Meus Amigos:
Como já afirmei aqui no passado dia 1 de Fevereiro, tomei a iniciativa de publicar aqui uma descrição das Igrejas, Capelas e Oratórios que existem na cidade do Porto. Vou-me socorrer de várias fontes, nomeadamente Wikipedia, do livro Porto e as Igrejas editado pela Câmara Municipal do Porto em 2015, e possivelmente de outras fontes.
Não quero fazer uma enciclopédia, nem nada que se pareça e não vou fazer plágios. Sempre que publicar algo sobre este assunto, darei nota das fontes a que recorrer, respeitando sempre a deontologia e os direitos de Autor..
A maior parte das Igrejas e Capelas (e suas histórias) que vão ser aqui mencionadas, nunca as visitei e decerto também, muitos de vós, não conhecem.
Apesar da minha idade - ser já um pouco avançada - e dado que publicarei diariamente apenas uma monografia (ou História), tenciono completar todo este trabalho, se Deus me der vida e saúde.
Não quero fazer uma enciclopédia, nem nada que se pareça e não vou fazer plágios. Sempre que publicar algo sobre este assunto, darei nota das fontes a que recorrer, respeitando sempre a deontologia e os direitos de Autor..
A maior parte das Igrejas e Capelas (e suas histórias) que vão ser aqui mencionadas, nunca as visitei e decerto também, muitos de vós, não conhecem.
Apesar da minha idade - ser já um pouco avançada - e dado que publicarei diariamente apenas uma monografia (ou História), tenciono completar todo este trabalho, se Deus me der vida e saúde.
Para já vou começar este trabalho-missão, através da transcrição dos textos do Livro
"O Porto e as Igrejas" por ordem de paróquias.
"O Porto e as Igrejas" por ordem de paróquias.
Vigararia PORTO POENTE
Paróquia da SENHORA DA CONCEIÇÃO
143. Igreja de São Crispim e de São Crispiniano
Foi criada por homens que se dedicavam a confeccionarem artigos de couro e calçado. Inicialmente a Igreja, cujos padroeiros eram São Crispim e São Crispiniano, estava localizada junto ao largo de São Domingos, onde anexo funcionava o Hospital dos Palmeiros que dava apoio aos peregrinos.
Quando foi aberta a Rua Mouzinho da Silveira a Igreja teve de ser demolida e a Câmara doou um terreno agora denominado Praça Rainha Dona Amélia, onde em frente, em 1878, foi benzida a nova Igreja dedicada aos Padroeiros já citados.
A Igreja é simples de uma nave única com modestos mas bem proporcionados altares em estilo neoclássico.
O edifício contíguo à Igreja é dotado de ampla Sacristia, sala de Dom Gabriel de Sousa, residência do reitor e um Auditório de 150 lugares, além de salas de apoio.
Esta Irmandade tem um Arquivo documental com praticamente todos os livros do século XVII, - Livros de Tombo, Registo de Propriedades, Doações, Contas, Foros, etc.
Muito importante são sobretudo alguns pergaminhos do século XVI e XVII e o "Compromisso da Irmandade do Ofício de Sapateiro" com 24 folhas de pergaminho e iluminuras datado de 20 de Setembro de 1592 que é considerado como o primeiro Estatuto de uma Instituição Cooperativa na cidade do Porto.
Do Livro O PORTO E AS IGREJAS
ANTÓNIO FONSECA
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