejías de Arrio (280-336) -quien sostenía que Jesús era un alma excelsa, superior, pero carente de divinidad-, y participó en el concilio de Sárdica (Bulgaria), efectuado de 342 a 343.
Con fama de santidad murió en su sede episcopal hacia el año 389. Su veneración se pierde en la memoria de los tiempos.
Reproducido con autorización expresa de Organización Editorial Mexicana S. A. de C. V

San Pablo de Trois-Châteaux, obispo
En Augusta Tricastina (hoy Saint-Paul-Trois-Châteaux), en la región de la Galia Vienense, san Pablo, obispo, que dio su nombre a la ciudad (s. IV).

San Urso, presbítero
En Augusta Pretoria (hoy Aosta), en los Alpes Grayos, san Urso, presbítero (antes del s. IX).

San Sigeberto III, laico
En Metz, en Austrasia, el santo rey Sigeberto III, que fundó los monasterios de Stavelot y Malmedy, así como muchos otros, y se distinguió por su liberalidad en hacer limosnas a las iglesias y a los pobres (656).


San Juan, obispo
En Saint-Malo, en Bretaña Menor, san Juan (John de la Cratícula), obispo, varón de gran austeridad y justicia, que trasladó su sede episcopal desde Aleth a esa ciudad. San Bernardo lo alabó como obispo pobre, amigo de los pobres y amante de la pobreza (1163).

Beatos Conor O`Devany y Patricio O`Lougham, mártires
En Dublín, en Irlanda, beatos mártires Conor O`Devany, obispo de Down and Connor, de la Orden de los Hermanos Menores, y Patricio O`Lougham, presbítero, los cuales, reinando Jacobo I, fueron ahorcados por ser católicos (1612).


Santos Pablo Hong Yông-Ju y compañeros, mártires
En Seúl, en Corea, santos mártires Pablo Hong Yông-ju, catequista, Juan Yi mun-u, que se ocupaba de los pobres y enterraba los cuerpos de los mártires, y Bárbara Ch’oe Yong-i, que imitaba los ejemplos de sus padres y esposo, muertos degollados por ser cristianos (1840).

San Raúl Salesman,nonje
Raul fue un monje al que san Bernardo envió en 1132 a que fundara el célebre monasterio del "Valle de las Celdas", en el norte de Francia. Lo eligieron superior nada menos que a los veinte años. Su trabajo fundamental consistió en hacer oración, la lectura de libros sagrados y en dar enseñanza a la gente del campo, tan poco instruidas desde siempre. Fue un apóstol entre ellos.

Santa Alicia, virgen
Nació alrededor del año 400 y desde los veinte años, hasta su muerte, se dedicaba a asistir enfermos y ayudarles a soportar con paciencia y por amor a Dios todos sus dolores en un hospital de París.


Sabta Emma, laica
Fue una chica inglesa perteneciente al año 1300. Tuvo la suerte de ser la mujer de Ricardo "Sin miedo", y madre del rey Eduardo. La educó perfectamente en la fe y en la moral, los dos principios básicos sobre los cuales transcurre bien nuestra existencia. Además de esta educación exquisita, le daba buen ejemplo su hija cuando la veía repartir limosnas a los pobres y necesitados. El ejemplo arrastra mucho más que las palabras. Su hijo dijo de ella:"La única tristeza que nos produjo fue verla morir".
Por algunas inconsistencias históricas, su nombre fue retirado del Martirologio Romano.

 

39280 > Sant' Agrippano Vescovo e martire 1 febbraio MR


91587 > Beato Andrea Conti (De Comitibus) Francescano 1 febbraio MR


31300 > Beata Anna (Giovanna Francesca) Michelotti Fondatrice 1 febbraio MR


39300 > Santa Brigida d'Irlanda (di Cell Dara) Badessa 1 febbraio MR


39310 > Beati Conor O' Devany e Patrizio O' Lougham Martiri 1 febbraio MR


39320 > Sant' Enrico Morse (Mowse) Sacerdote gesuita, martire 1 febbraio MR


39290 > San Giovanni della Graticola Vescovo 1 febbraio MR


90084 > Beato Luigi Variara Sacerdote salesiano 1 febbraio MR


39330 > Beate Maria Anna Vaillot e quarantasei compagne Martiri 1 febbraio MR


91916 > Beati Martiri di Angers Martiri della Rivoluzione Francese 1 febbraio


31250 > Sant' Orso di Aosta Sacerdote 1 febbraio MR


39270 > San Paolo di Trois Chateaux Vescovo 1 febbraio MR


39340 > Santi Paolo Hong Yong-ju, Giovanni Yi Mun-u e Barbara Ch'oe Yong-i Martiri 1 febbraioMR


92753 > San Raimondo di Fitero Abate 1 febbraio MR


40650 > Beato Reginaldo di Orleans Domenicano 1 febbraio MR


39350 > San Severo di Ravenna Vescovo 1 febbraio MR


92259 > San Sigiberto III il Giovane (Sigisberto) Re d’Austrasia 1 febbraio MR


76970 > San Trifone Martire 1 febbraio MR


39250 > Santa Verdiana Vergine e reclusa 1 febbraio MR

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  • Nossa Senhora de Fátima, pediu aos Pastorinhos:
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    “REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS”




     
  • Tero1 - Cpia
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    NOTA:
    Como decerto hão-de ter reparado, são visíveis algumas mudanças na apresentação deste blogue (que vão continuar… embora não pretenda eu que seja um modelo a seguir, mas sim apenas a descrição melhorada daquilo que eu for pensando dia a dia para tentar modificar para melhor, este blogue). Não tenho a pretensão de ser um “Fautor de ideias” nem sequer penso ser melhor do que outras pessoas. Mas acho que não fica mal, cada um de nós, dar um pouco de si, todos os dias, para tentar deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos, quando nascemos e começamos depois a tomar consciência do que nos rodeia. No fim de contas, como todos sabemos, esta vida é uma passagem, e se Deus nos entregou o talento para o fazer frutificar e não para o guardar ou desbaratar, a forma que encontrei no “talento” de que usufruo, é tentar fazer o melhor que posso, aliás conforme diz o Evangelho.
    Assim, a principiar pela imagem principal, a partir de hoje, e se possível todos os dias, ela será modificada mediante o que eu for encontrando passível de aproveitamento para isso. Em conformidade com o que digo, na minha 1ª postagem de hoje (e a última de ontem, 31 de Dezembro) editarei diariamente, pelo menos, mais três páginas, (sendo a Pág. 1Vidas de Santos; Pág. 2O Antigo Testamento; e Pág. 3O Papado – 2000 anos de história). Além disso, semanalmente (ao Domingo e alguns dias santificados – quando for caso disso –) a Pág. 4A Religião de Jesus; e a Pág. 5 - Salmos) e, ainda, ao sábado, a Pág. 6In Memorian.
    Outros assuntos que venham aparecendo emergentes dos acontecimentos que surjam tanto em Portugal, como no estrangeiro; e, ainda, alguns vídeos musicais (ou outros) que vão sendo recolhidos através do Youtube e foram transferidos para o meu canal “antónio0491” que se encontra inserido logo após o Título e sua descrição.
    Registe-se também que através de Blogs Católicos, União de Blogs Católicos, etc., estou inscrito em muitos blogs que se vão publicando em Portugal, Brasil, e outros países, que, por sua vez, também publicarão este blogue. Há ainda mais algumas alterações que já fiz e vou continuando a efetuar na parte lateral do blogue, retirando ou colocando vários complementos.
    Como também já deve ser do conhecimento de muitos, encontro-me inscrito na rede social, Google + Facebook, e outros, individualmente e, também ali poderão encontrar este blogue. O meu correio electrónico foi modificado e será inscrito no início de cada página (pelo menos na primeira, de cada dia).
    Para terminar, gostaria de que os meus leitores se manifestassem, bastando para tal marcar o quadrado que entendam, que segue sempre abaixo de cada publicação, como aliás eu faço, relativamente aos blogues que vou vendo sempre que me é possível, com o que ficaria muito grato
    Desculpem e Obrigado mais uma vez – António Fonseca

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    Localização geográfica da sede deste Blogue, no Porto
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    http://confernciavicentinadesopaulo.blogspot.com
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  • Meus endereços:
  • Nome do blogue: SÃO PAULO (e Vidas de Santos)
  • Endereço de Youtube: antonio0491@youtube.com
  • António Fonseca
  • quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

    Várias - 1 de Fevereiro de 2013

     

    Deus lo vult!: “Gays, católicos, e praticantes” e mais 1 novidades


    Gays, católicos, e praticantes

    Posted: 30 Jan 2013 02:23 PM PST

    A matéria d’O Estado de São Paulo sobre os «[g]ays católicos praticantes [que] buscam seu espaço na igreja» está repleta de baboseiras do início ao fim.

    Antes de qualquer coisa e ao contrário do que o artigo insinua de uma ponta a outra, é preciso deixar claro que não existem gays católicos praticantes. Ou o gay é um sujeito sério, católico praticante e, por isso, luta contra as suas tendências sexuais desordenadas sabendo que «[p]elas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental» ele pode e deve «se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã», como apregoa o Catecismo (§2359); ou então o sujeito é um gay praticante que vive imundamente chafurdando na lama do pecado contra a natureza e, ao mesmo tempo, quer tumultuar a Igreja incoerentemente alardeando-se “católico” ao mesmo tempo em que defende e vive o contrário do que prega a Doutrina Moral Católica. Et tertium non datur.

    Infelizmente, a matéria do jornal só fala sobre esses últimos. Ao invés de citar (p.ex.) os homossexuais sérios que fazem parte do Apostolado Courage (que inclusive já existe no Brasil) e lutam, estes sim, para ajudar de verdade os católicos que são homossexuais a continuarem verdadeiramente vivendo como católicos, citam lixos como o “Diversidade Católica” que apenas servem para ensinar os gays a serem hipócritas e afastá-los do Catolicismo. Só por isso a reportagem já merecia ser tratada com suspeição. Contudo, não satisfeita em fazer esta apresentação seletivamente criminosa das relações entre os gays e a Igreja, a sra. Luciana Leal (que assina a matéria) ainda nos brinda com uma série de informações disparatadas. Veja-se:

    Nos últimos anos, eles têm se reunido em espaços como o Diversidade Católica, no Rio, e a Pastoral da Diversidade, em São Paulo.

    Como é evidente, não existe nenhuma “Pastoral da Diversidade” na Arquidiocese de São Paulo (a matéria só fala isso no final). Na verdade, o grupo que atende por este nome é formado por leigos que afirmam textualmente não estarem «buscando aprovação ou apoio de nossas autoridades eclesiásticas para nossa pastoral» e, portanto, usam este nome apenas para enganar os incautos. Trata-se, à semelhança do “Diversidade Católica” et caterva, de outro exemplar dos grupos acéfalos que advogam a revogação do princípio da não-contradição como fundamento ontológico da dignidade gay: em suma, é só mais uma fábrica de incoerências grosseiras.

    Os grupos têm o apoio de alguns padres, como d. Anuar Battisti (…), que atuam com discrição para evitar sanções da hierarquia da Igreja

    … ou seja, que não têm cojones para sustentar as suas posições em público e, aí, fazem-no às escondidas. Em outras palavras: os sacerdotes sabem tão bem que é contraditório defender simultaneamente o Evangelho de Cristo e a permanência na vida de pecado, a santificação por meio da Igreja e a exaltação das práticas homossexuais, que simplesmente não têm coragem de defender esta incoerência diante da Igreja. Fazem-no às escuras, desobedecendo frontalmente tanto à Igreja quanto ao próprio Cristo que mandou os Apóstolos anunciarem as coisas “por cima dos telhados” (cf. Mt 10, 27). Em que mundo esta pusilanimidade pode ser uma coisa louvável?

    Para mostrar o outro lado da Igreja, os integrantes do Diversidade Católica recorrem a palavras do próprio Bento XVI: “A Igreja não é apenas os outros, não é apenas a hierarquia, o papa e os bispos; a Igreja somos nós todos, os batizados”.

    Ora, usar as palavras de um autor para fazê-las contradizer o que este mesmo autor diz com insofismável clareza em outros lugares é o mais límpido e cristalino exercício de patifaria intelectual. Se o Papa diz com todas as letras que a Doutrina Católica «condena a prática da homossexualidade» e os sujeitos desses grupos sabem disso, como é possível que, em consciência, eles venham se escorar em outras declarações pontifícias genéricas para, contra todo e qualquer respeito que se deve ter às idéias de outrem, insinuar que está “tudo bem” em ser católico e continuar praticando o pecado do homossexualismo? Como esperam ser levados a sério, se visivelmente não levam a sério as declarações do Papa a quem não obstante juram seguir?

    Na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri, em 2011, ele encaminhou por escrito, sem esperança de ser atendido, uma pergunta ao arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, sobre como a Igreja lida com a presença dos gays católicos. O rapaz se surpreendeu ao ver que sua pergunta foi respondida por d. Orani, que, segundo ele, pregou a existência de uma Igreja para todos.

    É mesmo? Dom Orani chancelou esta hipocrisia gay? Cadê o comunicado assinado pela Mitra? Cadê a gravação desta alegada resposta? Tudo o que a gente tem sobre isso é a narrativa de um gay? Sinto muito, mas não é crível. Afinal de contas, dom Orani foi a público protestar contra o reconhecimento da “união homoafetiva” pelo STF em 2011. E, ao contrário da alegação gay, disso há registros.

    Enfim, é este tipo de desinformação que alguns veículos de mídia acham importante divulgar. É profundamente lamentável que o Estado de São Paulo se preste desta maneira grosseira a semear a confusão entre os brasileiros. Quanto às pessoas que possuam tendências homossexuais e estejam sinceramente dispostas a colocar o amor a Cristo acima do amor ao baixo ventre, não se deixem seduzir por este caminho fácil que os jornais divulgam. Ouçam Cristo que fala através da Igreja. Fujam de todos aqueles que desejam ensinar elevados caminhos espirituais enquanto descuidam gravemente de importantes virtudes humanas! E a coerência é uma virtude muito importante. Não dá pra confiar em quem diz que é possível ser, simultaneamente, católico fiel e violador consciente e constante do Sexto Mandamento.

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    Borboletas ao Luar


    Reparação pelo Carnaval: reze você também!

    Posted: 30 Jan 2013 07:09 AM PST

    Voltando do recesso, vamos já começando a falar sobre um dos temas que mexem com as cabeças de católicos Brasil afora, por razões diferentes entretanto. É, meus caros, vem aí o Carnaval. Festa repleta de superficialidade, nojeira e pecados, muitos pecados.
    Muitos são os que se perdem ou que se aprofundam no caminho da perdição nessa época. E muitos são os católicos que defendem essa festa diabólica, por mais que santos e mais santos tenham alertado sobre o horror dessa época, sobre como Nosso Senhor sofre, sobre o quanto Nossa Senhora se angustia. Não importa. O que importa para as pessoas de hoje é seguir suas próprias cabeças que se não estão repletas da Palavra de Deus - claro, se estivessem, elas nunca se deixariam levar pela ideia de que podem participar de uma festa onde Deus é tão ofendido -, estão repletas das mentiras do Demônio. Simples assim.

    Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo, agora?” (Escritos Espirituais).
    Rezem o Santo Terço ou Santo Rosário diante do crucifixo na intenção de reparar os ultrajes, sacrilégios e indiferença aos Sagrados Corações pelos pecados cometidos no período do carnaval e da Quaresma. (Escravas de Maria)

    Vejam o vídeo abaixo sobre a reparaçãoa ser feita no Carnaval. Serão 40 horas de oração em reparação pelos pecados cometidos contra Deus nessa festa famigerada. As Escravas de Maria também irão participar. Vejam o vídeo e rezem:

    "Como Jesus agradece as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas! (Santo Afonso)

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    EU TENHO DEUS E DEUS ME TEM.


    Porta Fidei - La Fede Della Chiesa

    Posted: 30 Jan 2013 08:32 AM PST

    Na Mensagem do Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011, o Papa Bento XVI afirma que o fenômeno da comunicação na era digital e as novas tecnologias, se usadas sabiamente, podem "contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano." (Leia a mensagem completa aqui mesmo o Blog neste link: http://www.eutenhodeusedeusmetem.blogspot.com.br/2013/01/verdade-anuncio-e-autenticidade-de-vida.html)
    Na Carta Apostólica Porta Fidei (também aqui no Blog, acesse: http://www.eutenhodeusedeusmetem.blogspot.com.br/2012/03/porta-fidei.html) o Pontífice nos exorta e incentiva a estudar, nos formar, nos aprofundar em assuntos relativos a Fé, afirmando que neste ano "deverá intensificar-se a reflexão sobre a mesma, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver."

    Para unir tecnologia e "as coisas do alto", trago hoje mais uma dica: um aplicativo, disponível em português, para incentivar a vivência do Ano da Fé: PORTA FIDEI - LA FEDE DELLA CHIESA. Com ele você poderá acompanhar todos os discursos do nosso amado Papa Bento XVI sobre o Ano da Fé, receber todos os dias uma meditação do Sumo Pontífice sobre o Credo, suas catequeses, as meditações do Angelus, acessar o Compêndio e o Catecismo da Igreja Católica, incluindo arquivos multimedia. Tudo isso na facilidade do seu celular! E, se já não fosse bom demais, é GRATUITO! Eu gostei, então #ficaadica!

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    Bíblia Católica News

    Results

    Ante censura, gestor da fanpage Memes Católicos esclarece que não transgrediu políticas do Facebook

    29 janeiro 2013 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Mundo

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    Yhonatan Luque

    LIMA, 29 Jan. 13 / 09:42 am (ACI).- O criador da página Memes Católicos em espanhol, censurada dias atrás pelo Facebook, declarou ao grupo ACI que nunca transgrediu as políticas desta rede social e lamentou que tenham censurado seu espaço evangelizador.

    A denúncia do fechamento do fanpage católico, feita pela agência ACI Prensa, do grupo ACI, foi ecoada também pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais na conta de twitter deste dicastério.

    Na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicações, Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou seus mais de 115 mil seguidores sem poder acessar os memes.

    “Ao querer ingressar na conta para seguir publicando material me dava com a surpresa de que Facebook já não me deixava fazê-lo, que já não tinha essa opção”, afirmou.

    Em dezembro passado Facebook o notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o numeral 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.? rede social deu-lhe a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polêmico] por causa do nome “Memes Católicos”.

    “O numeral 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido subir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos”, explicou Yhonatan.

    Os “memes” são uma das formas mais populares e singelas para transmitir ideias no Facebook. São usualmente imagens com textos breves que oferecem mensagens concretas sobre distintos temas. Os desenhos de Yhonatan se fizeram muito populares entre os jovens católicos de distintos países da América Latina e em apenas nove meses superou os 115 mil seguidores.

    Na notificação da sexta-feira passada “davam-me duas possibilidades, uma era que eliminasse eu mesmo a página como administrador, e a outra que envie uma foto escaneada de meu documento de identidade para que eles soubessem quem está por trás de Memes Católicos”. Apesar de que Yhonatan optou pela segunda opção, sua página foi suprimida.

    “Minha pagina se centra em subir vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem que dizer, para mostrar nossa doutrina tal e como ela é”, assegurou.

    “Subo bastante material sobre apologética, sobre a Bíblia, sobre os documentos da Igreja, tudo em linha com a doutrina da Igreja sem faltar o respeito às demais crenças, nem aos protestantes, nem aos ateus”, acrescentou.

    “Minha página só se centra em evangelizar a católicos, minhas mensagens são 100 por cento para católicos, nada que possa resultar ofensivo para outras crenças”.

    Nos últimos dias diversos grupos anti-cristãos convocaram no Facebook campanhas para denunciar a página de Memes Católicos à rede social como “ofensiva”, simplesmente por não estar de acordo com as mensagens divulgadas. A reação do Facebook confirma que cedeu à enganosa campanha.

    Falsas páginas

    Yhonatan agradeceu as numerosas mostras de apoio que recebeu nestes dias e esclareceu que ainda não relançou sua iniciativa porque espera que Facebook revise o caso ante as massivas queixas feitas pela retirada da página e assim volte a colocar a página no ar. Entretanto, nos últimos dias surgiram falsas páginas que estão usando seu logotipo, alguns de seus memes e até seu nome sem seu consentimento.

    Posts relacionados:

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    Voz da Igreja +

    Ministério da Saúde orienta como fazer aborto

    Posted: 29 Jan 2013 03:22 PM PST

    Alguém se lembra da promessa de Dilma Roussef, antes de ser eleita presidente, de que em seu governo não seria tomada nenhuma medida para promover o aborto? Pois bem, ela acaba de quebrar a promessa...

    Cartilha do Min. da Saúde com orientações para a prática do aborto!

    Ministério da Saúde publica manual de uso de medicamento abortivo

    Enquanto os Estados Unidos foram o palco da maior Marcha pela Vida da sua história (veja aqui), o Ministério da Saúde do Brasil articulava mais uma manobra favorável ao aborto no país. Na tarde desta segunda-feira, 28/01, a página do Movimento Brasil Sem Aborto denunciou a cartilha que está sendo produzida pelo Governo Federal (com o meu e o seu dinheiro), com orientações sobre como usar determinado remédio abortivo! A tiragem do manual, - 268.108 exemplares, - e a linguagem de fácil compreensão leva a crer que o alvo principal deste material seja o público em geral. E fica o povo brasileiro, mais uma vez, a usar aquele já conhecido nariz de palhaço, chapéu de palhaço, cara de palhaço...

    ** Saiba mais aqui

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    El lugar de encuentro de los católicos en la red

    Sexualidad y Bioética

    ¿La Homosexualidad es un desorden?
    ¿Por qué no es considerada la homosexualidad un desorden en la base de sus consecuencias médicas?

    Autor: Kathleen Melonakos | Fuente: Fundación de la Familia de Delaware

    La autora de este artículo, profesional de la salud y reportero médico Kathleen
    Melonakos, describe el impacto del sexo hombre-con-hombre sobre la salud física.
    Trabajé como durante varios años en los ochenta y noventa en el Centro Médico Universitario de Stanford, donde pude ver algo del daño que los homosexuales hacen a sus cuerpos con algunas de sus prácticas sexuales. Como consecuencia de esa experiencia presencial, admiro mucho el trabajo de NARTH en la investigación y tratamiento de la homosexualidad.
    He estado preocupada durante largo tiempo por las serias consecuencias médicas que surgen como resultado de las actitudes de la afirmación gay que predominan en el Área de la Bahía de San Francisco. Por ejemplo, conocí personalmente a un dermatólogo prominente, un dentista, un ingeniero y un peluquero que murieron en sus cuarenta y pocos años de enfermedades infecciosas relacionadas con sus patrones de conducta homosexual. Sé de muchos otros que han muerto jóvenes como resultado de vivir un estilo de vida gay.
    La co-autora de mi propio libro de referencia médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era la jefa del departamento de cirugía en Stanford. Contaba casos de homosexuales que necesitaban cirugía de emergencia debido a "puñetazos", "jugar con juguetes", (introducir objetos en el recto) y otros actos estrafalarios. Estoy segura -a la luz de mi experiencia clínica, y como consecuencia de haber hecho considerables estudios sobre ello desde ese momento- que la homosexualidad ni es normal ni benigna; más aún, es una adicción letal de conducta, tal como subraya Dr. Jeffrey Satinover en su libro "Homosexualidad y la Política de la Verdad".
    Por lo que yo sé, no existe otro grupo de personas en los Estados Unidos que muera de enfermedades infecciosas en sus cuarenta y tantos años que el de los que practican la homosexualidad. Esto, para mí, es trágico cuando sabemos que la homosexualidad puede ser prevenida, en muchos casos, o sustancialmente sanada en la edad adulta cuando existe suficiente motivación y ayuda.
    Actualmente vivo en Delaware y trabajo junto a la Fundación de la Familia de Delaware para informar a la gente de los temas homosexuales. Estamos discutiendo a los activistas gays que quieren añadir "discriminación sexual" a nuestro código de anti-discriminación. Al intentar exponer el argumento de que la homosexualidad no es sana y que no debería animarse a nadie a practicarla, nos encontramos con el hecho de que ni la Asociación Psiquiátrica Americana ni la Asociación Psicológica Americana la reconocen como un desorden. Nuestros oponentes dicen que estamos utilizando "tácticas de alarma".
    El Dr. Satinover exponía brillantemente en su libro Homosexualidad y la Política de la Verdad la evidencia sólida e irrefutable de que existen consecuencias letales de vivir las características que definen la homosexualidad masculina -esto es, la promiscuidad y el contacto sexual anal.
    No era necesario para reconocer eso que alguien cualificado en medicina, como Brian Camenker de Coalición de Derecho de los Padres dijera en TV nacional: "Una vida de sexo anal no es muy buena para el cuerpo." Brian dijo también: "Tan alarmante como suena la frase, no existe argumento lógico contra ella." Así, incluso la gente tiende a reconocer lo que debería ser obvio, especialmente para los cualificados en medicina, y que conocen los hechos básicos de la homosexualidad. A mí me parece que los profesionales de la medicina deberían ser más conscientes e implicados con las consecuencias de la práctica habitual del contacto anal promiscuo y otras prácticas orales-anales de los homosexuales activos.
    El riesgo de cáncer anal se eleva para los que mantienen contacto sexual anal. Según un estudio, sube por un asombroso 4000% y lo dobla de nuevo para los HIV positivos.
    ¿Puede rechazar alguien que el contacto sexual anal rompe el forro rectal de la pareja receptiva, con indiferencia de si se lleva puesto el preservativo, y que el contacto posterior con la materia fecal conduce a un conjunto de enfermedades?
    Las enfermedades a las que los homosexuales activos son vulnerables pueden ser clasificadas como sigue:
    Enfermedades clásicas transmitidas sexualmente (gonorrea, infecciones de Clamidia de tracoma, sífilis, infecciones de herpes simplex, verrugas genitales, piojos púbicos, sarna); enfermedades entéricas (infecciones de especies Shigella, Campylobacter de yayuno, Entomaeba histolítica, Giardia lamblia, ("enfermedad del intestino gay"), Hepatitis A, B, C, D y citomegalovirus); trauma (relacionado a y que tiene como consecuencia incontinencia fecal, hemorroides, fisura anal, cuerpos extraños alojados en el recto, desgarros rectosigmoideos, proctitis alérgica, edema penil, sinusitis química, quemaduras de nitrito inhalado y ataques sexuales del paciente masculino); y el síndrome de inmunodeficiencia adquirida (SIDA).
    ¿Puede alguien rechazar que el aumento de la morbosidad y de la mortalidad es una consecuencia inevitable del sexo de hombre-con-hombre -sin mencionar los índices elevados de alcoholismo, abuso de drogas, depresión, suicidio y otras enfermedades que con tanta frecuencia acompañan al estilo de vida homosexual? La gente con este conjunto de patrones de conducta, ¿son de alguna forma "normales"?
    Mi pregunta primaria es: "¿Por qué la homosexualidad no es considerada un desorden solamente sobre la base de sus consecuencias médicas? El Dr. Satinover y otros han hecho un solo caso para el por qué la homosexualidad es paralela al alcoholismo como adicción insana. Debería tener un diagnóstico paralelo.
    Hay mucha literatura, incluyendo en la web NARTH, que discuten la decisión de 1973 de suprimir la homosexualidad como diagnóstico. Los argumentos contra el cambio en el diagnóstico parecen centrarse sobre "modelos sociales", relativismo moral, "angustia subjetiva" del paciente y si hay o no ningún modelo objetivo para la normalidad "psicológica" (por ejemplo, el debate entre Joseph Nicolosi y Dr. Michael Wertheirmer en Un Desacuerdo En Worldviews. Una entrevista con Dr. Michael Wertheimer).
    Mientras estas consideraciones son importantes, parece como que podemos dejar de lado, por el momento, el debate sobre si la homosexualidad debería ser clasificada como desorden del desarrollo. Muy simplemente, parece, una persona objetiva que solamente mire las consecuencias de estilo de vida de la homosexualidad tendría que clasificarla como algún tipo de patología. ¿Conduce o no a una vida dramáticamente recortada? Los estudios dicen que sí, algunos hasta el 40%, siendo el estudio Cameron sólo uno de otros muchos estudios que sugieren esto.
    Tomados juntos, estos estudios establecen que la homosexualidad es más mortal que el tabaco, el alcoholismo o la adicción a las drogas. Sin embargo, parece que lejos de ello, pocos físicos u otros profesionales están haciendo argumentos a favor de la homosexualidad como diagnóstico basados en sus consecuencias adversas sobre la salud.
    Mientras estaba haciendo la investigación en la historia de la decisión de 1973 para suprimir la homosexualidad del manual diagnóstico de desórdenes, me impactó bastante el averiguar que la razón especiosa sobre la que se basó la decisión, y que los médicos cualificados han permitido que la decisión permanezca.
    El 5 de febrero de 2002, estuve en contacto por correo electrónico con el Dr. Robert Spitzer de la APA y le pedí que me enviase referencias para la posición de los documentos y estudios sobre los que su comité basó la decisión de suprimir el diasgnóstico. Me dijo que leyera el libro de Ron Bayer, "la cosa más cercana a un documento de posición" (Diario Americano de Psiquiatría, 130:11, 1207-1216), y él decía: "No había una lista específica de referencias pero lo que fue influyente también fue el estudio de Evelyn Hooker Rorshack y el estudio de la comunidad Eli Robins".
    He leído muchas de las críticas del estudio Hooker -como los entrevistados eran seleccionados específicamente más que al azar y otras limitaciones metodológicas. El
    Dr Charles Socarides nos informa también de que Spitzer estaba influenciado por el Informe de Kinsey, que fue reconocido ya en 1976 por "progresistas sociales", como el Prof. Paul Robinson de Stanford, como "una manifestación patética de la ingenuidad filosófica de Kinsey... una invención mecánica, que...tenía poca relación con la realidad y desde entonces ha sido desacreditado por el trabajo de Judith Reisman y otros.
    Está claro que el Dr. Socarides tenía razón cuando dijo que la decisión de suprimir la homosexualidad como diagnóstico "suponía terminantemente la indiferencia perentoria y el rechazo no sólo de cientos de documentos e informes de investigación psiquiátricos y psicoanalíticos sino de otros estudios serios de grupos de psiquiatras, psicólogos y educadores de los últimos setenta años..."
    Parece incluso más obvio que la Task Force sobre la Nomenclatura ignoró de forma arrogante (y la APA continúa ignorándola) la evidencia substancial y carente de ambigüedad de que la homosexualidad implica una conducta de amenaza contra la vida con un componente adictivo que tiene serias implicaciones sobre la salud.
    El hecho de que la APA haya eludido la responsabilidad por su carencia de integridad científica y profesional es especialmente increíble debido a la llegada de la epidemia del SIDA. Existen actualmente estimadas unas 900.000 personas en los Estados Unidos que están infectados con el virus HIV, 1 de cada 300 americanos. Aunque ha habido un decrecimiento en las muertes por SIDA por año debido a la terapia de drogas, (que cuesta un promedio de $12.000 por paciente al año), el índice de nuevos infectados por año ha permanecido el mismo, unas 40.000 personas, a pesar de los veinte años de campaña de "sexo seguro".
    Estos hechos demuestran el fracaso de políticas actuales para contener la epidemia del SIDA. Mientras que la terapia de las drogas prolongará brevemente la vida de estos pacientes, el SIDA permanece como la causa quinta de mortalidad entre las personas de edades entre 25-44 años, y el 60% de los nuevos casos es contraído por hombres que han mantenido relaciones homosexuales. De acuerdo con los Centros para el Control de la Enfermedad (CDC), los hombres homosexuales tienen mil veces más probabilidades de contraer el SIDA que la población heterosexual en general.
    El Dr. Satinover ha dicho en una entrevista con NARTH:
    "Un artículo reciente de una publicación psiquiátrica nos informaba de que el 30% de todos los hombres homosexuales de 20 años de edad serán HIV o estarán muertos a más tardar a la edad de 30 años. Pensarías que el objetivo, el enfoque ético sería: Utilicemos cualquier cosa que funcione para intentar sacar a esta gente de su posición de riesgo. Si ello significa hacer que se pongan el preservativo, bien. Si significa hacer que dejen el contacto sexual anal, bien. Si significa hacer que dejen la homosexualidad, bien. Pero esta última intervención es la única que es absolutamente tabú.
    No hay duda de que un análisis frío, y estadístico de esta epidemia te llevaría a creer que esta actitud de lo políticamente correcto está matando a una proporción sustancial de esta gente. Creo que hay un elemento de negación, en el sentido psicológico, de lo que las enfermedades relacionadas con el mundo gay realmente significan.
    Me parece que la APA debería ser presionada agresivamente a reconocer los hechos sobre la morbosidad y la mortalidad atribuida directamente a la homosexualidad, o ser descubierta por lo "guardianes de la salud pública" imprudentemente irresponsables que han llegado a ser, al menos en este asunto.
    ¿Cuándo demandarán los doctores y otros trabajadores al cuidado de la salud que los oficiales de la Asociación Americana de Psiquiatría respondan a la clara evidencia en lo siguiente: La Homosexualidad y la Política de la Verdad: Los índices de mortalidad enumerados en sus propias "Guías Prácticas para Tratar a los Pacientes con HIV/SIDA"; y otros informes importantes, tales como la Monografía publicada por el Instituto de Salud Sexual, Implicaciones en la Salud de la Homosexualidad?
    Para que no pensemos que los oficiales de APA justifican su abandono de las consecuencias médicas de la homosexualidad sobre la base de la orientación sexual no se puede cambiar, afirmamos que Robert Spitzer conocía en su documento de posición en 1973 sobre la Nomenclatura que "los métodos modernos de tratamiento posibilitan cambiar la orientación sexual a una proporción significante de homosexuales que desean hacerlo."
    Él ha confirmado ahora el hecho de que la orientación sexual se puede cambiar con su estudio reciente. Sabemos que cambiar la orientación sexual sólo llegó a ser "imposible" en los noventa, como parte de una estrategia política de los activistas gays.
    El fundamento de Spitzer y sus aliados para suprimir la homosexualidad como diagnóstico en 1973 era que para ser considerada un desorden psiquiátrico, "debe producir regularmente angustia subjetiva o estar asociada regularmente con algún deterioro en la efectividad o funcionamiento social... Claramente la homosexualidad en sí misma no posee los requerimientos para un desorden psiquiátrico, debido, como se afirma más arriba, a que muchos están bastante satisfechos con su orientación sexual y demuestran no tener deterioro generalizado en la efectividad o el funcionamiento social." (Spitzer, et.al, p. 1215).
    El razonamiento de The Task Force cae por varias razones.
    Primero, incluso si admitimos la validez de su criterio indicado (que es cuestionable), el hecho de que "muchos homosexuales estén satisfechos con su orientación sexual" falla al tomar en cuenta el enorme número de homosexuales que no están satisfechos con su orientación sexual y que experimentan "angustia subjetiva y deterioro generalizado en el funcionamiento social." La supresión del diagnóstico no sólo es injusta sino cruel para aquellos que desearían buscar tratamiento para su condición.
    En segundo lugar, existen razones sin ambigüedad para pensar que la homosexualidad en sí produce "deterioro generalizado en la efectividad y funcionamiento social." Sí de hecho es una adicción letal, y los muchos estudios que documentan los patrones de conducta son correctos (muestran patrones compulsivos de promiscuidad, sexo anónimo, sexo por dinero, sexo en lugares públicos, sexo con menores, drogas concomitantes y abuso de drogas, depresión, suicidio), para que la APA discuta que estas características no constituyen un "deterioro de efectividad o funcionamiento social", extiende los límites de la plausibilidad. Discutir que la muerte temprana no constituye un "deterioro de efectividad o funcionamiento social" es absurdo.
    La APA niega la terapia reparativa a aquellos que la quieren
    La APA declara que su misión es promover un acercamiento bio-psico-social para comprender y cuidar a los pacientes, en todos los aspectos del cuidado de la salud, que incluye la prevención de la enfermedad (Declaración de Objetivos Stategic de APA). Así, la APA viola sus propios objetivos cuando ignora la evidencia de que la homosexualidad en muchos casos puede ser prevenida y niega la terapia reparativa a aquellos que la quieren.
    Una lectura cuidadosa de los artículos que se oponen a la terapia reparativa revela el fundamento de sus autores de que encuentran dicha terapia "opresiva" para aquellos que no la quieren.
    ¿Qué sucedería si esta lógica se aplicase a cualquier otra enfermedad mortal? ¿Qué sucedería si los doctores dijeran: "Nos negamos a tratar el cáncer (o, decir, el alcoholismo) porque sólo conseguimos un índice de curación del 50% - y muchas personas que no quieren ser sanadas encontraran opresivo que curemos a los demás?" ¿Por qué no serían archivados los procesos por negligencia?
    Sabemos que Ronald Gold de la Alianza del Activismo Gay, hombre abiertamente gay, era miembro del comité para suprimir la homosexualidad como diagnóstico en 1973. Sabemos que los activistas gays estaban interrumpiendo encuentros, amenazando a doctores y utilizando otras tácticas de brazo fuerte para conseguir su propósito en aquel momento.
    También sabemos que activistas homosexuales como el Dr. Richard Isay en la APA han presionado para conseguir resoluciones que castiguen a los terapeutas que lleven a cabo la terapia reparativa, y las amenazas de los juicios parecen ser la razón principal por la que la APA no ha puesto en práctica sus propósitos.
    Sabemos que los defensores de la homosexualidad de la APA continúan suprimiendo el debate sobre el nuevo estudio de Spitzer que documenta que la orientación sexual se puede cambiar (y suprimiendo el debate sobre otros estudios de apoyo). También sabemos que homosexuales activos como Clinton Anderson, de la Asociación Psicológica Americana, rechazan permitir que NARTH entable un debate público o anunciar los encuentros de NARTH en las publicaciones de APA simplemente porque ésta no está de acuerdo con las premisas sobre las que se basa la terapia reparativa.
    Por estas razones, no creo que sea exagerado usar la analogía de que "los alcohólicos están dirigiendo el centro de rehabilitación", en referencia a la APA -al menos en lo referente a la homosexualidad. Los homosexuales activos apenas pueden ser objetivos sobre una conducta adictiva en la que ellos mismos participan. A la luz de la evidencia médica, parece que el dicho Galénico, "físico, sánate a ti mismo", debería aplicarse, como se hizo en el pasado, como sugiere el Dr. Satinover.
    Me parece que la situación en este país empeorará sólo hasta que se haga a la APA responsable por lo que es discutiblemente su negligencia criminal. Con su error a la hora de tener en cuenta las consecuencias médicas del patrón de conducta homosexual, están dañando a toda nuestra sociedad y, especialmente, a la generación próxima.
    La decisión reciente de la Academia Americana de Pediatría de aprobar las adopciones por parte de gays es otro ejemplo preocupante de cómo la decisión de la APA de "normalizar" la homosexualidad ha tenido un amplio efecto desgranador. Los profesionales de la salud, especialmente, deberían prestar atención a la protesta de Dean Byrd en la página web de NARTH de que ya es hora de que los americanos "insistamos en la verdad, no en la política, de todas nuestras organizaciones profesionales."
    ¿Qué hacer para insistir en la verdad? ¿Juicios? ¿Protestas? En mi opinión, los doctores y otros profesionales de la salud deben hacer presión o compartir la culpabilidad.
    ¿Qué tal si cada persona que lea este artículo enviase una copia al presidente de la Asociación Psiquiátrica Americana y pidiese una respuesta? El debate razonado es al menos los que los psiquiatras deben a nuestra sociedad -especialmente a aquellos cuyas vidas y las de las personas que quieren están en riesgo.

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    IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


    Nos EUA, novas gerações de católicos “pegam fogo por Jesus Cristo e sua Igreja”

    Posted: 30 Jan 2013 11:58 AM PST

    “Nós somos a geração pela vida”

    “Nós somos a geração pela vida”

    Luis Dufaur

    ·

    No “The

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    Com os cumprimentos de ANTÓNIO FONSECA  -  1-2-13  -  11h15

    Nº 1547–3 - A VIDA DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA - (44) - 31 de Janeiro de 2013



    Nº 1547 - (3)

    Desejo a continuação de

    BOM ANO DE 2013
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    Caros Amigos:
    Desde o passado dia 11-12-12 que venho a transcrever as Vidas do Papas (e Antipapas)
    segundo textos do Livro O PAPADO – 2000 Anos de História.

    *********************************

    JOÃO IX
     
    João IX

    João IX

    (898-900)

    Foi eleito em 18 de Janeiro de 898, por influencia do partido filo germânico, no meio de grande agitação.
    Logo a seguir à eleição reúne um concílio para reabilitar definitivamente a memória de Formoso da vergonha infligida no chamado «Sínodo do Cadáver», cujas atas foram mandadas anular. Alguns bispos que tinham tomado parte pediram perdão e disseram ter sido coagidos. O concílio perdoou a todos os arrependidos, lançando a excomunhão sobre os renitentes e reconhecendo as ordenações conferidas por Formoso.
    Para captar os francófilos, João IX concorda em sagrar Lamberto. Terminado o concílio dirige-se a Ravena, onde, na presença de 74 bispos, dá início a outro concílio sob a proteção de Lamberto. Nele reconhece-se o direito de qualquer pessoa recorrer à justiça imperial e o imperador determina que se constitua um tribunal civil para acolher as demandas contra os poderosos. Ao mesmo tempo, confirma-se a legitimidade dos Estados da Igreja e a supremacia do papa sobre eles e sobre Roma.
    Lamberto comprometeu-se ainda a restituir os patrimónios que usurpara  e a proteger o papa contra os inimigos.
    O papa expõe a triste situação da santa Sé, sem rendas para manter o clero e socorrer os pobres, suplicando ao imperador auxilio para reconstruir a Basílica de Latrão, danificada por um terramoto.
    Tudo parecia bem encaminhado no bom entendimento entre o papa e o imperador, quando este morre inesperadamente, num acidente de caça.
    E tudo mudou. Berengário, que espreitava de Verona a sua oportunidade, apodera-se do Império, mas em Agosto de 899 os bárbaros húngaros invadem a Alta Itália, aniquilado o exército do ambicioso Berengário. A Lombardia transformou-se num campo de lutas ferozes. Entretanto, aproveitando a oportunidade, o jovem Luís, rei da Provença, invade o Norte de Itália e apresenta-se vitorioso em Roma.
    Poucos meses depois falece João IX que foi sepultado no átrio de São Pedro.
    João IX foi um papa de boa vontade e conciliador, procurando , no Oriente, congraçar os partidos de Inácio e de Fócio e mandando legados à Morávia, com o fim de obterem a obediência a Roma.
     

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    BENTO IV


    Bento IV

    Bento IV
    (900-903)
     
    Inicia o pontificado no século X, eleito em 1 de Fevereiro de 900, no início daquele que viria a ser chamado o «século de ferro», devido à barbárie, horrores e aviltamento dos costumes, e «século obscuro» pelo declínio cultural verificado nesses tempos.
    Em França e Itália o declínio político e social é quase total , com o aumento da brutalidade e da selvajaria nas nações de predomínio cristão.
    Em invasões frequentes, os Normandos, sarracenos e Húngaros, devastavam cidades e mosteiros e «o mundo encheu-se de impurezas, adultérios, roubos sacrílegos, assassínios e violências», como declarou Hervé, arcebispo de Reims, no Sínodo de Trosly, em 909.
    Os bens da Igreja e mosteiros caíram nas mãos da nobreza, aparecendo à sua frente, com frequência, bispos e abades leigos, enquanto o clero se mostrava indiferente, ignorante, ambicioso e relaxado nos costumes.
    No meio de todos este caos, o papado via-se impotente perante as «grandes famílias romanas», que disputavam entre si a hegemonia do poder, colocando na cadeira de São Pedro, colocando na cadeira de São Pedro os seus familiares ou partidários para se servirem do pontificado como instrumento de domínio, sem darem à Igreja pontífices dignos e competentes.
    Todos estes males iriam ver-se atenuados a partir do segundo quartel do século, graças à Casa da Saxónia, ressurgida na Alemanha, de cujo apoio a Igreja beneficiaria.
    A Igreja viveu neste século o seu período mais sombrio e sobreviveu por estar assistida por um poder sobrenatural. Com efeito, nenhum dos papas (ou validos que se apoderaram do sólio pontifício) errou dogmaticamente, nem procurou reabilitar este período do excessivo rigor com que foi o qualificado.
    São poucos os dados sobre Bento IV que, logo de início, se viu subjugado por uma incursão dos sarracenos no Sul, e no Norte pela inesperada invasão dos bárbaros magiares, que tudo pilhavam e devastavam.
    Perante tudo isto e sem qualquer outra alternativa, Bento IV recorre a Luís III, o Cego, da Provença, que em 901, em Roma, tinha recebido das suas mãos a coroa imperial. Luís III ajuda, mas, pouco depois, Berengário, com o apoio de alguns duques italianos, obriga-o a retirar-se para lá dos Alpes, deixando Roma e a Itália entregues às ambições e lutas partidárias das facções e famílias mais poderosas.
    Auxiliou Argrim na disputa da Sede de Sangres, apoiou a causa de Estevão para o bispado de Nápoles, excomungou os assassinos de Fulk, arcebispo de Reims, e ajudou Malaceno, bispo de Amásia, que fora expulso da sua pelo avanço dos muçulmanos.
    De resto, apenas se sabe que, tal como os seus antecessores, Bento IV reconheceu a legitimidade de Formoso.
    Foi sepultado em frente a São Pedro, na porta de Guido.

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    LEÃO V


    Leão V

    Leão V
    (903)
     
    Foi eleito num período agitado, sendo coroado em Julho de 903, com diversas facções a lutar pela hegemonia política. O seu pontificado duraria apenas três meses, porque o Cardeal Cristóvão, seu mentor espiritual, se apoderou dele, metendo-o na prisão onde morreu pouco depois, vitima de maus tratos e, possivelmente assassinado.
    Cristóvão assumiu o pontificado, mas não passou de um antipapa, pois não foi eleito através de uma eleição livre, mas pela prepotência e força das armas.
    A usurpação pouco durou, pois Sérgio III meteu-o na prisão e teve sorte igual à da sua vítima, o inocente Leão V.
     
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    CRISTOVÃO   -  (antipapa)


     

    Cristóvão
    (903-904)
     
    Foi capelão do papa Leão V e seu conselheiro espiritual, a quem depôs e encarcerou em 903, morrendo, pouco depois, vítima de maus tratos, suspeitando-se até que tenha sido assassinado.
    Ocupou o trono pontifício durante seis meses, governando com violência e foi deposto, por sua vez, por Sérgio III, que, regressado do exílio e com o apoio dos Francos e Espoletanos, se fez proclamar pontífice. Meteu Cristóvão na prisão e exilou-o depois num mosteiro, onde teve a mesma sorte da sua vítima, Leão V, morrendo em Janeiro de 904.
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    Continua:…
    Post colocado em 31-1-2013 – 10H15
    ANTÓNIO FONSECA

    Igreja da Comunidade de São Paulo do Viso

    Nº 5 801 - SÉRIE DE 2024 - Nº (277) - SANTOS DE CADA DIA - 2 DE OUTUBRO DE 2024

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